Eu era um patinho feio, me transformei em um cisne.
Capitulo I.
Um conto de Daméhr.
Sou Vitória Isabel, tenho 20 anos. Estou estudando engenharia mecatrônica na USP. Eu moro com meu tio Gabriel, no bairro Alto da Lapa em SP.
Minha história é igual de muitas garotas, que são inteligentes, bonitas, gostosas, mas que não tiveram a sorte de nascer em berço de ouro. Essa é a minha história!
A história de transformação, de uma garota simples do interior, em uma mulher bonita, gostosa e bem sucedida na vida.
Sou uma morena de pele clara, tenho 1.83 de altura, cabelos castanhos e olhos azuis. Fiquei menstruada aos treze anos, e depois disso comecei ganhar um corpo de mulher. Meus seios ficaram grandes e redondos, mas não exagerados, meus quadris ganharam contornos arredondados, minha bunda ficou bonita e sensual.
Lívia minha melhor amiga, falava que era uma “gostosa”, mas naquela época, eu não me achava bonita. Pelo contrário, eu me achava um patinho feio. Eu era uma garota tímida, tinha baixa estima, sofria “bulling” na escola, tinha que ouvir piadas, sobre andar mal vestida.
Desde garota eu sonhava ir embora da minha cidade, que era do tamanho de um avo, com pouco mais de 7 mil habitantes. Sempre gostei de estudar, tinha ótimas notas na escola. Queria estudar e fazer uma faculdade, mudar de vida, ser uma outra pessoa.
Eu e Lívia somos amigas desde meninas, nós conversávamos sobre tudo. Como toda garota da minha idade, eu tinha uma sexualidade aflorada, que mexia com minha cabeça. Tinha dúvidas sobre sexo, e o pouco que sabia, foi conversando com Lívia, que falava do assunto, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Mas para mim, sexo era um bicho de sete cabeças.
E para complicar minha vida, era apaixonada pelo tio Gabriel. Morria de vergonha de admitir, que era apaixonada pelo irmão da minha mãe. Sabe aquela paixão de adolescente. Lívia era a única que sabia do meu “amor proibido”.
Gabriel não era meu tio de verdade. Ele é um primo da minha mãe, que ficou órfão aos 5 anos, e foi criado pelo vovô. Gabriel é primo-irmão da mamãe, ele é meu tio por consideração.
Gabriel tinha 28 anos, tinha passado recentemente no concurso da receita federal, ele morava em SP. Ele tem uma veneração pela minha mãe, que é irmã dele. Quando ele vinha visitar a família, parecia uma festa lá em casa. Sempre foi atencioso conosco, passava horas conversando com meus pais, sempre me incentivando continuar estudando.
O tempo foi passando, eu estava com 18 anos, tinha terminado o ensino médio, começando estudar para fazer o exame do Enem.
Devagar fui superando minhas limitações. E eu tinha curiosidade sobre sexo.
Meu pai tem 38 anos e mãe 35. Minha mãe engravidou muito nova, então parece que ela é minha irmã mais velha. Eu sabia que eles transavam tarde da noite, depois que eu estava dormindo; bem isso é o que eles pensavam.
Foi meu pai que construiu nossa casa. Na parte de baixo, tem a sala, o quarto deles, um banheiro, cozinha e área de serviço. Na parte de cima tem meu quarto, outro banheiro e um cômodo inacabado, que é usado como depósito para guardar tudo quanto é tralha, que meu pai recusa jogar fora.
Esse cômodo ficava sobre o quarto deles. No meio do cômodo tem um furo na caixa de luz, meu pai tapou aquele furo com um torno de madeira. Eu merecia uma surra por fazer isso, mesmo assim, removi o pedaço de madeira para observá-los. Quando vi primeira vez, fiquei boquiaberta, em completo silêncio, tremendo de medo, deles descobrirem minha transgressão.
Vi meu pai sair do banho, com uma toalha na cintura. Minha mãe estava seminua, enxugando os cabelos. Meu pai abraçou beijando seu pescoço, depois nos seios, sugando seus mamilos com beijos sensuais, até chegar no ventre.
Minha mãe é uma mulher bonita, ela está depilada igual uma garota. Ele beija e lambe sua buceta, aflita ela agarra seus cabelos, gemendo, revirando os olhos, louca de desejo.
