Sol parou em frente ao espelho do quarto e ajustou o short-saia preto pela enésima vez. Aos 43 anos, seu corpo ainda era uma arma perigosa: seios fartos e pesados que enchiam a camiseta verde-amarela da Seleção Brasileira, cintura com curvas suaves, quadris largos e, principalmente, uma bunda redonda, malhada e empinada que parecia feita para chamar atenção. O short-saia era absurdamente curto — a saia mal cobria a metade superior das coxas grossas. Por baixo, o shortinho de compressão preto grudava como uma segunda pele, marcando cada curva das nádegas, separando-as levemente e deixando a parte inferior do bumbum totalmente exposta quando ela se movia.
Você, encostado na porta, tomou um gole de café e sorriu.
— Amor, você vai assim pra foto da academia? Tá querendo matar os professores…
Sol virou de lado, olhando a própria bunda no espelho. A saia subiu um pouco mais, revelando a metade inferior das nádegas firmes e o tecido brilhante esticado.
— É o dia do jogo, né? Quis entrar no clima. A foto é às 15h, mas a aula de acrobacias deve render. Volto a tempo, prometo.
Você se aproximou, passou a mão pela bunda dela e apertou de leve.
— Então arrasa. Mas se demorar, já sei que a culpa é do short.
Sol deu um beijo profundo em você, sentindo um frio gostoso na barriga. Ela já estava molhada só de imaginar o que poderia acontecer.
Saiu de casa às 14h15.
Quando Sol chegou à academia, a sala grande de yoga estava cheia de energia. Esteiras coloridas espalhadas, luz natural entrando pelas janelas altas, e o grande espelho de parede refletindo tudo. A turma da sexta de acrobacias — cerca de 12 mulheres — já aquecia. Dois professores comandavam: Matheus, o professor de circo de 34 anos, corpo flexível, musculoso, pele bronzeada e um olhar predatório, e Hugo, o professor gay de yoga, 31 anos, magro mas definido, movimentos elegantes e um sorriso malicioso que não perdia nenhum detalhe.
Lucas, o personal trainer negro que já tinha “avaliado” Sol antes, também estava lá como apoio para a foto.
Assim que Sol entrou, os três homens viraram o rosto quase ao mesmo tempo. Matheus foi o primeiro a se aproximar, os olhos descendo sem vergonha para as coxas e parando na bunda exposta.
— Sol… caralho… você veio pronta pra foto, hein? — disse ele baixinho, com um sorriso safado. — Vai ser o centro da formação hoje.
Hugo se aproximou pelo outro lado, olhando com apreciação artística (e algo mais).
— Essa bunda vai roubar a cena. Perfeita pra equilíbrio.
Lucas apenas sorriu de canto, já lembrando da última sessão no carro dela.
O aquecimento começou. Matheus e Hugo circulavam entre as alunas, mas concentravam-se em Sol. Primeiro, alongamento em dupla. Matheus sentou atrás dela no chão, abrindo suas pernas em V largo. O short-saia subiu completamente, expondo o shortinho preto que marcava cada detalhe da bunda e da virilha. As mãos grandes dele seguraram as coxas internas, os polegares roçando bem perto dos lábios por cima do tecido.
— Relaxa aqui… respira fundo — murmurou Matheus no ouvido dela. Sol sentiu o pau dele endurecendo contra sua lombar. Hugo, ajoelhado na frente, “ajustava” a postura das pernas, os dedos roçando a parte interna das coxas.
— Linda flexibilidade… — comentou Hugo, olhando diretamente para o shortinho que já mostrava uma pequena mancha úmida.
Sol sentia o rosto queimar. Tentava manter a compostura na frente da turma, mas o corpo respondia: a buceta latejava, a calcinha molhava.
Depois vieram as pontes. Sol deitada de costas, subindo o quadril alto. Matheus segurava pela cintura, mas logo uma mão desceu e apertou a bunda com força, os dedos afundando na carne macia enquanto “corrigia”.
— Empina mais esse bumbum… isso. Perfeito pra foto — rosnou ele baixo.
Lucas, do lado, segurava os ombros dela, mas seus olhos estavam fixos nos seios que balançavam dentro da camiseta.
A tensão sexual na sala era palpável, pelo menos para Sol. Cada toque “profissional” durava mais do que o necessário. Dedos roçando, apertos discretos, respirações quentes no pescoço.
