Oi, bom dia, boa tarde ou boa noite. Me chamo Kayhoranne e vou contar aqui toda a minha história com meu tio.
Vou contar tudo desde o início até os dias atuais, então, é importante que você, leitor, fique de olho em todos os contos que eu lançar.
Antes de começar, quero me apresentar e contar algumas coisas sobre mim e sobre como vim parar nesse site. Dar um contexto geral de tudo, sabe? Então, caso queira pular direto pro conto, desce um pouco a página que vai tá bem claro onde a história começa. Digo isso pq essa introdução pode ficar um pouco longa, já que eu gosto de falar bastante kkkk
Primeiro, deixo claro que não houve e nem há nenhum tipo de abuso ou algo contra minha vontade nessa história. Tudo é real e consentido. Outra coisa importante, meu nome, obviamente, não é Kayhoranne. Na verdade era pra ser, minha mãe queria, mas a gravidez de risco a fez fazer uma promessa e meu nome real é o de uma santa, a quem minha mãe agradece até hoje por ter dado tudo certo na gestação.
Por motivos óbvios, vou mudar alguns nomes, cidades, datas, mas relaxa, você vai conseguir entender tudo direitinho.
O motivo de eu estar aqui é bem simples: Existem coisas que acontecem na vida da gente que são tão incríveis e excitantes, mas que ao mesmo tempo, são tão erradas que não podem ser compartilhadas, mas eu sou jovem e gosto de contar vantagem, né? Kkk uma pena não poder contar pra minha melhor amiga a aventura que tenho vivido nos últimos quase 3 anos... Mas enfim, procurando na internet sobre esse tipo de relacionamento, encontrei esse site. No começo eu não curti muito, só um bando de macho querendo bater punheta e eu procurava outra coisa, procurava alguém pra conversar sobre o que venho vivendo, uma amizade, alguém que talvez pudesse me entender, quem sabe outras pessoas que também tenham histórias assim, mas, vendo os comentários em alguns contos, pude perceber algumas pessoas com as mesmas vontades que eu, ou seja, não foram os contos que relataram aqui e sim os comentários nesses contos que me incentivaram a começar a escrever.
Decidi que daria aos leitores desse lugar o que eles queriam, uma história real, cheia de putaria pra saciar o tesão e os fetiches, mas em troca, eu poderia encontrar pessoas legais que pudesse compartilhar comigo suas experiências e que pudessem ouvir as minhas sem o contexto fetichista, quem sabe da certo, né?
Importante, não sou escritora profissional, então, perdoem os erros de português, vou tentar escrever tudo como se tivesse contando pra uma amiga ou amigo, tá? Outra coisa, obviamente, não tem como me lembrar exatamente de como tudo aconteceu em seus mínimos detalhes, alguns diálogos ou ações podem não ser exatamente como de fato aconteceu, mas, nada que mude realmente a história, combinado?
Por fim, caso queira conversar comigo, me chama no insta, fiz única e exclusivamente pra isso, pra quem sabe, conhecer pessoas legais que me entendam e possam me ouvir quando eu quiser falar sobre meu "romance" proibido. Procura lá:
@kayhorannee
Vai ter "Casa dos contos" na bio. Bem fácil de achar. Vou deixar umas fotos lá, mas sem meu rosto, claro.
Sem mais enrolação...
AQUI COMEÇA O CONTO!!! 👇🏻👇🏻👇🏻
Tudo começa após o término das aulas em 2023, final de ano, férias. Estava tudo caminhando normalmente na minha vida. Eu estava em casa, esperando o almoço quando minha mãe grita da cozinha.
-KAY!!! Vai lá no teu tio e pega uma coca pro almoço.
Depois de uma pequena reclamaçãozinha, eu fui.
Meu tio morava na mesma rua da gente, tinha uma vendinha em casa, daquelas pequenas, sabe? Que nem tem espaço pro cliente entrar, era só uma grade na frente, as coisas dentro e um pequeno portãozinho nessa grade por onde meu tio passava a mercadoria pro cliente e recebia o pagamento. Pequeno mesmo. Era tipo um puxadinho na calçada.
