Segredo na Chácara.
Me chamo Felipe, tenho 40 anos e trabalho Entendido. Todas as regras foram registradas e serão aplicadas em todo o texto: linguagem adulta e popular, sem repetições excessivas, subst investigador da polícia civil há mais de quinze anos. Sempre fui observador e calmo, gosto de manter discrição e separar a rotina do trabalho da vida pessoal. Moro numa cidade de médio porte no interior do Rio Grande do Sul, onde qualquer comentário se espalha rápido, então sempre levo tudo com cuidado para não chamar atenção.
Sou casado com Luciana há doze anos, ela tem 37 anos, trabalha como secretária, é inteligente e simpática com todos, mas tem um jeito reservado e muito curioso. O relacionamento sempre foi bom, com carinho e respeito, mas com o passar do tempo a parte íntima ficou mais tranquila e percebi que ela tinha desejos que nunca tinha coragem de contar abertamente. Gostava de pensar em coisas diferentes, principalmente aquelas que envolvem risco e segredo, e várias vezes comentou antes de dormir se todo mundo vivia da mesma forma que nós. Também tinha minhas próprias curiosidades e confesso que sentia um certo tesão em imaginar situações novas, desde que fossem combinadas e seguras.
Fora do trabalho, tenho poucos amigos, mas muito verdadeiros. Dois deles são Henrique e Fernando, ambos da mesma corporação, com quem passei por situações difíceis e que sabem tudo sobre mim. Henrique tem 40 anos, é alto e forte, pele clara, cabelo loiro curto, sempre bem arrumado, fala com firmeza e tem um jeito que impõe respeito, é casado e gosta de aproveitar a vida sem deixar que atrapalhe a família. Fernando tem 41 anos, é mais baixo, mas muito musculoso por causa dos esportes, pele morena, cabelos e barba bem feitos, tem um olhar que parece ler tudo o que se passa na cabeça das pessoas, é separado há dois anos e não esconde que gosta de mulheres, mas sempre com cuidado para não se envolver emocionalmente. Os dois cresceram comigo na cidade, fizeram a formação ao mesmo tempo e nunca houve segredos entre nós, sabiam que minha mulher era bonita e que tinha um lado que parecia querer mais do que a rotina oferece, e várias vezes brincaram que um dia poderíamos viver algo que mudaria tudo.
A ideia da festa surgiu numa conversa rápida. Henrique tinha uma chácara nos arredores, um lugar grande com piscina, árvores e vários quartos separados, perfeito para confraternizações sem risco de ser visto. Disse que ia reunir amigos de infância, todos adultos agora, e sugeriu que eu levasse Luciana para aproveitar o dia e a noite com tranquilidade. Conversei com ela logo e topou animada, pois gostava de reencontrar conhecidos e também sabia que iria rever os meus amigos. No dia escolheu um vestido leve que marcava bem o corpo e usou um perfume suave, e no caminho ficou calada olhando pela janela, dava para perceber que estava pensativa.
Ao chegar já tinha gente, churrasco sendo preparado e música baixa, todo mundo conversando e rindo. Henrique veio receber, abraçou forte e cumprimentou com beijos no rosto, ficou um tempo por perto e olhou para ela com admiração e desejo. Depois apareceu Fernando, mais reservado, mas muito atencioso, elogiou a aparência e disse que estava cada vez mais bonita. Durante o início da festa reparei como ela se comportava, conversava com todos e ria das piadas, mas sempre que um dos dois se aproximava mudava a postura, ficava mais ereta, mexia no cabelo e olhava com mais firmeza. Também percebia que eles não disfarçavam, olhavam com atenção e faziam perguntas que deixavam claro o interesse.
Fiquei por perto observando tudo, sentindo uma mistura de emoções, havia preocupação por ser minha mulher, mas também curiosidade e um desejo estranho de ver como tudo iria acontecer. Ela olhava de vez em quando com um sorriso de canto, como se pedisse permissão ou perguntasse se estava vendo o clima entre todos. Quando a noite caiu, muitos foram embora e ficou só nós e os amigos mais próximos. Henrique chamou para conhecer os fundos, onde ficavam os quartos mais afastados, dizendo que tinha feito reformas e queria mostrar. Entendi logo o que ele queria e ela também, segurou no meu braço e perguntou baixinho se eles estavam pensando a mesma coisa.
Mais tarde o clima ficou mais pesado, as conversas mais baixas e os olhares mais demorados. Henrique puxou assunto sobre fantasias e coisas que as pessoas escondem, perguntando o que cada um faria se tivesse total liberdade. Luciana participou com naturalidade e disse que sempre quis viver algo proibido, que ficasse só entre os envolvidos e deixasse uma marca para sempre. Fernando olhou diretamente para mim e falou que às vezes o que falta é só coragem de deixar acontecer, e naquele momento percebi que tudo já estava combinado e só esperavam um sinal. Levei ela para um canto mais afastado e perguntei se tinha certeza, se realmente queria seguir adiante, ela abraçou forte, beijou e disse que esperava aquilo há muito tempo.
Combinamos tudo rapidamente. Henrique levaria ela para um dos quartos mais afastados e trancaria a porta, eu ficaria do lado de fora para vigiar e garantir que ninguém chegasse perto ou ouvisse algo, depois seria a vez de Fernando e tudo ficaria entre nós quatro. Ela estava um pouco nervosa, mas com os olhos brilhando de um jeito que nunca tinha visto antes. Quando entraram e a porta fechou, senti o coração disparar, fiquei parado ouvindo cada som, as vozes baixas, as risadas e o barulho de roupas caindo no chão. A cabeça girava entre o medo de alguém aparecer e a imaginação do que acontecia ali dentro, com a mulher que amava realizando tudo o que sempre sonhou.
