Os Pés de Carol - A Empregada! Parte II - A Rotina e O Controle!

Um conto erótico de Senhor Das Cócegas
Categoria: Lésbicas
Contém 2420 palavras
Data: 11/06/2026 23:01:51

Fazia apenas um mês que Carol tinha começado a trabalhar como empregada doméstica na casa da senhora Abigail, mas ela ainda não tinha se acostumado as sessões de cócegas e podolatria no início e no final do expediente:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SENHORAAA PARAAAA POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUS ME AJUDAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era Carol desesperada no início de mais um dia deitada no sofá com os pezinhos de tamanho 38 de solas grandes lisinhas e delicadas, clarinhas na cor creme, recebendo cócegas das mãos malvadas de sua patroa a senhora Abigail que deslizava suas enormes unhas vermelhas sem piedades no meio das solas e entre os dedos fazendo a empregada ali deitada se remexer toda desesperada sem controle gargalhando histérica, no início eram apenas dez minutos de cócegas em cada sessão, cinco no início e cinco no final, com vinte minutos da senhora Abigail lambendo e se deliciando com os pezinhos da coitada, mas no final do primeiro mês para o desespero de Carol, as sessões se modificaram para dez minutos de cócegas no início e dez no fim, com ainda vinte minutos de podolatria e degustação no meio.

Depois da primeira sessão ao iniciar o expediente, Carol continuava a calçar as havaianas meladas com a solução estranha gelada e pegajosa nelas, aquela mistura era a porra da senhora Abigail misturada com gel de menta para deixar propositalmente ardidas e mais delicadas e “cremosas” com o tempo as solas da empregada que aos poucos estava sendo submetida há um processo lento de dominação.

Se não fosse o elevado salário mensal de 7 mil reais, Carol já tinha pedido a demissão, um mês só de trabalho e já estava chegando no seu limite com todo aquele fetiche pelos seus pés, mas o salário generoso demais era muito bom e com ele conseguia ajudar sua velha mãe aposentada e criar sua filha pequena.

Os castigos continuavam, sempre que Carol fazia algo errado, qualquer coisa que fosse que não agradasse a senhora Abigail, sua patroa malvada, ela era chamada, deitada sofre o sofá grande da sala com os pés entregues no colo da patroa que lhe fazia uma sessão extra de dez minutinhos de muitas cócegas nos seus pezinhos, se ela se recusasse, os seguranças pessoais a traziam a força, prendiam com fita suas mãos para trás e seus pés juntos pelos tornozelos e ela era torturada pela chefe de todo jeito, no primeiro mês aconteceu várias vezes, atrasos, louça mal lavada, roupas com manchas, moveis com poeira após a limpeza, coisas fora do canto, tudo era motivo para Carol ser convocada e receber sessões extras de cócegas nos seus pezinhos, ela sempre implorava em vão para a chefe ter piedade:

- SENHORA POR FAVOOR ME PERDOAAA... EU PROMETO QUE NÃAAO VAI ACONTECER DE NOVO... POOR FAVOOR... CÓCEGAS DE NOVO NÃAAAAO POR FAVOOOOOR... NÃAAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

- Lembre-se do nosso combinado e do contrato querida, página sete, parágrafo quatro, sempre que me desobedecer e cometer erros ou ações que não condizem com a correta realização do seu trabalho, eu como sua chefe tenho direito a lhe fazer uma sessão extra de cócegas nos seus pés!

Certa vez no primeiro mês, Carol recebeu duas sessões extras de cócegas de dez minutos cada, uma por chegar atrasada e outra porque veio usando uma rasteirinha pessoal no lugar das havaianas douradas que a chefe tinha a dado e ordenado que ela viesse todos os dias as usando. Nesse dia, Carol foi imobilizada com os pés e mãos bem presos com fita e chorou e se mijou toda de tanto rir enquanto implorava entre gargalhadas altíssimas:

- AHAHAHAHAAHAHAHAHA... PAREEEE POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAH AHAHAHAHAHAHAHA… EU NÃAO AGUENTOOO MAAAAIS… AHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA… - gargalhava histérica implorando Carol deitada no sofá grande imobilizada enquanto a chefe esfregava um pente de mão redondo no meio das suas solinhas lisinhas delicadas, os pezinhos de Carol se remexiam desesperados se balançando e se esfregando um sobre o outro tentando diminuir o contato do pente redondo de mão ali no meio das solas onde o contato era feito, pobre Carol, quando finalmente o castigo acabou que ela foi solta, passou o resto do dia trabalhando cansada e esgotada.