Seus gemidos são excitantes. Estou com a calcinha molhada, quero gemer igual ela geme, mas não posso, tapo minha boca. Estou nervosa e agitada.
Eles mudam de posição, e fazem um 69 obsceno e muito indecente, se lambem igual cachorros no cio, depois transam na posição de “Papai & Mamãe.
Estou molhada, cheia de tesão, vendo eles fazer amor. Depois que eles gozam, continuam se beijando, sussurrando segredos entre eles. Mamãe deita de bruços, coloca um travesseiro embaixo do ventre. Estou louca de desejo.
Papai mete nela por trás, com movimentos lentos. Aflitos eles arfam, gemem, sussurram palavras de amor, gozam novamente, se abraçam depois se cobrem e apagam a luz do quarto.
Foi tenso observá-los na sua intimidade. Fiquei nervosa pingando suor, volto pro quarto pisando na ponta dos pés. Tiro a roupa, deito de bruços, me masturbo pensando neles. Gozo com a cara enfiada no travesseiro, abafando meus gemidos de desespero.
No dia seguinte, meus pais levantam sorrindo. Mamãe está cantarolando feliz da vida, rosto corado igual pimenta. Pensei com meus botões: “Também não é pra menos, eles fizeram amor gostoso”. Olhei para eles sorrindo e pensando: “Como vocês são safados”.
Quando fixei meu olhar neles, minha cara de boba me condena. Mamãe olhou pra mim, perguntando desconfiada:
- Vitória Isabel! Você está rindo de quê, com essa cara de besta!
- Não é nada mamãe! Só estou rindo de você cantando desse jeito. Estou encafifada, o que aconteceu pra você estar tão feliz! Parece até que descobriu uma mina de ouro! Ou quem sabe; sonhou com a “deusa da felicidade”! Papai me olhou de esguelha, olhou pra mãe sorrindo sem graça. Meu pai não é de muita conversa, ele terminou o café e sai apressado para trabalhar.
Mas eu sabia o motivo daquela explosão de felicidade. Fiquei feliz, sabendo que meus pais se amam de verdade. Durante muito tempo, me senti culpada, por ter traído a confiança deles. Nunca mais tive coragem de observá-los.
Aquele ano de estudos, eu me preparei para entrar na universidade. Consegui resultado positivo nas provas do Enem, e uma vaga para cursar engenharia na USP.
Meus pais ficaram contentes, transbordando felicidade. Quando Gabriel veio pro Natal, me convidou para morar com ele. Se prontificou ajudar em tudo que fosse necessário, para eu cursar a faculdade em SP.
Papai ficou enciumado, preocupado de eu morar sozinha com um homem solteiro. Muitas vezes, ouvi ele cochichar com mamãe, como cresci e fiquei uma mulher bonita. Minha mãe não tinha esse tipo de preocupação, pois ela confiava cegamente no irmão.
Eu tinha 19 anos quando fui estudar em SP. Para mim, foi a realização de um sonho. Mudar para uma cidade grande, fazer uma faculdade e ficar perto do meu amor.
Eu acordava cedo para chegar na faculdade, só voltava pra casa por volta das 18h. Gabriel sempre chegava depois das 19h, ou mais tarde. Com o tempo, veio a frustração de conviver com ele tão perto, ao mesmo tempo tão longe. Pensei que morando junto, ele me veria como uma mulher. Foi um engano. Gabriel mantinha atitude respeitosa, me tratando apenas como sua sobrinha.
Na faculdade conheci a Monica, e logo nós ficamos amigas e confidentes.
Entre meus colegas, tinha o Erik. Um cara lindo que parece ter saído de direto de um catálogo de modelos, para estudar na nossa turma.
Erik era inteligente, educado e sedutor, tinha um sorriso cínico e cara de garoto safado. Tinha 1.90 de altura, cabelo e olhos castanhos, jogava basquete e tinha um corpo atlético. Quando surgia oportunidade, ganhava uma grana fazendo comerciais de roupas esportivas. Erik começou me azarar, desde o primeiro dia do curso.
- Vitória, você está chamando atenção. Erik não tira os olhos de você.
- Eu percebi, mas não estou a fim; ele tem cara de safado.
- Qual problema Vitória! Erik é um gostoso. Dá pra ele, você vai ficar feliz.
- Eu sou apaixonada por outra pessoa.
- Ok, então me fala quem é sua paixão?
- É o Gabriel.
