Minha esposinha Katherine e eu começamos a ir na academia e comecei a notar uma coisa: 3 professores e alguns outros machos de lá não paravam de olhar para a bunda da minha esposinha quando ela passava e as vezes estratégicamente ficavam atrás dela quando fazia algum exercicio que a fazia empinar o bumbum ou em alguma máquina.
Curioso como sou, decidi conversar com ela para testarmos essa minha teoria.
- O que você quer que eu faça? - ela perguntou.
- Empine mais o bumbum quando algum deles passar por você e enrole bastante assim. - eu aconselhei.
Nos dias seguintes eles continuaram olhando e de forma mais descarada ainda. As vezes eu me afastava de propósito da minha esposinha para deixá-los mais a vontade ao comê-la com os olhos.
Teve um dia que não pude ir com ela, mas ao chegar em casa me contou tudo o que tinha acontecido.
Ela fingiu estar tendo dificuldade ao levantar uns pesos e um dos professores se aproximou oferecendo ajuda, minha esposinha por instinto falou que não precisava, mas ele insistiu.
Descardamente o professor que estava com um shortinho fino encostou de leve seu pau no bumbum da minha esposinha que não soube como reagir na hora. Ele continuou com sua virilha bem encaixada no bumbum dela e com as duas mãos agarrou os braços dela ajudando a levantar e agachar sempre falando em como ela deveria fazer o tal exercício.
Depois de finalizarem o exercicio minha esposinha se virou para agradecê-lo e olhou para a região da virilha do professor que estava avantajada: ele tinha ficado de pau duro. No decorrer dos exercicios ele se prontificou a ajudá-la em todos os aparelhos e em todas as oportunidades que tinha aproveitava para sarrar o bumbum da minha esposinha.
Ela me contou tudo isso fingindo uma expressão de horrorizada, mas eu sabia que ela tinha ficado toda molhadinha com aquilo.
- Bem, vamos ver até onde ele vai então, né? - eu disse.
- Tem certeza, amor? Vai aguentar ver ele me encoxando na sua frente? - Katherine perguntou fingindo que se importava com isso. A verdade é que eu deixando ou não ela iria deixar ele encoxá-la de qualquer jeito, mas ela preferia quando eu a encorajava a fazer isso.
- Tenho sim, meu amor. - respondi.
Nos dias seguintes continuamos com a mesma estratégia: de tempos em tempos eu “sumia” e deixava ela totalmente vulnerável para aqueles pervertidos se aproveitarem dela e no inicio o receio que eles tinham foi acabando, pois o primeiro professor que encoxou minha esposa logo nos dias seguintes começou a trazer outro professor e um aleatório da academia para juntos tirarem uma casquinha da minha esposinha enquanto de uma distância segura eu observava tudo gravando com a câmera do celular, meu pau explodindo de duro dentro da bermuda.
Creio que foi no quinto dia que resolvi escolher a roupa que ela iria. Normalmente ela ia com calças legging pretas ou de outras cores escuras. Nesse dia, dei para ela uma legging branca semi transparente e mandei ela vestir uma calcinha fio dental frente e verso: ficava socado no rabinho dela atrás e dividia a bucetinha suculenta dela na frente.
- Você está louco, amor? - ela respondeu depois que tinha colocado a roupa, na parte superior uma regata soltinha branco com um sutiã de mesma cor.
- Não estou, e vem cá. - puxei ela e tirei seu sutiã.
- Assim eles vão é querer me comer em cima das máquinas. - ela respondeu rindo.
- Eu espero que sim.
Enfim fomos, não preciso dizer que quando chegamos lá o olhar dos 3 tarados já foi direto para a bucetinha dividida na legging dela. Nessa hora ela gelou na minha frente, então eu disse em seu ouvido:
- Vamos, putinha. Eles já estão loucos para se aproveitar de você. - notei que ela deu uma tremida e um arrepio. Se a conheço bem, ela já tinha ficado toda molhada.
Neste dia sumi cedo e fiquei num canto gravando tudo. Não demorou muito para os 3 tarados se aproximarem dela e oferecem ajuda enquanto brincavam e davam risadas junto com ela. Não demorou muito para as encoxadas corriqueiras começassem e de vez em quando um ia ajudá-la e deixavam de propósito a mão cair pelo seu ombro até passar pelos lados dos peitinhos dela. Depois de um tempo voltei e os cumprimentei. Minha esposinha estava ofegante e os bicos de seus peitinhos estava dando seta, entregando o tesão que ela estava sentindo e quanto aos 3 tarados, bem, todos estavam de barraca armada e nem disfarçavam mais.
- Terei que voltar mais cedo, amor. Tenho uma coisa do trabalho pra responder. - eu anunciei.
Ela fez menção de ir comigo, mas a impedi:
- Não se preocupa. Pode ficar ai. Cuidam dela para mim, rapazes? - complementei.
Os tarados abriram um sorriso e acenaram positivamente. Eu deixei aquela parte da academia, mas na verdade fui me esconder no vestirário feminino. Depois de uns 20min minha esposinha chega toda suada, ofegante, e com a frente da legging branca escura de líquido: ela estava muito molhadinha. Ela já sabia do meu plano e que eu estava ali escondido pois mandei uma mensagem para ela no celular.
Não demorou muito e os 3 tarados entraram no vestiário e ouvi a porta sendo trancada.
- Oi, o que vocês estão fazendo aqui? - minha esposinha fingiu surpresa na voz.
- Olha como você nos deixou, Katherine. - um dos professores apontou para seu pau duro quase furando a bermuda.
- Bem, me desculpe, não era minha intenção.
- Era sim, você é muito saborosa, menina. Agora tem que nos ajudar a desfazer isso senão não conseguiremos trabalhar.
