Recomeço -Parte 3.1 - Liberdade vigiada

Um conto erótico de Pietra
Categoria: Heterossexual
Contém 2264 palavras
Data: 02/06/2026 12:17:56

Tomei um banho demorado, com direito a ducha de água fria no final para tentar dar uma acalmada, mas não funcionou muito. Minha cabeça estava uma confusão, me fazendo sentir um misto de vergonha e excitação, tava ficando maluca. Só de me enxugar, o efeito da água gelada já tinha acabado, ainda mais com meu vibrador lá, na bancada da pia, fazendo minha imaginação disparar toda vez que me olhava no espelho.

Voltei para o quarto, só de toalha. O Pedro estava lá. Ele tinha tirado meu celular do suporte que eu deixo ligado ao monitor e colocado o dele (um desses monitores grandes, que o pessoal usa pra jogo em computador, mas que eu uso com o celular para assistir vídeos e usar apps de conferência em tela grande). Estava assistindo a um seriado num aplicativo de stream, não vi qual, tinha outras coisas me chamando a atenção.

Ele vestia só um shorts, desses de time de basquete, sentado na minha cadeira. Acho que a ordem de prioridade na minha cabeça estava meio estranha, mas minha primeira preocupação foi procurar de onde ele tinha tirado o tal shorts.

Só depois de ter achado uma mochila grande aberta em um canto que me preocupei, sobre minha roupa que ele tinha tirado do armário e esticado num canto da cama, e no volume que estava crescendo por baixo do shorts. Só daí fui dar atenção ao fato que ele já estava se sentindo em casa, mexendo nas minhas coisas sem nem pedir! E foi isso que falei para ele. Parei na porta olhando e, tentando soar sarcástica, falei “Opa opa, tem alguém aqui que já está todo à vontade… “.

Ele deu um risinho e falou “ué, o Sérgio não te avisou que eu vim para te conhecer melhor? Acho que ficar aqui no fim de semana é um bom começo, você não acha?” E deu um tapinha no colo falando para eu ir lá para conversarmos um pouquinho. Audácia! Eu até queria retrucar, e continuar falando, mas tem coisas que a gente não controla.

Não tive como não perceber o calor lá embaixo. Depois de um momentinho de sem ação, deixei a toalha cair e fui nua sentar no colo dele. Abaixei para dar uns beijinhos no pescoço, e perguntei baixinho sobre o que ele queria conversar. Ele colocou uma mão no meu peito, outra no meio das minhas pernas e falou: “bom, parece que para falar com você tenho que apagar um incêndio primeiro… se você quer assim, eu não reclamo”, e me beijou.

Ficamos um tempão nos beijando. Ele às vezes parava de beijar minha boca e ia chupando meus peitos enquanto brincava lá embaixo. Massageava meu grelinho, mordia meus mamilos, enviava um, dois dedos dentro da xaninha, voltava, beijava minha boca, meu pescoço.. Tava bom demais… mas eu não queria gozar desse jeito. Eu adoro ficar assim, aninhada toda dengosa… mas quanto mais fico assim mas começo a sentir vontade de uma pegada mais forte (o contrário também, quanto mais bruta a pegada, mais vai crescendo a vontade de ficar tipo namoradinha dengosa, nunca tô totalmente contentente de um jeito só rsrsrs)

Fui tentar tirar o shorts dele, e ele deu uma levantada para ajudar, mas, com o movimento, a cadeira deu uma vacilada, e achei que íamos parar no chão. O Pedro também percebeu e se levantou, comigo nos braços antes de cairmos, me pôs no chão e foi tirar a cadeira.

Novamente, tem coisas que a gente não controla, ao invés de ficar olhando a barraca armada dele, me irritei com o som do seriado (era um desses de máfia, bem legal, mas tava numa cena de tiroteio e não tava combinando com o clima). Quando mexi no telefone para desligar o vídeo, apareceu uma foto dele ao lado de uma loira com rosto lindo e um corpo desses de dar inveja em panicat. Uma figura realmente impressionante.

Parecia que estavam em uma festa a fantasia, além deles na frente, tinha umas pessoas atrás com todo tipo de fantasia. O Pedro depois me falou que era um evento, e estavam vestidos de personagens de videogame. A fantasia deles era tipo soldado, estava meio normal, só destacava mais pela camiseta sem manga que valorizava o braço bombado, e o cabelo com topete gigante todo armado. Já ela estava toda estilosa e chamativa, o destaque era o maiô verde oliva, que cobria os peitos mas era tão cavado, e tinha tecido tão fino que ela poderia muito bem estar nua, dava pra ver todos os contornos.