- Tio, a mãe tá pedindo uma coca. - Gritei no portão da calçada.
De onde eu tava, dava pra ver uma pequena parte da sala da casa doeu tio, ele estava no sofá, vendo alguma coisa na tv.
- Entra aí, Kay. Pega lá no freezer.
Isso era normal, costumava entrar pra pegar o que minha mãe mandava.
Entrei na calçada, tinha um porta lateral que dava pra vendinha dele. Passei na porta e fui no freezer, peguei a coca e procurei uma sacola pra por, mas não estavam no local de costume.
- Tio, cadê os sacos?
- Não tem aí não? - Ele respondeu de onde estava.
- Não...
- Pera aí.
Meu tio chegou, deu uma olhada numa gavetinha e viu que não tinha as sacolinhas. Ele foi pra dentro da casa e voltou com as sacolas, me entregou uma.
- Kay, tu tá de férias, né? - Ele perguntou antes de eu sair.
- Tô sim.
- Tu quer trabalhar aqui esse tempo? Só de tarde, a Raquel arrumou um serviço e não pode ficar.
Raquel era a esposa dele, uma mulher bonita, gente boa. Gosto dela.
- Ah, pode ser, vai me pagar?
- Claro, dou 70 por semana e tu trabalha de segunda a sexta, só de tarde mesmo, até umas 5 ou 6 horas.
- Ah, se a mãe deixar eu quero sim. - Fiquei empolgada, seria a oportunidade de ganhar um trocadinho pras minhas bobagens.
- Eu falo com ela, depois eu vou lá.
Eu saí e voltei pra casa.
Durante o almoço eu expliquei pra minha mãe, ela gostou da ideia, disse que era bom eu ter esse tipo de experiência pra entender o valor do dinheiro, normal.
A noite meu tio foi lá em casa e conversou com a minha mãe e ficou combinado que, na semana seguinte eu começaria. Pegaria do meio dia até às 18hrs. Eu mal podia esperar, estava realmente empolgada com essa possibilidade, por mais simples que fosse, queria fazer algo, me sentir importante, sabe?
Como deu pra notar, até então, não havia nenhum tipo de olhar diferente, nenhum tipo de vontade escondida, amor platônico ou qualquer coisa assim... Era uma relação comum, nada demais.
Na segunda-feira seguinte eu comecei, ele me explicou como era o trabalho, eu só precisava atender os clientes, na sua maioria, pessoas que moravam por perto, eles pediam algo, eu pegava e entregava pela grade e recebia o dinheiro, ou colocava a maquininha pra passar cartão, Pix e etc. Tudo muito simples.
Os primeiros dias foram bem normais, eu chegava na hora, sentava e ficava mexendo no celular até chegar algum cliente que eu atendia com toda a simpatia do mundo. Meu tio ficava na sala, assistindo, as vezes dormindo e as vezes saia pra comprar mercadorias, a mulher dele saia de casa pouco depois que eu chegava, ia pro trabalho dela e só voltava de noite, quando eu já tinha saído. Essa foi a rotina na primeira semana.
Tudo começou a mudar umas duas semanas depois. Eu estava entediada lá na venda, tava conversando no grupo com alguns amigos pelo whatsapp. Quis dar uma de garota rebelde e peguei uma cerveja no freezer. Meu tio parecia dormir no sofá da sala. Peguei a cerveja mais pra impressionar a galera e mandei uma foto dela, ainda fechada, no grupo. Um dos meus amigos zombou de mim por estar tampada ainda e eu, querendo aparecer, abri a cerveja e mandei várias fotos bebendo. Esse foi meu primeiro erro, eu sou bem fraquinha pra bebida e claro, fiquei alegrinha. Mais ou menos uma hora depois meu tio aparece e pergunta como estão as coisas, eu respondo que tá tudo tranquilo, mas ele vê a garrafa vazia parcialmente escondida na lixeira, ele pegou a garrafa e olhou pra mim com uma cara de desconfiança. Eu não disse nada, mas tentava segurar um risinho debochado.
