Pedro está na seca há uma semana.
Sim, meus amigos, ele está!
‘Como assim, narrador!? Ele não é casado? E a mulher dele?’
Acontece que a sogra de Pedro está hospitalizada desde segunda e a mulher de Pedro é a única filha que vive em São Paulo e que pode acompanhar a mãe nessas situações.
É claro que a senhora está em um bom hospital e com assistência de bons cuidadores, mas a esposa de Pedro, sendo uma filha muito amorosa, jamais deixaria sua genitora sem assistência. Por isso tem passado as noites no hospital na companhia de sua mãe.
Eis que é sexta de manhã. 12 de julho. Uma data romântica. Pedro está em seu escritório e resolve fazer uma surpresa para sua amada. Naquela hora ela deve estar no escritório, absorta entre processos e recursos, sendo assim resolve enviar flores. Porém é interrompido pela secretaria:
- S. Pedro, o senhor recebeu o email do S. Cláudio? Ele está ao telefone cobrando uma resposta, o que eu digo?
- Diga que eu já estou no escritório e que logo respondo a ele. Ainda estou avaliando o caso.
Pedro tinha uma demanda, não tão urgente, sobre a reforma de um restaurante. Porém o cliente é daqueles muito ansiosos, que quer tudo para ontem com primeiro pagamento para o ano que vem. Enfim, Pedro abre os emails, responde o que é preciso e resolve dar uma olhada nos emails pessoais.
E não é que Pedro fica surpreso quando recebe uma resposta que ele nem esperava mais! Não por conta do menino, Pedro sabe que ele é tão atarefado quanto qualquer um, mas por conta do conteúdo que Pedro havia anexado ao seu último email.
Sim, Pedro consegue ser bem safado sem ser muito explícito. Digamos que ele goste de instigar.
Mas talvez Pedro tenha ido longe demais dessa vez. O carinha sempre foi muito comedido. Sem nudes, sem muitas trocas mais picantes… “Vai que eu assustei a criança!?”
Porém a resposta que veio dessa vez, deixou Pedro de queixo caído! “Não é que o rapaz tem potencial!” Pedro ficou em choque ao ler aquelas safadezas.
Sabe quando você lê tão rápido e com tamanha avidez que precisa ler umas 3 vezes por não acreditar no que está lendo?
‘Então eu vou fazer assim, e vou dizer isso, e você vai fazer aquilo, e será assim e assado…’
Pedro ficou embasbacado e extremamente excitado. O coração parecia que saltaria para fora do peito! Cardio feito com sucesso em 1 minuto de leitura! Pau estralando dentro da calça. “Meu deus, esse cara quer me matar de tesão!”.
No que entra a secretária pela porta:
- S. Pedro… E interrompe a frase. Ambos se olham.
- Que cara é essa, S. Pedro? E deu um sorrisinho safado porém condescendente.
Jaque é funcionária do escritório desde o início das atividades. Pedro a tem quase como uma cúmplice. Extremamente eficiente, sagaz, inteligente, esperta e principalmente: discreta. Ela é uma menina morena, cerca de 1,75, cabelo cacheado, olhos negros, magra, corpo lindo. E, embora Pedro já tivesse visto fotos dela de biquini na praia, corpo escultural, acompanhada de um moreno alto, malhado, cabeça raspada, pinta de lutador, igualmente delicioso, o que fez Pedro fantasiar um ménage, a relação dos dois sempre foi de muito respeito e profissionalismo.
- Nada não, Jaque.
- Aham, sei! Mais um risinho contido. O S. vai querer o que para o almoço?
- Hoje eu vou almoçar fora, tenho um compromisso.
- Tudo bem! E saiu a perguntar aos outros colegas de escritórios suas preferências para os pedidos.
Naquela manhã Pedro não conseguiu se concentrar no trabalho. Sua mente estava naquele universo paralelo que ele havia criado junto de seu amigo escritor. Ele estava lá, naquele quarto de hotel, vivenciando aquela experiência tão desejada. Apreciando aquela rola, que embora nunca tenha visto, sabia pelas palavras do dono, ser cabeçuda. O que o deixava mais doido de tesão!