- Ajudar como? - minha esposinha questionou.
- Fazendo um boquete para nós. - um deles respondeu.
- Rapazes, eu sou casada… se eu não fosse até que tudo bem.
- Sei que o George não liga. Ele praticamente está vendo a gente te encoxar todos os dias e não faz nada.
Eles se aproximaram mais dela (todos eram muito mais altos que minha esposinha que tem só 1,67) e a fizeram ajoelhar no chão enquanto tiravam seus paus pra fora.
Minha esposinha ficou a uns 10 palmos dos paus deles que fizeram um semi circulo ao redor dela. Ela estava salivando já, louca para abocanhar e babar naqueles paus e assim ela fez.
Eles revezavam as metidas na boquinha da minha esposinha enquanto ela se lambuzava toda e batia punheta para os outros dois. De vez em quando eles riam ao empurrar a cabeça dela contra suas virilhas e fazerem-na se engasgar, mas como uma boa putinha ela não deixava de chupar aquelas picas.
Depois de uns 20min de meteção de pica na boquinha da minha esposinha os 3 machos fizeram a última revezada enchendo sua boquinha de esperma um por um. Ela engoliu tudo e ainda no final abriu a boca para eles confirmarem que não tinha sobrado nada.
- Muito obrigado, putinha. - um deles agradeceu dando um tapa na cara da minha esposinha que gemeu de prazer.
Ela foi pra casa e depois de um tempo sai do meu esconderijo também. Nos encontramos em casa e ela estava rindo, ofegante, mas sorridente de tanto prazer.
- Amor, você viu? - ela perguntou.
- Sim, amor. Eles te pegaram de jeito, né? Gostou?
- Amei, amor. Os paus deles estavam deliciosos, se pudesse estava mamando até agora. Eu engoli tanta porra hoje. Vai deixar eles fazerem isso de novo comigo, amor? - ela perguntou fazendo biquinho.
- Vou sim, amor. Só que agora eu verei mais de perto, ok?
- Ta bom. O que você vai aprontar? - ela perguntou.
- Espere e verá.
No dia seguinte, sai do vestiário feminino correndo e fui até os 3 machos (eles já tinham encoxado minha esposinha de todos os jeitos no treino mais cedo), e disse:
- Me ajudem, minha esposa está passando mal.
Eles me seguiram até o vestiário e chegando lá, minha esposinha estava deitada de lado em cima do banco do vestiário. Eu fui até ela e eles vieram atrás de mim. Ao chegar até minha esposinha eu a virei de bruços, fiz ela ficar de quatro no banco e gentilmente puxei a legging dela até seus joelhos, deixando o rabinho dela a mostra na calcinha fio dental que afastei para o lado dizendo:
- Preciso que vocês me ajudem engravidando minha esposinha. Acha que conseguem? - perguntei.
Eles arregalaram os olhos para aquele pedido for a do comum, riram e acenaram.
Eu então gentilmente abri a bundinha da minha esposinha deixando o cuzinho dela aberto e perguntei:
- Quem vai ser o primeiro a comer o cuzinho dela?
O professor mais safado que tinha começado tudo aquilo tomou a frente com seu pau e foi encaixando devagarinho no cuzinho da minha esposinha que gemia baixo:
- Ai amor, que tesão… aahh - ela dizia ofegante.
Depois de muitas bombadas, eu chamei os demais para foderem ela. Eu guiei toda a cena colocando um deles deitado no chão, mandei minha esposinha encaixar a bucetinha no pau dele por cima, chamei o segundo para enfiar a pica na boquinha dela e novamente abri a bunda dela para o terceiro enfiar no cuzinho.
Ela ficou nessa posição com 3 picas entrando e saindo dela por algum tempo. Quando cansaram, deram uma parada para se hidratar. Minha esposinha já estava pelada nessa hora, pré-gozo e baba escorrendo pela sua boca até os peitinhos. Ela veio bebendo água até mim e perguntou:
- Tá gostando de ver sua esposinha sendo fodida por 3 ao mesmo tempo enquanto você olha, amor?
- Estou sim, amor. Que bom que fizemos isso. - respondi.
- Falou sério quando disse que queriam que eles ajudassem a me engravidar?
- Sim, falei.
Ela riu e voltou rebolando em direção aos machos.
Logo eles voltaram para a meteção, só que dessa vez já tomei a frente e pedi para dois meterem ao mesmo tempo no cuzinho dela e o terceiro na bucetinha. Eles se entreolharam, mas fizeram, com meu auxilio é claro, segurando a bundinha dela aberta para eles meterem. A sessão de foda durou por mais alguns minutos até eles avisarem que iam gozar.
Os dois que estavam fodendo o cuzinho dela se afastaram e o que estava por baixo começou a gemer e encher de porra a bucetinha da minha esposa.
- Nossa, que delicia… - ela dizia enquanto olhava para o pau dele pulsando.
Quando ele terminou se posicionou atrás dela e levantou suas pernas pro ar, falando:
- Olha quanta porra na bucetinha sua esposinha aguenta, George.
- Nossa, amor. Acho que tô ficando gravidinha dele.
O segundo foi até la, se punhetou e também gozou litros na bucetinha dela, que olhava por entre os ombos dele e dizia:
- Talvez eu esteja grávida desse agora, amor. - ela riu.
Depois do terceiro, ela voltou a dizer:
- Amor, na verdade talvez seja desse. Nós não saberemos quem será o pai. Vai continuar com sua esposinha mesmo grávida de outro, vai? - ela perguntou fazendo biquinho.
- Vou sim, amor.
Os machos foram embora deixando minha esposinha lá pingando porra pela bucetinha. Coloquei a roupa nela e a levei pra casa. Ela estava exausta, coitada. Toda leitada e agora com certeza gravidinha.
