As aventuras de Daniel: A proposta do coreano em levar rola em troca de promoção (Episódio 18)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 3357 palavras
Data: 14/06/2026 17:39:04
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Ponto de Vista (POV): Daniel

O alarme do celular disparou às meio-dia com a delicadeza de uma marreta batendo direto no meu córtex cerebral. Abri os olhos encarando o teto branco do meu quarto, enquanto a boca parecia um deserto de areia e a cabeça latejava com uma ressaca do caralho. Eu raramente exagero no uísque, mas a noite anterior com o Alan não foi uma noite comum.

Que porra de homem era aquele? — pensei, jogando as pernas para fora da cama e sentindo os meus músculos de surfista cobrando o preço do combate na cobertura de sua mansão.

Arrastei-me até a academia do prédio. Eu precisava queimar o álcool, precisava do suor do cardio para expulsar os flashes que martelavam a minha mente a cada passo na esteira. A imagem do Alan — aquela muralha, com o peitoral cabeludo, fazia o meu pau pulsar dentro do shorts de moletom, mesmo no meio da exaustão. Eu nunca tinha me envolvido com um cara adepto a esse tipo de masoquismo psicológico, a essa necessidade doentia de ser destruído e depois erguer um escudo de gelo. Aquele gângster tinha mexido com as minhas estruturas.

Quando cheguei na agência de marketing à tarde, a realidade corporativa bateu frio. A primeira pessoa que vi no corredor foi o Yohan ele tentou me olhar com aquela expectativa de quem achava que o sexo de dias atrás tinha criado um vínculo. Olhei direto nos olhos dele, mantive a voz profissional, cortei o assunto e passei direto.

Não dá, Yohan. Você é areia demais para o meu caminhão agora. Minha cabeça ficou trancada naquela cobertura de luxo.

Ponto de Vista (POV): Yohan

O silêncio do Daniel no treino de perna era pior do que um tapa na cara. Ele mal olhava na minha direção enquanto eu colocava as anilhas no leg press. A conexão avassaladora que a gente teve na cama parecia nunca ter existido. Senti um nó na garganta, mas o meu orgulho coreano falou mais alto. Não ia ser o chaveirinho de homem nenhum.

Quer sumir? Some, caralho. Eu tenho uma carreira para construir. — pensei, limpando o suor da testa com a toalha e me jogando de cabeça no trabalho extra na agência para esquecer a rejeição.

A oportunidade perfeita apareceu no pior cenário possível. O líder da equipe de marketing tinha sido demitido, e a vaga — com um salário que mudaria a minha vida — estava aberta. Quem estava controlando o processo era o coordenador, Rodrigo.

O Rodrigo... puta que pariu. O cara tem trinta e cinco anos, o mesmo teto de idade do Daniel, a pele branca, uma barba densa bem feita e um físico definido que marcava as camisas sociais de um jeito que fazia qualquer um parar no corredor para olhar. Ele era casado com uma mulher, tinha um filho de cinco anos, a estampa perfeita da família tradicional. Mas nos corredores, o clima dele era de puro estresse. Ele estava acumulando a coordenação e a liderança de marketing ao mesmo tempo, e a sala dele vivia cheia de currículos que ele descartava com ódio.

— Yohan, vem cá — o Rodrigo me chamou na segunda-feira, a voz grossa, batendo com a caneta na mesa cheia de relatórios. — O antigo líder deixou um cemitério de pendências de auditoria. Eu preciso de um cara de confiança para limpar essa porra em uma semana. Se você der conta dessas demandas acumuladas, a vaga de líder é sua. O diretor tá pressionando. Aceita?

Eu olhei para aquela pilha de papéis e vi o meu passaporte para a promoção.

— Aceito, Rodrigo. Pode deixar comigo.

Que inocência do caralho. Na quinta-feira à noite, eu percebi que tinha sido feito de otário. O Rodrigo tinha usado a promessa da vaga para descarregar um mês de trabalho atrasado nas costas do único idiota que aceitava fazer hora extra sem reclamar. Eu estava esgotado, com a lombar travada de tanto digitar e os olhos ardendo. O relatório final que ele queria em uma semana era humanamente impossível de entregar.

