Enzo e a sessão com chicote

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1788 palavras
Data: 12/06/2026 12:45:25

​Enzo era um rapaz de 22 anos de aparência delicada. Tinha o corpo magro, cabelos lisos na altura dos ombros e traços suaves que frequentemente faziam as pessoas subestime-lo, não sabiam que era viciado em banheirão, frequentava cinemas e amava gang bang. Apesar da postura discreta, carregava uma mistura constante de insegurança e curiosidade, sentimentos que naquela noite pareciam ainda mais intensos.

​Ele havia combinado de encontrar Marcos, um homem de 48 anos conhecido pela presença imponente. Alto, forte, coberto por algumas tatuagens já desbotadas pelo tempo, Marcos tinha um jeito direto que raramente deixava espaço para dúvidas. Quando Enzo chegou à casa dele, sentiu o coração acelerar. O lugar era silencioso, iluminado apenas por algumas luzes indiretas que projetavam sombras nas paredes. Marcos abriu a porta e o cumprimentou com um simples aceno de cabeça.

​— Pode entrar.

​A voz grave aumentou o nervosismo de Enzo. Ele entrou e observou o ambiente enquanto tentava disfarçar a ansiedade. Marcos fechou a porta atrás deles e caminhou pelo corredor sem dizer muito. Havia algo em sua postura que transmitia confiança absoluta, como alguém acostumado a comandar qualquer situação. Enzo o seguiu em silêncio, sem saber exatamente o que esperar daquela noite. Cada passo parecia tornar o clima mais carregado. Não era medo, exatamente. Era a sensação de estar prestes a descobrir algo novo sobre si mesmo.

​Quando chegaram ao quarto, Marcos se virou e encarou o rapaz por alguns segundos.

​— Relaxa — disse, cruzando os braços. — Você parece mais nervoso do que alguém indo prestar vestibular.

​Enzo soltou uma risada sem jeito.

​— Talvez eu esteja.

​Pela primeira vez, um leve sorriso apareceu no rosto de Marcos. Mas foi um sorriso breve, quase predatório, que não suavizou sua expressão por muito tempo.

​— Tire a roupa — ordenou ele, a voz grave e firme, sem espaço para hesitação. — Tudo. Deixe só a calcinha que eu sei que você está usando por baixo.

​Enzo sentiu o rosto queimar de vergonha, mas obedeceu. Suas mãos tremiam levemente enquanto tirava cada peça de roupa, revelando o corpo magro e delicado, a pele clara e a calcinha rosa clara que mal cobria suas nádegas redondas. Ele se sentia exposto, vulnerável, mas a forma como Marcos o olhava — como se já fosse dono dele — fazia seu coração bater ainda mais forte.

​Marcos se aproximou devagar, circulando o rapaz como um predador. Passou a mão grande e áspera pelas costas de Enzo, descendo até apertar a carne com força, arrancando-lhe um suspiro manhoso.

​— Boa garota — murmurou Marcos, a voz baixa e cheia de autoridade. — Hoje você vai aprender a tomar o que eu quiser te dar. Fica de quatro na cama. Agora.

​Enzo subiu na cama rapidamente, posicionando-se de quatro, joelhos afastados, o traseiro empinado e oferecido. Marcos não perdeu tempo. A primeira palmada veio pesada, a mão larga estalando com força contra a nádega direita.

​— Ahh! — gemeu Enzo, a voz fina.

​Marcos não deu trégua. Os tapas vieram ritmados e cada vez mais fortes, alternando os lados, fazendo a carne macia e clara de Enzo avermelhar rapidamente. A pele delicada tremia a cada impacto, o som seco ecoando no quarto.

​— Olha como essa bunda marca fácil… tão sensível — disse Marcos, a voz carregada de satisfação dominante. Ele segurou a nuca de Enzo com uma mão, pressionando seu rosto contra o colchão, enquanto a outra mão continuava espancando sem piedade. — Você vai aguentar tudo que eu mandar hoje, entendeu?

​— Sim… senhor — respondeu Enzo entre gemidos, lágrimas já se formando nos olhos.

