A Chave do Homem da Casa

Um conto erótico de CABRITO
Categoria: Grupal
Contém 1982 palavras
Data: 13/06/2026 17:21:51
Assuntos: Grupal, Incesto, Mãe, Filho, Amigas

O calor infernal daquela noite de julho impregnava cada centímetro do quarto, transformando a cama do meu pai David Miguel numa ilha de suor e pele exposta.

Nesse mês, a amiga Sandra da minha Mãe Gina ficou a dormir lá em casa, assim deitei-me como era hábito na cama da minha mãe, entre elas, como o meu pai sugeriu em tom de brincadeira, "Agora és tu o homem da casa, enquanto estou a trabalhar um mês fora!" , só não sabia do pau endurecido desde os 12 anos, e atualmente com 18 anos só queria foder a minha mãe, as suas amigas também carentes e restantes mulheres!

O suor do calor infernal brilhava nos braços nus de Gina, de 38 anos, e nas pernas de Sandra, 33 anos, ambas em roupa leve de verão que mal disfarçava os corpos atléticos.

Espreitei de soslaio os seios um pouco maiores que uma boa mão da minha mãe, o tecido fino da camisa de noite colado aos mamilos, enquanto Sandra se virava, propositadamente, roçando a coxa nua contra a minha.

— Este calor está insuportável — sussurrou Sandra a Gina, arqueando as sobrancelhas no escuro, o riso contido na voz.

— Insuportável.

Gina sentiu, antes de ver a rigidez monstruosa de 33 por 17 centímetros do seu filho, encostado à fenda da sua bunda por cima do tecido fino.

Imobilizou-se, mordendo o lábio inferior, o suor do calor infernal escorrendo-lhe pela clavícula.

O coração batia-lhe nos ouvidos, anos de seca sexual apertando-lhe a garganta.

Engoli em seco, a respiração funda a tremer-me no peito, e agarrou Gina pela anca com a mão que tremia de excitação reprimida.

— Agora sou o homem da casa — sussurrei contra a nuca suada da minha mãe, roçando o pau de 33 centímetros endurecido com mais força contra a fenda da bunda dela, sentindo o tecido fino a escorregar com o suor.

Gina empurrou a bunda contra mim num movimento involuntário, o lábio inferior preso entre os dentes, o tabu a desfazer-se no calor da cama dos meus pais.

Sandra comprimiu os seios firmes e nus contra as minhas costas, a pele a colar-se pela humidade, e esticou a mão por cima de mim, agarrando a borda da camisa de noite de Gina, puxando por cima da cabeça e encaminhou-nos para a cozinha, curvando-se sobre a bancada, as mãos a agarrarem o mármore frio, a bunda bem torneada erguida no ar.

— Mete esse pau monstruoso no meu cu, AMOR! — implorou ela, com a voz a tremer de antecipação, as sobrancelhas arqueadas num desafio provocante.

— Fode-me como o teu pai nunca fodeu a tua mãe!

Gina ajoelhou-se ao lado, o suor do calor infernal a escorrer-lhe pelos seios, a pele a brilhar sob a luz fraca da cozinha.

Agarrei as ancas de Sandra com as mãos que ainda tremiam de excitação reprimida, alinhei a glande de 17 centímetros de grossura com o cu apertado da morena e empurrei.

O esfíncter resistiu um instante, depois cedeu, abrindo-se lentamente à pressão monstruosa, o som húmido da penetração a ecoar na cozinha silenciosa.

— Ahhh, caralho — gritou Sandra, empurrando a bunda contra mim, querendo mais, querendo tudo.

— Até aos ovos, AMOR!

TUDO!

Enterrei os 33 centímetros até à base, sentindo o cu apertado a apertar-me o pau numa mordida quente, e comecei a mover-se com ritmo lento e profundo, cada estocada a alargar mais o esfíncter, cada retirada a arrastar o som húmido da carne a escorregar.

Gina inclinou-se para a frente, a língua a encontrar o clitóris de Sandra, a lamber os grandes lábios inchados, a recolher os humores que escorriam abundantemente, misturando-se ao suor do calor infernal que colava os nossos três corpos.

— Come-a, Gina — ordenei, com a respiração funda a tremer no peito.

— Come a cona da tua amiga enquanto eu arrombo o cu dela.

Sandra gritava a cada estocada profunda, a bunda a bater contra as minhas ancas, o corpo a contorcer-se entre a língua de Gina e o pau monstruoso.

