Gente, no final de semana passado, como contei na história anterior (quatro dias levando surra de pika e gozadas), tomei tanta pika que nessa semana eu só queria descansar. Estou naquela fase em que a rola corre atrás de mim, rsrsrs. Então, estava eu trabalhando normal durante a semana — aliás, até o negão feirante veio aqui em casa na quarta-feira, e eu só o mamei de tão cansado que estava.
Mas aí, na sexta-feira, na hora do almoço, um amigo meu da época da faculdade (conheço ele desde 2002 e já tenho alguns relatos com ele em histórias anteriores) me mandou mensagem me chamando para ir a um pagode que acontece toda sexta-feira perto da casa dele, na Vila Matilde. Já fui muito nesse pagode com ele, mas depois que ele casou com o Caio, passamos a frequentar menos.
Eu não estava muito a fim de ir, porque nessa semana tem Corpus Christi e vou para Campos do Jordão na quarta-feira. Aliás, esse meu amigo e o marido dele também vão. Ele ficou muito amigo da minha família. Tenho um irmão que mora em Campos e outro que tem casa lá, então nesse feriado sempre vai muita gente da família. Por isso queria ficar quieto esse final de semana pra poder aproveitar o feriado.
Mas ele me mandou uma mensagem assim: "Vamos no pagode sim, até porque tenho que te apresentar um primo do Caio que chegou do Piauí e já adorou sua foto." Rsrsrsrs. Aí, gente, eu já me atiçei e aceitei o convite.
Quando cheguei lá, o rapaz de 19 anos, pouca coisa maior que eu — eu tenho 1,65m e ele devia ter uns 1,70m. Magrinho, meio tímido, se chama Matheus. O Caio me falou que esse primo é gay, mas que a família no Piauí nem sonha com isso. Eu falei pro Caio: "Mas eu sou só passivo, você sabe disso." Aí ele disse que já tinha trocado ideia com o primo sobre mim e que ele me curtiu.
Fomos para o pagode, trocamos algumas palavras, mas como eu conhecia um pessoal lá, fiquei conversando com outras pessoas. Até que eu avistei o cara que olha os carros. Como o conheço, fui cumprimentá-lo. O Matheus, que queria fumar, foi comigo. Esse rapaz foi atender outros carros e eu fui subindo um pouco a rua com o Matheus, enquanto ele tomava cerveja e fumava.
Até que paramos perto de um carro, num lugar um pouco escuro. Eu já fui pegando nele de leve, brincando, até que dei um abraço e comecei a beijar o pescoço dele, e dali pra boca. Demos um beijo bem gostoso. Ficamos nos pegando até que eu senti o volume da calça e coloquei a mão dentro. Olha, que pika! Acho que é de família, porque já dei pro Caio antes dele casar com meu amigo, e o Caio tem uma belíssima rola.
Dali, o Matheus já falou pra gente ir embora. Só desci pra avisar meu amigo e o Caio que a gente já estava indo. Fomos para o apartamento do meu amigo, que é perto do local, mas como eu estava de carro, decidi ir para um motel. Ele aceitou. Passei numa conveniência, peguei umas cervejas e uns postiços, e fomos.
Quando chegamos, já era por volta das 2h da manhã. Fui tomar um banho. Gente, na boa, eu não consigo transar depois de sair de uma balada sem tomar banho, com cheiro de cigarro, suado de ter dançado. Então, para minha surpresa, enquanto estou me banhando, chega o Matheus peladinho me abraçando por trás pra tomar banho junto. E que abraço forte! Ali já ficamos beijando, até que senti a rola dele roçando na minha bunda. Que delícia! Ficamos ali nos conhecendo, até que decidi agachar e começar a mamar.
Gente, que garoto de corpo bonito. Comecei a mamar e apertar a bundinha dele. E juro, poucas vezes isso aconteceu, mas me deu uma vontade louca de comer ele. Mas a putinha em mim falou mais alto. Só que, enquanto eu mamava aquela rola e com a minha mão acariciava aquele corpo e passava meu dedo no cuzinho dele, a vontade de comer ele aumentou. Aí virei o cuzinho dele pra mim e chupei gostoso. Me lembro de ter feito isso pouquíssimas vezes — sou muito passivo. Mas fui subindo mordendo as costas dele e, quando cheguei na nuca, ele virou e me fez virar de costas pra ele.
Ufa, que alívio! Se ele não virasse, eu ia comer ele. Mas aí ele foi descendo, dessa vez me mordendo até chegar na minha rabeta. Deu umas mordidas gostosas até meter a língua no meu cuzinho. E aí eu voltei a ser a putinha de sempre, rsrsrsrs. Que delícia!
Ele voltou mordendo, e quando senti a rola dele roçando minha rabeta novamente, levantei a perna um pouco de lado. Ele foi colocando aquela pika bem gostosa no meu cuzinho. Olha, ele é baixinho e magrinho, mas tem uma bela pica — acho que é de família, porque o primo dele tem uma pica de dar gosto. Aí ele ficou ali bombando, mas não tinha muito jeito no banheiro pequeno, então saímos molhados mesmo e fomos pra cama.
Lá, ele socou sem dó. Olha, me surpreendeu: o carinha sabia bater forte. Quando deitei de bruços e joguei o travesseiro embaixo do quadril, me abrindo pra ele colocar tudo, aí ele parecia que ia até o teto e voltava socando. Numa velocidade que eu só sentia entrando até o talo e o quadril dele estalando na minha rabeta. Eu beijando a boca dele e ele me arrebentando de socar. Até que gozou — já tinha entrado tudo, mas ele estava lá tentando colocar mais ainda. Sorte que ele era levinho, rsrsrsrs.
Ficamos até quase 10h da manhã metendo e brincando.
Até estou pensando em levar ele pra Campos. Qualquer coisa, ele está com o Caio e o meu amigo, rsrsrsrs. Até porque nunca levei ninguém pra essas coisas de família. Minha família sabe que sou gay, só não sabem que amo ser cdzinha. Mas nunca apresentei namorado nem nada, apesar de minha família ser super de boa com relação a eu ter alguém. Aliás, meu amigo e o Caio sempre estão no meio de nós, e minha prima e meu irmão adoram eles, que são um casal gay.
Mas vou ter que pegar esse garoto novamente. E se vier todo o tesão de comer ele dessa vez, vou comer, rsrsrsrs. Será?