Sou a Cristiane Melo, a morena mais peituda aqui, da cidade de Londrina no Paraná,… ou seria a peituda mais boqueteira?, … mas enfim,…
Vou relatar como foi minha viagem com meu esposo compreensivo para uma pescaria entre amigos. É que fiquei entediada com esse friozinho de ultimamente, e também porque estou grávida, no sexto mês, e o desejo de ver os peixes me infiltraram a alma devassa.
Descrevendo-me, sou uma morena de 1,66 m e seios tamanho GG; cabelos um tanto longos, e a minha pele é no tom café-com-leite. Estou com 28 anos agora, com a minha licença de repórter já fazendo 3. No quesito boqueteira, sou maravilhosa em todos os aspectos: de frente; por trás, no gag factor; na oblíqua, massageando as bochechas por dentro; até o talo da úvula, com bolas entrando junto; e tudo mais.
Daí, já no caminho da pescaria, eu chamava a atenção entre os rapazes; e nem era pela minha barriga já saliente, apertada em um vestidinho de malha,… mas acho mais, que é a minha “mímica de boquete”, girando a língua, e olhando com malícia para as partes baixas dos moços. A atenção era tanta, que volta e meia vinham me perguntar se estava indo tudo bem com o pré-natal, usando a minha barriga como pretexto. Meu marido advogado já estava até constrangido, com a sua lábia eloquente perdendo todas as atenções para a covinha dos meus peitões, mas isso acontece desde sempre, e não há mais o que se fazer acerca disso.
Por falar no meu príncipe, ele até já sabe das minha fuleiragens em rolas alheias, mas prefere não encucar com isso, em virtude de ainda manter-se no pódio dos meus “gozandos” preferidos. Me referindo a estes - os preferidos - não deixo de lembar do meu instrutor de academia, pois que na situação que estou, não posso subir em aparelhos, mesmo que continue malhando, com a língua, naquela jeba viçosa.
Voltando à pescaria, e no caminho dela, eu fingi um certo mal estar, pedindo para meu amor passar adiante, me deixando nos braços … , quer dizer, nos cuidados de um enfermeiro gostosão, que estava acompanhando a gente, e que eu tinha conhecido em um supermercado, dias antes. Era o segundo fim-de-semana com ele, e no primeiro, passamos uma tarde toda em motel. Cada jato de porra dele, eu fazia questão de juntar na língua, e depois, ia acumulando no fundo da garganta, abrindo bem, para ele ver a engolida farta no final. Só por isso, ficou sendo meu fã, e até meu confidente nas horas impróprias. Agora que tava num rumo de pescaria, e enquanto falava, de pé, sobre como manejar o molinete, eu sentada, fui descendo a sua calça de moletom, naquele descampado meio desértico.
Baixei a cueca,… e a rola tava grudenta, de tanto que já estava excitado com a minha cara de puta adúltera, que sou. Enfiei tudo na boca, sem avaliar o cheiro e gosto de urina que estava, mas que não tem nem chance contra o tesão e o perigo que eu estava sentindo. Fiz a boca de peixinho, prendendo com os lábios, e deixando o corpo da rola correr livre entre eles, com uma leve pressionada para dar tesão / tensão no cara. Esse já era orgulhoso de mim, e lá pela terceira esbarrada no saco, não aguentou e explodiu uma gozada na minha garganta. Veio quente, melequento, viscoso,… mas eu deixei descer goela abaixo, e continuei chupando como se nada tivesse acontecido. Olhei para o meu gato, e para a rola pulsante próxima ao meu rosto, e não aguentando o sorriso dele, dei umas gargalhadas de puta indecente e descompromissada.
Alcançamos a galera, e meu marido tava super preocupado com o meu mal estar, mas eu disse para ele, que estava tudo bem, que meu enfermeiro tinha me levado para tomar um milke shake, e que tinha sido dos bons. Falando isso, com o indicador direito, colhi um fiozinho de porra remanescente no meu queixo, e lambi; enquanto que com a mão esquerda, apalpei a braguilha, conferindo a “ereção de corno” do meu marido. Tenho certeza que ele é orgulhoso das minhas farras, mas que não quer comentar muito, para manter o suspense do nosso segredinho.
Quando o grupo nos contou que tinha uma cabaninha nesse lugar, e meu marido disser que eu poderia dar uma descansadinha por lá, já fiquei fantasiando pescar porra de peixe nenhum, para ficar sorvendo o meu liquidinho, que tiro pira. Girei o olhar, e conferi, que fora meu cônjuge, tinham mais de 10 homens por ali. Eu faria diferente dessa vez, que já acostumada em lamber paus mal lavados, ficaria deitada, para que ajoelhassem, um de cada lado, para eu entregar a minha cabeça à meteção.
Foi dito e feito, com o recadinho passando de ouvido em ouvido, e todos olhando para conferir a minha cara, e eu,... ora fazendo cara de paisagem, ora confirmando com uma piscadinha, e a velha giradinha de língua, lambendo o lábio superior → confirmação de puta engolidora de porra.