O som da pele a bater, da boca a chupar, do cu a ser fodido preenchia a cozinha.

Senti o aperto a aumentar, o prazer a subir pela espinha, e retirei de repente do cu, deixando o buraco arquejante aberto, e enfiei o pau na cona de Sandra numa estocada brutal e rápida.

— Aiii, filho da puta! — gritou ela, a cona a receber a grossura de uma só vez, os músculos a contraírem-se em volta do pau.

Fodia-a sem piedade, estocadas rápidas e brutais, a bancada a ranger sob o peso, os seios de Sandra a balançarem com cada embate. Gina levantou-se, a boca brilhando com os humores da amiga, e agarrou os seios firmes e hirtos de Sandra, apertando-os enquanto eu continuava a martelar a cona molhada.

— Esporra nela — sussurrou Gina contra o ouvido de Sandra, os olhos azuis a encontrarem os meus.

— Enche-a, meu filho.! Mostra-lhe quem é o homem da casa!

Senti o orgasmo a explodir, um grito a rasgar-me a garganta, e esporrei dentro da cona de Sandra com força, jorrada após jorrada, de esperma quente a enchê-la até transbordar.

Mantive-me enterrado, a respiração ofegante, sentindo a cona a pulsar em volta do meu pau, enquanto o esperma escorria pela fenda, pingando lentamente.

Gina ajoelhou-se de novo, a língua a estender-se, a recolher o líquido branco e quente que escorria da cona da amiga.

O meu esperma escorreu da cona de Sandra para a língua de Gina.

Gina puxou-me pela mão, arrastando-o pelo corredor quente até ao quarto do casal.

O ar parado cheirava a suor e a lençóis há dias trocados, o calor infernal a escorrer pelas paredes como uma presença viva.

Ela empurrou-me para a cama de David Miguel, as molas a gemer sob o meu peso, e montou-me sem hesitar, guiando a glande grossa do meu pau de 33x17cm até à entrada da cona carente.

— Agora sou o homem da casa — repeti, a voz rouca, enquanto ela descia, engolindo o pau inteiro na cona molhada até os ovos baterem na bunda dela.

Gina arqueou as costas, os seios a balançarem, e começou a cavalgá-lo com estocadas rotativas que esmagavam o clitóris contra a minha pelve.

O suor do calor infernal brilhava na minha pele mulata, misturando-se com o que escorria dos seios de Gina, pingando sobre o peito dele.

Ela gemia alto, sem disfarce, a cona a apertar em volta da grossura que a preenchia finalmente.

Sandra entrou no quarto, nua, os olhos negros a brilharem ao verem a cena.

Ajoelhou-se na cama de David Miguel, entre as minhas pernas abertas, e enfiou a língua nos meus ovos pesados, lambendo a fenda onde o pau entrava e saía da cona de Gina.

Recolheu os humores misturados, o gosto salgado da excitação de ambos, enquanto Gina continuava a cavalgá-lo, cada rotação a arrancar-lhe gemidos mais altos.

— Fode-a, meu menino — sussurrou Sandra contra os meus ovos, a língua a subir pela base do pau.

— Fode essa cona faminta.

Agarrei os quadris de Gina, levantei-a do pau com um movimento brusco e virei-a de quatro na cama do meu pai.

A glande grossa encontrou o cu apertado dela, empurrei, sentindo a resistência ceder, o canal quente a engoli-lo até à base.

Gina gritou, as unhas a rasgarem os lençóis, os seios a balançarem com cada estocada profunda que eu lhe dava.

O suor escorria-lhe pelas costas, misturando-se ao meu, ao cheiro de sexo que enchia o quarto.

Sandra deitou-se por baixo de Gina, em 69, a língua a encontrar a cona inchada da amiga. Gina baixou a cabeça, a boca a encontrar a cona de Sandra, e as duas começaram a lamberem-se mutuamente, gemidos abafados, línguas a trabalharem em clitóris erectos.

Sodomizava Gina sem piedade, o pau a entrar e sair do cu dela com sons húmidos, enquanto Sandra lambia a cona de Gina e era lambida por ela ao mesmo tempo.

Retirei o pau do cu de Gina, a glande a brilhar com os humores, e enfiei-o na cona de Sandra, que gemeu contra a cona de Gina. Alternava entre ambas, do cu de Gina para a cona de Sandra e de volta, foder ambas com um ritmo brutal e suado, o som de pele a bater na pele a ecoar no quarto quente.