“Nossa, ele não fez isso comigo!?”, “Uma semana sem dar uma!”, “Vem ele me mandar isso!?”, “Caralho, se eu pego ele eu parto ele no meio!”, “Nós dois íamos virar uma coisa só!”, “Eu ia engolir ele de todas as formas possíveis e imagináveis”, “Eu ia chamar ele de puto, de vadio, de safado, do caralho a 4!”, “Eu ia xingar ele de tudo quanto é nome!”, “Eu ía bater na cara dele com meu pau até a cara dele ficar vermelha!”
Pedro já estava a ponto de arrancar a massa corrida do revestimento das paredes do escritório com as próprias unhas quando toca o telefone.
- Alô? Oi Cláudio! Sim, já estou com a sua planta aqui aberta na minha tela sim! Pode deixar que ainda hoje eu já começo a fazer as adaptações que você descreveu no email…
Terminada a ligação, e Pedro já menos ofegante e mais calmo, olha o relógio no canto da tela: 11:40. “Hora de sair em busca das rosas!”
Pedro sai do escritório já tendo em mente o que deseja enviar a sua esposa: uma dúzia de rosas vermelhas! Resolveu dirigir até um shopping nas proximidades, local onde o maps indicou haver uma floricultura. Entrando no local sentiu a necessidade de ir ao banheiro. Pedro é um homem muito hidratado, logo, mijão hahahaha.
Ao entrar no banheiro do shopping ele percebe dois carinhas mais jovens no mictório, o lugar estava vazio, mas eles estavam um ao lado do outro. Pedro, com a cabeça sempre cheia, posicionou-se 2 mictórios afastado dos rapazes e começou a se aliviar. Nisso ele percebeu que os carinhas fizeram um sinal para ele. No que Pedro distraído olha, eles estavam de pau duro, balançando e chamando Pedro. E, meus caros leitores, que paus têm esses novinhos! O que está acontecendo, estão tomando fermento!?
O pau de Pedro já deu sinais na mesma hora! Ele ficou confuso. Sentiu um misto de excitação, curiosidade, medo, tesão. “Nossa, sempre quis isso e agora o que eu faço!?”. Pedro olhou para trás dos meninos e viu a porta do reservado aberta. Foi direto para lá e ficou observando.
Um dos meninos fez menção de seguir Pedro, mas ele fechou a porta. O menino recuou. Pedro abriu uma fresta da porta e espiou. Os meninos fizeram sinal com a cabeça, mas Pedro fez que ‘não’, então eles seguiram se tocando enquanto Pedro batia uma e espiava a situação pela fresta da porta.
Não sei se pelo tesão da situação, ou por força da porra acumulada de uma semana, Pedro gozou super rápido. Melou toda a divisória do reservado. A porra escorreu até o chão, formando uma poça. Pedro fechou a porta, limpou seu pau, saiu rapidamente do reservado, lavou as mão e foi direto para a floricultura, sem olhar para trás.
Na floricultura Pedro foi atendido por uma moça muito bonita e sorridente. Cabelo castanho claro, liso, preso em um rabo de cavalo, olhos azuis, avental bege em contraste com o macacão verde escuro do uniforme que não valorizava muito os seus quadris, que eram largos e lindos!
- Pois não, como posso ajudar?
- Oi, eu quero uma dúzia de rosas vermelhas.
- Abertas ou em botão?
Pedro não havia pensado nessa possibilidade e pediu para ver.
A moça trouxe um botão e Pedro ficou encantado. Aquela bela peça da natureza, redondo, formato de gota, um morango, vermelho, quase pulsante como a cabeça do pau que o tirou do sério logo cedo…
- Então, o s. vai querer abertas ou em botões? Pergunta a moça o trazendo para a realidade imediatamente.
- Botões, com certeza botões! E sorri.
Ao sair da loja Pedro passa por um quiosque de casquinhas do Mac, no qual uma fila se formava. Reconhece um moletom amarelo com a figura do pikachu. Ao seu lado o moletom azul. Ambos os garotos do banheiro. Agora ali, de mãos dadas e aos beijinhos com duas meninas, muito bonitas por sinal, magrinhas, cabelos lisos, shortinhos tão ‘shortinhos’ que nem pareciam roupas de sair de casa. Pedro ri, sacode a cabeça e vai até o estacionamento. “Preciso voltar ao escritório.