Marcos começou a acariciar a pele de Enzo, que se contorcia pela sensibilidade deixada pelas palmadas.

—Quanto mais apanha, mais sensível você fica—disse Marcos.

​Ele pegou uma tala fina de couro. O primeiro golpe cortou o ar e acertou em cheio, deixando uma linha vermelha ardente na pele clara. Enzo soltou um grito agudo, o corpo inteiro tensionando.

​— Aii! Tá queimando muito!

​— Cala a boca e empina mais — ordenou Marcos, batendo novamente, agora com mais força e precisão.

​As talas caíam ritmadas, uma atrás da outra, marcando o traseiro de Enzo com linhas finas e doloridas. O rapaz choramingava alto, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas mantinha a posição, recebendo cada golpe. Marcos parou por um momento apenas para apertar a carne quente e marcada, afundando os dedos grossos nos vergões.

​— Linda… toda vermelhinha pra mim.

​Finalmente, ele pegou o chicote de tiras largas de couro. O primeiro golpe foi brutal, estalando alto ao acertar as duas nádegas ao mesmo tempo. Enzo berrou, o corpo sacudindo violentamente.

​— Aaaahhh! Por favor… tá muito forte, Marcos!

​— Você vai aguentar — respondeu Marcos com frieza dominante, sem diminuir o ritmo.

​O chicote caía sem piedade, deixando vergões mais grossos e profundos na pele clara. Cada golpe fazia Enzo soluçar e chorar mais alto, a carne destruída, em tom de vermelho escuro, ardendo como fogo.

Enzo curvava I corpo a cada chibatada. As costas firmando um arco, sua bunda vermelha com vergões.

​—Chora mesmo, princesinha. Quanto mais você berra, mais eu quero te marcar — rosnou Marcos, acelerando os golpes, chicoteando a bunda, as coxas e a parte baixa das costas.

​Enzo estava entregue ao sofrimento: soluçando descontroladamente, o corpo trêmulo, suor e lágrimas molhando o lençol, completamente rendido ao homem dominante que não lhe dava nenhuma trégua. Marcos deu mais alguns golpes fortes antes de parar, passando a mão áspera sobre a carne quente e castigada.

​— Boa garota. Ficou exatamente como eu queria. Mas ainda não terminei com você.

​Marcos largou o chicote e segurou com força o elástico da calcinha rosa de Enzo, que já estava ensopada de suor e colada na pele quente. Com um puxão violento e seco, ele rasgou o tecido de lado, arrancando os pedaços da peça e jogando-os no chão. Enzo soltou um suspiro de vergonha, sentindo o ar frio do quarto bater direto na sua bunda completamente nua, exposta e destruída pelos vergões escuros.

​Ele abriu uma gaveta ao lado da cama e pegou um vibrador grosso, preto, de uns 18 cm de comprimento e com uma excelente circunferência. Ligou o aparelho na potência média. O zumbido baixo preencheu o quarto.

​— De quatro, empina mais essa bunda marcada e agora sem nada — ordenou.

​Enzo, ainda soluçando baixinho, obedeceu, empinando mais o rabo. Marcos espalhou uma quantidade generosa de lubrificante gelado na entrada já hipersensível e no vibrador, depois pressionou a ponta ativa contra o anel inchado do rapaz.

​— Ahh… tá frio… — gemeu Enzo.

​Marcos não foi gentil. Empurrou o vibrador devagar, mas firmemente, girando enquanto entrava. O brinquedo deslizou para dentro da carne ainda quente da surra; as vibrações intensas fizeram Enzo arquear as costas e soltar um gemido alto, totalmente vulnerável.

​— Isso… engole tudo, princesinha — rosnou Marcos, empurrando até quase a base.

​Ele começou a foder Enzo com o vibrador em estocadas longas e ritmadas, aumentando a potência para o máximo. O zumbido forte reverberava no esqueleto do garoto. Enzo choramingava e gemia sem parar, a carne tremendo a cada penetração. As vibrações castigavam o interior devseu cu, misturando a dor latejante dos vergões com um prazer avassalador que se espalhava pelas pernas.