Não consigo explicar o que eu senti, não era bem ciúme, só sei que quando ele veio me abraçando por trás, já me encoxando sem a bermuda, eu, sem pensar, perguntei para ele se a esposa dele não tava esperando ele para o almoço (já tinha passado do meio dia), se ele não tinha que ir embora. Ele me deu um sorriso super safado e falou que tava tudo bem, ele e a esposa tinham um casamento aberto.

Eu ainda retruquei umas vezes mas, como nem tentei sair da “encoxada”, ele não me deu muito crédito, só falou que se eu não acreditasse, ele ia me mostrar. Foi até o celular e colocou para passar um vídeo. O Pedro aparecia sentado numa cama, a esposa (a loira da foto) ajoelhada de lado, em cima da cama, beijava ele enquanto acariciava os cabelos de uma outra loira, que estava no chão, de joelhos chupado o pau dele. Tinha som, e a pessoa que estava filmando (voz de homem, imagino ser o marido da outra loira) ficava buscando um ângulo melhor. O vídeo era curto, ele falou que esse já tinha uns dois anos, mas ele tinha mais um monte, muito mais picantes.

Ainda meio contrariada (mas já novamente excitada), falei que um vídeo dele fazendo troca de casais não significava que ela deixava ele sair galinhando por aí… Ele só riu, perguntou se eu duvidava mesmo que a Camila sabia que ele estava lá, e me desafiou: “o telefone está aí, liga para ela e confere”. Eu cheguei perto do telefone e, pelo espelho, deu pra ver minha cara de quem estava pra aprontar uma, mas como eu tava demorando pra tomar coragem, o Pedro, com uma cara ainda mais safada, deu o comando para o assistente de voz do telefone abrir uma videochamada com a Camila.

Não acreditei! Fiquei só olhando enquanto ele chegava mais perto do telefone e ligava o viva voz. Quando ela atendeu, eu imediatamente sai mais para o lado para não aparecer, mas a imagem estava na tela grande, então dava para vê-la bem. Pela voz e pela fisionomia ela parecia um pouco irritada. Estava dirigindo, acho que o celular estava em um suporte mais afastado pois dava para ver ela e o trânsito pela janela.

Mas se ela estava ou não irritada quando atendeu, mudou rápido de humor. O Pedro foi logo falando: “Oi amor, liguei pra te apresentar a Pietra”, e, recuando um pouco, me puxou pra frente dele. Pela imagem deu para ver que, daquele ângulo, a câmera me pegou da base dos seios para cima. O Pedro me abraçava por trás e era isso que me impedia de sair ou esconder o rosto (que já estava queimando de vermelho). A fisionomia dela mudou na hora. Abriu um sorriso surpreso e falou: “espera, espera, deixa eu encostar o carro!”.

Enquanto ela encontrava um local para encostar, o Pedro me colocou sentada na cama e foi ajustar a posição do telefone, para usar as câmeras da parte de trás, e deu o maior zoom que pode e ainda me enquadrar inteira.

Ela ainda estava estacionando (parecia o estacionamento de alguma loja) quando o Pedro me levantou e me colocou sentada meio de lado, no colo dele, já penetrando minha xaninha com a ferramenta dele. Naquela posição, os dois com as pernas fechadas, o pau dele não entrava inteiro, acho que pouco passava da metade, o que foi bom. Eu ainda estava molhada lá na grutinha, entrou fácil, mas também estava meio nervosa, não tão relaxada, duvido que ia aguentar ele inteiro, até estranhei um pouco a grossura quando entrou mas logo passou.

Quando voltei a prestar atenção no monitor ela estava tirando os óculos escuros e deu para ver bem os olhos dela, um azul piscina brilhante que combinava totalmente com o rosto dela, que poderia muito bem ter saído de uma capa de revista. Como falei antes, eu tenho muita confiança nos meus atributos, mas com aquele corpo e rosto era difícil imaginar que o marido estava aqui comigo… Ela devia ter um gênio do cão…

Mas não parecia, foi super simpática quando se apresentou, falou que finalmente estava conhecendo a “famosa Pietra” e que eu era mais linda do que ela imaginava. Parecia meio surreal, ela estava lá trocando amenidades e tentando ser simpática comigo enquanto eu estava lá, sentada no pau do marido dela, que me acariciava, beijava meu pescoço, massageava meus seios, apertava minha bunda.