- Pqp, Vitória!!! Você é apaixonada pelo seu tio?
- Sou apaixonada nele desde garota... mas ele nem sabe que eu existo.
- Vi, você tem que sair urgente com Erik... pra tirar o Gabriel da cabeça.
- Monica, você está falando sério!
- Claro que estou, depois que você der a “larissinha” pra ele, nunca mais vai pensar em Gabriel. E também não vai tirar pedaço, se Erik comer sua bucetinha.
- Ai Monica, como você fala merda. Voltamos pra aula e esquecemos aquele papo. . Alguns dias depois. Monica veio com uma conversa estranha, pra cima de mim.
- Vitória, está rolando um papo; que você virou a musa da sala.
- Monica, de onde você tirou essa conversa? Não sou nada disso.
- Você é sim Vitória, bonita e muito gostosa! Está rolando até uma aposta, pra ver quem te pega primeiro. Quem será que ganha... eu aposto no Erik.
- Ai que horror! Não quero saber dessa conversa. Fiquei puta da vida com Monica, tirando sarro com minha cara.
Eu tinha percebido que meus colegas, me olhavam com caras de cachorro com fome.
- Monica, o Erik participa dessa bobeira?
- Eu duvido. Erik é um cara sério, ele não dá trela pra esse tipo de coisa.
- Vi, mulher quando está interessada... faz um monte de pergunta. Rsssss.
- Eu não estou Monica, para de bobeira. Mas depois daquele papo, comecei pensar no Erik. Ficava molhada pensando nele. Não contei pra Monica, que eu ainda era virgem.
Em casa Gabriel andava sem camisa, usava shorts folgados, exibia seu corpão sarado de academia. Eu ficava cheia de tesão, imaginado coisas indecentes. A sensação era tão intensa, que eu tinha que fugir pro meu quarto. Ficava nua deitada de bruços, me tocava. Gozava desesperada com a cara enfiada no travesseiro, para ele não ouvir meus gemidos de desespero.
Eu e Gabriel sempre conversávamos depois do jantar. Eu tinha que dar toda atenção para ele, mas depois me escondia no quarto, com a pungente sensação de estar sendo castigada, por alimentar aqueles desejos proibidos.
Na faculdade os colegas me assediavam descaradamente. Eu ignorava aqueles olhares lascivos, apenas Erik tinha espaço nos meus pensamentos.
Dias depois, em uma sexta feira, Monica me alertou.
- Vitória! Erik está lá fora, acho que está esperando você sair.
- Monica, esse safado não desiste; vou dar um fora nele.
- Deixa de ser burra Vitória, dá uma chance pro Erik. Você precisa esquecer o Gabriel. Aproveita Amiga, dá uma chance pro cara. Eu hoje vou sair um boy lindo de morrer, estou cheia de tesão nele. Monica se despediu e foi embora.
Quando ela se afastou. Erik se aproximou sorrindo, com aquela cara de safado.
- Vitória, aceita tomar um chope comigo?
- Eu aceito, mas só um.
- Conheço um barzinho legal aqui perto. Vamos!
- O que você quer comigo? “Ai Vitória! Como você é burra... ele quer te comer”.
- Me dá uma chance Vitória. Lá tem chope gelado e um galeto delicioso. Insistiu.
Havia dias que eu pensava nele cheia de desejo. Erik me puxou pelo cabelo e tascou um beijo na minha boca. Sabe quando o cara enrola seu cabelo na mão, e te pega com brutalidade, tipo homem das cavernas. Aquele beijo durou minutos, me deixou sem fôlego, de pernas bambas, com minha calcinha molhada.
- Vitória, você está me deixando louco, cheio de tesão.
- Eu sei! Você é muito insistente. Erik me beijou de novo, seu beijo me deixou tonta.
- Vitória, eu quero você e você também quer.
- De onde você tirou isso! “Que desculpa besta”. Eu estava louca por ele. Olhei pra ele embasbacada, ele me puxando pela mão, me levando não sei para onde. Eu fui com ele.
- Vitória, desde que começamos o curso, não paro de pensar em você.
- Erik, não acredito em uma palavra sua... você tem cara de safado.
- Mas eu sou safado, e me pegou pelo cabelo; me beijando com urgência. Suas mãos quentes, apertavam meu quadril. Estremeci com a calcinha molhada.
Nosso galeto chegou, interrompemos os beijos comer.
- Puxa vida, Vitória! Dá gosto de ver você devorar esse galeto. Um não vai dar pra nós dois, vamos pedir outro.
- Então pede, estou faminta; você não? Ficamos no barzinho até às 21h, depois fomos pro apto dele. Erik morava há alguns quarteirões da universidade. Quando chegamos ele me beijou. Eu estava tensa, tremendo, sabendo que seria minha primeira vez.
- Espera Erik! “Minha voz saiu entrecortada”.
- Fala minha gatinha gostosa.
- Eu sou virgem. Nunca fiz sexo.
- Não acredito! Você está brincando comigo, isso é sério?
- É sério... eu nunca transei.
- Ralaxa Vitória, vamos devagar. Erik foi gentil e carinhoso comigo.
- Quero tomar um banho, estou toda suada.
- Eu quero você suada. Gosto do cheiro natural de fêmea gostosa.
- Erik, isso é coisa de tarado. Eu estava em pé, ele acariciando minhas coxas, com suas mãos quentes, tirou minha calcinha devagar, passou os dedos na minha entrada, se lambuzando do meu mel.
- Que delicia Vitória, você está meladinha. Estremeci excitada, quando ele levou os dedos na boca, chupando o mel da minha buceta. Ele começou me beijar e me lamber por cima do vestido. Fiquei na ponta dos pés, descontrolada, segurando seus cabelos, ele esfregando o nariz no botão do meu grelo.
- Vitória você é linda demais, puta de uma gostosa. Tirou meu vestido fiquei nua. Ele tirou o short junto com a cueca. Seu pau rígido pulou pra fora, aquele pinto tinha mais de 20 cm, era grande e grosso, muito bonito, cheio de veias pulsantes, cabeça avermelhada igual um morango maduro. Estava inchado, duro como uma rocha.
Eu estava de água na boca, hipnotizada naquele pinto duro, doida pra colocar na boca. Erik me pegou pelo cabelo, esfregando a cabeça do pau na minha boca.
- Nunca vi um pinto tão lindo. Eu nunca chupei... você me ensina. Falei toda manhosa.
- Caralho gatinha... falando assim você acaba comigo. Lambe a cabeça devagar, coloca na boca com carinho, sua vadia gostosa.
- Sua buceta é a coisa mais linda que já vi, vou te lamber toda... sua gostosa.
Erik me deitou em cima dele na posição “69”, abrindo minha bunda com aquelas mãos enormes. Segurei seu pinto com as duas mãos, levei na boca, chupando devagar. Começou lamber minha xoxota meladinha... aquilo era indecente e gostoso... muito... gostoso.
- Aiiiiiii Erik, delicia seu pau... hummmm safado gostoso... chupa minha bucetinha... chupa seu cachorro... hummmmm... isso é muito gostoso... aiiiiiiiiiiii delicia esse pinto... aiiiiiinnn... safado me chupa gostoso... aiiiiinnnnn... não vou agüentar... aiiiiiiiii safado... eu vou... vouuuu gozzz... aiiiiinnnnn... gozzzzzeeeeiiiiiiii.
Senti um fluxo quente sair de mim e melar o rosto dele. Erik sugava o melzinho, sussurrando que eu era uma puta gostosa, que ele ia gozar. Tirei seu pau da boca e como um vulcão em erupção, ele expeliu jatos e mais jatos de leite na minha boca, no meu pescoço, lambuzando meu rosto, com seu leite cremoso. Comecei lamber sentindo o gosto de porra pela primeira vez, deixando ele todo molhado de saliva.
Caímos de lado, ofegantes, eu mal conseguia respirar. Erik tinha acabado de gozar, e continuava duro igual uma rocha. Ele me beijou e seu beijo tinha gosto de buceta, aquilo me deixou excitada. Começou beijar meus pés, esfregando o pau neles, lambendo minhas pernas, me chupando, igual um cachorro no cio. Me segurou pelo quadril, abriu minhas pernas. Pincelando o pau na minha entrada, a cabeça molhada deslizava com meu fluxo, ele empurrou devagar entrou apertado. Suas mãos fortes me seguravam, ele entrou um pouco.
Senti seu pau grosso me abrindo, me esticando, me deixando alucinada.
- Erik, por favorrrr... põe devagar... tá doendo. Eu suava agarrada no lençol.
- Caralho gatinha, que bucetinha apertada. Suas mãos fortes me puxavam, enterrando o pau grosso na minha carne, me abrindo, me rasgando, preenchendo minha buceta.
- Aiii porrr favorrr... coloca devagar! Cada cm que ele entrava, me rasgava, me invadia, me deflorando, tirando minha virgindade.
- Aiiiiiiii... Erik tira um pouquinho, tá doendo muito.
- Fica quieta sua vadia gostosa. Eu sei que você está doida pra dar a bucetinha... nesse momento, ele puxou firme, colocando tudo, rebentando meu cabaço.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiii... filho da puta... tá doendo muito... você me deflorou.
Erik ficou parado, acariciando meu rosto, me tranqüilizando, com pau atolado até no talo. Acariciando meu clitóris com suavidade, uma onda de prazer tomou conta de mim. Foi muito excitante, ver aquele pinto grosso dentro de mim, me possuindo, me preenchendo, me deixando louca. Erik estava sendo gentil e carinhoso. E eu, desesperada de tesão.
Foi uma dor mais deliciosa, que eu senti na vida.
- Aiiiiii Erik... põe devagar... isso é muitoooo gostoso. Ele me puxou pelo quadril, seus dedos afundavam na minha carne macia, ele socava com força e tirava devagar, repetia de novo, levando embora minha razão. Eu gritava desesperada, louca por aquele macho gostoso, pedindo pra ele socar com força. Queria que ele me fodesse igual uma puta.
- Aiiiiii safado... me fode com força... come minha bucetinha... aiiiiinnnnn cachorro safado... rasga minha buceta... eu quero com força... enfia tudo.
- O que você quer... sua vadiazinha gostosa...
- Quero que você come minha bucetinha... me fode seu cachorro... soca tudo safado... eu quero... com força.
- Vitória, como você é gulosa. Fala o que você quer... fala sua putinha safada.
- Quero pinto grosso... quero que você rasga minha buceta... aiiiiiiiinnnn safado... quero que você me fode igual uma puta... aiiiiinnn Pqp... que pinto gostoso... mete seu cachorro.
- Erik, rasga minha bucetinha... mete... mete tudo...rasga seu safado...
- Puta que pariu, que buceta apertada... caralho gatinha você é demais... eu vou gozar. Senti sua ejaculação me esquentar por dentro, me levando para mais um orgasmo.
- Aiiiiiiii Erik... não faz isso comigo... não faz... s a f a d o... aiiiiinnnn vouuuu gozzz... gozzz... hummmm eu vou gozzz... aiiiiiiiiinnnn vouuu... gozzzzzzaaaarrrr.
Caímos abraçados, suados, exaustos, esperando nossa respiração voltar ao normal.
Erik foi um amor comigo, ele foi tudo que uma garota sonha, para sua primeira vez. Levantei tapando a xana, e fui tomar um banho.
- Plaft... me deu um tapa na bunda. Levei um susto foi inesperado.
- Vai gatinha gostosa, se lava direitinho. Quero essa buceta bem cheirosa. Sorri toda boba, olhando aquele macho, que acabou de me deflorar. Erik me fez gozar, como eu nunca tinha gozado. Eu estava louca naquele macho lindo e gostoso.
Erik abriu uma garrafa de Prosecco Brut Rose, e serviu duas taças. Ficamos relaxados, os dois nus no sofá. Eu sentada com as pernas no colo dele, degustando o espumante delicioso, curtindo aquela paixão louca. Entendi por que minha mãe levantava feliz da vida, depois de uma noite intensa de amor.
Erik mexia nos meus cabelos, me deixando arrepiada com seus toques sensuais. Ele me levou pra cama, levantou minhas pernas, apoiou meus pés na borda da cama. Eu estava super excitada, toda aberta para ele. Erik derramou espumante nos meus seios, no meu ventre, e na minha buceta. Começou me beijar transferindo espumante através do beijo, me chupou molhada de espumante. Aflita agarrei seus cabelos, levando um banho de língua daquele gato gostoso.
- Ai safado... não faz isso comigo... você quer me matar de tesão... ele me colocou de quatro na beirada da cama, abrindo meus grandes lábios, me lambendo, me chupando.
- Abre essa buceta sua putinha gostosa. Coloquei as mão para trás abrindo, ele enfiou a língua me chupando, mordendo minha bunda, lambendo meu cuzinho, com sua língua quente.
- Ah safado não faz isso comigo... ahiiiiiinnn E r i k... você é um cachorro safado.
- Plaft... Plaft... Plaft... safada... você tem uma buceta deliciosa.
Nunca senti tanta tesão em apanhar na bunda. Erik beijou, me lambeu, chupou meu cu, aquilo me deixou desorientada. Estapeou minha bunda, enfiou o polegar no meu cu, entrou apertado. Eu não tinha para onde fugir, numa reação instintiva tranquei apertando o dedo dele.
- Ahhh... você gosta disso, não é sua putinha... fala.
- Não gosto, não! Isso dói... tira... tira... seu safado... Erik tirou.
- Plaft... safada, vagabunda, você vai me dar esse cuzinho.
- Não, isso dói... só deixo na buceta. Cada tapa me deixava com mais tesão.
Erik abriu minhas pernas, esfregou a cabeça do pau na minha entrada e socou por trás. Me puxando com brutalidade, socou tudo de uma vez. Eu estava molhada, entrou até no saco. Minha xana estava quente e inchada, latejando de tanto levar piroca.
- Aiiiiiii seu cachorro filho da puta... não faz isso... assim eu não gosto.
- Shiiiuuuu... toma na buceta e fica quieta. Erik me segurou pelo quadril, tirava e socava dando estocadas firmes, igual um cavalo cobrindo uma égua.
- Toma na buceta... você gosta... não é sua putinha.
- Aiiiii Erik... não faz isso comigo... aiiiiii amor não faz... isso é maldade... quero que você me fode gostoso... coloca tudo safado... aiiiiiinnnn... coloca tudinho... me fode bem gostoso... aiiiii amor... eu quero bem gostoso.
- Vitória... você é uma putinha safada... fala que é minha puta... fala...
- Eu não sou puta... não sou... Erik socava bruto igual um animal, avisou que ia gozar.
- Vaiiiii safado, soca tudo... aiiinnnnn eu vouuu... aiiiiiiii vou gozzz... gozeiiiii.
Depois daquela trepada indecente. Erik deitou do meu lado e tiramos uma soneca para relaxar. Já passava das 23h, fui tomar um banho. Quando voltei, Erik estava deitado tranqüilo.
Fiquei encantada olhando aquele homem lindo e carinhoso, que tinha me feito gozar um monte de vezes. Eu mal acreditava que tinha acontecido comigo.
Meu coração estava acelerado. Eu estava apaixonada naquele homem lindo e gostoso. Eu tinha acabado de transar. Gostei de fazer sexo, gostei de sentir prazer, gostei de ser fodida, e mais... adorei gozar. Agora eu me sentia uma mulher completa.
Relaxada deitei ao lado dele e adormeci. Quando despertei novamente, passava de 1h da manhã. Erik continuava dormindo tranqüilo, relaxado, de pau mole. Lembrando cada momento de ternura entre nós. Momentos de paixão, beijos de tirar o fôlego, trepadas indecentes, acordei com desejo louco de transar novamente.
Comecei beijar seu peito, beijos lentos e sensuais. Erik mexeu na cama. Lambo seus mamilos, mamando nele igual uma gatinha nova. Ele ficou arrepiado com os pelos eriçados. Continuo beijando, ele remexe na cama, mas ainda dorme.
Preciso acordá-lo, pego seu pinto mole e coloco na boca. Dá uma sensação deliciosa, fazer o pinto despertar, crescer lentamente, inchar, endurecer dentro da sua boca.
Erik desperta acariciando meus cabelos.
- Caralho... que vadia safada. Nunca fui despertado com um boquete. Desculpa gatinha, mas preciso ir no banheiro.
Erik voltou renovado, me beijando na boca, querendo me pegar.
- Deita de barriga pra cima e fica quieto, e não me toca seu safado... agora eu que toco em você. Coloca as mãos atrás da cabeça, sentando ao lado dele, acariciando seu corpo.
Erik estava tenso, era visível seu desconforto. Ele nunca tinha passado pela situação de ser dominado. Tentou me pegar novamente.
- Plaft... dei um tapa forte no pinto dele.
- Escuta seu cachorro fedorento! Não me toca, ouviu! Só eu posso tocar você!
Erik arregalou os olhos, espantado. Levou a mão no pau, sentindo o calor do tapa. Seu membro inchado, estava duro como uma rocha. Continuei acariciá-lo com a ponta dos dedos, arranhando seu tórax com minhas unhas afiadas. Meus toques o deixavam arrepiado, seus pelos eriçados.
Fui na cozinha dele, peguei um garfo; voltei sentando nua sobre seu membro dele. Erik olhou assustado.
- Coloque as mãos atrás da cabeça, e não se mexe. Se desobedecer vou te bater, vou machucar esse pinto sujo... seu cachorro safado. Ele tentou me agarrar novamente.
- Plaft... Plaft... bati nele de novo.
- Porra Vitória... isso dói pra caralho. Seu pinto estava em pé, apontado pra cima, marcado de vermelho, mas estava rígido igual uma pedra.
- É pra doer mesmo, fica quieto seu puto safado... agora você vai obedecer, ou vou bater na sua cara. Escolhe o que vai ser... seu cachorro fedorento... safado! Mantém as mãos onde mandei, agora fala se me entendeu?
- Eu entendi que você é uma puta. Uma vagabunda que não tem coragem para isso.
- Plaft... um tapa na cara. Erik, você é só um cachorro fedorento. Sentei no colo dele, esfregando a buceta melada no seu pau. Erik gemeu excitado.
- Caralho, isso é uma delicia.
- Plaft... Plaft... Plaft... na cara dele. Erik me olhava estático, assustado. Não acreditava que estava apanhando de uma garota bonita. Continuei me esfregando nele.
- Agora seu cachorro safado. Você vai obedecer ou quer continuar apanhando na cara. Fala seu cachorro fedorento. Eu estava excitada, toda molhada. O pau dele latejava vivo, pulsando na minha entrada. Continuei arranhado seu peito, seu ventre, seu pinto duro com a ponta do garfo.
- Para sua puta safada... o que você vai fazer com isso? Gritou apavorado.
- Shiiiuuuu... fica quieto, se não quiser apanhar mais. Disse arranhando sua virilha. Segurei seu pau pela cabeça, arranhando seu comprimento. Era uma sensação estranha dominar aquele macho tesudo. Comecei chupá-lo. Erik quis me segurar.
- Plaft... mantem as mãos atrás da cabeça, e não me toca seu cachorro sujo.
Continuei mamando naquele pau gostoso, mordendo sua cabeça suavemente, depois engolindo tudo. Tirava da boca, chupava suas bolas, engolia tudo deixando ele todo babado.
- Caralho Vitória... você é muito gostosa... vou gozar. Tirei da boca, espetando de leve, o garfo no pau dele. - Não, de jeito nenhum. Segura essa porra! Só vai gozar quando eu deixar.
- Porra Vitória, você quer me matar de tesão... é isso que você quer sua puta do caralho.
- Plaft... outro tapa na cara. Escuta aqui seu cachorro fedorento... obedece. Só vai gozar quando eu deixar. Subi em cima dele, encaixei a pau na minha entrada e fui descendo devagar, engolindo seu pinto. Eu estava molhada, entrou tudo.
- Ai amor... que delicia entrou tudinho... me dá sua mão, agora você vai ser meu cavalinho. Vou te montar sem sela, cavalgar em você. Seu cavalo filho da puta.
- Puta que pariu, que putinha safada! Caralho de buceta gostosa. Eu subia e descia devagar, engolindo sua pica dura, cavalgando.
- Vai cavalinho... dá popada... vai cavalinho... me fode seu cavalo... hummm que piroca gostosa.
- Vitória... quem te ensinou ser assim tão safada?
- Você me ensinou... aiiiiiiiiinnnn... cavalinho... soca pra cima... goza na minha buceta... goza gostoso... quero leite do meu cavalinho... quero na buceta... vaiiiiiiiii cavalinho safado goza... aiiiiiiiiinnnn mete cavalinho.... eu vou gozzz... aiiiiiiiiinnnn hummm gozeiiiiiiii.
Caimos abraçados, suados, exaustos de tanto foder. Esperando nossa respiração voltar ao normal. Eu beijando o rosto dele, completamente apaixonada naquele homem gostoso. Levantei da cama tapando a vagina para reter os fluidos, trocando as pernas com meu corpo mole, com uma sensação de fraqueza extrema. Já passava das 2h, dormimos abraçados igual um casal de namorados.
Levantei às 9h, com cheiro do café perfumando o ambiente. Erik levantou cedo. Comprou pão fresco, fez café preto, pão com manteiga, queijo minas. Tomamos o café da manhã em silencio. O clima de sensualidade entre nós era intenso. Erik quebrou o silêncio:
- Gatinha, o que foi aquilo ontem! Você acabou comigo. Comecei rir dele.
- Erik, acha que só você gosta de bater! Agora você é meu cavalinho gostoso. Ele me puxou pelo cabelo e me beijou na boca. Aquele beijo sensual com gosto de café, logo de manhã, me deixou acesa. Erik agachou lambendo minhas pernas. Retribui acariciando seus cabelos, ficamos nus e fomos pra cama.
Erik começou me beijar, chupar meus mamilos que estavam sensíveis, minha xoxota estava vermelha, sensível de tanto transar. Quando ele me tocou logo de manhã, fiquei toda molhada, transamos na posição “Papai & Mamãe”. Ele me colocou de quatro, puxando meus cabelos, metendo tudo, repetidas vezes igual um cachorro no cio.
Perdi a conta quantas vezes gozamos. Eu estava feliz de transar com ele, fiquei suada e fui tomar outro banho. Erik me chamou para almoçar, fomos no mesmo barzinho.
Pedi uma comida simples, macarrão no alho e óleo e coca-cola.
Erik me olhava com desejo, sua expressão era de completa felicidade.
- Vitória, desde que começamos o curso, você me deixou louco de tesão..
- Sei... agora que você conseguiu. Não está mais louco, não é!
- Pelo contrário gatinha. Estou apaixonado por você. Quando posso de ver de novo?
- Não sei... vou pensar no seu caso. Despedi dele com um beijo na boca e fui embora.
Quando cheguei em casa, já passava de 13.40h. O aptº. estava vazio, Gabriel deve ter saído para almoçar fora. Fui pro meu quarto, troquei de roupa. Eu estava destruída, deitei para relaxar e peguei no sono. Acordei às 17h, tomei um banho e fui fazer o jantar.
Gabriel chegou às 19h.
- Vitória, fiquei preocupado contigo, você saiu com sua amiga?
- Ficamos em casa. Pedimos pizza, assistimos filmes românticos, “mentira”. Estou precisando relaxar, esse curso exige demais da minha cabeça.
- Vitória, você é uma garota que chama atenção. Os caras daqui não brincam em serviço, é perigoso.
- Gabriel, você está ficando ciumento igual meu pai.
- Vitória, não estou com ciúmes. Eu prometi pra Affife, cuidar de você. Enquanto estiver morando comigo, acho meu dever te alertar, em relação aos perigos aqui de SP.
- Pode deixar, quando eu sair de noite, vou tomar cuidado. “Ele acha que eu chamo atenção”. Depois que comecei transar com Erik, nunca mais pensei no Gabriel como homem.
Aquele amor proibido, evaporou da minha cabeça, como um passe de mágica.
Erik despertou em mim, uma mulher sedenta pelo prazer. Depois de uma noite inteira transando, eu não tirava ele da cabeça. Só pensava naquele pau gostoso, que me deixou destruída. Ele me fez gozar, como eu nunca tinha gozado.
Segunda feira na faculdade, as aulas transcorreram normais. Depois daquele fim de semana incrível, Erik me olhava de longe, com um sorriso de “vitória” estampado no rosto.
Eu e Monica fomos tomar um café, e conversar durante o intervalo, para espairecer.
- Vitória, você está corada igual pimenta; a farra deve ter sido boa! Vai amiga! Me conta tudo... Erik comeu essa xoxotinha.
- Cala boca, Monica! Você quer me matar de vergonha.
- Ah que coisa mais meiga. Você é minha amiga, desembucha logo sua vadia.
- Monica, ele é muito, muito gostoso. Só voltei pra casa domingo de tarde.
- O quê? Você tem que me contar tudo. Ele manda bem? Você gozou?
- Amiga, ele tem um pau delicia. Não sei quantas vezes... perdi a conta. Estou completamente louca por ele!
- Vi, como é o pau dele. Quero saber os detalhes sujo de vocês dois.
- Por que você quer saber? Aquele pau é meu... só meu! Tira seu olho gordo do Erik, não vou deixar nenhuma biscate pegar nele. Não enquanto estiver comigo.
- Que horror, Vitória! Quando você ficou ciumenta e possessiva; você nem queria sair com cara.
- Mas eu saí... agora ele é meu... só meu!
Continua no capitulo II
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