Eram oito da noite. A agência estava completamente deserta, as luzes dos corredores apagadas, restando apenas a claridade vinda da sala da coordenação. Caminhei até lá com o sangue fervendo, pronto para armar um barraco, jogar os papéis na mesa dele e mandar ele se foder.

Abri a porta de vidro sem bater. As palavras sumiram da minha boca.

O cenário era puro cinema erótico de sigilo. A sala cheirava a álcool e suor de fim de expediente. O Rodrigo estava afundado na cadeira de couro, com os pés em cima da mesa. O notebook estava aberto, tocando um set de música eletrônica baixa. Ele segurava um copo de vidro com vodca pura. A gravata dele estava jogada no chão, e a camisa social azul-clara estava totalmente desabotoada até o meio da barriga, expondo um peitoral largo, definido, coberto por pelos grossos e escuros que desciam em uma linha vertical até o cós da calça. Gotas de suor brilhavam sob a luz amarela da luminária, escorrendo pelos músculos do peito dele.

Ele parecia derrotado. Vulnerável. Totalmente diferente do carrasco do dia a dia.

— Entra, Yohan... fecha essa porra dessa porta — ele falou, a voz arrastada pela bebida, os olhos meio caídos me medindo da cabeça aos pés. — Senta aí. Toma uma comigo.

Sentei-me na cadeira de atendimento, o meu ódio evaporando diante daquela visão de testosterona e cansaço. Ele me serviu um copo de vodca. O líquido desceu queimando, quebrando a minha guarda.

— Essa empresa é um hospício, cara — o Rodrigo desabafou, virando o copo dele, o peito cabeludo subindo e descendo com força. — Eu sou primo do dono, sabia? Mas aquela bancada da diretoria me trata como um lixo. Só estou nessa cadeira de coordenador por causa de uma promessa que o meu primo fez para o meu pai antes de ele morrer. Eu trabalho por três, recebo por um, e se eu errar uma vírgula daquele relatório que eu te passei, os caras me fritam.

Olhei para ele, assimilando o choque. O cara estava desabando na minha frente.

— Eu vim aqui para reclamar da demanda, Rodrigo... mas eu não sabia que a pressão estava desse jeito.

— É a vida, irmão — ele deu uma risada amarga, me encarando fixamente por cima do copo. Os olhos dele demoraram um segundo a mais na minha boca. — E você? Tem namorada? Tem alguma mulher enchendo o teu saco em casa depois de um dia de cão desse?

Dei um gole na vodca, sentindo a audácia subir pela minha espinha. Olhei bem no fundo dos olhos do coordenador.

— Você quis dizer... namorado, Rodrigo? Não, não tenho.

O Rodrigo paralisou com o copo no meio do caminho. O silêncio na sala ficou tão denso que dava para ouvir o som do ar condicionado. Ele me mediu de novo, focando no meu porte físico, nos meus ombros, e depois desceu o olhar discretamente para o volume da minha calça.

— Caralho... sério? — ele soltou o ar pelo nariz, encostando o corpo para a frente, deixando o peito cabeludo a centímetros da mesa. — Com todo respeito, Yohan, eu jamais diria que você curte caras. Você é reservado, inteligente, não tem essas frescuras. Mas quer saber? Você tá certo. Homem é mais prático. Mulher é muito difícil, bicho... homem a gente se entende na conversa e na mecânica.

A frase dele foi a faísca que faltava. O teor da conversa tinha mudado de negócios para o submundo do sigilo.

— Deve ser bom ser casado, Rodrigo — provoquei, girando o gelo no copo. — Tem sempre alguém em casa esperando para... você sabe. Tirar o estresse.

O Rodrigo deu uma risada alta, escandalosa, batendo o copo na mesa.

— Quem dera, meu caro! Meu filho tem cinco anos. Depois que aquela criança nasceu, a minha esposa virou uma santa. Minha vida sexual em casa morreu. Não vou mentir para você, Yohan... a carne é fraca. De vez em quando eu ando comendo umas bucetas por aí no sigilo, e... bom, algumas bundas de macho também para aliviar a pressão. O negócio é meter a rola onde tem buraco quente.

