Se chamava Larissa. Uma trans linda de 24 anos, corpo definido, pele morena, seios firmes e naturais, cintura fina e uma bunda enorme, empinada e macia — daquelas que parecem feitas pra foder. O pau dela era grosso, médio, e ficava duro com facilidade. Eu a conheci num app e marcamos de ir direto pro motel.
Assim que entramos no quarto, eu já estava louco por ela. Empurrei Larissa contra a parede, beijei sua boca com força e desci as mãos apertando aquela bunda gostosa por cima do shortinho.
— Porra, você é muito gostosa — rosnei, mordendo o pescoço dela.
Larissa gemeu baixinho, já esfregando a bunda contra meu pau duro:
— Vai me comer gostoso hoje? Quero sentir você bem fundo…
Tirei a roupa dela devagar, admirando cada curva. Os seios redondos, a barriguinha lisinha e aquele pauzão já meio duro. Virei ela de costas, fiz ela ficar de quatro na cama e abri bem aquela bunda grande. O cuzinho era rosado, pequeno e piscando.
Cuspi direto no buraco e comecei a lamber, enfiando a língua fundo. Larissa gemia alto, empinando mais:
— Aaaahh… isso… lambe meu cuzinho… me prepara pra levar seu pau…
Depois de deixar ela molhada e aberta, peguei o lubrificante, passei bastante no meu pau grosso e no cuzinho dela. Encostei a cabeça e empurrei devagar. Larissa soltou um gemido longo e rouco quando a glande entrou:
— Caralho… vai devagar… você é grosso pra porra…
Segurei aqueles quadris e meti mais fundo, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. O cuzinho dela apertava meu pau deliciosamente. Comecei a foder com estocadas firmes, vendo aquela bunda grande balançar a cada metida.
— Toma no cu, sua gostosa — grunhi, dando tapas fortes na bunda. — Que delícia de bundinha…
Larissa rebolava contra mim, gemendo como uma puta:
— Isso! Mete mais forte… fode meu cu… me arromba! Eu amo pau grosso me comendo…
Aumentei o ritmo, metendo com força bruta. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. Peguei os cabelos dela e puxei, arqueando suas costas enquanto metia sem piedade. O pau dela balançava duro entre as pernas, pingando pré-gozo na cama.
Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei metendo no cuzinho, agora olhando nos olhos dela. Larissa estava com cara de safada completa:
— Me fode… sou sua putinha trans… usa meu cu como quiser…
Depois de uns minutos selvagens, mandei ela ficar por cima. Larissa sentou no meu pau devagar, engolindo tudo, e começou a cavalgar. Aquela bunda enorme subia e descia, quicando gostoso enquanto eu apertava os seios dela.
— Isso… rebola no meu pau, sua vadia — ordenei.
Ela rebolava, gemendo alto, o pauzinho dela batendo na minha barriga. Quando senti que ia gozar, segurei firme a cintura dela e meti de baixo pra cima com força:
— Vou encher seu cu de porra…
Larissa gemeu desesperada:
— Goza dentro! Enche meu cuzinho! Quero ficar pingando…
Explodi dentro dela com um grunhido, jatos grossos e quentes enchendo o intestino. Larissa gozou logo depois, o pauzinho dela jorrando porra na minha barriga enquanto o cuzinho apertava meu pau, ordenhando até a última gota.
Ela desabou em cima de mim, ofegante, com meu pau ainda dentro do cu. Depois de alguns minutos, levantou devagar e um rio grosso de porra escorreu do cuzinho arrombado.
Larissa sorriu com cara de safada e falou:
— Da próxima vez quero que você me foda sem camisinha e grave… quero ver depois como meu cu fica destruído.