Letícia sempre foi comunicativa e apesar de casada mantinha amizade solta com homens, inclusive no ambiente de trabalho. Por brincar com todos e também aceitar brincadeiras, claro que isso gerava uma liberdade para que os amigos com mais convívio a elogiavam no dia a dia e não é pra menos. Ela tem um corpo delicioso. Morena com seios siliconados, cintura fina, bunda grande, pernas grossas e sim, adorava um elogio e um certo exibicionismo. Pois, as roupas que anda sempre valoriza cada um dos atributos. A calça jeans apertada faz com que qualquer macho a deseje. Ela sabia disso e gostava desse poder de que poderia escolher quem quisesse para fuder. O marido ao mesmo tempo que era ciumento, não ficava impondo regras e permitia, por exemplo, que ela fosse em eventos e confraternizações da empresa sozinha. E foi em uma dessas, de despedida de um dos gerentes da fábrica, que ele foi corno de Letícia, com dois ao mesmo tempo. O almoço se estendeu durante a tarde com cerveja, caipirinha e até uma música ao vivo alegrava o ambiente. Com um vestido soltinho, mas que marcava aquela bunda balançando quando passava, ela logo começou a ser alvo de cantadas, principalmente dos dois que sempre estavam mais presentes no dia-a-dia. Pela liberdade, eles começaram a falar que ela estava muito gostosa e que se a pegassem naquela tarde iriam esquecer que era casada e fazer de tudo. Letícia ria e entre uma bebida e outra já estava com o tesão mais aflorado. Ao final do dia, quando a maioria dos convidados haviam ido embora, foi que aconteceu. Ao ir até o banheiro dentro da casa, Letícia encontrou um dos safados que a cercou no corredor. Houve uma troca de olhar e logo se beijaram. Neste momento o outro amigo que tinha a visto entrar, foi atrás e viu a cena. Ele nem pensou, já chegou encostando atrás de Letícia, a encoxando. Eles já a levaram para um dos quartos próximo e logo ela estava entre os dois machos. Apalpando o pau deles por cima das calças, cada um com uma mão, com cara de tarada. Eles tiraram as rolas pra fora e ela continuou a punheta nas duas picas que eram maiores que a do seu marido. Sua mão deslizava nos paus. Letícia, que sempre adorou mamar, ajoelhou e passou a chupar os dois, revezando a cabeça da rola que entrava na sua boca. “Olha que delícia de chupeta dessa casada, sempre te falei que era uma safada e você não acreditava, ai ela agora ajoelhada mamando nosso pau”, falou um amigo ao outro. “É verdade cara você tinha razão, e o bom que agora ela vai ser nossa chupeteira do trabalho né, vai ser só entrar na sala dela, tirar o pau pra fora e ganhar a mamada. Nossa amiga do trabalho agora é nossa bezerrinha”, eles conversavam e riam. Forçavam o pau na garganta a fazendo engasgar. “Vai ser nossa chupeteira né Letícia. E é isso que você merece ó. Pau na garganta até se babar toda. Engasga com o pau na boca engasga puta”. Enquanto recuperava o fôlego ela só concordava fazendo sim com a cabeça, enquanto já se preparava e pedia para levar pau. Com um pau na boca o outro só levantou o vestido, deixando aquela bunda grande pra fora, colocou a calcinha de lado e sem cerimônia enfiou a pica sem dó na buceta enxarcada. Socou com tudo até as bolas como se diz. Ela soltou um gemido alto pela estocada. “Ai seus safados, cachorros, estão me fudendo sem dó né, tudo isso era vontade de comer a amiga casadinha do trabalho de vocês é seus putos. Então fode. Isso fode seus pauzudos. Deixa sentir essas rolas deixa. Soca elas em mim vaiii socaaaa”, ela falava, gemia e ria ao ver dois machos com tanto tesão nela daquele jeito. “É isso mesmo sua puta. Nossa e que buceta quente que essa safada tem cara, vem aqui experimentar, vem aqui experimentar”, um chamou o outro. “Nossa verdade, puta que pariu que buceta quente, vou viciar em comer, que delicia Letícia, que delícia”. Nisso o telefone dela toca. Era o marido. Levando rola na buceta e mamando a outra ela atendeu toda manhosa e falou que não iria demorar, só estava ajudando os amigos a organizar e já iria. “Vida jaja estou chegando em casa tá, estou dando conta de uma missão aqui e organizando, mas jaja estou ai tá bom, me espera viu. Beijo amor”, disse a safada enquanto lambia a cabeça da pica no meio da conversa e se esforçava para não gemer levando rola na buceta. “Vai seus putos me enchem de porra, vocês viram que meu maridinho está me esperando em casa. Me deem porra vai. Me dá pau. Me dá paaauu aaiii eu vou gozaaaarrrr”, gritou Letícia sem se importar se alguém mais iria ouvir. “Eu to gozandooo eu to gozandoo dando pra doiss aiii meteeee”, se tremia toda.
“Toma porra putaaa tomaaa um na buceta e ou na sua boca safadaa, vadiaaa”, eles xingavam e gozavam, fazendo a amiga do trabalho de depósito de porra em plena uma festa da firma.