Era uma boa tarde de sábado, o sol batendo forte na janela do quarto, e eu ali, de quatro na cama king size, completamente nua, o corpo suado brilhando, a bunda empinada alta como um convite safado pro pecado. Meu nome não importa agora, o que importa é que eu sou aquela vadia insaciável que vive pra sentir dor virando prazer puro. Muitos caras me perguntam: “Porra, como você aguenta anal sem lubrificante? Dói pra caralho!” E a resposta é simples, mas irracional pra quem não vive isso: eu amo. Eu amo pra valer. Vou deixar nos comentários meus videos e fotos desde 2008 até hoje, aproveitem.
Eu vivo pra oferecer meu cu apertado pra ser destruído por paus enormes, grossos, duros como ferro, sem piedade nenhuma.A fila já estava formada no corredor do apartamento. Eram sete machos, todos altos, musculosos, os paus latejando pra fora das calças, veias saltadas, cabeças roxas brilhando de pré-gozo. O primeiro era um negão de 25 cm, grosso como meu pulso. Ele sorriu safado, cuspindo na mão só pra passar uma baba rápida na rola.— Abre esse rabo, sua puta safada. Hoje você vai levar seco mesmo.Eu gemi só de ouvir, empinando mais a bunda, abrindo as pernas.— Mete logo, caralho! Rasga meu cu! Quero sentir cada centímetro queimando!Ele não esperou. Segurou meus quadris com força bruta e empurrou. A cabeça grossa forçou meu anel apertado, que resistiu um segundo antes de ceder com um estalo dolorido. Eu gritei alto, o corpo inteiro tremendo.— Aaaaiiih, porra! Tá rasgando! Tá rasgando meu cuuu!Mas ao mesmo tempo que a dor subia queimando pelas minhas entranhas, minha buceta pingava, latejando, molhando o lençol. Ele meteu mais fundo, sem parar, abrindo caminho à força, pele esticando ao limite. Metade da rola já dentro e eu já sentia como se ele estivesse me fodendo até o estômago.— Isso, geme, vadia! Olha como teu cu tá apertando meu caralho! — ele rosnava, dando tapas fortes na minha bunda, deixando marcas vermelhas.Os outros assistiam, punhetando devagar, esperando a vez. O segundo da fila era um branquelo com uma pica ainda mais grossa, quase 28 cm de puro tesão. Ele se aproximou enquanto o negão ainda socava fundo, fazendo meu corpo balançar.— Deixa eu ver esse cu arrombado… Porra, já tá inchado. Vai caber mais um?O negão saiu com um ploc molhado, meu cu piscando aberto, vermelho, um fio de sangue misturado com baba escorrendo. Eu choramingava, lágrimas escorrendo, mas sorria.— Vem… os dois juntos… me arrombem de vez.Eles não pensaram duas vezes. O negão deitou debaixo de mim, enfiando o caralho todo no meu cu de uma vez. Eu gritei como uma louca, o corpo convulsionando. O branquelo veio por trás e forçou a cabeça ao lado. Dois paus enormes tentando entrar no mesmo buraco apertado. A dor era insana, parecia que meu cu ia rasgar ao meio.— Aaaahhh! Filhos da puta! Tá doendo pra caralho! Mais fundo! Mais! Rasguem minha bunda!Eles metiam sincronizados, gemendo alto, suor pingando nas minhas costas. Meu cu queimava, esticava, cedia. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Peidava sem controle, o cu soltando ar e um pouco de sujeira que escorria pelos paus, mas isso só deixava eles mais excitados.— Olha essa puta se cagando toda na nossa rola! Que delícia, caralho!O corno do meu marido estava sentado na cadeira do canto, completamente nu, pau pequeno duro na mão, assistindo tudo sem poder tocar. Ele só olhava, olhos vidrados, enquanto eu era usada como uma boneca de foder.— Isso, amor… deixa eles destruírem teu cu… você é minha puta arrombada — ele murmurava, voz rouca de tesão.Eu olhava pra ele entre lágrimas e gemidos.— Tá vendo, corno? Tá vendo como eles me rasgam? Seu pau nunca chegou nem perto disso! Aaaahhh!A fila continuou. Um por um, todos os sete me foderam o cu sem parar, sem lubrificante, seco, bruto. Alguns me algemavam primeiro. Punham as algemas nos pulsos atrás das costas, amarravam minhas pernas abertas na cama com cordas grossas, me deixando completamente indefesa. Eu não conseguia me mexer, só aguentar.Um loiro de pau curvo veio em seguida. Ele segurou meus cabelos como rédea e meteu tudo de uma vez, batendo as bolas no meu clitóris inchado.— Toma, sua cachorra! Grita pra mim!— Haaaaaaa! Tá batendo no meu intestino! Tá saindo na barriga! Mais forte! Me fode como uma vadia barata!Ele socava tão fundo que eu sentia a cabeça da rola pressionando minha barriga por dentro. Meu abdômen inchava visivelmente a cada estocada. Eu peidava alto, molhava a cama de squirt da buceta, gozando sem nem tocar no clitóris, só da dor misturada com prazer.Depois veio o mais grosso de todos. Um moreno com uma rola que parecia um antebraço. Ele cuspiu no cu já destruído e forçou.