Por mais recente que eu tenha perdido a minha virgindade e fosse ainda inexperiente sexualmente, sempre pensei que o tamanho do meu pênis nunca fosse um problema, e sempre mostrei isso pra minha irmã ou pra Pamela que isso não me abalava.
Mas recentemente após o ménage com Luiza e Pamela me sinto um pouco abalado e não vou mentir, pelo fato de ser humilhado por Luiza na frente de Pamela e depois sentir e ouvir algumas coisas, não tem como dizer que não me afetou e fiquei magoado.
Parecia que estava exausto de tudo! Chegava em casa e só queria ficar deitado, e aquela semana foi terrível pois a minha irmã estava sexualmente ativa, trazendo os namorados dela para transar e eu ouvia, como não ouvir morando no mesmo teto.
Praticamente foi isso a semana toda e quando chegou o final de semana minha irmã entrou só de calcinha e sutiã no meu quarto.
“Tem alguém aqui que anda quieto demais.”
“Oi.”
Eu não queria ver ela, não com aquela minha falta de confiança, estava tão deplorável sem fazer a barba e com aparência cansada.
“Você está com uma cara péssima, está bem?”
“Só muitas coisas acontecendo.”
“Vai na Pamela esse final de semana, deve estar com saudades daqueles Peitões?”
“Vou ficar em casa.”
“Deve ter ficado se masturbando a semana inteira, e agora vai ficar sem ela, aí meu Deus que vai acontecer com você.”
“Como assim?”
Ela pegou nos peitos dela e apertou me sorrindo.
“Em casa se tem uma irmã com os peitos bem maiores que a Pamela, e precisa de mais atenção do que você possa dar.”
Minha irmã era uma fetichista de mão cheia.
“Sua ninfomaníaca.” Falei rindo.
“Então podemos fazer um joguinho.” Ela falou com uma voz de putinha e virou empinando a bunda e passou a mão pegando nela “se você me obedecer o dia inteiro eu faço qualquer coisa com você.”
“Tô tranquilo.”
“Até anal.”
Ouvir a minha irmã falando aquilo era muito excitante, meu pau ficou duro mas eu simplesmente ignorei pois estava muito chateado.
“Não tô no clima.”
Ela se deitou em cima de mim.
“Você vai querer ficar no seu quarto sozinho se masturbando pensando na Pamela ou me ouvindo transar.” Ela falou tão safada que meu pau começou a despertar. “Quantos minutos sem se masturbar?” Falou com um sorriso.
“Minutos? Dias minha irmã.” Falei com pênis meia bomba. “Não me masturbei desde de voltar da casa de Pamela.”
“Por isso está com esse mau humor? Que o meu pequeno irmãozinho tem?”
“Nada.” Falei irritado com os diminutivos dela.
“Me conta que aconteceu entre você e a Pamela.”
“Deixa pra lá.”
“Me conta João.”
“Eu estou perdendo ela, pra alguém de pau maior.” Como aquela frase era humilhante.
“Irmão já tivemos essa conversa e você sempre aceitou isso.”
“Mas a diferença ficou evidente demais.”
Minha irmã me olhou “oque aquela vagabunda falou?”
“Ela não falou nada, bom simplesmente eu percebi é como nos pornos. Os caras com pau grande mulheres geme alto, e igual você transando com o seu namorado ou sei lá quem ele é, é algo intenso e comigo é morno.”
“Você já tomou banho na água morna? É gostoso e dá pra fazer isso até 3 vezes ao dia, agora tomando banho na água muito quente você toma banho rápido e uma vez por dia e olha lá.”
“Bela metáfora.” Falei de um jeito mostrando que não estava convencido.
“Eu fico dolorida sabe principalmente se for uma posição onde ele enfia sem dó, machuca.”
“É pra eu me sentir melhor ou pior.”
“Me desculpa.”
Ela se aproximou e me deu um beijo na bochecha e sentou na cama, eu estava sem camisa ela deu um beijo no meu peito e foi descendo dando beijos, “você quer um boquete seu pintinho.”
“Não fala assim.”
Ela pegou no meu pênis e apertou.
“Acho que você o seu pintinho quer um boquete.”
“Acho que eu vou ter que aceitar.”
Ela com um sorriso foi me beijando e quando eu senti a sua mão indo diretamente na minha bunda, eu dei um pulo.
“Ei”
“Pensei que iria apimentar as coisas.”
“Se tem que avisar antes de sair colocando a mão assim.”
“Não iria colocar a mão só um dedinho.”
“Não Paola! Tá louca?”
“Posso colocar o mindinho se quiser!” Falou me mostrando o dedinho.
“Negativo.”
Ela ficou me olhando pensativa e simplesmente colocou a cabeça no meu peito e falou. “Se você me obedecer eu juro que te mostro como competir com esse cara de pênis grande.”
“Sério?” Fiquei interessado.
“Sim, mais vai ser a altura se é que você me entende.”
“É, acho que sim.”
Minha irmã foi saindo do quarto, “eu quero você limpe a casa toda… enquanto isso vou dar uma saidinha.”
Puta merda trabalho braçal, foi o dia inteiro jogando água na casa inteira lavando e tirando poeira, deixei a impecável.
“João, você vai fazer a janta pra mim e pro meu namorado.”
(Puta quê pariu.) Eu pensei
“Mas antes vai pro meu quarto e fique pelado sem nada.”
Fui pra quarto e fiquei pelado, eu estava tão excitado e sem nem saber o porquê. Bom eu sei o porquê, a minha irmã iria me mostrar como competir com um cara de pau grande. Mas ela fez uma pergunta estranha.
“Tomou banho hoje?”