Entramos em seis no barraquinho: eu; minha amiga Néia para segurar a minha cabeça, garantindo que eu ia sufocar, mas não amarelar na hora do rush; meu amigo Rafael, o carrasco de gargantas; e mais três guapos enxutos.
Deitei no acolchoado, quando meu vestido foi parar na cintura, e ajoelhando na frente, Rafael já enfurnou a minha cabeça entre as suas pernas. Néia já ajoelhou transversalmente aos meus peitos, apoiando as minhas mandíbulas. Daí, o Rafa carcou a vara sem dó da gravidinha aqui, num vai-e-vem alucinante, fazendo eu agonizar no “glof, glof, glof”, com as lágrimas escorrendo-me, mas não de choro, e sim de fricção. E de repente,… parou. Na primeira tremidinha que deu, o melado veio quente, com o tranco consequente, e ouvi o gemido do Rafa. Eu teria engasgado, se não fosse a minha técnica de conseguir respirar pelo nariz, apesar da gosma toda saindo-me pelo ladrão.
Deixaram-me levantar por um minutinho, quando suspirei: “Ai”, e esfreguei toda a baba remanescente na cara. Deitei de ladinho, novamente, e a Néia ajeitou mais um cavalheiro para meter o pau na minha garganta. Com ela já lubrificada, este ia entrando e saindo sem dificuldades. Veio outro, mais um, e um terceiro, e todos, no fim, gozando sem avisar.
Entrou mais homens na cabana, e a Néia começou a chupar também. A pobre diaba é viciada em chupar bolas, e algumas vezes conseguiu enfiar as duas de uma vez. Depois, rifou a calcinha ao primeiro que conseguisse gozar, passando a engolir alguma porra que eu deixei sobrar em alguns dos saquinhos. Quem quis meter, acabou metendo na minha amiga, pois que eu estou indisposta demais para esse luxo. Sorte que a buceta dela tava depilada, e não veio nenhum pêlo de mulher para a minha boca, que eu detesto.
Na parte da tarde, já tinha peixe assado na brasa, e dois bofes permaneceram de sunga, só para ficarem me provocando. Foram tantas insinuações, que acabei anunciando que ia entrar no banheiro. Os dois tarados de sunga entraram juntos, e ficaram brincando de mijar na minha boca, ao mesmo tempo, já exaustos de tanto gozar naquele dia.
Entrou um terceiro, que não tinha completado a farra no barraco, enfiou a pica na minha garganta, e ficou girando ela, depois tirando pra fazer graça, até que eu abocanhei completamente. Este também começou a mijar enquanto eu iniciava a gulosa. Depois, ainda, como se fosse o chefe da repartição, ficou me dando uns tapinhas na cara, murmurando: “Vai, minha puta! Vai, chupadora!”.
De tanta firula que fez, que não conseguia gozar. Liguei para Néia entrar no banheiro, quando já caiu de língua na boca do cara. Daí o patife, com a rola socada na minha garganta, e a língua sendo sugada pela minha amiga, conseguiu soltar a porra, nem sendo muita, mas já um tanto bom para o meu estômago pós digestão.
À noite, já no hotelzinho, com meu marido dormindo com o enfermeiro no quarto do lado, eu treinava várias posições, para chupar outros paus, sendo dois que eu conheci naquela hora. Um dos rapazes, de pau bem grosso, sentou numa cadeira ao lado da cama, e fazia o seu cacete percorrer todo o meu rosto, esfregando no meu nariz, e tudo mais. Minha amiga fez a notícia circular, e naquele quartinho, naquela madrugada, eu não conseguia ficar meia hora sem alguma rola, pelo menos, na boca. Teve até um tiozinho, acho que gerente do hotel, que ficou me massageando as têmporas, enquanto soltava a sua porra no fundo da minha garganta.
Depois de umas 3 horas e meia engolindo porra, fiquei com uma certa náusea, tomei um comprimido e pedi para descansar um pouco. A farra continuou sem mim pelos corredores, e só sei que lá pelas 9 da manhã me trouxeram um copo – bem uns 80 ml’s do produto – e que eu entornei sem perguntar o que era. Mas era… rsss… aquilo mesmo. O tiozinho tava presente, e disse na hora, que eu era a boqueteira mais encantadora que passou por lá nos últimos meses. Agradeci e falei que quando meu filho nascesse, eu passaria para tomar mais porra, de preferência quente, na garganta. Ele respondeu que ficaria feliz com isso, mas que exigiria mais uma coisa: que o meu próximo filho fosse dele, para que treinasse a trabalhar no ramo de hotéis; e eu fiz cara de sonsa como resposta.
Quando chegamos em casa, meu marido tava com aquela cara de quem não sabe de nada, mas que desconfia de tudo, entende? E ficamos, um olhando para a cara do outro, tentando adivinhar pensamentos. Levantei, anunciando que ia para o quarto, mas dizendo: “Prepara essa rola, querido, e sobe! Daqui a pouco eu preciso chupar, e engolir alguma porra, vice?”. Ele deu um gole no uísque, consentindo com a cabeça, e eu rifaria minha calcinha para saber o que é que ele tava pensando → alguma coisa sobre pescaria?