A confissão dele me deu o trunfo supremo. A vodca se misturou com a ambição na minha cabeça, criando o roteiro de uma chantagem perfeita. Eu não ia ser o otário da agência.

Aproximei-me da mesa, apoiando os meus antebraços na madeira, ficando cara a cara com o meu chefe.

— Se você está na seca, Rodrigo... eu posso te fazer uma contraproposta para aquela vaga de líder. Uma troca justa de negócios.

Ele arqueou as sobrancelhas, o pau dele já fazendo um volume visível por baixo da calça social cinza.

— Caralho, o coreano é rápido. Vai, manda a sua proposta, deixa eu ver o tamanho da sua audácia.

— Você me deu aquele calhamaço de relatórios sabendo que eu não ia terminar em uma semana — falei, a voz firme, ditando as regras. — Foi uma jogada para limpar a sua barra com o diretor e me deixar como o besta que faz o trabalho escravo. E nós dois sabemos que a vaga de líder nem foi aprovada pelo diretor ainda. Você ia ganhar o crédito e eu ia continuar na mesma cadeira.

O Rodrigo suou frio, a pose de coordenador balançando.

— Porra, Yohan... não fode comigo. Se você jogar essa merda no ventilador para o diretor, eu estou na rua. O que você quer?

— Eu vou pegar esse relatório. Vou finalizar tudo dando mais uma semana de prazo. Mas você vai usar a sua influência de primo para garantir a minha promoção de líder, com um salário melhorado do que o cargo atual — fiz uma pausa, olhando direto para a braguilha dele que parecia querer explodir de tão dura. — Em troca... como você disse que está atrás de um cuzinho de macho para tirar o estresse, você vai ter o meu. Onde você quiser, como você quiser, durante uma semana. Negócio fechado?

O Rodrigo engoliu em seco, os olhos dele injetados de tesão e ganância. Ele olhou para a minha bunda por cima da mesa, a respiração saindo curta.

— O diretor sempre disse que você é um negociador foda, Yohan... — ele se levantou, a mão trêmula indo direto para o cinto da calça. — É justo. Justo pra caralho. Não vou mentir que passo o dia olhando para o formato desse teu rabo nessa calça justa. Você já me deixou de pau duro no meio da reunião de briefing. Mas é no sigilo absoluto. Ninguém pode sonhar.

— No sigilo — respondi, arrastando a minha cadeira para trás.

O Rodrigo abriu o zíper e colocou o pau para fora. O bicho estava meia bomba, grosso, de pele clara. Eu me ajoelhei no carpete daquela sala de coordenação, o cheiro de homem e vodca me dominando. Abocanhei a cabeça do pau dele, sentindo o gosto salgado do lubrificante natural. Conforme a minha língua trabalhava, o pau dele foi expandindo, crescendo, ganhando veias até virar uma tora monumental de vinte e um centímetros.

Puta que pariu... que monstro. — pensei, quase engasgando quando ele segurou o meu cabelo com força e empurrou o pau até o fundo da minha garganta. O pau do Rodrigo era maior do que o do Daniel. Meu rabo ia ficar todo arrombado com aquela pica de hétero comedor.

— Fica de quatro na mesa, Yohan... anda, caralho! — ele mandou, a voz rouca, arrancando o pau da minha boca. — Quero ver esse cuzinho suado depois de um dia de trabalho.

Subi na mesa de reuniões, empurrando o notebook e os relatórios para o lado. Fiquei na posição de frango assado, com os joelhos dobrados e o rabo empinado direto para a cara dele. O Rodrigo desceu as minhas calças e a minha cueca de uma vez só.

Ele não teve nojo. O cara era um predador. Ele agarrou as minhas nádegas com as mãos grandes e enfiou a língua enorme dele direto no meu cu. A lambida dele foi profunda, invasiva, revirando as paredes do meu rabo com gosto, enquanto ele batia uma punheta violenta no próprio pau de vinte e um centímetros. Eu gemia alto na sala vazia, sentindo o calor da saliva dele lubrificando tudo. Ele adorava o cheiro de cu suado de final de expediente, aquilo dava mais testosterona para ele.

