Conhecendo a familia do meu namorado (parte 2)

Um conto erótico de Jessica Santiago
Categoria: Heterossexual
Contém 667 palavras
Data: 02/06/2026 08:57:48

Depois de semanas de interações discretas pelas redes sociais, chegou um dia em que tudo pareceu diferente.

Eu estava na casa da minha sogra novamente. A família reunida, conversas acontecendo por todos os lados, mas minha atenção insistia em fugir para a mesma direção. Pela primeira vez, foi impossível ignorar o quanto eu gostava de observá-lo. Não era apenas pela aparência. Havia algo em sua personalidade que despertava minha curiosidade de uma forma que eu nunca tinha experimentado.

Durante aquele encontro, acabamos conversando sobre filmes e séries. Para minha surpresa, tínhamos gostos muito parecidos. A conversa fluiu naturalmente, sem esforço. A cada assunto em comum que descobríamos, eu me sentia mais interessada em conhecê-lo melhor.

Quando fui embora naquela noite, não consegui tirá-lo da cabeça.

Já em casa, perdida nos meus pensamentos, publiquei uma frase nos stories dizendo que estava com vontade de comer uma coisa que não podia. Era uma mensagem aparentemente inocente, mas carregada de sentimentos que eu não tinha coragem de expressar claramente e algum tempo depois, recebi uma resposta dele, dizendo que realmente era difícil resistir às coisas que pareciam tão gostosas.

Ao ler aquela mensagem, meu coração acelerou. Talvez fosse apenas uma brincadeira. Talvez não. Mas, pela primeira vez, senti que ele havia compreendido exatamente o que eu queria dizer nas entrelinhas, que eu o desejava.

Depois daquele dia, nossas interações se tornaram cada vez mais frequentes. Reagíamos aos stories um do outro, comentávamos publicações e encontrávamos qualquer oportunidade para iniciar uma conversa.

Nada era dito de forma direta, mas ambos pareciam entender o que estava acontecendo.

Aquela troca constante de mensagens e conversas cheias de indiretas criou uma proximidade que nenhum de nós planejou. Aos poucos, a curiosidade deu lugar ao interesse, e o interesse começou a se transformar em algo mais difícil de esconder,já não era apenas uma admiração silenciosa.

Pela forma como nos procuravamos um ao outro e pela forma como eu esperava suas mensagens, ficou evidente que existia um desejo. Uma tensão que nasceu devagar, entre curtidas, conversas e coincidências, até que chegou um momento em que nenhum dos dois conseguia fingir que não existia interesse mútuo.

E com o passar do tempo, as indiretas já não pareciam suficientes,as conversas ficaram mais frequentes, mais profundas e mais explicitas.

Até que, em um determinado momento, decidi contar que eu sempre o olhava com desejo, contei tudo o que pensava sobre ele. Falei sobre a impressão que havia causado desde o dia em que nos conhecemos, sobre o quanto eu gostava de olhar, conversar com ele e sobre como sua presença ocupava meus pensamentos com uma frequência que eu não conseguia mais ignorar.

Confessar aquilo foi assustador e libertador, mas fiquei com medo do que ele iria achar, mas o que aconteceu depois me surpreendeu ainda mais.Ele também foi sincero, disse que eu chamava sua atenção desde o início. Falou como eu era bonita , minha personalidade, meu jeito de conversar e sobre como eu conseguia prender sua atenção de uma forma diferente. Receber aqueles elogios mexeu comigo mais do que eu gostaria de admitir.

Pela primeira vez, não existiam mais dúvidas. O desejo que eu acreditava estarem apenas do meu lado também existiam do outro.

Depois dessa conversa, nossa conexão se tornou ainda mais intensa. Passamos a compartilhar pensamentos entre outros assuntos.

A confiança cresceu junto com a proximidade.As conversas ganharam um tom mais íntimo e pessoal. Já não éramos apenas duas pessoas trocando mensagens ocasionais. Eram duas pessoas se desejando sexualmente e imaginando o que poderiamos fazer juntos, ja que os dois são loucos por sexo e nossos parceiros não se importam.

E, quanto mais nos conhecíamos, mais difícil se tornava ignorar aquilo que estava acontecendo entre nós.Eu ficava contando os dias para ele vir para casa da mãe e sempre que ele vinha eu fazia questão de estar sempre vestida do jeito que ele admirava e cheirosa, para continuar despertando o desejo dele, e sempre que ia comprimenta lo fazia questao de abraça-lo.

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