O Padre Angolano

Um conto erótico de Toni777
Categoria: Heterossexual
Contém 1614 palavras
Data: 13/06/2026 15:26:37
Última revisão: 13/06/2026 22:55:15

O padre angolano

Frequento a igreja aqui do bairro. Como fiz umas safadezas no final de semana, fiquei com vontade de falar com o padre Alfredo, em confissão. Então no sábado pela manhã fui à missa especial. Quando entrei, a missa já havia começado e para o meu espanto, não era o padre Alfredo que estava celebrando. Depois contarei melhor alguns detalhes sobre padre Alfredo. Mas vamos lá, fiquei muito chateado por não ver o padre da paróquia oficiando a missa naquela manhã. Na verdade, fazia um tempinho que não ia à missa. Olhei para a entrada da igreja e vi uma das irmãs que eu já conhecia, levantei-me e fui andando pela lateral, para não atrapalhar a missa. Era a irmã Benedita. Cheguei perto dela e perguntei pelo padre Alfredo. Ela disse que o padre precisou com urgência fazer uns exames de última hora, na capital, pois estava sentindo fortes dores no abdômen. E a Diocese enviou o padre Eusébio, recém chegado de Angola, para o substituir, enquanto ele estivesse na capital fazendo os exames de saúde. Não teria outra saída a não ser me confessar com o novo padre. Esperei até o final da missa e fui direto para o confessionário, que fica num canto reservado, ao lado do púlpito. Eu sempre gostei desse local, diferente de outras igrejas que já visitei. Quem está nos bancos da igreja não consegue ver as movimentações do confessionário, é bem discreto. Eu fiz um sinal para o padre, chamando-o, ele já estava se dirigindo para a sacristia e se deteve, vindo em minha direção. A igreja já estava ficando vazia, não tinha muita gente nessa missa. As duas irmãs já estavam fechando as portas, deixando apenas as portas laterais abertas.

O padre veio falar comigo. Ele era muito grandão, negro, uma cor muito bonita, sorriso farto e com aquele sotaque curioso mais chegado ao português de Portugal. Disse para ele que precisava me confessar. Ele apontou para o confessionário e eu rapidamente entrei. Ouvi a porta do confessionário do lado do padre se fechar e pela treliça que fica entre as duas cabines percebi que ele tinha se sentado. Comecei a falar o que tinha acontecido. "Padre, peço desculpa por dar trabalho ao senhor, mas não sabia que o padre Alfredo tinha se ausentado. Estava precisando muito falar." Ele disse: "Estou aqui para ajudar a todos os que procurem por um aconselhamento ou uma ajuda, filho". Eu comecei a falar: "Padre, eu gosto de ver revistas de sexo. E quando vejo as fotos, me masturbo". O padre disse: "Desde quando isso acontece? Você tem revistas com que tipo de fotos, filho?" Eu expliquei: "São umas revistas antigas, suecas. São homens e mulheres. São de sexo explícito. Desde pequeno que eu vejo essas revistas. Uma empregada de uma tia minha me mostrou. Eu fiquei gostando. A primeira revista que eu vi tinha um homem gozando na boca de uma mulher. O esperma dele era muito branco. Eu fiquei muito impressionado." O padre deu uns pigarros. Eu tentei olhar pela treliça mas dava para ver muito pouco do que estava acontecendo do outro lado. Mas fiquei espantado quando vi a mão do padre angolano mexendo na batina, a visão era muito prejudicada pela treliça, mas conseguia ver um movimento perto da parte genital dele. Meu coração começou a bater mais forte! Será que esse padre era safado? Eu então tomei coragem para falar com mais detalhes das coisas que eu fazia, e a partir dali fiquei vidrado na divisória, para ver se conseguia ver o padre, do outro lado do confessionário. Sim, era verdade, o padre angolano realmente mexia em suas partes íntimas. Num momento ele levantou a batina e fiquei espantado, ele não estava de cueca, não tinha nada por baixo da batina. "Padre, eu fico muito preocupado, pois gozo muito quando me punheto." O padre falou: "Meu filho, é melhor você fazer isso do que ficar em desejos. Quando o homem goza, ele fica mais calmo. Vou contar algo para você, e lembre-se de que nós dois estamos num lugar de sigilo, e esse sigilo não vale apenas para quem se confessa, mas também para aquele que escuta a confissão, então o que você ouvir também vira segredo de confissão, está bem?" Eu respondi que sim. Falei que jamais diria algo de nossa conversa reservada. "Pois bem, filho, os padres também são pessoas como você. Nós também precisamos aliviar as tensões sexuais. Essas tensões não acabam quando nos tornamos padres." Eu expliquei que sempre tive essa curiosidade, embora o padre Alfredo já tivesse me revelado isso. Mas eu preferi manter segredo sobre as minhas conversas com o padre Alfredo, assim como manteria segredo desta conversa com o padre Eusébio. Foi então que o padre me perguntou: "Você tem desejos de fazer aquilo que vê na revista?" "Sim, padre, eu fico imaginando como é sentir tudo aquilo. A punheta não é a mesma coisa. Acho que fazer com alguém seja mais gostoso." O padre Eusébio me disse: "Deixe me dizer algo. Em Angola eu faço isso que você viu na revista. Existem moças na igreja que me ajudam a gozar meu filho". Continuei a olhar e vi o imenso pau preto que o padre botou para fora da batina. Era muito grande. O padre fez a oração e pediu para que ambos mantivéssemos aquela conversa em segredo. Saímos do confessionário e o padre estava com um semblante incrível. Pediu para que eu o seguisse até a casa paroquial, que ficava atrás da igreja. Eu o segui. Lá na casa, ele me deu um copo com água e tomou um suco que estava na geladeira. Me disse: "Existem muitos assuntos que eu nunca falo para ninguém, mas a tua história me fez lembrar de como eu comecei minha vida sexual." Eu então disse ao padre: "Padre, eu não contei tudo ainda!" Ele ficou curioso. "Padre, enquanto eu me confessava com o senhor, vi quando o senhor mexeu no cacete." Padre Eusébio olhou para mim com surpresa. "Mas como você viu, filho?" "É porque dá para ver um pouco o que acontece através daquela treliça que divide as cabines. Desculpe padre. E eu fiquei impressionado com o tamanho da rola." O padre olhou para mim e me perguntou: "Você fica excitado quando vê os paus dos homens?" "Sim, padre. Perdão, padre". O padre Eusébio falou: "Olhe, eu não gosto de homem com homem, mas também não posso negar ajuda aos párocos, isso não é certo." Então o angolano foi até a porta da casa paroquial, fechou a porta com chave e veio para perto de onde eu estava. O padre levantou a batina e deixou o pau a mostra. Era um pedaço de carne preta imenso. E estava babando incrivelmente. Eu fiquei paralisado. O padre me disse: "Pode pegar na pica do padre, filho, não tenha medo." Eu peguei naquele cacete preto, que começou a acordar. Era incrível. Eu nunca tinha visto um daquele tamanho. Não sei como o padre Eusébio conseguia guardar aquilo dentro de uma cueca. "Eu nunca tive problema de ajudar os rapazes, em Angola é comum. Mas tudo com muita discrição. Eu gosto mais das moças, gosto das bocetas, mas também acho os cus gostosos." Eu estava em êxtase, pegando naquela piroca imensa. Padre Eusébio me disse: "Se você quiser botar na boca, não tenha medo, nunca irei contar a ninguém. Já faz dois dias que cheguei aqui na cidade e ainda não fiz safadeza com ninguém, meu filho. É preciso agir com calma, mesmo porque não vou ficar muito tempo por aqui. No sacerdócio tudo é muito arriscado. Padres que cometem deslizes trazem bastante problema. Tudo tem que ser feito com muito cuidado. Depois eu posso te contar algumas histórias muito boas das coisas que eu já fiz e alguns relatos de amigos meus, outros padres". Eu já estava com a rola preta do padre na boca. Não tinha como colocar tudo na boca, mas fiz o que pude. Era muito saborosa. Parecia uma salsicha de chocolate. "Padre, eu também queria muito contar as coisas que faço aqui na cidade. Queria tanto que o senhor ficasse aqui por mais tempo. Eu gosto muito do padre Alfredo, mas com o senhor é totalmente diferente." O padre Eusébio estava movendo o corpo de forma que pensei que ele estivesse pronto para gozar. "Filho, acho que vou gozar!" "Sim, padre, pode gozar." Mal terminei de falar e senti um jato de porra quente na minha boca. Era incrível a porra do padre Eusébio. Não era salgada. Mas não era doce. Tinha um gosto bom, que jamais havia experimentado. "Obrigado, filho. Foi uma boa gozada. Eu estava precisando." O padre foi até o banheiro para se limpar. Eu fui com ele. Já não havia mais cerimônia entre nós. No banheiro, padre Eusébio tirou a batina e pude ver um dos corpos masculinos mais deliciosos que eu já tinha visto. As pernas dele eram grossas, a bunda era grande e macia. Ele não tinha barriga. O mais incrível eram os mamilos do padre, exatamente como eu gosto. As auréolas dos mamilos dele eram bem grandes e bonitas, lembrava as auréolas de mulher que está grávida, de cor escura. Ele tinha pelos no peito e muitos pelos ao redor do pênis. Era uma maravilha. Fiquei imaginando quanto tempo ele ficaria na paróquia. "Padre, vou lhe contar algo. Aqui perto da praça, dá para ir até andando, já próximo à rodovia, a uns quinze minutos de caminhada daqui, tem um posto de combustível que também serve como posto de parada e de descanso para caminhoneiros. Lá tem um banheiro grande, só para homens. Lá acontecem coisas muito boas, padre".

Continua...

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