O tempo foi passando e a partir do terceiro mês, Carol tinha que uma vez a cada quinze dias ir na pedicure cuidar dos pés, esfoliar, lixar, hidratar e refazer as unhas, tudo para deixar seus pés sempre lindos e bem cuidados para a sua patroa tarada.

Com três meses de trabalho, a senhora Abigail já arriscava pequenos cabimentos na empregada como de vez em quando após pegar nos pés de Carol e a soltar, dava pequenos e rápidos tapinhas na bunda da jovem na hora que mandava Carol ir trabalhar, ou enquanto conversam sobre duvidas no trabalho ou novas tarefas, Abigail pegava e alisava as coxas bem de leve sinuosamente da jovem a fazendo ficar vermelha muitas vezes de vergonha.

A cada novo mês que se passava, mais intimidade e mais controle a senhora Abigail tinha em relação a empregada Carol, quando a jovem pensava em questionar algo que não gostou, a chefe falava primeiro a lembrando:

- Que foi querida? Teve algo que não gostou? Quer por acaso receber mais cócegas nos pezinhos agora?

- NÃAAO POR FAVOOR NÃAAO!

- Então tire essa cara de cu da minha frente e vai trabalhar!

- SIM SENHORA!

Qualquer sinal ou questionamento era motivo para a senhora Abigail, a patroa de seus 50 anos, alta e forte, levantar a voz e ameaçar a empregada Carol com uma sessão extra de cócegas no seu ponto fraco, os pezinhos delicados da jovem, por isso quase sempre Carol estava implorando e tentando se explicar por pouca coisa:

- NÃO SENHORA, EU JURO, EU NÃO QUIS DIZER ISSO, POR FAVOR... NÃAAO... EI ME SOLTEEEM... PAREEM POR FAVOOR... NÃAAO SENHORA POR FAVOOOOR.... CÓCEGAS DE NOVO NÃAAAAAO... AI MEU DEUUUS... SENHORAAAAA.... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA ALGUÉEM ME AJUDAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era Carol certo dia ao tentar pedir a chefe para sair mais cedo por causa de um compromisso pessoal, a senhora Abigail entendeu que ela estava sendo folgada e desrespeitosa e rapidamente ordenou os seguranças prenderem Carol e logo a impôs um severo castigo de quase trinta minutos de cócegas nos pés da coitada que se desmanchou toda de tanto rir:

- AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOOO... AHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ENTRE OS DEDOOS NÃAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAUAHAAUAHAHAHAAHA...

- Isso é para você aprender a nunca mais vim querer dar desculpinhas para sair mais cedo e desrespeitar nosso contrato de trabalho!

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SIM SENHORAAAA... AHAHAHAHAHAAHA EU PROMETOOO... AHAHAHAHAHA... SÓ PARA ESSA PENA NOS MEUS PÉES... AHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHA...

Com seis meses de trabalho, no meio do expediente enquanto Carol trabalhava, a chefe chegava, dava tapinhas na sua bunda e pedia seus pezinhos os solicitando para “ver como os pezinhos estavam” e nisso, Carol, parava o que estivesse fazendo, cedia seus pés, um de cada vez, a senhora Abigail usava um lencinho para limpar as solas da solução ali melada nelas, então começava a lamber gostoso as solinhas de maneira a salivar muito, dar mordidinhas, beijos, cheiros e chupadas fortes, além de no ápice da degustação, chupar um por um os dedinhos de cada pezinho, Carol nesse processo de ter os pés adorados e degustados no meio do expediente, muitas vezes se arrepiava toda e não aquentando, gemia e se desmanchava toda molenga no chão, cama, sofá ou onde estivesse:

- HUMMMM... AAAAAAHHHH... SENHORAAAA.... HUMMMMM... DEVAGAR POR FAVOOOR... HUMMMMM... AAAAHHHHH... HUMMMMMMM...

