A manhã estava calma na casa da minha mãe. O sol entrava pela janela da cozinha, iluminando a mesa posta com pão de queijo, café fresco e bolo de fubá.
Eu e a Cami descemos, ainda com cara de sono, nos sentamos e começamos a comer. Meu pai e minha mãe estavam animados, falando muito.
"Filha," meu pai disse, limpando a boca no guardanapo. "Nós vamos dar uma volta na feira livre hoje. Preciso comprar umas coisas pra casa, e sua mãe quer ver umas roupas. Vamos demorar um pouco, sim?"
"Claro, pai!" eu respondi, sentindo o coração já batendo mais forte. "Vão com Deus. A gente fica aqui arrumando as coisas."
Mal eles saíram pela porta, batendo o portão, eu já olhei pra Cami. Ela olhou pra mim. O sorriso safado apareceu nos dois lados.
"Eles foram..." Cami sussurrou.
"Eles foram..." eu confirmei.
Não precisamos dizer mais nada. Nos levantamos ao mesmo tempo e fomos pro sofá da sala. O lugar perfeito, grande, confortável, onde todo mundo sentava pra ver TV. Hoje ia servir de altar de pecado.
Antes cami correu até a sua mala no meu quarto e pegou o negão que estava enrolado no meio de suas roupas e já desceu as escadas colocando a cinta na sua cinturinha magrela.
Eu me sentei no colo da Cami, de frente pra ela, enroscando minhas pernas grossas na cintura magra dela. O contato da pele já estava esquentando tudo.
"Eu quero sentir você todinha hoje, Cami," eu sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo.
"Então se prepara, gorda," ela rosnou, me apertando forte pela bunda. "Porque hoje eu vou te encher."
Ela rapidamente terminou de ajustar a cinta preta na cintura dela. E lá estava ele. O Negão. Grosso, preto, brilhando, imponente entre as pernas dela.
Eu me ajeitei, levantei um pouco o vestido, tirei a calcinha de lado e me encaixei.
"AAAAH! Cami!" eu gemi baixinho, sentindo o Negão entrar devagar, esticando tudo dentro de mim. "Que coisa grossa..."
"Gosta, né?" ela disse, começando a me mexer pra cima e pra baixo, segurando firme nos meus glúteos. "Essa buceta foi feita pra esse pau."
Eu comecei a rebolar no colo dela. Rápido, gostoso, sentindo o silicone batendo no meu ponto gostoso a cada movimento. Eu agarrei o pescoço dela, colei o meu peito grande no dela, e comecei a beijar ela com fúria.
O som do corpo batendo, o som da pele suada, o som dos nossos gemidos... enchia a sala vazia. Eu estava montada nela, rainha absoluta, gozando muito com o pau da minha mulher.
"Isso... vai... não para..." eu pedia, ofegante, sentindo o prazer subir.
Estávamos completamente perdidas no mundo do prazer. Eu de vestido rodado, ela com a cinta preta, as duas suadas, gemendo baixinho, mas sem ligar pra nada.
Até que...
CLAC.
O barulho da chave girando na fechadura da porta da frente.
Nós duas congelamos na hora. O movimento parou. O ar parou.
"Oi? Alguém em casa?"
A voz. Era fina, conhecida. Era a voz da Lorena. Minha prima. A filha da irmã da minha mãe.
Ela abriu a porta e entrou, trazendo uma sacola na mão.
"Tio? Tia Maria? Cheguei pra..."
Ela parou no meio da sala.
Os olhos dela foram da porta direto pro sofá.
Ela viu tudo.
Viu EU SENTADA NO COLO DA CAMI.
Viu o VESTIDO LEVANTADO.
Viu a CINTA PRETA na cintura da Cami.
Viu o NEGÃO PRETO enfiado dentro de mim.
Viu as nossas caras de pânico e tesão.
O silêncio na sala foi ensurdecedor.
Eu senti meu rosto pegar fogo. A Cami ficou rígida, mas não tirou o pau de dentro de mim.
Lorena ficou parada, com a boca aberta, os olhos arregalados, olhando pra cena mais pornográfica que ela já viu na vida.
"Vocês..." ela sussurrou, a voz falhando. "Vocês são..."
Eu não conseguia mover um músculo. Estávamos pegadas. Flagradíssimas. No sofá da sala. Na casa da minha mãe. Pela minha própria prima.
Lorena deu um passo pra frente, depois outro. Ela fechou a porta devagar atrás dela, sem tirar os olhos do Negão que estava dentro de mim.
"Eu... eu só vim trazer umas coisas que a vó pediu..." ela disse, mas não saiu do lugar. "Mas... Nossa Senhora..."
Ela olhou pra mim. "Prima... você... você tá..."
"Tô sim, Lorena," eu disse, conseguindo falar finalmente, mesmo com a voz tremendo um pouco, mas sentindo o poder subir. "A gente tava... ocupadas."
Cami, que é brava, não baixou a cabeça. Ela apertou mais forte a minha bunda e mexeu um pouquinho pra dentro.
"Se liga, princesa," Cami disse, com a voz alta. "Ou você fecha a porta e entra... ou você sai e deixa a gente terminar. Mas não fica aí parada olhando não, que tá atrapalhando o gozo da minha mulher."
Lorena piscou. Ela olhou pra mim, olhou pro pau preto, olhou pro rosto da Cami.
Ela deu um sorriso meio sem graça, meio assustado, mas os olhos dela brilharam.
"É que,...Eu...Eu...Eu... eu nunca vi isso de perto..." ela sussurrou..."
Eu respirei fundo, sentindo a putaria dentro de mim falar mais alto que o medo.....