Quando os Policiais se Deitam para o Negão – Capítulo 6: A Rendição Absoluta

Um conto erótico de HDNA
Categoria: Gay
Contém 1650 palavras
Data: 15/06/2026 12:23:25

A transformação estava completa. Não havia mais luta, não havia mais negação, e a vergonha que antes nos consumia havia sido substituída por uma devoção sombria, absoluta e inabalável. Eu e Marcos havíamos nos tornado extensões um do outro na submissão; nossos corpos agora carregavam as marcas permanentes do domínio de Malik — marcas de dentes, de tapas, cicatrizes leves do chicote e a lembrança constante, quase física, do peso de seu pau dentro de nós. Na delegacia, nossos colegas notavam nossa mudança, mas a atribuíam a um estresse pós-traumático ou a um excesso de zelo no trabalho. Mal sabiam eles que o brilho febril nos nossos olhos e o suor frio nas nossas testas eram o resultado de noites inteiras de joelhos, sendo usados como animais por um homem que eles juraram combater. Éramos infiltrados da luxúria no coração da lei.

A vida fora da casa de Malik havia se tornado um deserto emocional. Minha esposa, meus filhos, meus amigos... todos pareciam figuras de papel, sem profundidade ou cor. A única cor que importava era o ébano da pele de Malik, e o único som que fazia meu coração bater era o de sua voz nos chamando de "vadias". Eu e Marcos passávamos os turnos em um estado de transe compartilhado, revivendo mentalmente cada estocada, cada humilhação, cada gota de sêmen que havíamos engolido. Estávamos prontos para o ato final, para a entrega definitiva que Malik nos prometera.

A noite final daquela semana foi o ápice da nossa jornada. Malik nos convocou para sua casa com uma instrução específica: deveríamos levar nossas algemas, nossos cassetetes e nossas fardas extras. Quando entramos, a atmosfera estava carregada com uma eletricidade quase palpável. Malik estava nu, de pé no centro da sala, sua pica negra e monumental já ereta e apontando para o teto como um cetro de poder absoluto. Ele nos olhou com um desprezo que nos fez vibrar de antecipação.

— Hoje, vocês vão selar o pacto de vocês — Malik disse, sua voz ecoando como um veredito final. — Julio, algeme o Marcos na cabeceira daquela cama. De pernas abertas. Eu quero que ele fique imobilizado, pronto para ser o banquete.

Eu obedeci com uma pressa que beirava o desespero. O som do metal das algemas fechando-se nos pulsos de Marcos foi o som da nossa prisão e da nossa liberdade. Marcos estava ansioso, seus olhos fixos em Malik com uma fome que eu compartilhava. Ele estava nu, sua pele branca contrastando com os lençóis escuros, sua bunda empinada e vulnerável. Uma vez que ele estava imobilizado, Malik se virou para mim.

— Agora, Julio... você vai usar o seu cassetete no seu parceiro. Eu quero que você prepare o caminho para mim. E se você não for duro o suficiente, se você hesitar por um segundo que seja, você é quem vai sentir o peso da minha vara de bambu.

A ordem era brutal, mas a obediência era a minha única religião. Comecei a usar o cassetete em Marcos, explorando sua entrada com o objeto de borracha dura, sentindo a resistência inicial ceder sob a pressão. Marcos gemia, seu corpo arqueando-se contra as algemas, a dor e o prazer fundindo-se em seu rosto. Malik nos observava, masturbando-se lentamente, o som de sua mão contra a carne sendo o único outro ruído no quarto, além dos gemidos de Marcos e do som de borracha contra pele.

— Isso... veja como ele se abre para você, Julio. Veja como a lei está sendo usada para o prazer proibido — Malik zombava, aproximando-se da cama. — Agora, saia da frente. É a minha vez de marcar o território de forma definitiva.

Malik afastou-me com um empurrão e, com um movimento fluido e violento, enterrou-se em Marcos. O grito que Marcos soltou foi um som de pura agonia e êxtase, um clamor que pareceu rasgar o tecido da realidade. Malik começou a fodê-lo com uma fúria que eu nunca vira antes, suas estocadas eram como golpes de martelo, profundas, impiedosas, atingindo o fundo do ser de Marcos. Ele não era mais apenas um homem foder um outro homem; ele era o mestre absoluto reclamando o que era seu por direito divino.

— E você, Julio! — Malik rugiu, sem parar o movimento frenético. — De joelhos atrás de mim! Eu quero sentir a sua língua no meu rabo enquanto eu fodo o seu parceiro! Eu quero que vocês dois estejam conectados a mim ao mesmo tempo!

Eu me lancei ao trabalho com uma avidez desesperada. O cheiro de suor, sexo e o almíscar de Malik eram meu único oxigênio. Eu explorava cada centímetro de seu corpo com minha língua, sentindo a tensão de seus músculos enquanto ele destruía Marcos. Éramos uma engrenagem de carne e desejo, um triângulo de devassidão onde as identidades de policial e criminoso haviam sido dissolvidas em um oceano de fluidos. A cada estocada de Malik em Marcos, eu sentia o impacto através da língua, através da pele, através da alma.