​— Tá… tá vibrando muito… ai, Marcos… — soluçava ele, o pau duro e ereto balançando entre as pernas, babando na direção do colchão.

​Marcos metia o vibrador com força, girando e puxando quase todo para fora antes de enfiar novamente, esticando o tecido sensível. Depois de vários minutos castigando Enzo com o brinquedo, ele o deixou enterrado fundo, mantendo o motor ligado no limite.

​— Agora vai sentir as duas coisas ao mesmo tempo.

​Marcos tirou a própria roupa, revelando um pau grosso, veioso e completamente rígido. Ele se posicionou atrás de Enzo, segurou a base do vibrador com uma das mãos e, com a outra, alinhou a cabeça do próprio pinto na entrada já ocupada pelo objeto.

​— Não… vai ser muito… por favor… — o rapaz implorou, a voz quebrada.

​— Vai sim. E você vai aguentar — respondeu Marcos com autoridade, empurrando o pau devagar ao lado do vibrador.

​Enzo soltou um grito agudo quando a cabeça do pinto de Marcos forçou passagem junto com o brinquedo. A sensação de dupla penetração foi um choque anatômico: o esfíncter estava esticado ao limite máximo, queimando enquanto os dois corpos grossos invadiam o canal ao mesmo tempo.

​— Aaaahhh! Tá me destruindo! É muito.... Dói... Dói.. — berrou Enzo, o corpo inteiro sacudindo em sobressaltos reflexos.

​Marcos grunhiu de prazer e continuou empurrando até conseguir enfiar todo o pau junto com o vibrador. Os dois objetos preenchiam o rapaz completamente, esmagando suas paredes internas sem piedade. Marcos começou a socar — devagar no começo, estabelecendo o atrito, e depois com força total, fodendo o garoto com o membro e o brinquedo em paralelo.

O corpo de Enzo era empurrado para frente e marcos o segurava pelo ombro, puxando novamente para trás, empalando o rapaz.

​— Porra… que cu apertado mesmo estando arrombada… tá sentindo os dois te abrindo, né? — rosnava Marcos, cravando os dedos no quadril do Enzo enquanto metia fundo.

​Cada estocada fazia o vibrador e o pau se moverem em sincronia, gerando uma fricção brutal. Enzo chorava e gemia alto, a dor lancinante fundida a ondas de um prazer elétrico que fazia seu pinto latejar, expelindo gotas contínuas de baba sobre a cama. O corpo delicado estava sob controle total; as nádegas com vergões e vermelhas de marcas agora sustentavam a base de dois invasores massivos.

​Marcos acelerou o ritmo, socando com brutalidade. O som molhado e obsceno da penetração dupla abafava os soluços de Enzo.

​— Boa garota… toma tudo aí dentro… vou gozar te arrombando assim.

​Depois de longos minutos de uma pressão implacável, o prazer da sobrecarga explodiu na frente. O pinto de Enzo disparou jatos grossos de porra contra o lençol sem que ninguém precisasse tocá-lo, apenas pelo estímulo esmagador no fundo de seu cu. No mesmo instante, Marcos enterrou o pau até o talo e despejou sua própria gozada com um gemido rouco, inundando o interior do rapaz com jatos quentes enquanto o vibrador continuava a zumbir lá dentro.

​Enzo tremia descontroladamente, o sistema nervoso saturado pelo calor do sêmen e pelas vibrações contínuas. Marcos ficou alguns segundos parado, saboreando o aperto extremo daquele buraco ocupado, antes de puxar o pau e o brinquedo de uma vez.

​Um rio denso de porra e lubrificante escorreu imediatamente da entrada escancarada e destruída.

​— Olha o estado do seu cu… perfeito — murmurou Marcos, satisfeito, desferindo um último tapa estalado na carne marcada de açoites.

​Enzo desabou de lado na cama, completamente ofegante, os olhos fixos no vazio enquanto os músculos do traseiro piscavam abertos, incapazes de se fechar. Seu corpo estava esgotado, totalmente usado pelo homem que agora se vestia em silêncio.

Enzo sabia que a bunda estava destruída.

E sabia outra coisa também, que queria repetir a sessão.

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