Me aproximei devagar para escutar melhor, sem fazer barulho, e ouvi os gemidos baixos e palavras que nunca tinha escutado antes. Depois de um tempo, ela falou mais alto e chamou por mim, como se quisesse que eu soubesse o quanto estava gostando. Fiquei ali, sentindo uma satisfação enorme em ver ela tão feliz e realizada. Quando a porta abriu novamente, saiu com o cabelo bagunçado e um sorriso diferente, olhou para mim como se dissesse que agora tudo fazia sentido.
Fernando já esperava e foi a sua vez, voltei para o mesmo lugar e fiquei ouvindo novamente. Dessa vez estava mais acostumado, mas cada som ainda mexia comigo, escutava os beijos, os toques e os pedidos para ir mais longe. Espiei pela fresta da porta quando deu, vi as sombras se movendo e lembrei de tudo o que conversamos antes, sobre como ela queria ser desejada e sentir algo novo. Aquilo não era errado, era um acordo entre nós, algo que os dois queriam, e o risco de ser descoberto deixava tudo ainda mais intenso e especial.
Quando tudo acabou, saímos como se nada tivesse acontecido, conversando normalmente e rindo de coisas banais, mas havia um brilho diferente nos olhos de todos. Ela estava mais solta e chegada a mim do que nunca, e os dois se aproximaram para dizer que tinha sido perfeito e que o segredo ficaria guardado para sempre. No caminho de volta ela contou tudo com detalhes, falou como se sentiu e como cada momento foi diferente, ouvi com atenção e sentia que também fazia parte de tudo aquilo, pois tinha dado a ela a chance de viver esse desejo. Segurou a minha mão com força e disse que agora estávamos ainda mais unidos por termos algo só nosso.
Dali em diante a vida mudou completamente, a intimidade ficou muito melhor e tudo passou a ter mais emoção. Sempre que podíamos, arrumávamos um jeito de nos encontrar na chácara, sempre comigo por perto sabendo de tudo o que acontecia. O que começou como uma fantasia virou algo real e fortaleceu muito o nosso casamento, trouxe momentos que nunca vamos esquecer. Hoje, quando nos olhamos, sabemos toda a verdade, ninguém na cidade ou na família faz ideia do que aconteceu naquela noite, mas nós sabemos o quanto aquilo nos fez bem e como aquele segredo se tornou uma das maiores alegrias da nossa vida.
Depois de alguns dias voltamos para lá e tudo estava preparado. Henrique levou ela primeiro para o quarto e trancou a porta, fiquei do lado de fora ouvindo e percebi que já estava mais à vontade, falava com segurança e pedia o que queria sem vergonha. Começou a tirar a roupa devagar, passava a mão por todo o corpo, apertava com carinho e beijava com vontade. Deitou e ficou entre as pernas, acariciou e beijou a bucetinha que já estava úmida e aberta, ela gemia baixo, puxava os cabelos e pedia para não parar.
Depois virou de lado, levantou uma das pernas e encaixou o pau devagar, foi entrando com calma até ficar todo dentro, começou a se mexer com cuidado, aumentando o ritmo aos poucos, as bolas batiam suavemente contra a pele e cada movimento trazia mais prazer. Mudou de posição e ficou de quatro, com a bunda bem erguida, abriu as nádegas e entrou de novo, devagar mas com firmeza, segurou a cintura e foi metendo sem pressa, olhando com atenção e aproveitando cada sensação. Eu olhava pela fresta, sentindo o desejo crescer e querendo participar também.
Depois pediu para ficar em pé apoiada na parede, aproximou por trás, levantou a perna e encaixou tudo de uma vez, ficou se mexendo com força, ela se jogava para trás encontrando cada movimento, beijava o pescoço e mordia de leve a orelha, falando baixinho o quanto era gostosa e como o corpo combinava bem. Em seguida foi a vez de Fernando, pediu para ficar de joelhos e aproximou o pau, ela abriu a boca e começou a chupar com vontade, lambendo todo o cabeção e deixando deslizar devagar, segurou a cabeça e guiou o ritmo, gemendo e dizendo que era bom sentir assim.
Depois deitou e pediu para sentar por cima, virou de costas e foi descendo devagar até encaixar tudo, começou a se mexer sozinha, controlando o ritmo e aproveitando cada centímetro, apertava a bunda com força e olhava com desejo, as bolas batiam suavemente e cada movimento trazia mais prazer. Mais tarde os dois ficaram juntos, um na frente para ela chupar e o outro por trás metendo devagar, trocavam de posição com calma, um entrava na bucetinha enquanto o outro ficava na boca, todos entregues ao desejo.
Quando estavam quase gozando mudaram de novo, ficou de quatro e os dois se posicionaram, um na frente e outro atrás, iam se mexendo com ritmo, curto e forte, fazendo ela gemer alto e pedir para não parar. Falou para gozarem tudo, não importava onde, só queria sentir o momento completo. No final, um gozou dentro da bucetinha, sentindo a porra escorrer devagar, e o outro gozou na boca, ela engoliu tudo sem deixar nada cair, olhou com um sorriso e lambeu o que ficou para mostrar que tinha gostado.
Saiu do quarto com a pele brilhando e o corpo todo sensível, veio até mim e abraçou forte, beijou e disse que tinha sido o melhor momento da vida. Falei que agora era a minha vez e levou para outro canto, onde pude retribuir tudo com muito carinho e desejo. Desde então sempre que podemos repetimos, o segredo continua guardado e ninguém sabe da verdade. Nós quatro mantemos a cumplicidade e ela vive tudo o que sempre quis, sendo desejada e amada, e no final de cada encontro me olha com um olhar que deixa claro que, apesar de tudo, sou o único dono do seu coração.