As duas mulheres gemiam em coro, corpos entrelaçados, línguas e bocas a trabalharem mesmo enquanto eram fodidas.

Senti o orgasmo a subir, retirei o pau e apontei-o para as caras de ambas.

O primeiro jacto espesso atingiu Gina no olho, o segundo cobriu a boca de Sandra, e continuei a esporrar, jorrada após jorrada, de esperma quente a cobrir-lhes as faces, os olhos, os lábios, pingando pelo queixo até aos seios. As duas abriram a boca, a língua a recolher o líquido branco, a esfregarem-se uma na outra, trocando o esperma entre si.

Mas mantive a erecção, o pau ainda duro como pedra, e voltei a enfiá-lo na cona de Gina, agora em posição de missionário, as pernas dela nos meus ombros, o pau a entrar mais fundo do que nunca.

Fodia-a com estocadas que faziam da cama de David Miguel ranger, os seios dela a balançarem, o suor a escorrer de ambos.

Gina gritava, a cona a apertar em volta dele, e sentia cada contração, cada pulsação do corpo dela.

Sandra observava, a mão entre as pernas, até agarrá-la e virar de bruços na cama. Empurrei o pau no cu dela, enterrando-o até aos ovos com uma estocada única, e comecei a sodomizá-la, as nádegas dela a estalarem contra a minha pelve a cada embate.

Sandra gemia no travesseiro, os dedos a rasgarem os lençóis, e senti o segundo orgasmo a explodir, esporrando profundamente no cu dela, enchendo o reto de esperma quente que escorreu quando retirei o pau, pingando pela fenda.

Ainda não acabou!

Puxei Gina para mim, deitando-a de lado na cama de David Miguel e enfiei o pau no cu dela em posição de colher, as costas dela contra o meu peito, as mãos a apertarem os seus seios.

Fodia-a devagar agora, cada estocada profunda e intencional, sentindo o terceiro orgasmo a construir-se na base da espinha.

Gina gemia baixinho, o cu a apertar em volta dele, e quando explodiu, gritei de prazer, esporrando uma terceira vez dentro do reto dela, jorrada após jorrada, a enchê-la até transbordar.

Os três permanecemos suados e cobertos de esperma na cama de David Miguel.Sandra empurrou Gina para mim no wc do metrô, as luzes piscando, o cheiro a urina e desinfectante a misturar-se com o odor dos corpos suados. Levantou a saia de Gina sem cerimônia, expondo a cona húmida e a bunda torneada.

— Fode-a — ordenou Sandra, a voz rouca de excitação.

— Mostra-lhe quem é o homem agora.

Agarrei Gina pela coxa, levantei-lhe a perna e encostei-a à parede fria do azulejo.

O pau de 33 por 17 centímetros entrou na cona dela de uma vez, fundo, e Gina gritou, as unhas a arranhar a parede.

Comecei a fode-la com estocadas duras, o som das nádegas dela a baterem contra a parede a ecoar no espaço apertado.

Sandra ajoelhou-se atrás, as mãos a separarem as nádegas de Gina, e enfiou a língua no cu da amiga, lambendo em círculos enquanto a penetrava.

Gina gemia sem controle, o corpo a tremer entre os dois, o suor a escorrer-lhe pelas costas.

— Não pares — suplicou ela.

— Por favor, não pares.

Senti o último orgasmo a subir, a pressão no saco, o pau a pulsar.

Retirou-se de repente, a cona a fazer um som húmido, e agarrei o pau com a mão, apontando para as duas bundas apresentadas.

O jacto explodiu, espesso e branco, a cobrir as nádegas de Gina e Sandra, a escorrer pelas fendas, a pingar para o chão sujo do wc.

Gina estava de costas para ele, a respiração ofegante; Sandra virou-se, o esperma a brilhar na pele morena, e sorriu.

O meu esperma escorria pelas bundas de Gina e Sandra no wc do metrô.....

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Foto de perfil de CabritoCabritoContos: 12Seguidores: 24Seguindo: 1Mensagem 69cabrito69@sapo.pt = Estar preparada para se contorcer, gemer, gritar, suplicar, ...com ele enterrado até aos colhões! Tem de me satisfazer durante 3 horas, pois é o tempo que levo a atingir o primeiro orgasmo! Quando me esporrar será sempre dentro dela e quando for na boca tem de engolir a gala grossa e doce! Será que te sentes capacitada para me satisfazer? Pois sou bem dotado em grossura e comprimento!

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