“Tomei banho ontem.”
Eu vi que ela deu uma engolida tentando disfarçar, a minha irmã tem fetiche em cheiro e suor só pode.
“Deita na minha cama de bunda pra cima.”
Como achei aquilo estranho, mas pensei que era pra mim não olhar, deitei e fiquei olhando pra parede. Paola passou a mão nas minhas costas e foi descendo e passou a mão na minha bunda e desceu pegando nas minhas bolas e meu pau e começou a me masturbar.
Juro que fiquei com medo e tesão, aquela maluca tentou colocar o dedo na minha bunda mais cedo, mas tenho certeza que esse é meu limite.
“João, você quer me chupar?”
Eu adoraria sair daquela posição, mas quando ela parou de me masturbar, eu queria mais.
Minha irmã tirou a calcinha… Minha nossa, minha irmã tinha brigado com o chuveiro só pode, foi quando eu sinto ela passando a calcinha no meu rosto, ela queria passar o fetiche dela pra mim, era até meio esquisito. Tinha um cheiro forte de suor e mais coisas.
“Agora prova.”
Colocou na minha boca eu sentia gosto na minha língua, devia ser coisa da minha cabeça mas estava salgada. Eu estava meio submisso e estava gostando era estranho mas no momento a gente não consegue pensar muito.
Paola subiu na cama passando por mim, ficou do meu lado do mesmo jeito que eu estava deitado e falou.
“Vem João lambe minha bunda e buceta.”
Eu me levantei e vi que ela ficou de quatro, seu cuzinho exposto pra mim e sua bucetinha estava melada minha irmã e tão safada, eu já tinha falado do cheiro mais nada foi comparado quando eu realmente cheguei perto. Ela realmente precisava de uma banho, o cheiro estava exalando, lambi a sua bunda e sua buceta, (qualquer macho alfa varia isso com um sorriso no rosto.) eu pensei. Ela realmente adorava isso.
“Agora quero ver se realmente vai conseguir passar no teste.”
Fiquei em silêncio.
“Quero que você esfregue o seu pau na minha bunda sem penetrar e goza na minha bunda.”
Isso era fácil demais, ela se deitou e coloquei no meio da bunda da minha irmã e fiquei bombando.
“Pega nos meus peitos.”
Eu apertava cada vez mais o meu tesão subia.
“Preciso que você faça algo para mim se quiser gozar.” falou minha irmã.
“Qualquer coisa.” Minha imaginação era foder ela.
“Você vai lamber a minha bunda depois de gozar.”
“Eu já estou pra gozar.”
Senti a bunda pressionando meu pau, eu não aguentei e comecei a gozar, a muito tempo eu precisava gozar.
“Tô sentindo o seu esperma quente em toda a minha bunda.”
Concordei em limpar a bunda dela com a minha boca, mas não imaginava que tinha esperma em todo lugar, na hora do tesão a gente não pensa.
Ela ficou de quatro “Vem João me lambe.”
Já tinha esperma escorrendo por suas pernas, ela apoiou a cabeça no travesseiro e com as suas mãos abriu a bunda expondo pra mim.
“Lambe minha bunda agora.”
Foi um pouco humilhante, depois que o orgasmo passa, vem a lucidez e a gente fica meio constrangido, mas eu tinha um juramento a seguir.
Comecei a lamber tinha um gosto salgado e amargo, lambi as laterais de sua bunda um monte de vez, e quando lambi o orifício ela gemia igual uma putinha.
Quando eu terminei minha irmã se levantou “João isso foi maravilhoso, tão gostoso obrigadaaa.”
Ela foi saindo do quarto com uma toalha e fiquei no seu quarto com o rosto cheirando a cu, buceta e esperma, meu pau estava tão duro, ela estava passando o fetiche dela pra mim, como a minha irmã era uma putinha, ela saiu do banho, eu já entrei e comecei a me banhar, quando eu saí do banheiro.
“Irmão não esqueça da janta.”
Depois de uns 45 minutos a janta estava pronta e minha irmã saiu do quarto, “nossa o cheiro de comida está ótimo, você deve ter feito algo maravilhoso.”
Eu pensei (o seu cheiro agora também está ótimo, de banho tomado e perfumada isso sim deixa um homem excitado.)
“João ou você fica no seu quarto ou você sai dando liberdade pra gente.”
“Eu vou sair.”
“Perfeito.” Ela falou com um sorriso no rosto.
Aquilo era um pouco humilhante, ser expulso de casa por algumas horas para a minha irmã ter o seu encontro perfeito.
Fui pro quarto com raiva, e Paola foi atrás e me abraçou.
“Não fique tempo demais no seu quarto, se tiver chateado com alguma coisa me avisa.”
“Tá bem.”
“Eu gostei tanto de ver você cozinhando a sua comida cheira tão bem, você estava precisando gozar, não sei muito bem que aconteceu na casa de Pamela, mas se precisar conversar eu tô aqui.”
“Eu precisava mesmo gozar, obrigado.”
“Eu sabia, senti o tanto que gozou na minha bunda, deixou a minha bunda tão melada, queria tanto ter provado um pouquinho.”
“Porque não me falou?”
“Você me lambeu com tanta vontade, eu só conseguia gemer sentindo a sua língua passando no meu cuzinho.”
Fiquei morrendo de vergonha.
“Tem certeza que vai sair? Você pode me ouvir gemendo, porque estou com tanto tesão que vou gozar bastante.”
Aquilo me deixou de tesão, já queria gozar novamente.
“Eu vou sair.” Falei mas na verdade eu queria ficar em casa.
“Tá bem então.”
Falou Paola saindo do quarto.