O Rodrigo começou a arfar rápido. Os movimentos da mão dele no pau ficaram frenéticos. Ele soltou um gemido abafado e, sem tirar a língua do meu rabo, ele descarregou o primeiro orgasmo da noite, jorrando a porra dele direto na própria mão e no carpete.

Ele se afastou, o peito cabeludo subindo e descendo, a porra grossa e branca escorrendo pelos dedos dele. Ele estendeu a mão suja na direção do meu rosto.

— Limpa a minha mão, Yohan. Lambe a minha porra toda — ele ordenou, a pose de hétero autoritário voltando com tudo.

Eu me levantei da mesa, de joelhos, e comecei a passar a língua pelos dedos dele, chupando cada gota de sêmen quente com uma submissão que me deu um tesão absurdo. Quando terminei de limpar, avancei para beijar a boca dele, querendo sentir o gosto da vodca.

O Rodrigo colocou a mão no meu peito, me empurrando para trás com frieza.

— Beijo não, bicho. Meu negócio é só o cuzinho. Sou hétero, só beijo a minha esposa. Isso aqui é só mecânica.

O clima ficou pesado, gelado. Vesti a minha calça em silêncio enquanto ele guardava o pau e fechava o zíper, a cara totalmente séria, como se nada tivesse acontecido.

— Amanhã o nosso trato começa de verdade — ele falou, sem olhar na minha cara, ajeitando a camisa. — Espera todo mundo ir embora da agência e vem para a minha sala. Eu vou honrar a vaga de líder. Agora vai embora.

O dia seguinte foi uma tortura psicológica. À tarde, o Rodrigo me chamou na sala dele para passar novas diretrizes. A secretária dele estava do lado. Ele manteve a pose de coordenador intocável, a voz firme, o terno alinhado, como se na noite anterior ele não tivesse enfiado a língua no meu cu suado em cima daquela mesma mesa. Ele me avisou que eu não precisava mais mexer nos relatórios do antigo líder e me deu tarefas mais leves. O jogo de poder dele era impecável.

Quando o relógio marcou seis da tarde e os funcionários começaram a ir embora, o meu estômago virou do avesso. Um frio na barriga me dominou. Eu estava prestes a dar o meu cu em troca de uma vaga de liderança de marketing. Eu, que sempre precisei de romance, de beijo na boca e de carinho, ia me sujeitar a uma foda puramente mecânica com um hétero casado. Pensei em desistir, em pegar as minhas coisas e ir embora.

Mas a ambição e o tesão reprimido falaram mais alto. Caminhei até a sala dele com as pernas trêmulas.

Abri a porta. O Rodrigo já estava sem calça, sentado na cadeira de couro com o pau ereto, latejando, babando lubrificante natural na ponta. No notebook dele, um vídeo pornô hétero rodava em tela cheia: uma loira de quatro levando pica. O cara precisava daquela imagem para se convencer de que o que ele estava fazendo com um homem não mudava a heterossexualidade dele.

Não dissemos nenhuma palavra. Ajoelhei-me direto entre as pernas dele e abocanhei o pau dele. O Rodrigo não tirava os olhos da tela do notebook, assistindo às bucetas enquanto a minha boca engolia a pica dele até a base. Ele passava a mão grossa pelo meu cabelo, às vezes enterrando os dedos com força e empurrando a minha cabeça para o fundo, me fazendo engasgar e tossir com o tamanho do membro dele. Ele olhava de lado por um segundo, os olhos vidrados, mas logo voltava para o vídeo, travado na negação doentia dele.

Ele esticou a mão, pegou uma camisinha e um tubo de lubrificante na gaveta da mesa. Colocou a proteção no pau com uma agilidade de quem fazia aquilo sempre.

— Senta aqui, Yohan... de costas para mim. Quero ver você cavalgar assistindo a essa porra junto comigo — ele comandou, a voz rouca de safadeza.

Subi no colo dele na cadeira de couro. Segurei o monitor do notebook para me apoiar, virei de costas e mirei a tora na minha entrada. Desci o quadril devagar.