Quando chegou a hora da foto oficial da semana, Matheus montou a formação grandiosa inspirada nas imagens que a academia tinha mostrado.
Sol foi colocada no centro, no suporte principal. Matheus e Lucas a ergueram juntos. Matheus segurando pela cintura e pela parte de cima da coxa, Lucas pela outra perna. Hugo ajudava embaixo, “estabilizando” o quadril dela.
A saia subiu totalmente. A bunda de Sol ficou praticamente nua para os três homens, o shortinho preto esticado marcando tudo: o contorno da buceta, a separação das nádegas, a pele morena brilhando de suor.
Enquanto a turma posava em camadas abaixo e ao redor, Matheus apertava a bunda dela com força disfarçada, o polegar roçando entre as nádegas por cima do tecido. Lucas, do outro lado, deixou a mão subir mais, quase tocando a virilha.
— Segura firme, Sol… não treme — sussurrou Matheus, colando o corpo. O pau dele, duro, pressionava contra a lateral da coxa dela.
Hugo, embaixo, olhava para cima com um sorriso sacana e passou a mão pela parte interna da coxa dela “para ajustar o equilíbrio”.
A foto demorou. Várias tentativas. Cada vez que eles reajustavam, os toques ficavam mais ousados. Matheus enfiou discretamente dois dedos por baixo da borda do shortinho, tocando a buceta encharcada enquanto fingia corrigir a postura.
Sol mordeu o lábio com tanta força que sentiu gosto de sangue. Um gemido quase escapou quando Matheus pressionou o clitóris inchado.
— Você tá pingando, safada… — sussurrou ele só para ela.
Depois de muitas fotos, Matheus anunciou:
— Agora uma variação mais avançada só com o núcleo: Sol, eu, Hugo e Lucas.
A turma saiu para beber água e tirar fotos individuais. Os quatro ficaram na sala.
A porta foi fechada.
A porta fechada criou um casulo quente e perigoso dentro da sala de yoga. O cheiro de suor limpo misturado com excitação enchia o ar. Sol estava ali, no centro, com o short-saia preto completamente fora do lugar, a camiseta da Seleção Brasileira grudada nos seios fartos e pesados.
Matheus, o professor de circo, ficou na frente dela, olhos famintos. Lucas, o personal trainer negro forte, posicionou-se ao lado, já passando a mão grande na bunda exposta dela. Hugo, o professor gay de yoga, circulava ao redor como um diretor de cena, com um sorriso malicioso e apreciativo, admirando os corpos masculinos tanto quanto o dela.
— Vocês dois vão destruir essa mulher hoje — disse Hugo com voz suave e autoritária, passando os dedos delicados pela barriga de Sol e subindo até apertar de leve um seio por cima da camiseta. — E eu vou garantir que as poses fiquem perfeitas… e bem safadas.
Sol tremeu. A culpa ainda lutava dentro dela, mas o tesão já tinha vencido.
— Meninos… eu não sei se devo… — murmurou ela, voz fraca.
Matheus não esperou. Puxou o short-saia e o shortinho de compressão até os tornozelos de uma vez. A buceta inchada, rosada e brilhando de excitação ficou totalmente exposta. Ele ajoelhou e mergulhou a língua nela, lambendo com fome, chupando o clitóris enquanto enfiava dois dedos grossos.
Sol soltou um gemido longo, as pernas fraquejando. Lucas tirou a regata, revelando o peito largo e negro, e colocou o pau grosso e semi-duro na mão dela. Sol começou a masturbar ele devagar, sentindo o membro crescer até ficar enorme e pesado.
Hugo, completamente vestido ainda, mas com o short marcando sua ereção, se aproximou por trás de Matheus e apertou a bunda dele por cima da roupa, sussurrando:
— Come bem molhadinha pra gente, Matheus. Quero ver você abrindo ela.
Matheus se levantou, virou Sol de frente para o espelho grande e abaixou o próprio short. Seu pau longo, curvado e bem duro roçou na entrada molhada dela. Ele meteu devagar, centímetro por centímetro, abrindo a buceta casada enquanto Sol gemia alto.
— Olha no espelho, Sol… olha como sua buceta tá engolindo meu pau — rosnou Matheus, começando a meter com estocadas firmes e profundas.
Lucas se ajoelhou no tatame na frente dela. Sol se inclinou e começou a chupar o pau grosso dele, babando bastante, enquanto Matheus metia por trás. Hugo circulava, dando tapas leves na bunda de Sol, apertando seus seios e, principalmente, tocando e masturbando Matheus e Lucas enquanto eles fodiam ela.
