Vida Amorosa 4 - Presa - Part 2

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Trans
Contém 1508 palavras
Data: 15/06/2026 15:29:42

Eu fiquei no meu quarto tempo demais e quando eu ouvi a voz de um homem, eu juro que abri a porta ele tomou um susto.

“Ah, esse é meu irmão?”

“Ele já tá de saída.”

“É eu tô saindo.”

“João antes pode fazer um favorzinho a mim, o Danilo esqueceu de trazer camisinha, poderia comprar um pacote pra gente.”

Dei uma engolida seca, Danilo iria falar alguma coisa, mas Paola entrou na frente “agora.”

“Tá bom.”

Eu fechei a porta e ouvi o Danilo falando “eu tenho camisinha aqui, fala que não precisa.”

“É pra ele entender que a gente vai transar e pra ele não voltar cedo, a farmácia é bem perto, agora vamos comer.”

“Que merda” falei bem baixinho.

A minha irmã era uma controladora que gostava de estar no comando, fui na farmácia e comprei um pacote de camisinha normal, o mais barato porque eu que tive que pagar ainda, levei até em casa, eles já estavam jantando.

“Aqui está.”

Deixei em cima do sofá.

“Obrigado irmãozinho.” Falou Paola.

Eu saí de casa sem rumo, parei em um banco qualquer e mandei mensagem a Pamela “quer sair, ou fazer algo.”

Depois de uns 5 minutos esperando a resposta, Pamela respondeu.

“Foi mal se tivesse falado antes, estou num encontro.”

E me mandou uma foto de braço peludo pra caralho, fiquei morrendo de ciúmes e falei “tá porra, esse cara parece um primata de tanto pelo.”

Ela mandou “kkkk cala boca.”

“Que merda” falei baixinho.

Foi nesse momento que me sobrou a Luiza e mandei mensagem.

“E aí tá fazendo?”

“Tô em casa, assistindo filme.”

“Quer sair pra comer algo?”

“Tá chamando eu? Por que não chamar a Pamela? Não é dela que você gosta?”

“Ela está em um encontro com outro.”

“Kkkkkk meu Deus, perdemos a diva.”

“Nem me fala, pra um cara que parece um primata de tanto pelo no braço, deve ter pelos nas costas que dá pra fazer trança, igual a história de Jack Sparrow.”

“De quem? KKKKK.”

“Meu Deus, você nunca assistiu Piratas do Caribe?”

“Não.”

“Você não é deste mundo.”

“Tanto faz…quer vir em casa comer algo?”

“Na sua casa?”

“Tá com medo de mim?”

“Ir para sua casa é a mesma coisa de entrar no abatedouro.”

“Kkkkkk só se você quiser ser a minha presa.”

“Tô fora.”

“Kkkkk tô brincando vem.”

Ela me mandou a localização com a legenda “aí você me mostra esse Piratas do Caribe.”

Parecia uma boa ideia, melhor que ficar na rua vagando no sereno sem ter nada para fazer, pedi um Uber e fui até a casa de Luiza, eu não tinha percebido mas era um prédio.

“Ei, tô aqui, é aqui mesmo? Um prédio?”

“Sim… eu vou até aí.”

Ela desceu, abriu o portão, estava usando um shortinho baby doll e parecia que estava sem calcinha ou cueca porque o menino veio balançando, e a gente subimos escadas porque não tinha elevador e ela morava no terceiro andar.

“Agora eu entendo, porque você tem essas pernas grossas.”

Ela deu risada, o apartamento dela era pequeno mas muito organizado.

“Eu não tenho tv na sala, eu prefiro no quarto porque assim eu fico mais confortável, deitada na cama.”

‘Deitar com ela na cama, será que era uma boa ideia?’ Eu pensei. Mas tinha outra alternativa e falei. “Vamos lá então.”

Entramos no quarto tinha um cheiro de morango, fazia tempo que não sabia como um quarto tinha um cheiro tão bom, eu estava acostumado com o meu de cheiro de massa de pão, tirei o meu tênis e me deitei na cama.

“Gostou?” Perguntou Luiza.

“Sim é boa.”

Ela sorriu “como chama o filme, piratas o que?”

“É Piratas do Caribe.”

“Tem na Netflix?”

“Não tem.”

“Ah vai dar trabalho mas eu conheço um app ótimo.”

“Deixo com você.”

Enquanto ela espelhava o celular na tv eu olhava aquela bunda grande e gorda no pequeno bady doll que entrava na bunda dela mostrando a poupa da bunda.

Eu pensei ‘que merda eu tô pensando?’ enfiei a minha cara no travesseiro dela e senti de onde vinha o cheiro de morango, o seu cheiro era demais, tenho certeza que fiquei morrendo de vergonha, quando ela se deitou comigo eu me senti atraído e fiquei arrepiado.