Ela me fez uma ou duas perguntas que eu respondi meio monossilábica, tanto por conta da estranheza da situação quanto porque ia ficando cada vez mais excitada. Ela parecia cada vez mais interessada na ação e, de repente, percebeu o Pedro começando a dar uma mexida no quadril, fazendo o mastro me massagear por dentro. Ela parecia fascinada, e a cara dela já entregava que também estava se excitando. Perguntou com uma voz meio carinhosa, meio safada, se o Pedro estava com o pau dentro agora e se ele tinha me maltratado pela manhã.

Eu não respondi na hora, mas o Pedro sim, falou que eu tinha adorado, que logo de primeira ele tinha enfiado tudo, e eu tinha até pedido para ele meter mais forte (essa última parte era mentira! Com a boca ocupada eu não podia ter pedido nada!). Ela olhou brava para ele (tipo, mesmo) e falou que tinha perguntado pra mim. Eu confirmei.

Nesse ponto o tesão no olhar dela era inegável, até tive a impressão que ela estava se masturbando enquanto falava. Ela perguntou como eu tinha aguentado, que ela fazia isso com o Pedro a mais de 20 anos e, até hoje, só deixava ele por tudo em ocasiões especiais. Enquanto ela ia falando, o Pedro, sentindo que eu ficava cada vez mais confortável, começou a me posicionar mais encaixada nele.

Ela continuou a falar, dando detalhes da primeira vez que tinham tentado, de outras vezes, de posições que tinham tentado, como era difícil ela não ficar toda doida depois. Enquanto isso, o Pedro foi colocando as mãos por baixo da minha bunda e senti ele endurecer o abdômen, falando para eu me apoiar e abrir as pernas pra Camila ver ele dentro da minha bocetinha, pra eu ficar tranquila, que não ia deixar entrar tudo enquanto eu não pedisse.

Nessa altura eu já não tinha dúvida que a Camila estava se divertindo por lá, enquanto nos observava e contava as transas dela com o marido. Primeiro fui me inclinando um pouco de lado e passei um braço sobre o corpo dele para me apoiar, então levantei os joelhos, já abrindo as pernas e apoiando os pés na lateral da cama. Como ele tirou a mão que massageava meu botãozinho, coloquei a outra mão lá e fui me divertindo.

Devagar fui tentando subir e descer no mastro do Pedro e percebi que já estava bem mais a vontade e bem molhada, minha xaninha deslizava fácil. Só estava um pouco desajeitado pela posição, nova para mim, ainda mais considerando que para apoiar minha bunda ele ficava sem apoio. Falei que já estava bom, que ele podia parar de me segurar e ele imediatamente se apoiou com uma mão e endireitou as costas mais pra frente. A posição ficou mais firme e eu consegui “cavalgar” ele com um ritmo melhor.

O único problema é que olhando para a tela dava pra perceber que tinha ficado pior para a Camila assistir, porque o corpo escondia lá embaixo. Falei para o Pedro mudar de posição que assim a Camila não via nada, e ele me olhou meio espantado, como dizendo “pqp quando foi que você começou a se importar com isso?”, sinceramente, eu também não sei... Mas a Camila abriu um sorriso sacana e falou pro Pedro que estava adorando a “nova amiguinha”.

Ele me colocou deitada de lado na cama e foi ajeitar a câmera para pegar o novo enquadramento de lado. Daí voltou para trás, levantando uma das minhas pernas, e já metendo tudo o que dava naquela posição (pela imagem acho que ficava uns 3 dedos de fora). Ele sussurrou no meu ouvido, que ia se segurar pra depois, porque a noite ia ser longa, mas eu podia gozar quando quisesse… e começou a bombar num ritmo rápido e constante, sem colocar nem tirar tudo, enquanto foi massagear meu clitoris com uma mão. Com isso e com os incentivos da Camila, que parecia ser como o Sérgio, bem vocal, eu nem tentei me segurar, e minutos depois já estava gozando.

Antes de desligar ainda conversamos um pouco. A Camila ainda falou para o Pedro não parar, que ela queria ver ele cobrir meus peitos com o leite dele. Mas ele voltou a falar que ia segurar porque ainda ia longe.

Ela queria que o Pedro me levasse na casa deles, mas ele falou que ia me levar para almoçar e depois voltar para cá (no que ela se convidou para ir junto, pelo menos no almoço, e não teve como ele mudar a ideia dela)

Continua....

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