— Isso… mete mais fundo nela — incentivava Hugo, passando a mão entre as pernas de Matheus e apertando as bolas dele. Depois se inclinou e deu um beijo molhado em Lucas, as línguas se enrolando enquanto Sol chupava os dois alternadamente.
A cena era intensa e coreografada. Matheus metia forte, batendo a pélvis na bunda redonda de Sol, fazendo as nádegas balançarem. Lucas segurava o cabelo dela, fodendo sua boca com ritmo. Hugo, sempre participando, chupava os mamilos dela, lambia o suor das costas e, quando Matheus tirava o pau por um momento, Hugo lambia a buceta aberta de Sol misturada com o pau de Matheus, provando os dois.
Eles mudaram de posição várias vezes, prolongando o prazer por mais de uma hora:
Sol cavalgando Matheus de frente no tatame, rebolando desesperada enquanto Lucas enfiava o pau na boca dela. Hugo estava atrás de Matheus, chupando o pescoço dele e metendo devagar os dedos no cu do professor de circo.
Sol de quatro, Lucas metendo fundo na buceta com seu pau negro grosso, esticando ela toda. Matheus fodia a boca dela. Hugo se deitou embaixo e chupava o clitóris dela e as bolas de Lucas ao mesmo tempo.
Posição mais acrobática: Matheus a segurou no ar, pernas abertas, metendo em pé enquanto Hugo e Lucas seguravam e tocavam. Sol gozava sem parar, gemendo rouca, o corpo tremendo violentamente.
— Eu sou casada… ahh… não para… — ela repetia entre gemidos, completamente entregue.
Os três homens gozaram em sequência. Matheus encheu a buceta dela de porra quente e grossa. Lucas gozou na boca e nos seios dela. Hugo, excitado pela cena toda, gozou enquanto chupava o pau de Matheus após ele sair de Sol, lambendo a mistura.
Sol ficou caída no tatame por vários minutos, pernas abertas, buceta inchada e escorrendo uma mistura branca e abundante de porra. A bunda cheia de marcas vermelhas de mãos e tapas. A camiseta da Seleção suja de suor, saliva e esperma.
Os professores ajudaram ela a se vestir. Matheus deu um tapa forte na bunda antes de puxar o short-saia para cima.
— Você foi a melhor modelo que já tivemos — disse ele sorrindo.
Hugo beijou o canto da boca dela carinhosamente:
— Linda… e deliciosa de ver sendo usada.
Lucas só apertou a bunda dela uma última vez:
— Me chama quando quiser repetir.
Sol saiu da academia quase 19h. Dirigindo para casa, sentia a porra escorrendo constantemente pelo shortinho, molhando o banco do carro. As coxas estavam pegajosas. A bunda latejava. O cheiro de sexo era forte dentro do carro.
Quando chegou em casa, você estava na sala com a TV no segundo tempo do jogo.
— Amor… finalmente! — disse você, virando para ela.
Sol tentou andar normalmente, mas era impossível disfarçar. O rosto corado, cabelo bagunçado, lábios inchados. Ao tirar os tênis e se abaixar, o short-saia curto subiu e revelou tudo:
Marcas vermelhas de mãos espalmadas e dedos na bunda.
Um fio grosso e esbranquiçado escorrendo lentamente pela coxa interna até o joelho.
A camiseta da Seleção com manchas úmidas e amassada.
O cheiro inconfundível de sexo, suor masculino e porra.
Você sentiu o pau endurecer na hora.
— A foto da semana rendeu bastante, né? — perguntou você, puxando ela para o sofá.
Sol sentou com cuidado, as pernas um pouco abertas porque a buceta ainda estava sensível e cheia. Você passou a mão na coxa dela, subindo devagar até tocar a mistura quente que escorria.
— Foram o Matheus, o Hugo e o Lucas… — confessou ela baixinho, corando. — Eles queriam a pose perfeita… e acabaram me usando pra isso.
Você enfiou dois dedos na buceta dela por baixo do short, sentindo o creme grosso dos outros dentro dela.
— Conta tudo enquanto eu te como — disse você, já tirando a calça.
Sol começou a narrar, gemendo, enquanto você a fodia no sofá, sentindo a buceta dela molhada e cheia da porra dos professores. O jogo rolava na TV, mas nenhum dos dois estava prestando atenção.