A maldição de Paris 13

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1094 palavras
Data: 12/06/2026 06:06:43
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 13: O Rapto de Helena

2025, Asilo São Lucas, Ribeirão Preto

O relógio marcava 6:25 PM. A noite já havia caído pesada sobre Ribeirão, e as luzes frias do corredor do asilo pareciam ainda mais pálidas. Thiago, Carla, Roberto e Jéssica estavam todos inclinados para frente, quase sem piscar, presos à minha voz. Jéssica havia trazido lanches — pães de queijo, refrigerantes —, mas ninguém tocara em nada. O ar estava denso, carregado de expectativa. Thiago perguntou, a voz baixa e rouca: “E depois daquela foda na cama de Menelau… o que vocês fizeram?”

Eu respirei fundo, o peito velho apertado pela memória. “Eu cumpri a promessa. Roubei ela pra mim. Foram os meses mais doces e mais perigosos da minha vida.”

1979, Ribeirão Preto e arredores

Dois dias depois daquela foda intensa na cama de Menelau, Helena me mandou um bilhete por um peão de confiança: “Me tira daqui. Não aguento mais.” Eu planejei tudo com sangue-frio. Roubei uma caminhonete velha de Otávio, juntei todo o dinheiro que tinha guardado por anos, comprei comida enlatada, roupas simples, remédios e muita munição. Na noite marcada, esperei nos fundos da fazenda, escondido entre as árvores.

Helena saiu pela janela do quarto, o coração na boca, carregando apenas uma pequena mala com joias, algumas roupas e uma foto minha que ela havia escondido. Quando ela entrou na caminhonete e me beijou, tremendo de medo e desejo, eu soube que não havia mais volta. Dirigimos a noite toda por estradas secundárias, evitando as principais, até uma casinha isolada que eu tinha alugado nos arredores de Serrana, uns 40 km de Ribeirão. Era simples: dois quartos pequenos, uma cozinha rústica, banheiro e um quintal com uma mangueira grande. Longe o suficiente pra nos esconder, perto o suficiente pra sentir o perigo constante.

Os primeiros meses foram um paraíso roubado. Helena floresceu como nunca. Ria alto, dançava pela casa, andava nua sem vergonha, cozinhava pra mim com carinho. E o sexo… o sexo era insano, diário, quase animalesco, como se cada dia pudesse ser o último.

Uma tarde quente de dezembro, o sol entrava forte pela janela da cozinha, deixando o ar abafado e úmido. Helena estava só de avental, preparando o almoço. O tecido fino mal cobria sua bunda redonda e firme. Eu me aproximei por trás em silêncio, o pau já duro dentro da calça. Agarrei sua cintura com força e pressionei meu corpo contra o dela.

“Páris…” ela gemeu baixinho, inclinando-se mais sobre a pia.

Minha mão desceu, levantando o avental. Dois dedos grossos entraram direto na buceta dela, que já estava encharcada, quente e escorregadia. Helena arqueou as costas, empinando a bunda pra mim. Comecei a movimentar os dedos rápido, curvando-os pra acertar aquele ponto que a fazia tremer. Com a outra mão, apertei um seio por baixo do avental, beliscando o bico duro.

Tirei o avental dela com um puxão, deixando Helena completamente nua. Ajoelhei no chão da cozinha e enterrei meu rosto entre suas coxas. Minha língua lambeu toda a extensão da buceta, devorando o gosto doce e salgado dela. Chupei o clitóris inchado com fome, enfiando a língua fundo enquanto um dedo pressionava e entrava devagar no cuzinho apertado. Helena gemia alto, as pernas tremendo, uma mão agarrada na borda da pia.

“Puta que pariu… assim… não para…”

Ela gozou pela primeira vez com um grito abafado, o líquido quente escorrendo pelas coxas e molhando meu queixo. O corpo dela convulsionava, mas eu não parei. Continuei chupando até ela quase desabar.

Levei ela pro quarto quase no colo, jogando-a na cama desfeita. Helena abriu as pernas bem largas, os olhos vidrados de desejo: “Me fode de todas as formas hoje. Quero sentir você inteiro.”

Comecei enfiando o pau na boca dela. Helena chupou com desespero, garganta profunda, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios. Eu segurava a cabeça loira dela e fodia sua garganta com estocadas firmes, sentindo a língua quente massageando a cabeça do meu pau. Ela gemia vibrando ao redor dele, os olhos lacrimejando de prazer. Gozou pela segunda vez só de me chupar, as coxas se apertando uma contra a outra, o corpo tremendo violentamente.

Virei ela de quatro na cama. Meti na buceta de uma vez, fundo e forte, batendo os ovos contra o clitóris. O som molhado de carne contra carne enchia o quarto. Dei tapas fortes na bunda branca, deixando marcas vermelhas, e puxei o cabelo loiro dela como rédea.

“Você é minha agora, Helena. Só minha.”

Ela gritava de prazer a cada estocada: “Sim! Sou sua puta… me fode mais!”

Gozo número três veio forte, a buceta apertando meu pau como um punho, suco escorrendo pelos lençóis.

Puxei o pau melado e apontei pro cuzinho. Lubrifiquei com bastante cuspe e entrei devagar, sentindo o anel apertado me engolir. Helena gemeu alto, empurrando a bunda contra mim. Quando estava todo dentro, comecei a meter com força, cada vez mais rápido. Uma mão no cabelo, a outra dando tapas ritmados na bunda.

“Me fode inteiro, Páris! Mais fundo!”

Ela gozou pela quarta, quinta e sexta vez seguidas, o corpo inteiro convulsionando, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto, o cu pulsando forte ao redor do meu pau.

Virei ela de frente, joguei as pernas dela sobre meus ombros e meti na buceta novamente, dobrando ela ao meio. Estocadas profundas, brutais. O sétimo orgasmo veio com ela gritando meu nome, unhas cravando fundo nas minhas costas. O oitavo foi ainda mais intenso — o corpo inteiro tremendo, um jato de líquido jorrando forte, molhando minha barriga e os lençóis. Eu não aguentei mais. Gozei dentro dela, enchendo a buceta quente com jatos grossos, depois puxei e ainda gozei na cara e nos seios dela. Helena, exausta e sorrindo, lambeu cada gota, gemendo baixinho.

Vivemos assim por quase quatro meses. Sexo selvagem quase todo dia — na cama, no quintal, no chuveiro, contra a mangueira. Risadas, planos de fugir mais longe, pra outro estado, outra vida. Mas Menelau não era idiota. Ele contratou detetives, ofereceu recompensa alta.

Um dia, no final da tarde, ouvimos o barulho de vários motores de caminhonetes se aproximando pela estrada de terra. Muitos veículos.

“Eles chegaram,” eu disse, pegando a espingarda encostada na parede.

2025, Asilo São Lucas

O quarto estava em silêncio mortal. Thiago passou a mão no rosto. Carla tinha lágrimas nos olhos. Roberto balançava a cabeça devagar. Jéssica perguntou baixinho, quase sussurrando: “E aí? O que aconteceu quando Menelau chegou?”

Eu olhei para os quatro, a voz cansada e rouca:

“Amanhã conto o final. O dia em que tudo virou sangue.”

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sr Boi a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários