Psicóloga Sexóloga - Entendendo o feminino

Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1229 palavras
Data: 13/06/2026 09:03:55

Olá pessoal, Júnior na área.

Eu comecei a ver fotos de mulheres peladas ainda jovem, na adolescência, em uma coletânea que meus pais tinham sobre sexualidade. Depois, com acesso à internet, baixava fotos e salvava em uma pasta dentro da pasta Windows, escondido de leigos. Com o advento da internet banda larga ficou mais fácil o acesso, e eu acessava online quando não tinha ninguém em casa, o que era raro.

Quando fui morar sozinho, já com 23 anos, aí a farra estava pronta: consumir pornô boa parte do dia, quando estava em casa, até que o pau ficasse esfolado e não subisse mais. Uma coisa doentia.

Acontece que mais recentemente comecei a ver fotos e vídeos de trans. A maior parte tem características masculinas, e poucas têm aparência realmente feminina. Isso começou a me incomodar, a ponto de eu achar que estava me tornando gay. Porém eu gosto de mulher, e não de homens. O conflito entre peito/pênis, antinatural, pois ninguém nasce assim, bugava minha mente.

Por fim, criei coragem, e marquei uma consulta com uma psicóloga especializada em sexologia.

— Olá, boa tarde! Entre, sente-se, fique à vontade - disse Laura, a psicóloga, uma mulher branca, de olhos verdes, peituda, lábios carnudos, cabelos pretos cacheados.

— Olá, boa tarde, doutora. Com licença - disse eu, formal.

Entrei, sentei-me em uma poltrona baixa, de frente para a poltrona dela. Na sala havia apenas uma mesinha de vidro, ao lado de cada poltrona, um divã, e dois abajures projetando uma luz amarela aconchegante. Achei bem diferente de um consultório tradicional.

— Não precisa me chamar de doutora, aqui pode ser Laura. Na psicoterapia precisamos nos conhecer e para isso precisamos ser como amigos, sem formalidades, fala sem filtros, liberdade de expressão.

— Tá ok, doutora... ahn, Laura - respondi — Vou me acostumar.

— O que te traz aqui?

Narrei o contexto que citei acima.

— O que acontece é que pessoas masculinas sentem atração pelo feminino. Mulheres trans são femininas, possuem peitos, tem traços femininos. Você, como homem, vai ser atraído pelo feminino, e o pênis é apenas um órgão ali. Você entende que é uma mulher, porque ela é mesmo, mas ela possui um pênis.

— Então não sou gay?

— De forma alguma. Você continua hétero, ou seja, um homem tecnicamente interessado por pessoas femininas.

— Que alívio!

A consulta terminou e voltei na semana seguinte.

— Olá, Júnior.

— Oi, Laura.

— Pode entrar, a seção de hoje vai ser diferente.

Quando entrei tinha outra pessoa na sala, uma mulher alta, peitos médios, loira. Além dela, um cara negro musculoso, boa aparência, cabelo aparado. Estranhei. Sentei-me na poltrona e aguardei. Ela entrou, fechou a porta e sentou-se ao sofá.

— Estas pessoas estão aqui hoje e são profissionais. Vão ajudar na sua dúvida, e então poderemos seguir na sua terapia, se for o caso.

— Tudo bem, Laura.

— Pode tirar sua roupa, por favor, Junior.

Espantei-me, fiquei parado por um tempo, sentado na poltrona. Por fim, levantei, tirei minha camiseta, meus tênis, por fim a calça e a cueca. Fiquei nu, na frente deles três. Nenhum deles esboçou reação ao ver meu corpo magro, pênis murcho.

— Agora nós vamos fazer um teste, conforme o que você tem me relatado. Conforme sua reação, teremos o diagnóstico.

— Tudo bem, doutora - respondi, meio tenso.

— Laura, lembre-se. Sem formalidades. Aqui somos todos amigos íntimos, sem limitações.

— Tá ok, Laura, prossiga.

— Carlos, por favor tire sua roupa.

O homem retirou a camisa social, exibindo um peito musculoso. Abaixou as calças, depois retirou os sapatos sociais, as meias, e, por fim a cueca, exibindo um pênis negro que, flácido como estava, deveria ser quase o dobro do meu, e bem mais grosso. Não esbocei reação, mas ele percebeu que meus olhos não saíam de seu instrumento, que fazia jus aos filmes pornôs que eu assistia.

— Catarina, por favor, sua vez.

A loira soltou o cabelo, que estava preso em um rabo de cavalo sexy. Abaixou-se, tirou o tênis, a calça leggy, tirou a calcinha branca, exibindo uma buceta carnuda. Em seguida retirou a blusa e o top, deixando o peito nu, exibindo o corpo sarado. Meu pau reagiu, ficando duro lentamente. Meus olhos fixaram-se nos peitos, mas alternavam para a buceta carnuda.

— Minha vez - disse Laura, ficando em pé. Olhamos todos para ela, que tirou a blusa decotada, exibindo os peitões sem sutiã. Bem que eu tinha observado os bicos saltando na blusa. Em seguida abaixou a calça, tirou o sapato social, e, por fim tirou a calcinha, deixando aparecer um pênis médio.

Fiquei de boca aberta! Laura nem parecia trans! Meu pau permaneceu duro.

— Bom, temos aqui as três possibilidades sexuais, conforme suas falas. Por favor, pegue no pênis de Carlos. Segure e faça o que quiser.

Fiquei calado e parado.

— Vamos lá, Júnior, aqui é um ambiente saudável. Você está em um local que está te proporcionando a realização de suas fantasias.

— Com licença, Carlos. - eu disse.

— Fique a vontade. Eu sou profissional. - respondeu ele.

Peguei naquele caralho preto. Após ver a loira pelada ele estava duro. Era grosso, a cabeça estava lisa, de tão duro de tesão. Peguei e segurei. Ele encheu a minha mão. Encostei meu pau no dele, para comparar. Era uns 4 dedos maior que o meu, e um dedo mais grosso. Soltei e me afastei. Meu pau deu uma amolecida.

— Pronto, Laura.

— Aproxime-se de Catarina e faça o que quiser.

— Oi, com licença, moça.

— Fique à vontade, Júnior, somos todos profissionais - respondeu Catarina, com voz doce.

Eu me aproximei, beijei-a, sentindo os lábios. Depois desci, apertei os peitos dela, cheirando seu pescoço. Por fim desci, cheirei a buceta dela, e, apontando, perguntei:

— Posso dar uma chupada? Parece maravilhosa!

Ela assentiu. Eu chupei externamente, depois coloquei a língua. Ela deu um gemido quando passei a língua pelo seu grelo. Eu continuei, e ela segurou minha cabeça. Não me fiz de rogado, segurei a bunda dela, e continuei a sugar e chupar aquela buceta, que começou a escorrer na minha boca. Catarina deu um gemido forte, segurou meus cabelos e disse:

— Gozei!

Eu limpei minha boca, dei um beijo nela, meu pau escorrendo pré-gozo e me afastei.

— Minha vez - disse Laura — aproxime-se e faça o que quiser.

Fiquei com receio. Mas, com ali era um lugar liberal, aproximei-me de Laura e beijei aqueles lábios carnudos, e, inevitavelmente, meu pau tocou o dela, que a essa hora já estava duro. O beijo foi tão duradouro quanto com Catarina.

Desci e chupei os peitos dela. Era mais duros do que o de Catarina. Minha mão segurava o pescoço dela. Com a outra segurei o pau duro dela, que não expressou reação. Encostei meu pau no dela e percebi que eram parecidos, sem diferenças aparentes. Os 14 cm e a grossura eram iguais. Afastei e, segurando, dei um beijo na cabeça do pau dela, que estremeceu com o toque. Levantei e voltei ao meu lugar, olhando para os três.

— Bom, essa foi a primeira fase. Você quer falar alguma coisa?

— Não esperava que teria uma consulta tão, ahn, dinâmica e prática, Laura. Achei interessante sua abordagem.

— Nada como ver a reação do paciente diante das suas fantasias - disse ela sorrindo.

Ela se virou, puxou uma parede falsa, exibindo uma cama queen embutida. Puxou-a da parede e o mecanismo travou com um clique quando a cama encostou no chão.

— Vamos para a próxima fase...

Eu fiquei de boca aberta. Uma cama? Bom, afinal Laura era sexóloga...

(continua).

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