— Ah... caralho... — o gemido rasgou a minha garganta.

O pau dele era imenso, esticou as paredes do meu cu ao limite, preenchendo cada centímetro interno. O Rodrigo segurou os meus quadris com aquelas mãos massivas de coordenador, guiando o meu movimento, me fazendo subir e descer lentamente, saboreando o aperto do meu rabo. Ele olhava por cima do meu ombro para as bucetas no vídeo, usando o meu corpo como um mero mastro de prazer mecânico.

De repente, o tesão do cara estourou. Ele fechou a tela do notebook com um estalo violento, me empurrou para a frente, me deitando de bruços na mesa de vidro sem tirar o pau de dentro de mim. O Rodrigo grudou o peito dele nas minhas costas, me segurando pelo pescoço, e começou a dar estocadas brutais, rápidas, socando com ódio no meu rabo.

— Isso... geme, porra! Geme pro teu macho! — ele rugia no meu ouvido, o suor do peito dele ensopando as minhas costas.

A agência inteira estava escura, vazia, e o som dos nossos corpos colidindo ecoava nas paredes de vidro. Eu estava completamente entregue àquela sintonia destrutiva. O tamanho do pau dele me fazia delirar, a dor e o prazer se misturando no nível mais hardcore da perversão. Ele diminuiu o ritmo por um segundo, dando uma estocada profunda, travando a pica lá dentro, ofegante, colando a boca na minha nuca.

— Caralho... se eu soubesse que esse teu cuzinho era gostoso desse jeito, Yohan... eu já tinha te fodido há meses, porra... que aperto do caralho — ele sibilou, os pelos do peito dele roçando na minha pele.

Gemi alto, totalmente dominado pelo transe da foda. Sem pensar, soltei a safadeza que estava presa na minha garganta:

— Vai, chefe... fode esse cu, ele é todo seu! Se quiser me foder todo dia aqui nessa mesa, eu não vou recusar, caralho! Mete com força!

O Rodrigo deu mais cinco bombadas violentas, me levantando da mesa a cada soco de quadril, até que ele deu um urro grave, puxou o pau de dentro do meu rabo com um estalo úmido e arrancou a camisinha cheia de suor.

— Ajoelha no chão! Rápido! — ele gritou, o pau dele ainda latejando, veado e vermelho, apontando para a minha cara.

Desabei no carpete, de joelhos, abrindo a boca como um escravo. O Rodrigo começou a bater uma punheta frenética a centímetros dos meus lábios. Em menos de um minuto, o corpo dele travou, o peito cabeludo estufou e ele começou a gozar. Abocanhei o pau dele na mesma hora, engolindo os jatos grossos, quentes e fartos de porra pura que saíam daquele monstro. Chupei até a última gota de porra direto da fonte, enquanto ele urrava, espalmando a mão na parede para não cair.

O tesão doentio me possuiu. Comecei a descascar uma punheta rápida no meu próprio pau ali mesmo, ajoelhado entre as pernas do meu coordenador. Dei quatro bombadas na minha pele e disparei a minha porra direto no chão de carpete da agência, limpando o meu próprio estresse.

Ficamos ali por cinco minutos, ofegantes, o sala cheirando a sexo, vodca e suor corporativo. Peguei o papel toalha na mesa, entreguei um pedaço para ele limpar o pau e usei o resto para limpar o chão e o meu próprio rosto sujo de saliva.

Olhamos um para o outro de canto de boca. Um sorriso cúmplice, ácido, de quem sabia que o crime perfeito tinha sido cometido, nasceu entre nós dois. Sem dizer uma única palavra, vesti a minha cueca, a minha calça e a minha camisa amarrotada. Peguei a minha mochila e saí da sala da coordenação, deixando o Rodrigo sozinho limpando o peito cabeludo de suor.

Caminhei em direção à saída da agência, sentindo o meu cu ardendo e pulsando com o tamanho daquela rola, sabendo que a vaga de líder de marketing já era minha, e que o meu rabo agora tinha um dono oficial dentro daquela empresa.

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