Meu nome é Lua, atualmente tenho 30 anos mas venho aqui contar essa história que aconteceu comigo quando eu completava 18 anos de idade.
Sou magra, pele muito branca, cabelos escuros e aproximadamente 1'64 de altura. Não mudei muito além da aparência mais jovem e inocente daquela época.
Tudo começou no início das férias de julho, quando toda família se reunia na casa dos avós na cidade pequena do interior, onde as crianças poderiam brincar na rua e nas praças a vontade sem que os adultos precisassem vigiar sempre. Uma época mais tranquila.
Havia completado 18 anos a menos de 1 mês e minha família insistiu em comemorarmos indo, apenas os adultos, ao bar mais próximo.
Foi uma noite divertida, tios, tias e primos bebendos, comendo e conversando empolgadamente contando seus feitos durante o ano. Eu os observava e ouvia rindo discretamente enquanto bebia meu terceiro copo de cerveja, nunca fui muito de beber antes da maior idade e sempre fui muito quieta, uma típica nerd por assim dizer.
Enquanto todos estavam distraídos e entretidos, meu primo mais velho sentou ao meu lado. Fernando sempre foi pra mim quase como um irmão, fomos criados juntos até os meus 14 anos, sendo que temos cerca de 8 anos de diferença. Brigávamos muito quando criança porque, segundo ele, eu não o deixava em paz, vivia perseguindo e querendo estar junto, como se ele fosse meu maior ídolo, o que era cômico lembrar agora, já que nos distanciamos considerávelmente depois dele e sua mãe mudarem de cidade.
— E aí priminha, finalmente maior de idade, em ?! E os namorados? — Ele questionou sorrindo, um sorriso pleno e tranquilo
Fernando estava com seus 26 anos, 1'80 de altura e um corpo bem musculoso, especialmente seus braços e peitoral, os quais admito que reparei bastante na camisa social colada que ele usava aquela noite. Era um jovem bonito, pele clara e cabelo tão escuro quanto o meu, ondulado e levemente bagunçado.
— Tô tendo namorado não, primo, você sabe que preciso focar no trabalho e faculdade — sorri naturalmente e continuei bebendo
Não prolongamos aquele assunto e passamos o resto da noite falando sobre coisas aleatórias dos dias antes das férias e gostos em comum. A noite passou rápido, e ficamos muito próximos o tempo todo.
Voltando para casa reparei em um olhar direcionado ao meu decote mas fingi não perceber as intenções por trás daquele pequeno sorriso lateral que ele soltou quando o encarei.
Chegando na casa que ficaríamos, cada um foi para seu respectivo quarto. Iria dividir o meu com a minha irmã mais nova que, naquele horário, já estava dormindo profundamente na cama ao lado da minha. Ela sempre teve um sono muito pesado para uma criança, talvez tenha se divertido com os mais novos na Piscina do clube.
Após me arrumar deitei para dormir e, devido aos copos de cerveja que me deixaram levemente tonta, adormeci rapidamente. Não sei dizer quantas horas se passaram, só sei que ainda estava muito escuro quando senti algo puxando meu short de dormir. Abri brevemente os olhos, ainda sonolenta, e consegui ver uma silhueta masculina alta na minha frente.
Aos poucos meus olhos se acostumaram com a luz, ao mesmo tempo que uma mão grande e grossa começou a tocar por cima da minha calcinha. Segurei um gemido baixo e um suspiro ao perceber que era meu primo que estava ali.
Estava com o pau na mão, se masturbando silenciosamente enquanto subia minha blusa e descia a mão novamente até minha calcinha, dessa vez por dentro. Ele era grande e grosso, em torno de uns 19 cm pelo menos. Não me mexi, não sabia dizer se estava em choque pela situação ou gostando de tudo aquilo.
Me senti molhada, quente, o coração acelerado e tentando controlar a respiração para que ele não percebesse que eu estava acordada.
Sua mão já entrava pela minha calcinha e senti um dedo esfregar bem devagar na entrada da minha buceta já toda molhada. Ele se apoiou na cama e eu o vi se aproximar. Fechei os olhos, tentando espiar de vez em quando, esperando que ele não percebesse.
Vi aquele pau enorme agora bem na minha frente. Ele começou a esfregar a cabeça na minha boca, suavemente, sem forçar. Senti o pré gozo vazar e lubrificar meus lábios
Quando ele finalmente enfiou um dedo dentro de mim, não aguentei e abri levemente os lábios com um gemido fraco. Foi nesse momento que ele aproveitou e enfiou seu pau na minha boca, apenas um pouco, tentando não me acordar.
O ouvi suspirar e gemer baixo, as vezes olhando para trás observando se minha irmã ainda dormia. Seu dedo foi ainda mais fundo, eu estava enlouquecendo com aquilo, seu pau entrando ainda mais na minha boca. Abri um pouco mais, discretamente passando a língua naquela glande grossa.
O vi massagear a base do pau e suspirar profundo, visivelmente próximo do orgasmo. Meu corpo tremia, estava perto de gozar também, quando escutei um barulho alto vindo da cozinha. Alguem da casa havia acordado.
Assustado com o barulho Fernando se arrumou, puxou a bermuda e saiu rápido do meu quarto, me deixando naquele estado deplorável de prazer sem ter alcançado o ápice. Xinguei mentalmente quem quer que seja que estivesse fora da cama aquela hora.
Eu devia estar incomodanda com o que havia acontecido, não era certo o que ele fez, eu sabia disso, mesmo sendo maior de idade, mas no fundo eu queria ir bem mais além e por isso não o interrompi quando acordei. Aquilo era a partida de um mês de férias consideravelmente divertido.