— Eu vou gozar! — Marcos gritava, suas mãos puxando as algemas com tanta força que o metal cortava sua pele, o sangue misturando-se ao suor.

— Goza, sua vadia! Goza para o seu mestre! — Malik respondeu, aumentando a velocidade até que ele fosse apenas um borrão de movimento escuro sobre o corpo branco e marcado de Marcos.

Com um rugido gutural que pareceu vir das profundezas da terra, Malik gozou fundo em Marcos, e o jato de sêmen foi tão potente que Marcos teve um orgasmo simultâneo que sujou toda a cama e o peito de Malik. Malik se retirou, ofegante, sua pica ainda pulsante e coberta de sêmen e sangue. Ele então se virou para mim, seu olhar carregado de uma luxúria que me fez tremer.

— Agora, Julio... você vai receber o que sobrou. Mas antes, eu quero que você mostre o quanto você é capaz de se humilhar. Marcos, use as suas pernas para prender o pescoço do seu parceiro.

Malik me jogou sobre o corpo de Marcos, que ainda tremia sob as algemas. Marcos, obedecendo à ordem, envolveu meu pescoço com suas coxas fortes, prendendo-me contra seu peito suado. Malik então se posicionou e entrou em mim sem aviso. A dor foi uma explosão de cores atrás das minhas pálpebras, uma sensação de ser rasgado e reconstruído ao mesmo tempo. Ele me fodia sobre o corpo de Marcos, nossas carnes suadas coladas, nossos gemidos se misturando em uma única nota de entrega absoluta. Eu sentia a pica de Malik dentro de mim, e abaixo de mim, sentia o coração de Marcos batendo contra o meu peito, em perfeita sincronia com as estocadas de Malik.

— Vocês são meus... — Malik sussurrava no meu ouvido, suas mãos agora apertando meus mamilos com uma força que me fazia ver estrelas. — Vocês nunca mais vão ser os mesmos. Toda vez que vocês vestirem essa farda, vocês vão sentir o meu cheiro. Toda vez que vocês olharem um para o outro, vocês vão lembrar de como é ser a minha putinha. Vocês pertencem a mim, de corpo e alma.

Ele começou a me foder com uma violência animal, cada golpe de seus quadris contra os meus sendo um prego no caixão da minha antiga vida. Eu estava gritando, gemendo, implorando por mais, enquanto Marcos, abaixo de mim, usava as mãos livres para masturbar-se e para acariciar meu rosto, nossas lágrimas e suor fundindo-se em um só líquido. O prazer era insuportável, uma sobrecarga sensorial que me fazia sentir que eu ia morrer a qualquer momento.

— Eu vou encher você de porra, Julio! — Malik rugiu. — Eu vou gozar tão fundo que você vai sentir o meu leite na garganta!

Com uma série de estocadas finais e violentas, Malik enterrou-se até o fundo e despejou sua carga massiva de sêmen quente dentro de mim. A sensação de plenitude foi avassaladora, um calor que se espalhou por todo o meu corpo, fazendo-me ter um orgasmo violento e involuntário que me deixou sem forças.

Ficamos ali por um longo tempo, uma massa de corpos suados, fluidos e exaustos. Malik se retirou lentamente, o som de sucção sendo o último acorde daquela sinfonia de degradação. Ele se levantou e caminhou até o banheiro, voltando momentos depois com nossas fardas.

— Vistam-se — ele ordenou, sua voz agora calma e fria. — Voltem para suas vidas. Mas saibam que eu estarei observando. Cada vez que vocês prenderem alguém, cada vez que vocês derem uma ordem, vocês vão lembrar de quem realmente manda em vocês. Vocês são os meus espiões na lei. Meus animais de estimação fardados.

Nós nos vestimos em silêncio, o peso do sêmen de Malik ainda presente dentro de nós, uma lembrança física da nossa submissão. Saímos daquela casa não como policiais, mas como devotos. Enquanto caminhávamos para a viatura, o sol começava a nascer no horizonte, iluminando uma cidade que nunca saberia o que acontecia em suas sombras. Mas nós sabíamos. E enquanto eu olhava para Marcos, e ele olhava para mim, vimos o mesmo brilho de aceitação definitiva nos olhos um do outro. A lei havia se curvado ao desejo. O escudo havia sido quebrado. E nós, os policiais exemplares da cidade, éramos agora, e para sempre, as putinhas de Malik. E não havia nada no mundo que pudéssemos desejar mais do que isso.

A história de Julio e Marcos não terminou ali. Ela apenas começou. Cada patrulha, cada investigação, cada momento de suas vidas agora era dedicado a servir ao mestre que os libertara de suas próprias mentiras. Eles eram a lei, mas a lei agora tinha um dono. E o nome desse dono era Malik.

FIM

Fala galera, muito obrigado a quem leu até aqui, obrigado pelos comentários de todos que gostaram ou deram alguma sugestão.

Fico muito contente por vocês terem gostado da história, a gente se vê na próxima.

Pra quem ainda não tá lendo eu tô publicando outra saga aqui no site então deem uma passadinha no meu perfil pra conferir lá. Valeu

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