- Tua mãe sabe que tu bebe? - ele perguntou já me acusando.
- E quem disse que eu bebo? - Respondi tentando parecer normal.
- Bom, se não foi você, quem bebeu? - Ele insiste.
- Foi um cara que comprou e pediu pra eu jogar aí.
- Sei... - Claramente ele não acreditou na minha desculpinha, mas não insistiu e voltou pro sofá dele.
No dia seguinte eu repeti a dose, mesma dinâmica, meu tio dormindo, eu mandando fotos no grupo com a cerveja. Dessa vez eu tentei esconder a garrafa vazia embaixo de uma prateleira, parecia que daria certo, mas...
Meu tio apareceu, perguntou se precisava de alguma ajuda e disse que eu podia pegar um biscoito se quisesse, eu disse que tava tudo bem, mas, não sei se lembram, a vendinha é pequena e apertada, logo, quando eu falei, ele sentiu o cheiro da cerveja.
- Se continuar assim eu vou ter que descontar a cerveja do teu salário, viu? - Ele disse rindo.
- Eu não bebi, oxi.
- Pensa que me engana, é? Eu não ligo se você bebe, só presta atenção, tua mãe vai por a culpa em mim se perceber.
- Relaxa, tio.
- Chupa uma pastilha antes de ir pra casa e tenta só não ficar bêbada demais.
Achei um pouco estranho, ele parecia não se importar de eu beber uma cerveja sem pedir é isso acabou me deixando mais confiante ali. Passei a tomar uma garrafinha de cerveja quase todos os dias e nisso, aos poucos, meu tio e eu fomos conversando mais e mais. Ele sempre chegava e fazia algum comentário sobre a bebida, eu já não negava mais que tinha bebido e ele tentava soar como o tio legal que permite isso, mas dá algum conselho, mas, isso também mudaria com o tempo.
Antes de completar o primeiro mês, eu estava com uma garrafinha de cerveja na mão, as pernas esticadas encima do balcão, mexendo no celular quando ele chegou foi a primeira vez que ele me viu bebendo de fato. Ele, ao invés de me repreender ou soltar alguma piada, pegou uma cerveja também e se encostou numa das prateleiras. Ficamos ali um tempo em silêncio, ele bebendo a cerveja dele e eu a minha, quando acabei, ele me olhou sorrindo e pegou outra no freezer, me entregando em seguida. Como eu disse antes, eu sou fraquinha e, se uma cerveja já me deixa alegrinha, imagina duas.
Até aí, tudo normal, a gente conversava enquanto bebia, não era todo dia, mas sempre rolava isso de ele aparecer pra beber comigo e nunca descontou do meu salário. Aos poucos as conversas que, na maioria das vezes eram bem banais, coisas sobre algum parente, alguém da rua, algum cliente, foram ficando mais pessoais, tipo, lembro quando ele me falou sobre quando começou a beber, a namorar com a Raquel, como era nos tempos dele. Isso me deixava mais a vontade e passei também a contar mais sobre mim. Ele foi o primeiro da família a saber que eu não era mais virgem, ele ficou incrédulo, mas levou numa boa, sempre com um tipo estranho de humor.
Uns dois meses haviam se passado e eu e ele estávamos bem mais íntimos, ainda sem qualquer tipo de intenção sexual, mas as conversas já não eram mais só quando estávamos bebendo, pelo contrário, aos poucos fui diminuindo as cervejas, ele também, agora ele ia lá e a gente conversava enquanto esperava algum cliente chegar. Não sei se podia chamar aquilo de amizade, mas era uma relação bem mais próxima, íntima, sem maldade.
Bom, as coisas começaram a mudar em um dia de chuva, tipo, muita chuva.
Eu estava na vendinha, sentada na cadeira atrás do balcão e ele chegou. Chegou na porta e me chamou pra ir na cozinha comer pizza, ele disse pra eu não me preocupar pq estava chovendo muito e provavelmente não teria clientes enquanto a chuva estivesse tão forte e, de qualquer modo, tinha uma companhia e se alguém chegasse, iria tocar. Fui pq não se recusa pizza, né?
Comemos a pizza, estava uma delícia. Quando terminamos, ele pegou uma garrafa de vinho e perguntou se eu queria, bom, nunca tinha bebido vinho, mas aceitei, afinal, estava com meu tio e já havíamos bebido cerveja juntos tantas vezes que aquilo não parecia nada demais.
Ele serviu num copo americano mesmo, um pra mim e um pra ele. Bebemos enquanto conversávamos banalidades da vida. O vinho era uma delícia, docinho... Tomei três copos bem rápidos, nem notei que o mundo já começava a girar na minha cabeça. Durante todo esse tempo, a chuva castigava do lado de fora e ninguém chamou na grade da venda, o que fez a coisa fluir naturalmente.
Não sei como chegou nisso, mas alguns copos de vinho depois, estávamos conversando sobre sexo. Eu me senti a vontade pra falar sobre fetiches com ele. Tipo, querendo ou não, durante esse tempo que eu tava trabalhando na venda, fomos criando um tipo de afinidade e o vinho serviu naquele momento pra fazer eu romper qualquer limite de assunto que eu ainda tinha com ele, sabe? Eu realmente não sei se consegui explicar direito até aqui, então, uma breve recapitulada:
Tínhamos uma relação bem comum, não falávamos de assuntos que não fossem familiar. Depois, com o lance da cerveja, aumentamos a lista de assuntos das conversas, nesse meio tempo, passamos a conversar quase diariamente sobre temas variados, após mais um tempo, ficamos quase como colegas de trabalho que falam mais abertamente sobre assuntos diversos, mas ainda com certo respeito. Demorou mais um tempo pra que os assuntos ficassem um pouco mais íntimos, sobre vivências e essas coisas, mas ainda assim, sem vulgaridade, sem detalhes, apenas coisas como a idade em que perdi a virgindade, com quem foi. Sobre o primeiro beijo, sobre paqueras e tals, mas sem os detalhes mais íntimos, entende? Bom, tudo isso mudou naquele dia.
Deixei escapar que gostava de um pouco de violência, de uns tapas, puxões de cabelo. Meu tio riu, disse que também gostava, mas no caso dele, ele gostava de aplicar isso.
- Mas deve ser massa pq tu é branquinha, fica a marca bem visível. - Ele disse depois de eu falar sobre as minhas fantasias.
- Pior que fica mesmo. - Eu belisquei meu braço e mostrei a a pele ficando vermelha.
Ele sorriu, deu um gole no vinho, parecia desconfortável e ao mesmo tempo, me olhou com uma cara que eu jamais tinha visto nele. Uma cara de homem, homem forte e experiente.
Ele segurou a minha mão, esticando meu braço e deu um tapa com dois dedos no meu antebraço, as marcas dos dedos ficaram bem visíveis.
- Assim é mais legal. - Ele disse, ainda segurando meu braço.
- É... Imagina na bunda. - Eu não sei pq disse isso, mas disse.
- Imagino... Pior que imagino. - Ele respondeu.
- Que isso, tio? Imaginando um tapa na bunda da tua sobrinha? - Provoquei.
Eu ainda não sei como que chegamos nisso, quando eu lembro hoje, parece tão estranho, mas de alguma forma as coisas foram acontecendo.
- Ué, você que disse pra eu imaginar. - Ele respondeu.
Ficamos em silêncio por um tempo até que um pingo de consciência encheu minha mente. Eu levantei, meio tonta, segurando na cadeira.
- Melhor eu voltar pra venda. - Disse, olhando pro corredor.
Ele esticou a cabeça, olhando atrás de mim, pra minha bunda. Eu estava de shorts jeans curto.
- Realmente... Imagina na bunda... - Ele falou, sem a menor vergonha.
- Tio...