Esses momentos eram de surpresa, do nada a chefe chegava, solicitava os pezinhos de Carol e se deliciava com eles até se satisfazer, quando acabava, Carol estava toda molenga e sem forças, muitas vezes já tinha até gozado na roupa, a chefe falava sorridente:

- Gostou não é safada? AGORA LEVANTA LOGO E VAI TRABALHAR!

- SIM SENHORA! – respondia rápido Carol e bem devagar seguia se levantando e voltando aos poucos aos seus afazeres domésticos na casa.

Aos poucos Carol foi sendo cada vez mais dominada pelas práticas podolatras e de cócegas nos seus pés feitas pela sua chefe, a senhora Abigail, sem a coitada perceber, já estava cedendo seus pés a todo instante a patroa em qualquer momento, com um ano de trabalho, não tinham mais limites, além de ter a todo instante no meio do serviço os pés solicitados e receber muita degustação nas solinhas com lambidas quentes e chupadas fortes nos dedinhos, cócegas tinham se tornado uma rotina recorrente, não mais precisava ter feito algo errado, a patroa chegava, solicitava seus pés e simplesmente lhe fazia cócegas sem piedade várias vezes durante o dia intercalando com as sessões de podolatria:

- NÃAAO SENHORAAA DE NOVO NÃAAO POR FAVOOOOR... AHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUS AHAHAHAHAHAHAHA PAREEEEEE... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POR QUEEEE FAZ ISSO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

- Porque eu posso e seus pés são meus para eu fazer o que quiser com eles, o tempo que quiser e quando quiser segundo o contrato de trabalho que você assinou querida, apenas aceite!

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

As tapinhas e apalpadas na bunda de Carol estavam já sendo bem diretas e com desejo, mas a empregada com medo da chefe, só fingia que nada tinha acontecido e seguia realizando seu trabalho na medida do possível, o salário alto valia tudo, ela já tinha comprado um carro e reformado a casa dela e da mãe naquele último ano graças a tal salário, não poderia perder, seguia então aguentando os abusos cada vez mais frequentes da chefe.

Um dia a senhora Abigail ofereceu um aumento considerável no salário, além de diminuir as cócegas e pegadas nos pés de Carol, tudo em troca da jovem começar a ceder a sua bundinha gostosa para a chefe “brincar” um pouco, Carol pediu desculpas, mas não aceitou, provocando a irá da senhora Abigail que depois desse dia passou a aumentar ainda mais as sessões de cócegas durante o expediente de trabalho da pobre.

Durante cada hora de trabalho, Carol recebia quinze minutos de cócegas e mais quinze minutos de podolatria nos seus pezinhos, a chefe amava judiar da empregada com cosquinhas nos pezinhos lindos gostosos de tamanho 38 de Carol, mas também amava se deliciar lambendo, beijando, cheirando, mordendo, chupando muito os pezinhos gostosos, não era atoa que durante o trabalho, as solas dos pezinhos de Carol estavam sempre deslizando nas chinelas por estarem ensopadas com a saliva da sádica patroa.

Logo fazendo as contas, durante a jornada de 8 horas de trabalho de Carol na casa da patroa, a senhora Abigail, metade desse tempo, 4 horas eram apenas da chefe se deliciando ou fazendo cócegas nos pés da empregada que quando não estava gemendo, estava gargalhando e vice-versa:

- HUMMMMM... AH SENHORA... AAAAHHHH... HUMMM... PARE POR FAVOR... HUMMMMMMMM...

- HUMMMM... AAAAAHHHH... EI NÃAAO ASSIM NÃAAAO... AHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PARAAA POOOR FAVOOOR AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…

Com dois anos o trabalho estava quase insuportável por causa das sessões de cócegas exageradas e com frequência excessiva nos pés de Carol, a coitada com frequência chegava a se humilhar se ajoelhando e implorando para a chefe não fazer de novo cócegas nos seus pés em determinado momento do dia quando não estava mais aguentando:

- POOOR FAVOOR SENHORA DEIXA EU TRABALHAR EM PAZ! POOOR FAVOR! COSQUINHAS NOVAMENTE NÃAAAO POR FAVOOOR!

- Nada disso, o nosso contrato diz que posso pegar nos seus pés a hora que quiser e fazer cosquinhas o quanto eu quiser e sempre que quiser, agora fique quietinha e se deite aqui com os pés no meu colo, querida, vamos! AGORA!

- NÃAAO POR FAVOOR NÃAAAO... ALGUÉEEM ME AJUDAAAA... EEI ME SOLTEM... POR FAVOOOR NÃAAAO... – era Carol gritando, então os seguranças a seguravam, prendiam suas mãos e pés com fita e a deitavam no sofá colocando os pezinhos presos juntos no colo da senhora Abigail que imediatamente começava a lhe fazer cócegas deslizando suas enormes unhas sempre vermelhas no meio das solinhas juntinhas ali que se enrugavam e se encolhiam todas se engiando, as gargalhadas de Carol ecoavam pela casa inteira:

- AHAHAHAHAAHAHAHAHAAHAHAHAAHAHAHAHAHAAHA... POOOR FAVOOOOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SENHORAAA PAREEEEE... AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA... – implorou desesperada Carol entre gargalhadas, mas a sua patroa malvada não parou, foram trinta minutos de cócegas sem piedade que deixaram Carol na exaustão toda mijada ali, quando foi solta, a chefe ainda ordenou:

- Agora se levanta e vai fazer meu lanche da tarde e lavar a louça que você deixou lá desde o almoço, entendeu? VAI!

- SIM... SIM SENHORA! – Respondeu Carol se levantou com dificuldade e seguindo novamente para os trabalhos.

Um dia Carol pensou em pedir contas, mas a chefe falou que segundo o contrato, teria que pagar uma multa rescisória altíssima no valor de tudo que ela já recebeu até o momento e passar um mês presa recebendo cócegas nos pés dia e noite, estava tudo lá no maldito contrato que ela não leu, só assinou, claro, ela tinha sido obrigada na época também, estava com as mãos atadas, sem saída, a chefe continuava a lhe oferecer redução das cócegas nos pés e da podolatria em troca de Carol ceder sua bundinha, mas mesmo após tudo aquilo, ela tinha uma dignidade mínima ainda, não podia aceitar.

Tudo que ta ruim sempre pode piorar, um dia a mãe de Carol, Dona Jacinta, que cuidava da netinha durante o expediente de Carol, sofreu um grave acidente escorrendo na área e batendo forte a cabeça, precisando de uma cirurgia caríssima para recuperar parte do seu cérebro que tinha sido danificado, a senhora Abigail chegou para Carol e falou:

- Eu vou pagar a cirurgia da sua mãe e todos os custos da recuperação e tratamento, mas você vai ter que ceder querida, o que eu quero!

Sem ter escolhas, Carol falou:

- EU ACEITO!

- Ótimo, sua mãe vai ser levada para o melhor hospital agora, sua filha vai ser levada para a casa de um irmão meu e ficará lá brincando e passando o tempo com meus sobrinhos, tem alguns da idade dela, vai ser ótimo, agora assine aqui em algumas páginas indicadas com o x o novo contrato atualizado! – falou a senhora Abigail colocando sobre a mesa várias páginas para Carol assinar e a entregando uma caneta dourada no formato de uma pena.

- PRONTO, ASSINEI TUDO! – falou Carol, a senhora Abigail fez uma ligação e depois voltou a falar:

- Está tudo encaminhado conforme prometi, agora para começarmos, baixe o shortinho e fique de joelhos sobre o sofá querida! A sua bunda precisa está empinadinha!

- SIM SENHORA – respondeu Carol já abaixando o short e ficando ali com a bundinha exposta só de calcinha de joelhos sobre o sofá, estava começando naquele momento uma nova fase ainda mais extrema do controle da senhora Abigail sobre a pobre empregada Carol...

Era o inicio do fim para Carol, mas ela ainda não sabia, um caminho sem volta tinha tomado...

CONTINUA...

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Foto de perfil de SenhorDasCocegasSenhorDasCocegasContos: 120Seguidores: 40Seguindo: 50Mensagem Sou um Podolatra e Dominador Tickler! Meus contos são sobre mulheres de Pezinhos belos sendo adorados e torturados com muitas cócegas, além de Podolatria e um pouco de sexo gostoso de vez em quando. Contato por e-mail: cocegasinsanas@gmail.com

Comentários

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Delícia de continuação, bem sádica, amei ❤️❤️❤️❤️

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