Esposa na Aula de Yoga - Técnicas de Acrobacias

Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Grupal
Contém 2023 palavras
Data: 15/06/2026 13:38:24

Sol parou em frente ao espelho do quarto e ajustou o short-saia preto pela enésima vez. Aos 43 anos, seu corpo ainda era uma arma perigosa: seios fartos e pesados que enchiam a camiseta verde-amarela da Seleção Brasileira, cintura com curvas suaves, quadris largos e, principalmente, uma bunda redonda, malhada e empinada que parecia feita para chamar atenção. O short-saia era absurdamente curto — a saia mal cobria a metade superior das coxas grossas. Por baixo, o shortinho de compressão preto grudava como uma segunda pele, marcando cada curva das nádegas, separando-as levemente e deixando a parte inferior do bumbum totalmente exposta quando ela se movia.

Você, encostado na porta, tomou um gole de café e sorriu.

— Amor, você vai assim pra foto da academia? Tá querendo matar os professores…

Sol virou de lado, olhando a própria bunda no espelho. A saia subiu um pouco mais, revelando a metade inferior das nádegas firmes e o tecido brilhante esticado.

— É o dia do jogo, né? Quis entrar no clima. A foto é às 15h, mas a aula de acrobacias deve render. Volto a tempo, prometo.

Você se aproximou, passou a mão pela bunda dela e apertou de leve.

— Então arrasa. Mas se demorar, já sei que a culpa é do short.

Sol deu um beijo profundo em você, sentindo um frio gostoso na barriga. Ela já estava molhada só de imaginar o que poderia acontecer.

Saiu de casa às 14h15.

Quando Sol chegou à academia, a sala grande de yoga estava cheia de energia. Esteiras coloridas espalhadas, luz natural entrando pelas janelas altas, e o grande espelho de parede refletindo tudo. A turma da sexta de acrobacias — cerca de 12 mulheres — já aquecia. Dois professores comandavam: Matheus, o professor de circo de 34 anos, corpo flexível, musculoso, pele bronzeada e um olhar predatório, e Hugo, o professor gay de yoga, 31 anos, magro mas definido, movimentos elegantes e um sorriso malicioso que não perdia nenhum detalhe.

Lucas, o personal trainer negro que já tinha “avaliado” Sol antes, também estava lá como apoio para a foto.

Assim que Sol entrou, os três homens viraram o rosto quase ao mesmo tempo. Matheus foi o primeiro a se aproximar, os olhos descendo sem vergonha para as coxas e parando na bunda exposta.

— Sol… caralho… você veio pronta pra foto, hein? — disse ele baixinho, com um sorriso safado. — Vai ser o centro da formação hoje.

Hugo se aproximou pelo outro lado, olhando com apreciação artística (e algo mais).

— Essa bunda vai roubar a cena. Perfeita pra equilíbrio.

Lucas apenas sorriu de canto, já lembrando da última sessão no carro dela.

O aquecimento começou. Matheus e Hugo circulavam entre as alunas, mas concentravam-se em Sol. Primeiro, alongamento em dupla. Matheus sentou atrás dela no chão, abrindo suas pernas em V largo. O short-saia subiu completamente, expondo o shortinho preto que marcava cada detalhe da bunda e da virilha. As mãos grandes dele seguraram as coxas internas, os polegares roçando bem perto dos lábios por cima do tecido.

— Relaxa aqui… respira fundo — murmurou Matheus no ouvido dela. Sol sentiu o pau dele endurecendo contra sua lombar. Hugo, ajoelhado na frente, “ajustava” a postura das pernas, os dedos roçando a parte interna das coxas.

— Linda flexibilidade… — comentou Hugo, olhando diretamente para o shortinho que já mostrava uma pequena mancha úmida.

Sol sentia o rosto queimar. Tentava manter a compostura na frente da turma, mas o corpo respondia: a buceta latejava, a calcinha molhava.

Depois vieram as pontes. Sol deitada de costas, subindo o quadril alto. Matheus segurava pela cintura, mas logo uma mão desceu e apertou a bunda com força, os dedos afundando na carne macia enquanto “corrigia”.

— Empina mais esse bumbum… isso. Perfeito pra foto — rosnou ele baixo.

Lucas, do lado, segurava os ombros dela, mas seus olhos estavam fixos nos seios que balançavam dentro da camiseta.

A tensão sexual na sala era palpável, pelo menos para Sol. Cada toque “profissional” durava mais do que o necessário. Dedos roçando, apertos discretos, respirações quentes no pescoço.

Quando chegou a hora da foto oficial da semana, Matheus montou a formação grandiosa inspirada nas imagens que a academia tinha mostrado.

Sol foi colocada no centro, no suporte principal. Matheus e Lucas a ergueram juntos. Matheus segurando pela cintura e pela parte de cima da coxa, Lucas pela outra perna. Hugo ajudava embaixo, “estabilizando” o quadril dela.

A saia subiu totalmente. A bunda de Sol ficou praticamente nua para os três homens, o shortinho preto esticado marcando tudo: o contorno da buceta, a separação das nádegas, a pele morena brilhando de suor.

Enquanto a turma posava em camadas abaixo e ao redor, Matheus apertava a bunda dela com força disfarçada, o polegar roçando entre as nádegas por cima do tecido. Lucas, do outro lado, deixou a mão subir mais, quase tocando a virilha.

— Segura firme, Sol… não treme — sussurrou Matheus, colando o corpo. O pau dele, duro, pressionava contra a lateral da coxa dela.

Hugo, embaixo, olhava para cima com um sorriso sacana e passou a mão pela parte interna da coxa dela “para ajustar o equilíbrio”.

A foto demorou. Várias tentativas. Cada vez que eles reajustavam, os toques ficavam mais ousados. Matheus enfiou discretamente dois dedos por baixo da borda do shortinho, tocando a buceta encharcada enquanto fingia corrigir a postura.

Sol mordeu o lábio com tanta força que sentiu gosto de sangue. Um gemido quase escapou quando Matheus pressionou o clitóris inchado.

— Você tá pingando, safada… — sussurrou ele só para ela.

Depois de muitas fotos, Matheus anunciou:

— Agora uma variação mais avançada só com o núcleo: Sol, eu, Hugo e Lucas.

A turma saiu para beber água e tirar fotos individuais. Os quatro ficaram na sala.

A porta foi fechada.

A porta fechada criou um casulo quente e perigoso dentro da sala de yoga. O cheiro de suor limpo misturado com excitação enchia o ar. Sol estava ali, no centro, com o short-saia preto completamente fora do lugar, a camiseta da Seleção Brasileira grudada nos seios fartos e pesados.

Matheus, o professor de circo, ficou na frente dela, olhos famintos. Lucas, o personal trainer negro forte, posicionou-se ao lado, já passando a mão grande na bunda exposta dela. Hugo, o professor gay de yoga, circulava ao redor como um diretor de cena, com um sorriso malicioso e apreciativo, admirando os corpos masculinos tanto quanto o dela.

— Vocês dois vão destruir essa mulher hoje — disse Hugo com voz suave e autoritária, passando os dedos delicados pela barriga de Sol e subindo até apertar de leve um seio por cima da camiseta. — E eu vou garantir que as poses fiquem perfeitas… e bem safadas.

Sol tremeu. A culpa ainda lutava dentro dela, mas o tesão já tinha vencido.

— Meninos… eu não sei se devo… — murmurou ela, voz fraca.

Matheus não esperou. Puxou o short-saia e o shortinho de compressão até os tornozelos de uma vez. A buceta inchada, rosada e brilhando de excitação ficou totalmente exposta. Ele ajoelhou e mergulhou a língua nela, lambendo com fome, chupando o clitóris enquanto enfiava dois dedos grossos.

Sol soltou um gemido longo, as pernas fraquejando. Lucas tirou a regata, revelando o peito largo e negro, e colocou o pau grosso e semi-duro na mão dela. Sol começou a masturbar ele devagar, sentindo o membro crescer até ficar enorme e pesado.

Hugo, completamente vestido ainda, mas com o short marcando sua ereção, se aproximou por trás de Matheus e apertou a bunda dele por cima da roupa, sussurrando:

— Come bem molhadinha pra gente, Matheus. Quero ver você abrindo ela.

Matheus se levantou, virou Sol de frente para o espelho grande e abaixou o próprio short. Seu pau longo, curvado e bem duro roçou na entrada molhada dela. Ele meteu devagar, centímetro por centímetro, abrindo a buceta casada enquanto Sol gemia alto.

— Olha no espelho, Sol… olha como sua buceta tá engolindo meu pau — rosnou Matheus, começando a meter com estocadas firmes e profundas.

Lucas se ajoelhou no tatame na frente dela. Sol se inclinou e começou a chupar o pau grosso dele, babando bastante, enquanto Matheus metia por trás. Hugo circulava, dando tapas leves na bunda de Sol, apertando seus seios e, principalmente, tocando e masturbando Matheus e Lucas enquanto eles fodiam ela.

— Isso… mete mais fundo nela — incentivava Hugo, passando a mão entre as pernas de Matheus e apertando as bolas dele. Depois se inclinou e deu um beijo molhado em Lucas, as línguas se enrolando enquanto Sol chupava os dois alternadamente.

A cena era intensa e coreografada. Matheus metia forte, batendo a pélvis na bunda redonda de Sol, fazendo as nádegas balançarem. Lucas segurava o cabelo dela, fodendo sua boca com ritmo. Hugo, sempre participando, chupava os mamilos dela, lambia o suor das costas e, quando Matheus tirava o pau por um momento, Hugo lambia a buceta aberta de Sol misturada com o pau de Matheus, provando os dois.

Eles mudaram de posição várias vezes, prolongando o prazer por mais de uma hora:

Sol cavalgando Matheus de frente no tatame, rebolando desesperada enquanto Lucas enfiava o pau na boca dela. Hugo estava atrás de Matheus, chupando o pescoço dele e metendo devagar os dedos no cu do professor de circo.

Sol de quatro, Lucas metendo fundo na buceta com seu pau negro grosso, esticando ela toda. Matheus fodia a boca dela. Hugo se deitou embaixo e chupava o clitóris dela e as bolas de Lucas ao mesmo tempo.

Posição mais acrobática: Matheus a segurou no ar, pernas abertas, metendo em pé enquanto Hugo e Lucas seguravam e tocavam. Sol gozava sem parar, gemendo rouca, o corpo tremendo violentamente.

— Eu sou casada… ahh… não para… — ela repetia entre gemidos, completamente entregue.

Os três homens gozaram em sequência. Matheus encheu a buceta dela de porra quente e grossa. Lucas gozou na boca e nos seios dela. Hugo, excitado pela cena toda, gozou enquanto chupava o pau de Matheus após ele sair de Sol, lambendo a mistura.

Sol ficou caída no tatame por vários minutos, pernas abertas, buceta inchada e escorrendo uma mistura branca e abundante de porra. A bunda cheia de marcas vermelhas de mãos e tapas. A camiseta da Seleção suja de suor, saliva e esperma.

Os professores ajudaram ela a se vestir. Matheus deu um tapa forte na bunda antes de puxar o short-saia para cima.

— Você foi a melhor modelo que já tivemos — disse ele sorrindo.

Hugo beijou o canto da boca dela carinhosamente:

— Linda… e deliciosa de ver sendo usada.

Lucas só apertou a bunda dela uma última vez:

— Me chama quando quiser repetir.

Sol saiu da academia quase 19h. Dirigindo para casa, sentia a porra escorrendo constantemente pelo shortinho, molhando o banco do carro. As coxas estavam pegajosas. A bunda latejava. O cheiro de sexo era forte dentro do carro.

Quando chegou em casa, você estava na sala com a TV no segundo tempo do jogo.

— Amor… finalmente! — disse você, virando para ela.

Sol tentou andar normalmente, mas era impossível disfarçar. O rosto corado, cabelo bagunçado, lábios inchados. Ao tirar os tênis e se abaixar, o short-saia curto subiu e revelou tudo:

Marcas vermelhas de mãos espalmadas e dedos na bunda.

Um fio grosso e esbranquiçado escorrendo lentamente pela coxa interna até o joelho.

A camiseta da Seleção com manchas úmidas e amassada.

O cheiro inconfundível de sexo, suor masculino e porra.

Você sentiu o pau endurecer na hora.

— A foto da semana rendeu bastante, né? — perguntou você, puxando ela para o sofá.

Sol sentou com cuidado, as pernas um pouco abertas porque a buceta ainda estava sensível e cheia. Você passou a mão na coxa dela, subindo devagar até tocar a mistura quente que escorria.

— Foram o Matheus, o Hugo e o Lucas… — confessou ela baixinho, corando. — Eles queriam a pose perfeita… e acabaram me usando pra isso.

Você enfiou dois dedos na buceta dela por baixo do short, sentindo o creme grosso dos outros dentro dela.

— Conta tudo enquanto eu te como — disse você, já tirando a calça.

Sol começou a narrar, gemendo, enquanto você a fodia no sofá, sentindo a buceta dela molhada e cheia da porra dos professores. O jogo rolava na TV, mas nenhum dos dois estava prestando atenção.

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Foto de perfil genéricapcamargoContos: 56Seguidores: 55Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

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