— Abre mais, porra. Quero ver esse cu virar um buraco largo.Eu chorava de verdade agora, soluços misturados com gemidos.— Dói… dói pra caralho… mas não para! Quero teu caralho todo! Me rasga!Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro doloroso. Meu cu esticava ao limite, pele brilhando vermelha, inchada. Quando ele finalmente enterrou tudo, eu senti como se tivesse um braço inteiro dentro de mim. Ele ficou parado, pulsando, deixando eu sentir a dor toda.— Respira, puta. Sente como teu cu tá engolindo minha pica.Então começou o vai e vem. Estocadas longas, fortes, saindo quase tudo e enfiando de novo até as bolas. Cada vez que ele saía, meu cu ficava aberto como um túnel, piscando, soltando ar e fluidos. Os outros filmavam com o celular, rindo.— Olha o tamanho desse buraco agora! Tá destruída, vadia!O corno se aproximou, ajoelhando perto.— Deixa eu ver de perto… porra, amor, teu cu tá um vulcão. Tá lindo assim arrombado.Eu cuspi na cara dele, gemendo.— Lambe o cu deles enquanto eles me fodem, corno! Chupa a merda do meu rabo!Ele obedeceu, língua lambendo os paus que saíam do meu cu, limpando tudo. O gosto sujo só deixava ele mais louco.A orgia durou horas. Eles me viravam de todos os jeitos: de quatro, de lado, de costas com as pernas pra cima, sentada no colo de dois ao mesmo tempo. Dupla penetração anal, tripla, quatro paus tentando entrar ao mesmo tempo. Meu cu já não era mais apertado — era um buraco largo, inchado, vermelho vivo, latejando. Eu gozava sem parar, ondas de prazer vindo da dor profunda, da sensação de ser completamente usada, possuída, destruída.Em um momento, me colocaram de bruços, algemada aos quatro cantos da cama, travesseiro embaixo da barriga pra empinar o rabo. Cinco deles ficaram em volta, batendo punheta.— Vamos encher esse cu de porra, depois vamos foder de novo por cima da porra.Eles gozaram um atrás do outro dentro de mim. Jatos quentes, grossos, enchendo minhas entranhas. Quando o último saiu, o cu jorrava sêmen misturado com sangue e sujeira. Mas não pararam. O próximo já metia por cima, usando a porra como lubrificante natural agora, mas ainda seco o suficiente pra doer.— Olha como escorrega fácil agora… mas ainda tá apertado pra caralho!Eu gritava, chorava, ria de prazer.— Mais! Quero mais! Me usem até eu não conseguir andar! Quero acordar amanhã com o cu destruído, inchado, sangrando!O marido filmava tudo, pau na mão.— Você é a melhor puta do mundo, amor. Olha como eles te destroem… eu amo te ver assim.Eu respondia entre gemidos.— Então grava direito, corno. Mostra pra todo mundo como eu gosto de ser arrombada. Como meu cu vira uma xoxota larga depois de uma tarde assim.Quando o último gozou, eu estava exausta, corpo tremendo, cu latejando como um coração. Eles tiraram as algemas, me deixaram deitada de lado, pernas abertas. Meu rabo era um desastre lindo: inchado, roxo, aberto uns cinco centímetros, escorrendo porra, baba, um pouco de sangue. Eu passei a mão atrás, toquei, senti o buraco largo e gemi de novo.— Olha o que vocês fizeram… meu cu tá destruído… e eu adorei cada segundo.Um deles se aproximou, ainda duro.— Quer mais uma rodada, vadia?Eu sorri, olhos brilhando de tesão.— Sempre. Meu cu é de vocês. Podem voltar amanhã, depois de amanhã… eu quero fila todo sábado. Quero ser rasgada, peidando, me cagando, gritando de dor e gozando como uma louca.Eles riram, batendo na minha bunda inchada.— Você é doente, porra. Mas a gente ama assim.O corno se aproximou, limpando meu cu com a língua devagar, saboreando tudo.— Obrigado, amor… por me deixar assistir.Eu segurei a cabeça dele ali.— Lambe tudo, corno. Limpa o cu da tua puta. Amanhã tem mais.A tarde virou noite, e a noite virou madrugada. Eles me foderam mais vezes, em turnos, me fazendo gozar até desmaiar de prazer. Eu acordava com um pau novo entrando seco, gritando, e pedia mais. Dor e prazer viraram a mesma coisa. Meu corpo era um templo do extremo, do sujo, do bruto.No final, deitada na cama destruída, lençóis molhados de porra, suor, squirt e tudo mais, eu olhava pro teto sorrindo. Meu cu latejava forte, doendo a cada respiração, mas era a melhor dor do mundo. Eu sabia que amanhã, ou depois, a fila ia se formar de novo. E eu estaria lá, empinada, pronta pra ser usada, rasgada, arrombada sem dó.Porque é assim que eu gozo de verdade. Sem limite. Sem piedade. Só caralho, dor, porra e prazer insano.Se você também curte isso, vem. Meu cu tá esperando pra ser destruído de novo. Sem frescura. Só força bruta, paus enormes e muito grito.E assim termina mais uma tarde de sábado inesquecível… até a próxima, quando eu vou estar ainda mais safada, ainda mais aberta, ainda mais louca pra levar rola no cu até o talo.