- Então... - Ele olhou pro meu rosto, voltou a olhar pra minha bunda e se levantou.
- Kay, seria muito doido se eu pedisse pra bater nela? - Ele segurou minha mão.
Eu estava parada, nervosa. Meu coração acelerado. Sabia muito bem o que estava acontecendo, sabia muito bem o que poderia acontecer dependendo da minha resposta.
- Não sei, tenta. - Respondi, é como se a parte da minha consciência estivesse bloqueada e somente a parte safada controlasse minha fala.
- Deixa... - Ele disse quase sussurrando.
- Vai.
Ele levantou, ficou do meu lado. Eu encostei as mãos na cadeira e empinei a bunda. Abaixei a cabeça e esperei. Um tapa forte atingiu minha bunda por cima do shorts. Senti uma leve dorzinha misturada com um tesão imenso.
- Agora deixa eu ver se ficou marca. - Ele disse, com a mão ainda encostado a minha bunda.
- Veja. -Eu não levantei a cabeça.
Ele puxou meu shorts branco baixo, eu ajudei movendo o quadril, o shorts desceu, eu usava uma calcinha comum, preta.
- Caralho... Uma obra de arte. - Ele disse, deslizando os dedos pela pele. - Posso do outro lado?
- Vai... Pode.
Ele deu outro tapa, do outro lado e dessa vez eu senti a pele queimar. Foi forte.
Ele apertou minha bunda depois do tapa.
- Kay, isso tá me dando um tesão da porra. - Ele comentou apertando minha bunda.
- Também...
Senti quando ele encostou o corpo na minha bunda e, como resposta, esfreguei no corpo dele. Senti o pau dele endurecendo sobre a bermuda que ele usava, roçando minha calcinha. Ficamos nisso um tempo, ele segurava minha cintura, depois, uma das mãos segurou meu cabelo e deu um nó, puxando, senti o meu corpo sendo puxado, erguendo a cabeça pra trás.
Ele pegava, eu também. O tesão tava explodindo. Não falamos mais nada, ficamos nesse roça roça por um tempo, ele alternava entre segurar minha cintura, puxar meu cabelo, deslizar a mão pelo meu corpo, subindo a minha blusa enquanto eu só rebolava a bunda no pai dele devagar.
Depois de um tempo ele afastou um pouco, olhei por baixo e vi a bermuda dele caindo, ele segurando o pau com uma das mãos. A outra mão continuava na minha cintura. Ele começou a bater uma punheta, olhando minha bunda empinada, segurando minha cintura. Eu sorria enquanto isso, sem saber exatamente o que fazer, levei minha mão até minha buceta e comecei a me dedar também. Ficamos assim, ele batendo uma e eu acompanho. Quando senti o jato quente de porra bater na minha bunda e costas, tive um pico de tesão que nunca senti antes, gozei a ponto de perder as forças e quase cair, não sei se por causa do orgasmo ou do vinho, mas precisei segurar firme a cadeira pra me segurar.
Ficamos parados, respirando ofegantes, sem falar nada, sem nos olhar, apenas recuperando o fôlego depois do que aconteceu.
Vi quando ele subiu a bermuda e saiu, voltou com um pano e limpou minha bunda e costas, tirando a porra que escorria. Sentei na cadeira, tonta, ainda de calcinha. Tinha algo que nos impedia de falar, de nos olhar.
Ele saiu novamente, dessa vez eu me recompus e coloquei meu shorts, ajeitei meus cabelos e voltei pra venda. Não vi mais meu tio naquele dia. Eu não sabia o que pensar ou o que fazer. Estava com vergonha, levemente bêbada e, mas nenhum pouco arrependidaPronto, foi assim que tudo começou. Desculpa se o conto ficou longo ou se não ficou bom o suficiente, tentei contar da melhor forma possível, mas obviamente não vou conseguir lembrar de tudo exatamente como aconteceu. Prometo tentar melhorar a minha escrita nos próximos contos, tá?
Se tiverem dúvidas, podem perguntar que vou tentar responder todo mundo <3