**
Era por volta das 19 quando Pedro chegou em casa. Sua esposa estava terminando de pôr a mesa. Ela havia encomendado no restaurante de um chefe amigo do casal, um jantar para dois, em comemoração ao dia dos namorados. Também por razão de estar feliz, já que sua mãe havia tido alta naquela mesma tarde. Pedro, que já sabia da notícia, estava animado. “É hoje!”
Ele entrega as rosas a ela, que vai até a cozinha em busca de um vaso. Pedro, por sua vez, vai em busca de um banho. Dia agitado.
Banho tomado, jantar posto, comida divina, ambos estão sentados no sofá da sala apreciando um vinho e assistindo a abertura da copa quando ela coloca os pés no colo de Pedro.
- Amor, faz uma massagem?
- Mas é claro! Eu amo esses pés!
Pedro olha para ela com aquele olhar safado de quem quer fazer bem mais do que uma simples massagem, no que ela retribui e começa a brincar com os pés no colo de Pedro.
Pedro está com um pijama de seda e seu pau já começa a dar sinais.
Ela vai atiçando o pau dele com seus pés de modo que a ferramenta já está em ponto de bala. Ele tira a parte de cima do pijama. Ela leva o pé até a boca dele. Ele beija, lambe, saboreia cada detalhe daquele delicioso pé.
Agora, com os dedos dos pés cheios de saliva, ela busca o mamilo de Pedro, que geme alto. “Que tesão!” Enquanto o outro pé segue acariciando o pau de Pedro por cima da seda, que já está toda melada da baba do pau.
Pedro coloca ambas as mãos atrás da cabeça e fala:
- Hoje eu sou o seu presente!
- Ah é!?
- Sim!
- E eu posso fazer o que eu quiser!?
- Pode!
“Se ela soubesse o que eu quero ela me dedava agora!” Pensou Pedro.
- Então tira esse shorts! Ela ordenou.
Pedro obedece, no que seu pau salta apontado para o teto, duro, pulsante, melado, vermelho de tesão. Então, com os dois pés ela começa a massagear o membro de Pedro, lentamente, da cabeça ao saco, subindo e descendo. Pedro ali, jogado no sofá, mãos atrás da cabeça. Observando aquela cena que o deixava cada vez mais doido de tesão.
Ela olha pra ele e pergunta:
- Tá gostoso, amor?
- Muito!
- Então aproveita e assiste o jogo enquanto eu faço o resto!
Pedro fecha os olhos, joga a cabeça para trás e se entrega ao prazer daqueles pés maravilhosos. “Que se foda esse jogo!”
Não demora muito sua mulher já está nua, aquela pele branca, linda, doce, suave e macia ao toque, aquele aroma de pêra que sempre o deixa inebriado! Ela vem por cima de Pedro, monta nele, com uma mão em seu ombro e a outra em seu pau, o encaixa nela. Ela já está toda molhadinha.
Pedro tira o cabelo de seu rosto, a olha nos olhos com carinho e saudade, “Uma semana já…”, e a beija com paixão. Um beijo longo, línguas que se buscam com desejo, com vontade. Bocas que se comem até que falte o fôlego e ambos fiquem ofegantes.
As mãos de Pedro percorrem aquele corpo quente. A acariciar seus peitos, seus quadris, como que a forçar a união dos dois sexos. Como se fosse possível que um estivesse mais colado ao outro. Que de alguma forma um pudesse se fundir ao outro em prazer e gozo.
O pau dele sendo acariciado pelas contrações vaginais que ela domina pelos anos de prática de yoga e outras técnicas que Pedro já nem lembra mais os nomes estranhos que têm. A grutinha dela sendo totalmente preenchida pelo pau grosso, pulsante e melado de Pedro, que tentava chegar cada vez mais fundo naquele oásis de prazer.
Um comendo o outro de todas as formas possíveis e imagináveis. Pele com pele, sexo com sexo, tão juntos, tão colados, tão friccionados que ambos explodem em prazer!
O gozo vem para ambos, farto, sem restrições, sem cerimônias, sem atrasos ou esperas. Só vem, natural, espontâneo, simultâneo, como deve ser, com total entrega de cada um ao seu prazer e ao prazer do outro.
Total sintonia!
