Cunhada

Da série Cunhada
Um conto erótico de Caio Valença
Categoria: Grupal
Contém 711 palavras
Data: 15/06/2026 13:07:42
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Quando completei 21 anos, eu carregava uma coisa que parecia incomodar mais as outras pessoas do que a mim mesmo: eu ainda era virgem.

Meu irmão mais velho sempre fazia questão de lembrar disso. Para ele era motivo de brincadeira, uma provocação que começou como piada, mas que com o tempo começou a mexer comigo. Desde que fiz 18 anos ele dizia que eu precisava aproveitar mais a vida, que eu passava tempo demais estudando enquanto as experiências aconteciam longe de mim.

Nós éramos completamente diferentes.

Ele era extrovertido, cheio de histórias, sempre tinha algo para contar. Eu era mais reservado. Minha rotina era simples: faculdade, casa, livros e poucos amigos. Eu não via isso como um problema, mas às vezes me perguntava se eu estava deixando alguma parte da vida passar.

Naquela época eu achava que conhecia bem quem eu era.

Hoje eu sei que não.

Naquele dia, voltei da faculdade sem imaginar que algumas horas depois eu descobriria uma parte de mim que eu tentava manter escondida até de mim mesmo.

Quando cheguei em casa, estranhei. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada por dentro. Toquei a campainha e, alguns segundos depois, minha cunhada apareceu só de lingerie branca.

Eu já a conhecia há bastante tempo. Sempre achei ela uma mulher que chamava a atenção naturalmente. Não era algo que eu queria admitir, muito menos alimentar. Algumas vezes eu tinha percebido isso em pequenos detalhes: uma roupa diferente, uma forma de se arrumar, uma confiança que ela tinha e que fazia as pessoas repararem nela.

Mas eu sempre colocava aquilo de lado.

Eu sempre achei que tinha controle sobre meus desejos. Eu tentava impor limites, ou pelo menos era isso que dizia para mim mesmo.

Naquele dia, porém, a situação era diferente. A surpresa de vê-la daquela forma me deixou alguns segundos sem reação. Pela primeira vez eu percebi que algumas vontades não desaparecem só porque a gente tenta ignorá-las.

Aquele dia começou a mudar essa certeza.

A lingerie se destacava na pele dela. Aquela situação era exatamente o tipo de coisa que eu sempre tentei evitar. Eu sabia que deveria agir como sempre agi, mas naquele momento era difícil ignorar o que eu estava sentindo. Eu tentei passar por ela, mas ela me bloqueou e disse no meu ouvido que esse era o meu presente de aniversário.

Minha cabeça dizia uma coisa, mas minha curiosidade dizia outra. Eu ainda tentava entender a situação, mas tudo acontecia rápido demais. Eu mal conseguia processar o que estava acontecendo, ela já foi me beijando, tirando minha roupa, eu não conseguia esconder a excitação, ela tirou minha calça e já começou a me chupar, foi aí que eu falei que era melhor ela parar, pois meu irmão poderia chegar e não iria gostar, nesse momento, meu irmão saiu do quarto e apenas disse que eu deveria aproveitar meu presente de aniversário. Eu fiquei ainda mais surpreso e sem graça com a situação, mas resolvi aproveitar o presente.

Ele chegou levantando a bundinha dela e penetrando, enquanto ele socava ela me chupava com mais vontade e batendo uma pra mim, até que gozei na boca dela, eu não sabia como agir, ela ainda continuou chupando um pouco até escorrer pela boca, então ela se levantou e já me beijou, fiquei um pouco com nojo e confuso, mas deixei fluir, pois estava muito excitado.

Eu ainda tentava entender como tinha chegado naquele ponto, mas estava empolgado e só deixava rolar, sentamos no sofá, ela no meio, começamos a chupar os seios dela, naquele momento achei que eu iria penetrar nela, mas ela sentou no pau do meu irmão, eu chupava os seios dela enquanto ela rebolava, ela começou a me masturbar e disse que queria que eu gozasse nos seios dela, não demorou muito e gozamos juntos, eu nos seios, meu irmão na buceta, então achei que agora seria minha vez, mas ela vendo que eu estava com muito tesão disse que eles precisavam sair, então eles se trocaram rápido saíram, eu fiquei ali sozinho, tentando entender não apenas o que tinha acontecido naquela tarde, mas o que aquilo revelava sobre mim.

Aquele não foi o fim daquela história. Foi apenas o começo de uma parte de mim que eu ainda não conhecia.

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