Claudia, a sogra 6

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1036 palavras
Data: 15/06/2026 06:26:22
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 6: O Jogo de Sedução

Duas semanas se passaram desde a noite das meninas na varanda. A rotina familiar seguiu seu curso aparente: almoços de domingo, conversas sobre trabalho, Rubens resmungando sobre o trânsito e os buracos nas ruas de Ribeirão Preto. Mas Cláudia carregava o segredo como um combustível constante. Cada olhar trocado com Luiz, André ou Lídia reacendia o fogo. Ela se masturbava quase todos os dias olhando os vídeos da coleção secreta, o rosto sujo de Marcos, o cu cheio de André, a língua de Lídia na varanda. O tesão não diminuía; só crescia.

No domingo seguinte, Cláudia organizou um churrasco em casa. Todos presentes: Rubens na churrasqueira virando as carnes, Gabriel e Luiz jogando conversa fora com cerveja na mão, Antonela e Fernanda na cozinha ajudando com saladas, André consertando uma cadeira quebrada (ele era marceneiro e depois daquela tarde na sala jamais negaria nada a sua sogrinha safada), Lídia sentada na espreguiçadeira com um copo de caipirinha. Cláudia usava um vestido soltinho de algodão branco, curto o suficiente para mostrar as coxas torneadas, sem nada por baixo; o tecido leve balançava com o vento, roçando diretamente na buceta depilada.

O churrasco rolava animado. Cláudia servia carne, ria das piadas, mas seus olhos passeavam com intenção: Luiz com o short de tactel marcando o volume, André suado, Lídia com as pernas cruzadas e o olhar cúmplice. Ela decidiu jogar seu jogo particular; o jogo de sedução que só ela conhecia as regras.

Minutos depois, Luiz se levantou da mesa do quintal.

“Vou ao banheiro rapidinho.” era o que ela queria, uma vítima sozinha.

Cláudia esperou exatos trinta segundos. Depois se levantou, fingindo pegar mais gelo na cozinha.

“Já volto, gente. Preciso de mais gelo.”

Ela seguiu Luiz discretamente pelo corredor. Ele entrou no banheiro de serviço, deixou a porta entreaberta; hábito de quem acha que está sozinho. Cláudia empurrou devagar, entrou e trancou por dentro.

Luiz arregalou os olhos, interrompendo a mijada por instinto, “Oi, genro…”, sussurrou, já levantando o vestido até a cintura. “Senti sua falta,” Continuou avançando sobre sua presa, “Relaxa amor, vou te ajudar a se aliviar” ela abraçou ele por trás segurando seu membro que já endurecia, ele voltou a urinar, um jato forte, “Isso mesmo, bom menino, agora tá na hora de esvaziar esse saco cheio de leitinho” falou ela acariciando o saco dele, o pau cada vez mais duro.

Cláudia se ajoelhou entre Luiz e a parede de fundo do pequeno lavabo, mostrando pra ele exatamente o que queria e ele como bom genro obedeceu a sogrinha tarada, dando a ela seu pau completamente ereto para ela se deliciar. A vagabunda não se fez de rogada e caiu de boca no pau do jovem, lambendo a cabeça inchada, abocanhando e tentando engolir toda a rola do namorado de sua filha que nem fazia ideia do imenso tesão presente dentro daquele pequeno cômodo.

Depois de babar bastante no membro duro de Luiz ela se levantou e se apoiou na pia empinando a bunda. Ele encaixou o pau duro na entrada molhada e empurrou de uma vez. Cláudia mordeu o lábio para não gemer alto, sentindo ele preenchê-la. Luiz meteu rápido, urgente, mãos na cintura dela, batendo fundo. O banheiro pequeno ecoava o som úmido das estocadas, firmes e profundas.

“Isso garoto… fode a sogrinha…” ela gemia empinando e se abrindo cada vez mais para ele ir fundo nela.

Foi então que a porta rangeu de leve. Instintivamente Luiz recuou saindo rápido de Cláudia, os corações pararam por um instante, os dois olhavam a porta com tensão. Lídia entrou devagar, olhos vidrados. Tinha seguido discretamente, atraída pelo mesmo instinto que Cláudia usava para caçar.Cláudia olhou para ela, sorriu safada, Luiz puxava o short nervosamente já com o pau amolecendo.

“Sogrinha, sogrinha…” falou Lídia com um sorriso safado, “dando para o meu cunhado e nem me chamou” continuou ela antes de beijar Cláudia na boca.

“Sua sogrinha é muito puta amor,” respondeu olhando para Luiz que olhava sem entender nada, “mas você assustou meu BB” continuou ela segurando Lídia pelo queixo, “vai e chupa o pau dele, quero ele duro e pulsando dentro de mim” mandou.

Lídia sabia quem mandava naquele jogo e não teve dúvidas do que deveria fazer, deu três passos até Luiz, se ajoelhou puxou o short do rapaz para baixo de uma vez só, segurou o pau dele e colocou inteiro na boca, estava flácido quase completamente mole, mas Lídia sabia exatamente como deixar ele duro como rocha. Ela sugou, masturbou, lambeu, chupou as bolas e quando ele já estava completamente ereto ela engoliu ele inteiro novamente, a cabeça do pau no fundo da garganta aos lábios dela em volta da base, ouviu ele gemendo e xingando baixinho.

“Caralho, não é que essa putinha sabe mesmo mamar uma rola” falou Cláudia admirada, “chega gulosa, quero o pau dele na minha xota” ordenou.

Lídia obedeceu, se levantou, se afastou encostando na porta, abriu a calça que usava e enfiou a mão dentro masturbando se. Luiz não perdeu tempo e voltou a penetrar Cláudia com força, estocadas firmes, fundas e rápidas. Ele já sentia o gozo chegar pela terceira vez; quase gozara antes de Lídia entrar, quase novamente na garganta dela e agora seria difícil segurar.

Ele acelerou as estocadas, mãos firmes na cintura dela, olhos fechados, sentindo o gozo chegar, a cabeça do pau batendo forte no útero de Cláudia. Empurrou fundo e gozou forte, jatos quentes e grossos enchendo Cláudia. Ela apertou em volta dele, gozando junto, pernas tremendo, choques pelo corpo,a buceta latejando. Lídia também gozou vendo aquele espetáculo, a buceta encharcando a calcinha. Luiz saiu devagar, porra branca escorrendo pela buceta da coroa, o pau ainda duro. A cunhada, que acabará de gozar na própria mão, não perdeu tempo e caiu de boca nele, sugando as últimas gotas de semem da cabeça do pau dele e depois engolindo ele por completo, ficando assim por alguns segundos sentindo o jovem se contorcendo de prazer. Finalmente ela o deixou, ele se arrumou e saiu do banheiro como se Nada tivesse acontecido.

Cláudia não se limpou. Virou-se para Lídia, buceta gozada pingando pelas coxas.

“Olha só como aquele puto me deixou toda cheia.”

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sr Boi a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários