Foi assim que COMECEI A DAR O CU: Com o namorado de MINHA PRIMA. com fotos de 1992 pra você.

Um conto erótico de Laminha
Categoria: Heterossexual
Contém 1347 palavras
Data: 15/06/2026 06:05:18
Assuntos: Heterossexual

Aqui estou eu de novo, Lane, com o coração acelerado e o corpo ainda formigando só de lembrar. Pronta pra contar mais uma história picante pra caralho, daquelas que deixam a calcinha molhada e o pau latejando.

Vou te mostrar exatamente como eu me entrego, como viro uma cachorra desvairada quando a vontade bate. Vou deixar nos comentários abaixo meus vídeos e fotos, desde 1992 até hoje. Porque, olha, dar a bunda é pra quem realmente quer e gosta. Essa merda dói pra caralho no começo, mas depois... depois vira o maior vício da vida.Eu sempre fui assim, desde novinha. Liberal pra caralho desde 1992. Lembro como se fosse ontem. Eu tinha acabado de fazer 18 e estava na casa da minha prima. O namorado dela, um cara alto, moreno, com aquele olhar de quem sabe o que quer, me pegou sozinha na cozinha. A gente conversava besteira, ria de bobagem, quando ele chegou por trás, encostou o corpo no meu e sussurrou no meu ouvido: “Você tá pedindo pra ser comida, né, Lane?” Meu corpo inteiro arrepiou. Eu nem respondi. Só mordi o lábio e empinei levemente a bunda contra ele. Foi o suficiente.Ele me virou, me beijou com fome, mão descendo direto pro meio das minhas pernas. “Tá molhada pra mim já?”, perguntou, enfiando dois dedos sem cerimônia. Eu gemi alto, tremendo. “Tô... desde que você chegou.” Ele riu, baixinho, safado. Me virou de novo contra a pia, abaixou minha saia e, sem aviso, cuspiu na minha bundinha virgem e enfiou a rola devagar. Doeu. Doeu pra porra. Mas eu não pedi pra parar. Eu queria. Queria ser transformada ali mesmo. Cada centímetro que entrava era uma mistura louca de dor e prazer que me fazia choramingar e empinar mais. Quando ele gozou dentro, quente, grosso, enchendo meu cu pela primeira vez, eu soube: nasci pra isso. Virei vadia sedenta por rola naquela mesma noite.De lá pra cá, foram anos e anos me descobrindo. Eu amo festinhas, amo turmas liberais, amo ser olhada, desejada, usada. Meu corpo mudou com o tempo. A bunda cresceu, ficou grande, redonda, empinada, daquelas que chamam atenção em qualquer roupa. Peitos cheios, cintura marcada, pernas grossas. Eu sei o efeito que causo. E eu amo provocar.Hoje, quando eu encontro um cara que merece, eu faço questão de preparar o terreno. Como aconteceu com esse amigo que eu vou te contar agora. A gente se conheceu num rolê de amigos em comum. Ele era alto, forte, com um sorriso perigoso. Conversamos a noite toda, flertando pesado. Eu já sabia: ele tinha uma ferramenta de 26 centímetros. Ele me contou rindo, achando que eu ia me assustar. Eu só lambi os lábios e respondi: “Quero sentir cada centímetro, amor. Quero que você me arrombe.”Chegamos no quarto de hotel. Eu já estava molhada só de imaginar. Tirei a roupa devagar, de propósito, deixando ele babar em cada curva. Fiquei só de calcinha fio-dental preta. Virei de costas, empinei a bunda e olhei por cima do ombro: “Cheira primeiro. Quero que você fique viciado no meu cheiro.”Ele se ajoelhou. Mãos grandes abrindo minhas nádegas. O nariz encostou bem no meio, inspirando fundo. “Caralho, Lane... que cheiro gostoso de mulher safada.” A língua dele veio quente, lambendo devagar em volta do meu ânus, circulando, pressionando. Eu gemi, empinando mais. “Isso... lambe meu cu, vai. Me prepara pra sua rola grossa.” Ele enfiou a língua dentro, fodendo meu buraco com ela, enquanto uma mão deslizava pra frente e massageava meu clitóris inchado. Eu tremia inteira. Pensamentos explodindo na minha cabeça: Quero ele todo dentro. Quero sentir dor. Quero ser dele.“Por favor... me fode agora”, implorei, voz rouca.Ele levantou, rola dura pra caralho batendo nas minhas costas. 26 centímetros de pura grossura. A cabeça já brilhando de pré-gozo. Eu me posicionei de quatro na cama, bunda bem empinada, peito colado no colchão, rosto virado de lado pra ele ver minhas expressões. “Enfia devagar primeiro... mas enfia tudo.”Ele cuspiu na rola, esfregou a cabeça no meu cuzinho piscando e começou a pressionar. Aí veio aquela sensação que eu amo: a queimação, a pressão insana, o anel apertado resistindo. “Porra, Lane, você é tão apertada...”, ele grunhiu, segurando meus quadris. Eu mordi o travesseiro, gemendo alto. “Enfia... não para... ai, caralho, tá doendo gostoso!”Centímetro por centímetro ele foi entrando. Meu cu se dilatando ao máximo pra caber aquela monstruosidade. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas minha buceta pingava. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Quando ele chegou no fundo, bolas batendo na minha buceta, eu soltei um grito misturado com gemido. “Tá todo dentro... meu Deus, eu tô cheia pra caralho!”Ele ficou parado um instante, deixando eu me acostumar. Depois começou a socar. Devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, meus gemidos ecoarem. “Mais forte! Me usa! Eu sou sua putinha hoje!” Ele obedeceu. As mãos apertando minha cintura, puxando meu cabelo, dando tapas na bunda que deixavam marcas vermelhas. O barulho molhado de rola entrando e saindo do meu cu enchia o quarto.Eu pensava: Isso... me quebra. Me arromba. Quero sentir isso amanhã ainda. Ele inclinou o corpo sobre o meu, mordendo meu ombro enquanto metia fundo. “Você nasceu pra levar rola no cu, Lane. Olha como engole tudo.” Eu ri entre gemidos, safada: “Eu sei... e eu quero mais. Quero que você goze bem fundo.”Ele acelerou. Socadas brutais, rápidas, profundas. Eu sentia o orgasmo vindo só da pressão no meu cu. Meu corpo inteiro convulsionava. Gozei gritando, cu apertando a rola dele como um punho. Ele não aguentou. Grunhiu alto, deu mais três estocadas e explodiu. Jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino. Eu sentia cada pulsada, cada jato. “Isso... me enche... me dá todo seu leitinho quente...”Quando ele saiu, devagar, eu senti o cu aberto, piscando, vazando porra. Virei, olhei pra ele com olhos pidões e lambi a rola suja, limpando tudo. “Delicioso... gosto de macho que me fode bem.”A gente repetiu a noite toda. Em pé, contra a parede, no chuveiro, comigo cavalgando de costas. Eu gozei mais vezes do que consigo contar. No final, deitada na cama com as pernas abertas, sentindo a porra escorrendo, eu sorri: “Você acabou de criar uma viciada.”Isso sou eu. Lane. A mulher que transformou dor em prazer, que fez da bunda o centro do desejo. Mas tem muito mais pra contar. Tem as noites com dois, três caras ao mesmo tempo, rolas me preenchendo todos os buracos. Tem aquela vez em que eu fui pra uma festa e acabei sendo o centro de um círculo de homens, cada um esperando a vez de me foder. Tem as viagens, os encontros escondidos, os relacionamentos onde eu ensinava meus parceiros a me dominarem do jeito que eu gosto.Hoje, mesmo com o tempo passando, eu continuo insaciável. Meu corpo ainda responde com a mesma fome. Eu amo ser olhada, filmada, desejada. Amo acordar com a bunda dolorida e sorrir lembrando da noite anterior. Amo o poder que sinto quando um homem grande, forte, perde o controle por causa do meu cu.Você quer saber mais? Quer saber como era minha primeira vez com dupla penetração? Como eu descobri que adoro levar tapa na cara enquanto sou comida? Como eu me sinto quando um cara me chama de “vadia” no meio do sexo? Quer saber sobre os caras que marcaram minha vida, sobre as festinhas que duravam a noite inteira, sobre como eu me mantenho sempre molhada e pronta?Eu tô aqui. Aberta. Sem filtro. Porque minha história não termina. Toda vez que eu sento, toda vez que sinto aquele leve ardor, lembro que sou viva. Que sou livre. Que sou Lane, a rainha do prazer anal, a cachorra que nunca se cansa.E se você chegou até aqui, já sei: você também quer mais. Quer mergulhar fundo nessa vida. Quer imaginar cada detalhe. Quer sentir no corpo o que eu sinto.Então me diz... qual história você quer ouvir agora? Porque eu tenho muitas. E todas são ainda mais safadas.

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