Quando o termo sugar Daddy chegou ao Brasil, ali por meados de 2014, eu diria que era um mundo perfeito para homens e mulheres que tinham objetivos na vida. Por parte do homem, era ter uma companhia educada, presente ,elegante e com curiosidades sobre a vida desejando ter alguém para investir tanto em seus sonhos quanto nela em si. Na época, eu tinha só 32 anos, mas como sempre gostei de mimar, ser o provedor, jamais aceitei dividir uma conte, me vi em um mundo perfeito. Tive relações incríveis e passageiras e algumas até duradouras, mas, minhas últimas namoradas eram Babies ou seja, bons frutos desse mundo que une glamour e intelecto.
Infelizmente, o termo "sugar" se popularizou nos últimos tempos e atraiu tanto "salts" (falsos daddies) quanto mulheres que não entendem ou não se encaixam nesse tema, e está tudo bem não se encaixar ou entender que não é para si. A pergunta que fica, para quem é esse mundo hoje?
Continua do mesmo modo que do começo, pessoas estilosas, que gostam de romance a moda antiga, que trazem dentro de si a curiosidade da vida com o desejo por homens mais velhos, o misto de fetiches e sexo intenso com viagens e planos de vida. E principalmente, uma mentiria de vida por parte do Daddy e uma real companhia por parte da baby.
Muitas pessoas tem só curiosidade, outras querem só sexo e dinheiro, a isso damos outro nome e está tudo bem também. Sem julgamentos, mas o mundo sugar é para quem não se conforma em ser segunda opção, para quem não se conforma com relações comuns, não aceita menos daquilo que merece porque sabe seu valor. E para quem não sabe seu valor, qualquer coisa basta.
A melhor relação que eu tive foi com uma sugar baby chamada "Beatriz" elegante, culta, formada, queira apenas companhia para viagens e disponibilidade, companhia para restaurantes, galerias, shows e não se preocupar com nada. Cansou de meninos da idade dela que ainda moravam com os pais ou que não sabiam se quer se vestir. Ali, unimos o misto de provocação, sexo como arte, intensidade, conselhos, parceria e investimento mutuo. Relato o caso pois é um exemplo de que vale a pena quando se quer sair do comum. Nosso caso terminou porque deu seu tempo e ambos entenderam isso. Ou seja, maturidade sem jogos emocionais.
Portanto, ser sugar baby e sugar Daddy e entender que o prazer está além do sexo, é só aceitar o máximo e não ter pressa. E viver a diferença de idade como benéfico e principalmente, a curiosidade um com o outro aliado ao desejo.
Se esse texto te ticou de algum forma ,chama no telegram: C
@Fantomas2727
Quando o termo sugar Daddy chegou ao Brasil, ali por meados de 2014, eu diria que era um mundo perfeito para homens e mulheres que tinham objetivos na vida. Por parte do homem, era ter uma companhia educada, presente ,elegante e com curiosidades sobre a vida desejando ter alguém para investir tanto em seus sonhos quanto nela em si. Na época, eu tinha só 32 anos, mas como sempre gostei de mimar, ser o provedor, jamais aceitei dividir uma conte, me vi em um mundo perfeito. Tive relações incríveis e passageiras e algumas até duradouras, mas, minhas últimas namoradas eram Babies ou seja, bons frutos desse mundo que une glamour e intelecto.
Infelizmente, o termo "sugar" se popularizou nos últimos tempos e atraiu tanto "salts" (falsos daddies) quanto mulheres que não entendem ou não se encaixam nesse tema, e está tudo bem não se encaixar ou entender que não é para si. A pergunta que fica, para quem é esse mundo hoje?
Continua do mesmo modo que do começo, pessoas estilosas, que gostam de romance a moda antiga, que trazem dentro de si a curiosidade da vida com o desejo por homens mais velhos, o misto de fetiches e sexo intenso com viagens e planos de vida. E principalmente, uma mentiria de vida por parte do Daddy e uma real companhia por parte da baby.
Muitas pessoas tem só curiosidade, outras querem só sexo e dinheiro, a isso damos outro nome e está tudo bem também. Sem julgamentos, mas o mundo sugar é para quem não se conforma em ser segunda opção, para quem não se conforma com relações comuns, não aceita menos daquilo que merece porque sabe seu valor. E para quem não sabe seu valor, qualquer coisa basta.
A melhor relação que eu tive foi com uma sugar baby chamada "Beatriz" elegante, culta, formada, queira apenas companhia para viagens e disponibilidade, companhia para restaurantes, galerias, shows e não se preocupar com nada. Cansou de meninos da idade dela que ainda moravam com os pais ou que não sabiam se quer se vestir. Ali, unimos o misto de provocação, sexo como arte, intensidade, conselhos, parceria e investimento mutuo. Relato o caso pois é um exemplo de que vale a pena quando se quer sair do comum. Nosso caso terminou porque deu seu tempo e ambos entenderam isso. Ou seja, maturidade sem jogos emocionais.
Portanto, ser sugar baby e sugar Daddy e entender que o prazer está além do sexo, é só aceitar o máximo e não ter pressa. E viver a diferença de idade como benéfico e principalmente, a curiosidade um com o outro aliado ao desejo.
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