“Então você chamou a Pamela pra sair, ela já estava num encontro.”

“Sim, com um cara peludo pra caralho nunca deve ter conhecido uma gilete na vida.”

Ela riu “Pamela namorou por 4 anos um cara forte e grande mais com um pênis pequeno, agora ela deve estar tentando correr atrás do tempo perdido.”

“Nada haver.”

“Talvez eu tenha culpa nisso, ela não conhecia o orgasmo antes de transar comigo.”

“Ela nunca gozou?” perguntei duvidando

“Eu mesmo perguntei, ela já teve orgasmo com vibradores, mas com um pênis de verdade nunca.”

“Convencida demais.” Eu falei.

Ela riu “vem aqui.”

Ela saiu da cama e me levou pra frente do espelho, eu na frente e ela atrás, ela maior que eu e seus ombros largos dava impressão que ela iria me proteger mesmo se um ônibus viesse descontrolado na minha direção.

Eu fiquei vermelho olhando para ela, aquela comparação, ela colocou a cabeça no meu ombro e falou no meu ouvido.

“Talvez Pamela não queria alguém no seu perfil nesse momento, mas eu quero.”

Nesse momento eu senti seus lábios encostando na minha bochechas, seu hálito era doce, aquela mulher era um docinho mais com um corpo enorme. Eu virei o meu rosto pra falar algo, mais nossos lábios se encontraram.

Ela simplesmente num ato me pegou no colo como se fosse um troféu, eu olhei no espelho ela me pegando e me levando pra cama, eu senti dominado por ela.

Ela me colocou na cama e com o seu corpo enorme ficou por cima de mim sem me deixar escapar eu era presa dela. Meu pau estava tão duro, ela me beijava eu retribuía o beijo de volta, foi quando ela se levantou e começou a tirar a sua camisa e tirou o seu baby doll mostrando aquele pênis de cavalo balançando que estava meia bomba, ela veio até a mim me deu frio na espinha. Luiza quase com o pênis no meu rosto se abaixou e tirou a minha camisa e depois me deitou e tirou a minha calça e puxou junto com a minha cueca, a gente estava nu, no quarto dela e ninguém iria impedir nada, tudo aquilo me deixava mais excitado e com medo.

Ela passou a mão na minha cabeça “me deixa igual o seu, bem duro.”

Eu respirei e peguei naquele pau pesado masturbei ele pouco e depois aproximei minha boca e chupei a cabeça tinha cheiro de hidratante, foi nesse momento percebi que estava chupando uma mulher e não um homem. Aquilo me tranquilizou e nem percebi que chupava igual aquelas atrizes de porno. Sabe aquelas que chupam masturbando? Eu estava fazendo igual e Luiza gemia enquanto o seu pau ficava cada vez mais duro na minha boca.

Luiza me jogou na cama, e subiu na cama e meu pênis duro como pedra ela simplesmente ficou batendo o pau gigante em cima do meu, aquilo era humilhante a diferença de tamanho. Ela me beijou na boca e se jogou pro lado ficando de barriga pra cima e puxou as pernas para a cabeça ficou com a bunda pra cima.

“Vem João, me come!”

Eu nunca tinha comido um cu, ela ficou surpresa quando eu passei a língua no seu cuzinho eu já tinha praticado com a minha irmã, e lambi suas bolas quando meu dedo entrou percebi como era apertadinho e quente, Luiza só gemia de tesão.

“Vem João.”

Cuspi no meu pênis, não quis perguntar de lubrificante, então passei bastante saliva quando entrou, Luiza deu um suspiro.

“Me beija.”

Eu sem perceber como ela era grande eu fui me esticar para beijar o meu pau entrou todo nela, ela gemeu de dor mais minha boca selou seu gemido com um beijo, ficamos nos beijando enquanto ela falou “você não é delicado mais até que é bom.”

Aquilo foi um elogio? Eu não sei, mas sentia o seu cuzinho apertando o meu pau, era totalmente diferente de comer uma buceta, parecia que o meu membro todo estava sobre uma enorme pressão, comecei bombando devagarinho, eu olhava seus peitos e apertava, eu era uma criança num parque de diversões.

“Me masturba João.”

O pau gigante dela estava com pré-gozo enorme, fiquei brincando com ele e comecei à masturbar no ritmo que eu bombava.

“Mais rápido João.”

Eu sem perceber estava masturbando ela tão rápido quanto metia, ela gemia bastante e começou a gozar na minha mão e na sua barriga, eu soltei ela e comia com força, Luiza estava tão relaxada que o meu pau entrava e saia com violência mais quase sem resistência, eu estava pra gozar e não sei o que deu em mim, eu tirei o meu pau e comecei a me masturbar e gozei em cima do pênis gigante dela, Luiza só gemia olhando.

“Vamos tomar um banho?”

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Gustin a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários