Capítulo 5: Noite das Meninas
O fim de semana chegou com uma coincidência perfeita. Rubens, Gabriel, André e Luiz combinaram uma pescaria de dois dias, saíram na sexta à tarde, cheios de varas, cooler e piadas de homem. A casa em Ribeirão Preto ficou silenciosa, só com o som distante de grilos e o vento nas árvores. Cláudia viu nisso a oportunidade ideal para algo diferente.
Ela chamou as mulheres para uma “noite das meninas” na varanda dos fundos: Antonela, Fernanda e Lídia. Comprou vinhos caros, queijos, uvas e chocolates. Vestiu um vestido leve de verão, decotado e solto, sem sutiã e uma calcinha que mais mostrava do que escondia, o tecido fino roçando diretamente na pele a cada movimento. “Vamos relaxar, meninas. Sem maridos, sem homens. Só nós.”
A varanda era perfeita: mesa de madeira, sofás confortáveis, luz baixa de abajures e lanternas, vista para o quintal escuro e os muros altos que isolava da rua. Elas abriram a primeira garrafa de Malbec, brindaram à liberdade e começaram a conversar. Papo leve no começo: trabalho, filhos, reclamações leves sobre os homens. Depois o vinho subiu e o papo ficou mais íntimo, calcinhas favoritas, posições preferidas, fantasias que nunca contaram para ninguém.
Antonela e Fernanda eram fracas para álcool. Depois da terceira taça, Antonela já bocejava, olhos pesados. “Meninas, tô acabada… vou deitar antes que eu durma aqui mesmo.” Fernanda concordou, rindo tonta: “Eu também, mãe. Tô vendo tudo girar.” As duas subiram para os quartos, deixando Cláudia e Lídia sozinhas na varanda, com a garrafa quase vazia e o ar fresco da noite.
Cláudia serviu mais vinho nas taças, sentou mais perto de Lídia no sofá. A nora estava linda sob a luz suave: cabelo loiro solto, vestido curto, pernas cruzadas, bochechas coradas pelo álcool.
“Agora somos só nós duas, Lídia. Pode falar sem medo. Conta uma coisa que você nunca contou pra ninguém aqui da família.”
Lídia riu, nervosa, tomou um gole grande.
“Tá bom…” começou ela ainda esitante, “eu já transei com outra mulher.” falou com voz de segredo, quase um sussurro, olhou para a sogra e viu a curiosidade e a excitação em seus olhos, “Duas vezes, na faculdade.” Continuou ela servindo se de mais vinho, “Foi… incrível. Diferente.” Fez uma pausa para beber, “Mais devagar, mais… sensível.”
Cláudia sentiu um calor subir pelo corpo. Aquela confissão em palavras quase sussuradas, vez sua imaginação ferver, lembrou se da adolescência, quando descobria sua sexualidade junto das primas. Inclinou-se para frente, os seios quase escapando do decote.
“Sério? E como foi? Conta tudo.” Pediu ela sentindo o grelo endurecido de tesão, “Eu sempre quis experimentar…” continuou passando a mão pelos cabelos, “sempre fantasiei com isso.” Fez uma pausa, “Mas nunca tive coragem de falar, nem de tentar.” mentiu, já havia feito na juventude e por vezes tentou atrair outras mulheres para sua cama, até aqui sem sucesso, porém, Lídia parecia diferente, aberta, disponível, talvez até mesmo interessada.
Lídia olhou para ela, surpresa, mas os olhos brilharam de curiosidade e tesão. O vinho tinha soltado as amarras.
“Foi com uma amiga da república.” Começou ela se ajeitando no sofá, “Uma noite, depois de uma festa, a gente ficou sozinha no quarto.” Parou para tomar um gole de vinho, “Começou com beijo, depois mão por baixo da roupa…” a voz de Lídia entregava o tesão, “ela me chupou de um jeito que nenhum homem conseguiu.” Comentou mordendo os lábios, “Depois eu fiz nela.” Sussurrou, o desejo se acumulando, “A gente se esfregou, gozamos juntas.” Falou abrindo um pouco as pernas, como num convite. “Foi… intenso. Sem pressa.”
Cláudia passou a língua nos lábios, sentindo a buceta pulsar melada na calcinha de renda sob o vestido.
“Meu Deus… só de ouvir já tô molhada.” Comentou Cláudia, olhos fixos na nora, “Sempre imaginei como seria sentir uma língua de mulher na minha buceta.” Falou enquanto colocava a taça de vinho sobre a mesa, “Mais suave, mais…” sua voz cheia de lascívia, sua calcinha saindo com a facilidade de uma profissional. “sabendo exatamente onde tocar.”
Ela abriu as pernas devagar, deixando o vestido subir pelas coxas. Agora sem calcinha, a buceta depilada apareceu à luz fraca, já brilhando de excitação. Lídia arregalou os olhos, mas não desviou o olhar. Cláudia sorriu, safada.
“Mostra pra mim.”
Lídia hesitou por um segundo. Depois levantou o vestido, revelando uma calcinha de renda preta. Cláudia estendeu a mão, tocou a renda com os dedos.
“Tira. Quero ver você também.”
Lídia obedeceu, deslizando a calcinha pelas pernas e jogando no chão da varanda. Abriu as pernas, mostrando a buceta rosada, lisinha, humida, clitóris já inchado. Cláudia gemeu baixo.
“Linda… vem cá.”
Ela puxou Lídia para mais perto. As duas se beijaram devagar no começo; esitante, lábios macios, línguas tímidas. Depois o beijo ficou faminto. Cláudia enfiou a mão entre as pernas de Lídia, dedos circulando o clitóris dela, sentindo o molhado. Lídia fez o mesmo, tocando Cláudia, gemendo na boca dela ao sentir a buceta madura, encharcada e quente.
Cláudia deitou Lídia no sofá da varanda, beijando seu pescoço, apertando e acariciando os seios médios e firmes da nora. Levantou o vestido da nora até a cintura e desceu com a boca. Lambeu devagar os lábios externos, depois o clitóris, chupando com vontade. Lídia arqueou as costas, mãos nos cabelos negros ondulados de Cláudia.
“Ah… sogr… isso… mais…” gemia ela baixinho.
Cláudia enfiou a língua no fundo, depois voltou ao clitóris. A língua subindo e descendo sobre o grelinho rosa de Lídia, descrevendo voltas ao seu redor seguido de pequenas sugadas, que variam seu corpo tremer de tesão. Com a mão direita Cláudia acariciava o seio esquerdo de Lídia, apertando levemente seu bico entre seus dedos e com a esquerda segurava a coxa direita dela com um misto de desejo e comando, porém, Cláudia queria mais, e sabia como fazer sua nora gritar de prazer. Ela desceu a mão direita dos seios direto para a entrada da xota molhada e pulsante, enfiou dois dedos direto no ponto G, Lídia tremia, mas a coroa tarada não parou aí, e intensificou o trabalho de sua língua no grelinho dela. Ela gozou rápido e forte, tremendo, abafando os próprios gritos com o braço para não acordar as outras. Cláudia saboreou os próprios dedos, beijou repetidas vezes a buceta gozada de sua amante, subiu devagar, beijou a boca dela, deixando ela provar o próprio gosto.
Lídia saboreou o beijo como a muito não fazia, Gabriel era um bom marido, mas estava longe de ser um bom amante, talvez tivesse saído ao pai, pois a mãe sabia gozar a vida. Cláudia subiu no sofá sobre sua nora até sua buceta estar a poucos centímetros do rosto dela, segurou firme sua cabeça e a guiou para sua gruta molhada e em chamas.
A jovem não teve dúvidas, e atacou como se aquela fosse a melhor buceta do mundo, e talvez fosse, sua língua explorou tudo que pode naquela posição, indo do grelo ao cuzinho e de volta ao grelo através da fenda encharcada da sagra tarada. Cláudia esfregava a buceta na cara da nora gemendo palavrões e grunhindo como uma cadela no ciu, sentindo as ondas de prazer batendo contra seu clitóris uma maior que a outra.
“Agora você me faz gozar.” Ela ordenou.
Lídia inverteu as posições. Ajoelhou no chão da varanda, entre as pernas abertas de Cláudia. Lambeu a buceta madura, explorando devagar, depois acelerando. Cláudia segurou a cabeça dela, rebolando contra a boca.
“Isso… lambe a sogrinha … enfia a língua… ahhh… mais forte…” gemia cada ve mais alto.
Lídia chupou com fome, enfiando dois dedos no cuzinho enquanto lambia o clitóris. Cláudia gozou forte, corpo convulsionando, gemendo rouco, mãos apertando os seios por cima do vestido.
Depois as duas se deitaram lado a lado no sofá, pernas entrelaçadas, respirando ofegantes. Cláudia pegou o celular da mesinha, tirou uma selfie discreta: as duas suadas, rostos corados, vestidos amassados, bucetas expostas e brilhantes.
“Pra minha coleção particular… só nossa.”
Lídia riu baixo, encostando a cabeça no ombro dela.
“Você é louca, sogra… mas eu adorei.”
Cláudia beijou a testa dela.
“E isso foi só o começo. A gente pode repetir. Quando ninguém estiver olhando.”
A noite seguiu calma, com mais vinho e toques leves. Cláudia pensou nos homens pescando, alheios ao que acontecia na casa. Sorriu sozinha. A família estava cada vez mais… unida.
