Minha SOGRA Gostosa Me Arrombou Enquanto o Marido Viajava – E Ainda Deu a FILHINHA Pra eu Gozar Dentro

Um conto erótico de Yenoh
Categoria: Grupal
Contém 1290 palavras
Data: 14/06/2026 11:36:24

Era uma tarde quente de verão em São Paulo, daqueles dias em que o ar-condicionado mal dá conta e o suor escorre pelo corpo como convite pro pecado. Eu, Marcos, 32 anos, casado há seis com a Juliana, uma morena de 28 anos, corpo definido de academia, bunda empinada e seios firmes que sempre chamavam atenção. Trabalhava como engenheiro em uma construtora e viajava muito. A vida era boa: sexo regular, casa confortável no Morumbi, mas faltava aquele fogo que a gente sente no começo.Tudo mudou quando a sogra, Rosa, veio morar temporariamente com a gente. Rosa tinha 48 anos, mas parecia ter 38. Viúva há cinco anos, loira tingida com raízes escuras, pele bronzeada de quem frequenta praia, 1,68m de pura curvas: peitos enormes (provavelmente 44, com aqueles mamilos escuros que eu imaginava desde sempre), cintura marcada, quadril largo e uma bunda redonda, carnuda, que balançava quando ela andava de shortinho curto pela casa. Viúva tarada, dizia a fama na família. Sempre bem vestida, decotes generosos, saias justas. Juliana puxou a beleza dela, mas a mãe tinha aquele ar de mulher madura que sabe exatamente o que quer na cama. Pena que aqui não dá para postar vídeos e fotos, mas deixo nos comentários onde você pode baixar ANOS de vídeos e fotos que eu faço.

O marido dela (meu sogro falecido) tinha sido um cara ausente, e Rosa confessava em conversas regadas a vinho que "precisava de um homem de verdade". Eu fingia não notar, mas toda vez que ela se inclinava pra pegar algo no chão, minha rola latejava dentro da calça. Juliana era ciumenta, mas confiava na mãe. "Ela é só carente, amor. Deixa ela ficar um mês até arrumar o apartamento novo."A primeira faísca veio numa noite em que Juliana viajou pra um congresso em Curitiba. Eu fiquei em casa, trabalhando no notebook na sala. Rosa desceu da suíte de shortinho de algodão justo e regata fina, sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido, duros. "Não consigo dormir com esse calor, genrinho. Posso assistir TV contigo?"Sentou ao meu lado no sofá, pernas cruzadas, coxas grossas roçando minha perna. O cheiro dela – perfume doce misturado com suor leve – me deixou tonto. Conversamos sobre banalidades, mas os olhos dela desciam pro meu colo. Eu estava de bermuda folgada, e a rola semi-dura já aparecia.— Você é bem dotado, hein, Marcos? — disse ela de repente, com um sorriso safado. — Vi você no chuveiro outro dia. Aquela coisa grossa... Juliana tem sorte.Fiquei sem palavras. Ela riu, colocou a mão na minha coxa. "Relaxa, genrinho. Sou discreta. Seu sogro nunca soube satisfazer uma mulher como eu. Preciso de pau grosso, que me encha toda."Meu coração disparou. Eu sabia que era errado, mas a mão dela subiu devagar até apertar minha rola por cima da bermuda. "Nossa... tá duro pra mim já?" Eu gemi. Ela puxou o elástico, liberou meu pau de 19cm, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Rosa lambeu os lábios. "Que delícia. Maior que o do pai da Juliana."Ela se ajoelhou no tapete, olhos nos meus, e engoliu devagar. Boca quente, língua experiente girando na cabeça, descendo até engasgar no meio do pau. Chupava com fome, babando, mão massageando as bolas. "Gosta assim, genrinho? Mamãe vai te mamar direitinho." Eu segurei os cabelos loiros dela e fodi sua boca, batendo no fundo da garganta. Ela engasgava, saliva escorrendo no queixo, mas pedia mais.Levantei ela, tirei o shortinho. Buceta depilada, inchada, molhada brilhando. "Come minha xota, Marcos. Lambe como nunca lambeu da minha filha." Sentei ela no sofá, abri as pernas grossas e ataquei. Língua no clitóris, dois dedos dentro, sentindo ela pulsar. Rosa gemia alto, rebolando na minha cara: "Isso, filho da puta... chupa a buceta da sogra... aaahhh, vou gozar!"Gozei ela na minha boca, jorro quente e doce. Depois, ela montou em mim. Buceta apertada, quente, engolindo meu pau centímetro por centímetro. "Que rola grossa... me arromba, genrinho!" Cavalgava selvagem, peitos pulando, eu chupando os mamilos duros. Bati na bunda dela, marquei. "Sou sua puta agora. Sempre que a Juliana viajar, você me fode."Fodemos a noite toda. No sofá, no chão, no quarto de hóspedes. Gozei dentro dela duas vezes, enchendo a buceta madura. De manhã, acordamos pelados, ela com a mão no meu pau. "Isso é só o começo."Nos dias seguintes, virou rotina proibida. Enquanto Juliana trabalhava, Rosa me mandava nudes no WhatsApp: buceta aberta, dedo no cuzinho. "Vem almoçar em casa, genrinho. Tô molhada te esperando." Eu chegava, ela de avental só, me chupava na cozinha, depois eu metia nela por trás, batendo na bunda enquanto ela gemia "Mais forte, me rasga!"Uma semana depois, Juliana voltou. Eu estava nervoso, mas Rosa agia normal. À noite, no quarto, Juliana quis sexo. Enquanto eu metia nela devagar, pensava na mãe. Rosa, no quarto ao lado, mandava áudio gemendo baixinho: "Tá comendo ela pensando em mim, né?"O ápice veio num fim de semana. Juliana viajou de novo. Rosa sugeriu chamar a filha pra um "jantar em família". Juliana aceitou. Jantamos vinho, risadas. Rosa, de vestido curto decotado, sem calcinha (eu confirmei quando ela abriu as pernas pra mim debaixo da mesa). Depois do jantar, Rosa disse: "Filha, seu marido tá estressado. Deixa a mamãe ajudar ele a relaxar... e você assiste."Juliana ficou chocada, mas o vinho e a curiosidade falaram mais alto. Rosa me puxou pro sofá, tirou meu pau e chupou na frente da filha. "Olha como sua mãe mama bem, Ju. Ele adora." Juliana, vermelha, mas molhada (vi a mancha na calcinha), tocava os peitos. "Mãe... isso é loucura..."Rosa tirou o vestido, ficou nua. "Vem, filha. Prova o pau do seu marido que eu já provei." Juliana hesitou, mas se ajoelhou ao lado da mãe. As duas chupando meu pau juntas: língua da sogra nas bolas, da esposa na cabeça. Eu delirava. "Minha família de putas..."Levei as duas pro quarto. Primeiro, comi Rosa de quatro enquanto Juliana assistia, dedando a própria buceta. "Olha como ele me arromba, filha. Aprende." Depois, Juliana montou em mim, cavalgando, enquanto Rosa sentava na minha cara. Gozei na buceta da esposa, mas Rosa lambia o resto.A cereja do bolo: anal. Rosa adorava dar o cuzinho. "Juliana, seu marido nunca teve um cu apertado como o meu." Lubrifiquei, entrei devagar no rabo dela. Rosa gritava de prazer: "Me fode o cu, genrinho! Arromba a sogra!" Juliana, excitada, chupava os peitos da mãe. Troquei: meti no cu da Juliana pela primeira vez. Ela gozou gritando, nunca tinha sentido tanto.Acabamos os três embolados, suor, porra e gozo por todo lado. Gozei dentro da Rosa de novo, enchendo o útero. "Quero um neto seu, Marcos. Juliana vai criar."Daí pra frente, virou vida dupla. Juliana virou hotwife parcial: assistia eu foder a mãe, às vezes participava. Rosa me mandava vídeos dela se masturbando pensando em mim. Em uma viagem minha, as duas transaram lésbicas e me mandaram o vídeo. "Vem logo pra casa foder nós duas."O casamento melhorou absurdamente. Juliana gozava mais sabendo que eu comia a mãe. Rosa era insaciável: anal quase todo dia, boquetes matinais, sexo no carro. Uma vez, no churrasco da família, ela me puxou pro banheiro e deu o cu rapidinho enquanto o sogro (pai dela? Não, outro parente) estava na sala.Hoje, um ano depois, Rosa engravidou. "É seu, genrinho. Juliana sabe e aprova. Vamos dizer que é milagre." Juliana, grávida também (meu segundo filho), sorri: "Minha mãe te deu o que eu não dava sozinha."Sou o homem mais sortudo do mundo. Corno? Não. Dono de duas putas da família que me amam e me dão tudo. Se você tem sogra gostosa, experimenta. O proibido é o melhor afrodisíaco.

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