O calor de janeiro em Minas Gerais era pesado, úmido, carregando o cheiro de terra molhada e mato seco. Mas dentro do sítio onde a festa acontecia, a atmosfera era de pura energia. Dia 20 de janeiro de 2018 — uma data que Lucas nunca esqueceria.
Lucas, 24 anos, não se considerava um gostosão. Com 1,84m e 98kg, seu corpo era mais robusto que definido, mas os anos pedalando mantinham uma forma sólida, com coxas fortes e uma resistência que surpreendia. Seu rosto era comum, mas seus olhos tinham um brilho que muitas mulheres achavam atraente, especialmente quando ele sorria.
A festa era open bar, com direito a piscina e carro de som tocando funk a todo volume. O sítio estava lotado — amigos, conhecidos, e muitas mulheres lindas em biquínis minúsculos ou shorts tão curtos que mal cobriam as nádegas. A promessa de putaria estava no ar, pesada como o calor da noite.
Lucas havia ido com três pessoas: Larissa, Patrícia e Leo.
Larissa, 25 anos, era uma morena magra e alta, com pernas infinitas e um rosto delicado de modelo. Seu corpo era esguio, quase etéreo, com seios pequenos mas firmes e uma bunda compacta que mal marcava o biquíni. Era bonita de um jeito clássico, elegante.
Mas era Patrícia quem prendia a atenção de Lucas. Com 27 anos, ela era morena como Larissa, mas onde Larissa era magra, Patrícia era curvilínea. Seus seios eram generosos, redondos e pesados, balançando sensualmente sob o biquíni decotado. Sua cintura era fina, mas seus quadris eram largos, sustentando uma bunda imensa, redonda, empinada, que parecia desafiar as leis da física a cada passo. Quando dançava funk, seus movimentos eram hipnóticos — cada rotação dos quadris, cada quicada, era uma promessa de prazer. Seus cabelos castanhos cacheados caíam sobre os ombros, e seus olhos escuros tinham um brilho malicioso que Lucas conhecia bem.
Leo, seu amigo, era o típico galã — bonito, confiante, com um físico atlético que atraía olhares. E naquela noite, ele estava colado em Patrícia, não dando a menor brecha para Lucas se aproximar.
A festa inteira Lucas ficou com Larissa — mãos dadas, beijos roubados, conversas próximas. Mas seus olhos sempre voltavam para Patrícia, observando como ela dançava contra Leo, como seus corpos se encontravam, como ela ria para ele. O desejo por Patrícia era uma ferida antiga, um tesão que nunca havia sido saciado.
Já no final da festa, quando a madrugada avançava e a música começava a diminuir, Larissa se aproximou de Lucas.
“Vamos embora?”, ela perguntou, seus olhos meio pesados pela bebida.
“Não tô muito tonto pra dirigir ainda”, ele respondeu, honestamente.
Ela fez aquela cara — aquela carinha de quem sabe exatamente como conseguir o que quer.
“Por favor, Lucas? A gente passa em algum lugar pra fazer alguma coisa e você me deixa em casa.”
Lucas hesitou. Olhou para Patrícia, que estava dançando lentamente com Leo, seus corpos quase fundidos. O ciúme misturado com tesão foi uma combinação perigosa.
“Tá bom”, ele cedeu.
Foi até Leo e avisou que levaria Larissa para casa.
“Se eu demorar, pega minha barraca?”, Lucas pediu.
“Claro, mano”, Leo respondeu, sem tirar os olhos de Patrícia.
O que aconteceu entre Lucas e Larissa no carro é história para outro conto — uma rapidinha no banco de trás, seus gemidos abafados pelo som baixo do rádio, seus corpos suados se encontrando na escuridão. Larissa era ágil, entusiasta, mas na mente de Lucas, enquanto ele a penetrava, eram os quadris largos de Patrícia que ele imaginava.
Quando finalmente deixou Larissa em casa e voltou para o sítio, já era quase uma da manhã. A escuridão era quase absoluta — um breu que engolia tudo. Ele estacionou o carro na parte de baixo, perto da casa principal, e desligou o motor.
No silêncio que se seguiu, ele ouviu.
Gemidos.
Baixos no início, mas inconfundíveis. Gemidos femininos de prazer, intercalados com sons de impacto de pele contra pele. Lucas sorriu no escuro. O dono da festa deve estar se divertindo, pensou.
Subiu a trilha em direção à área da piscina, onde as barracas estavam armadas. A música já havia parado, apenas alguns resquícios de conversas embriagadas vinham da casa. Ele se dirigiu à barraca de Leo — como havia esquecido a sua, iria dormir com o amigo.
Mas não precisou chegar muito perto.
Os gemidos vinham de dentro da barraca de Leo. E não eram mais baixos — eram altos, guturais, cheios de urgência. A voz era inconfundível: Patrícia.
“Ah, caralho… assim… assim mesmo…”, a voz dela vinha abafada pela lona da barraca, mas clara o suficiente.
Lucas parou, seu coração acelerando instantaneamente. O tesão que já estava latente desde que deixou Larissa explodiu dentro dele. Seu pau endureceu dolorosamente dentro da bermuda.
Ele se afastou discretamente, foi até o freezer que ainda estava ligado perto da área da piscina, pegou uma cerveja gelada. Sentou em uma cadeira de plástico a alguns metros da barraca — perto o suficiente para ouvir, longe o suficiente para não ser notado.
Ligou um som portátil que estava por perto, colocando uma música baixa para disfarçar sua presença. Mas seus ouvidos estavam sintonizados apenas nos sons vindos da barraca.
Os gemidos de Patrícia eram uma sinfonia de prazer. Ela gemia alto, sem pudor, seus gritos abafados pela lona mas não completamente. Lucas ouvia o som úmido de sexo, o rangido do colchão inflável, a respiração ofegante de Leo.
“Mais fundo… por favor…”, a voz dela, suplicante.
Lucas abriu a cerveja e tomou um gole, sua mão livre descendo para sua bermuda. Ele não resistiu — puxou seu pau para fora e começou a se masturbar lentamente, seus olhos fixos na barraca que balançava levemente com os movimentos dentro.
A cena em sua mente era vívida: Patrícia, com seus seios enormes balançando, sua bunda imensa empinada enquanto Leo a comia por trás. Ou talvez ela estivesse por cima, cavalgando ele, seus cabelos cacheados balançando com o movimento.
Os gemidos continuaram por mais de meia hora — um tempo impressionante. Lucas se masturbou durante todo o período, sua respiração ficando mais ofegante a cada gemido dela. Ele quase gozou quando ouviu Patrícia gritar:
“Vou gozar! Tô gozando! Caralho!”
O silêncio que se seguiu foi quase tão eloqüente quanto os gemidos. Lucas terminou sua cerveja, guardou seu pau ainda latejante na bermuda. Ficou sentado, esperando.
Não demorou muito. A entrada da barraca se abriu.
Patrícia saiu.
Ela estava apenas com a blusa de Leo — uma camiseta larga de algodão que pertencia ao amigo. A blusa era tão grande nela que mal passava de seus quadris. Sob a luz fraca da lua, Lucas podia ver que ela não estava usando nada por baixo.
Os seios dela estavam claramente visíveis através do tecido fino — grandes, pesados, com os mamilos duros marcando o tecido. A blusa molhada de suor colava em seu corpo, delineando cada curva. A parte inferior da blusa mal cobria sua bunda — Lucas podia ver a curva inferior de suas nádegas, redondas e firmes.
Ela olhou diretamente para ele, seus olhos escuros brilhando no escuro.
“Oi, você está aí há muito tempo?”, ela perguntou, sua voz rouca do sexo.
Lucas engoliou seco.
“Tem umas meia hora. Por quê?”
Ela sorriu, um sorriso safado que ele conhecia bem.
“Ouviu alguma coisa?”
Lucas não viu razão para mentir.
“Como não ouvir?”
Patrícia ficou vermelha — não de vergonha, mas de excitação. Ele podia ver o rubor subindo de seu pescoço para seu rosto.
“Vou ao banheiro”, ela disse, virando-se.
Lucas não hesitou. Esperou alguns segundos, então foi atrás dela.
O banheiro era uma construção simples, anexa à casa principal. A porta estava entreaberta. Lucas a empurrou suavemente.
Patrícia estava lá, de frente para o espelho pequeno acima da pia. Ela não parecia surpresa em vê-lo.
“Fiquei com tesão só de ouvir aquele seu gemido”, Lucas disse, entrando e fechando a porta atrás de si. “E vendo você assim com esta blusa… estou com mais tesão ainda.”
Ela se virou, apoiando-se na pia. A blusa de Leo estava ainda mais reveladora sob a luz fraca da lâmpada do banheiro. Lucas podia ver claramente a sombra de seus mamilos duros, a curva de sua cintura, a sugestão de seus quadris largos.
“Seu tarado”, ela disse, mas seu tom era de aprovação, não de repreensão. “Acha que não sei que ficou me olhando a festa toda?”
Ela não esperou resposta.
“Você dorme com a gente, né? Se for, quer que eu dê para os dois hoje.”
Lucas sentiu um choque elétrico percorrer sua espinha. Sua voz saiu rouca:
“Não antes da gente dar uma rapidinha aqui no banheiro.”
Foi tudo o que ela precisava ouvir.
Em dois passos, Lucas a pressionou contra a parede. Seus lábios encontraram os dela em um beijo voraz, faminto. A boca de Patrícia era carnuda, quente, sabia a cerveja e a ela mesma. Seus braços envolveram seu pescoço, puxando-o para mais perto.
Lucas estava apenas de short de banho — um modelo simples de lycra. As mãos de Patrícia desceram imediatamente para ele, encontrando seu pau através do tecido. Ele já estava duro, latejando.
Ela abriu o short, puxando seu pau para fora. Sua mão o envolveu — sua pele era macia, quente. Ela começou a punhetá-lo com movimentos firmes, experientes.
“Caralho, Lucas… você é maior do que parecia”, ela sussurrou contra seus lábios.
Ele parou de beijá-la, seus lábios descendo para seu pescoço, depois para os seios. Ele puxou a blusa para cima, expondo seus seios completamente.
Eram ainda mais perfeitos de perto — grandes, redondos, com auréolas grandes e escuras, mamilos longos e eretos. Ele levou um à boca, chupando-o avidamente, sua língua circulando o mamilo.
Patrícia gemeu, sua cabeça jogada para trás.
“Assim… continua…”
Sua mão continuou a punhetá-lo, seu ritmo acelerando. Mas então ela parou, afastou-se um pouco e se ajoelhou no chão do banheiro.
“Quero sentir você na minha boca primeiro”, ela disse, sua voz rouca de tesão.
E então ela o levou à boca.
O boquete foi, de fato, um dos melhores que Lucas já experimentara. A boca dela era quente, úmida, e ela sabia exatamente como usar a língua — pressionando a parte inferior do pau, massageando a cabeça, engolindo profundamente sem engasgar. Suas mãos massageavam suas bolas enquanto ela chupava, seus dedos pressionando suavemente.
Lucas a observou, suas mãos enterradas em seus cabelos cacheados. Ela olhava para cima, seus olhos escuros encontrando os dele enquanto seu pau entrava e saía de sua boca.
Após uns cinco minutos — que pareceram uma eternidade de prazer — Lucas a puxou para cima.
“Minha vez”, ele disse, sua voz grossa.
Ele a virou, pressionando-a contra a parede novamente. Seus braços ficaram apoiados na pia, suas costas arqueadas. Lucas abaixou seu short de banho — ela não estava usando calcinha.
Sua bunda estava exposta — imensa, redonda, perfeita. As nádegas eram firmes, com um sulco profundo entre elas. Lucas viu sua buceta por trás — os lábios eram carnudos, rosados, já úmidos de excitação.
Ele não perdeu tempo. Posicionou-se atrás dela, sua mão guiando seu pau até sua entrada.
“Você tá pronta?”, ele perguntou.
“Tô mais que pronta, porra”, ela respondeu, sua voz tensa de expectativa.
Ele então a penetrou em um movimento único, profundo.
Patrícia gritou — um grito alto, gutural, que ecoou no pequeno banheiro. Ela estava apertada, incrivelmente quente e úmida.
Lucas começou a bombar com força, suas mãos agarrando seus quadris largos enquanto ele a empurrava contra a parede a cada estocada. O som de sua pele batendo na dela enchia o banheiro.
“Assim… caralho… assim mesmo…”, ela gemeu, sua voz abafada pelo braço que ela mordia para não gritar muito alto.
Lucas a fodeu por um bom tempo — seus quadris batendo contra suas nádegas com um ritmo rápido, constante. Ele podia sentir ela se contraindo ao redor de seu pau, seus músculos vaginais apertando-o.
Mas então Patrícia parou.
“Espera…”, ela disse, ofegante.
Ela se virou, seu rosto vermelho de prazer.
“Vamos terminar lá na barraca”, ela disse, seus olhos brilhando com malícia. “Quero dois paus me comendo.”
Lucas quase gozou ali mesmo com as palavras dela. Ele a puxou para um beijo rápido, seus lábios se encontrando em um beijo molhado, desesperado.
“Vamos”, ele concordou.
Eles se arrumaram rapidamente — Patrícia puxou a blusa de Leo para baixo, cobrindo seus seios novamente. Lucas ajustou seu short.
Caminharam de volta para a barraca em silêncio, a excensão palpável entre eles. A barraca ainda estava fechada.
Patrícia abriu a entrada e entrou primeiro. Lucas seguiu.
Dentro, Leo estava pelado, dormindo profundamente em um colchão inflável. O cheiro de sexo ainda estava pesado no ar.
Patrícia não hesitou. Ela se ajoelhou ao lado de Leo e, sem cerimônia, envolveu seu pau com a boca.
Leo acordou com um sobressalto.
“Tá doida? O Lucas tá aí atrás”, ele disse, sua voz rouca do sono.
Patrícia tirou o pau da boca por um segundo.
“Eu quero é os dois, não reclama”, ela respondeu, sua voz firme.
E então ela voltou a chupá-lo.
Leo olhou para Lucas, que estava parado na entrada da barraca. Os olhos dos dois amigos se encontraram. E em vez de constrangimento, havia entendimento — e tesão compartilhado.
Lucas entrou na barraca, fechando a entrada atrás de si. Ele se despiu completamente, seu pau ainda duro e latejante.
O que se seguiu foi putaria pura, sem limites, sem pudores.
Patrícia era a maestrina, comandando os dois homens com uma confiança que era eletrizante. Uma hora era Lucas que a comia — ela de quatro, sua bunda imensa empinada enquanto ele a penetrava por trás, seus seios balançando com o movimento.
“Mais forte, Lucas… enche minha buceta”, ela gemeu, seus dedos cavando no colchão inflável.
Outra hora era Leo — ela sentando nele, cavalgando seu pau enquanto beijava Lucas, sua língua encontrando a dele enquanto seu corpo subia e descia.
“Vocês dois são deliciosos”, ela sussurrou, seus olhos fechados em êxtase.
E então veio o momento que Lucas nunca esqueceria.
“Quero os dois juntos”, Patrícia ordenou, sua voz rouca de prazer.
Ela se posicionou de quatro novamente. Lucas pegou lubrificante — que milagrosamente estava na barraca — e preparou seu cuzinho enquanto Leo mantinha seu pau na buceta dela.
“Um naquele cuzinho apertadinho e outro na buceta”, ela disse, olhando para trás, seus olhos escuros brilhando com desafio.
Lucas lubrificou seu pau generosamente, então posicionou-se atrás dela. Enquanto Leo penetrava sua buceta por trás, Lucas guiou seu pau até seu cuzinho.
Era apertado — incrivelmente apertado. Patrícia gemeu alto quando ele entrou, um gemido que era metade dor, metade prazer.
“Devagar… devagar…”, ela disse, sua respiração ofegante.
Lucas entrou lentamente, sentindo o anel muscular se abrir para ele. Quando ele estava completamente dentro, ele parou, deixando-a se acostumar.
“Agora… movam-se juntos”, ela ordenou.
E assim fizeram. Lucas e Leo começaram a mover-se em uníssono — quando Leo empurrava para dentro da buceta dela, Lucas empurrava para dentro de seu cuzinho. O ritmo era hipnótico, intenso.
Patrícia estava no meio, recebendo ambos os paus simultaneamente. Seus gemidos eram contínuos, altos, incontroláveis.
“Caralho… assim… vou gozar…”, ela gritou.
E ela gozou — seu corpo tremendo violentamente, seus músculos se contraindo ao redor de ambos os paus.
Isso foi o suficiente para Lucas e Leo. Um após o outro, eles gozaram — Lucas dentro de seu cuzinho, Leo dentro de sua buceta.
Os três desmoronaram no colchão, ofegantes, cobertos de suor e fluidos.
Mas a noite não terminou ali.
Os três gozaram mais duas vezes cada um — em diferentes combinações, diferentes posições. Patrícia chupou os dois ao mesmo tempo, alternando entre um pau e outro. Lucas comeu ela enquanto ela chupava Leo. Leo comeu ela enquanto ela beijava Lucas.
Foi uma noite de excessos, de prazer sem limites.
Quando o céu começou a clarear, os três saíram da barraca — nus, ainda com o cheiro de sexo neles — e foram para o banheiro tomar um banho juntos. A água fria foi um choque, mas também um refresco.
No chuveiro, Patrícia lavou os dois homens, suas mãos ensaboadas deslizando sobre seus corpos. Eles a lavaram também, suas mãos explorando cada curva de seu corpo.
Quando saíram do banheiro, o sol começava a nascer.
Patrícia olhou para os dois, um sorriso satisfeito em seu rosto.
“Amanhã na piscina… continuamos”, ela disse, seu olhar prometendo mais.
Lucas e Leo trocaram um olhar. Ambos sabiam que o dia seguinte na piscina — com Felipe, o dono do sítio, e mais três meninas que haviam dormido na casa — seria apenas mais um capítulo dessa história de putaria.
Mas isso já era história para o próximo conto. Por enquanto, os três voltaram para a barraca, seus corpos exaustos mas satisfeitos, adormecendo entrelaçados enquanto o sol nascia sobre o sítio.