Quebrando O Cabaço Do Sobrinho Da Minha Mulher

Um conto erótico de Contista TC
Categoria: Gay
Contém 1772 palavras
Data: 11/06/2026 22:34:18

Depois de ficar um bom tempo solteiro, após a separação de um casamento monótono e infeliz, eu reencontrei uma amiga da época do colégio e resolvemos morar juntos, depois de um tempinho de namoro. Ambos estávamos mais maduros, na casa dos quarenta anos, sabíamos que era um sentimento e uma decisão de gente adulta, sem os lampejos apaixonados da juventude. Uma decisão de gente que quer estar junto, pelo prazer que sentem um na companhia do outro.

Eu acabei conhecendo sua família, gostei de todos e me surpreendi com o apego que ela tinha com um sobrinho, o Paulinho, um molecão se preparando para ir para a faculdade, mas que se comportava como se fosse um aborrecente. Achava que ela mimava demais aquele moleque, mas não queria interferir na relação dos dois, afinal, quando a conheci, ela já tinha esse apego ao moleque.

Paulinho não era um mau moleque, ele era apenas muito mimado e delicado. Ele também parecia simpatizar comigo, já que passou a me chamar de tio assim que me conheceu.

Uma certa tarde eu ouvi minha mulher conversando com ele, o que me deixou ainda mais desconfiado em relação ao comportamento do moleque.

Ele era magrinho, baixinho, tinha só 1.60m de altura, mas tinha um corpinho legal, um pouco definido naturalmente e uma bundinha muito grande para aquele pequeno corpinho. Tinha também uns peitinhos meio durinhos e salientes, como alguns jovens têm, o que o fazia estar sempre com umas camisetas grandonas.

— Não quero jogar futebol, tia. Eu prefiro outras atividades, como ficar em casa lendo. - Dizia Paulinho, enquanto a minha mulher insistia que ele tinha que ser mais esportivo e menos arredio. Que não era legal um rapazinho ficar fugindo das interações com os outros rapazes. Paulinho pareceu meio emburrado e acabou indo para a casa dele, que ficava na mesma rua que a nossa.

Eu resolvi dar uma volta e ir até o bar encontrar os amigos e tomar uma cervejinha, e minha mulher disse que sairia mais tarde com umas amigas.

Durante a conversa no bar com os amigos, logo depois de bebermos algumas cervejas e já estarmos um tanto alterados pelo álcool, o comportamento do Paulinho surgiu na mesa. Dois dos caras que estavam comigo falaram que achavam o moleque muito esquisito e que já tinha ouvido alguns comentários, de outros moleques, a respeito dele.

O outro chegou até a falar que ele era gostosinho mesmo, e que se fosse veadinho e desse o cu pra ele, o foderia com gosto. Eu resolvi fazer de conta que não ouvi o assunto. Fiquei pensando no que ouvi e realmente cheguei à conclusão de que o Paulinho era gostosinho mesmo. Apesar de todo branquinho e franzino, tinha uma bunda grande e empinada, não sei porquê, mas meus pensamentos ficaram fixos na bunda. Acho que realmente era efeito da bebida. Nunca tive pensamentos assim antes, sou casado com mulher e sempre curti apenas olhar mulheres, aquilo pareceu estranho, mas parte de mim gostou.

Depois disso achei melhor parar de beber e ir para casa tomar um banho para curar o efeito do álcool e esperar minha mulher para uma foda gostosa. Já que fazia tempo que não fodíamos, devido a uma infecção urinária dela.

Achei estranho que o portão estava sem o cadeado, mas achei que minha mulher poderia ter voltado do passeio com as amigas. Tranquei tudo e entrei em casa, indo direto para a parte dos fundos, onde ficava um banheiro social, pois ouvi barulho de água.

Quando cheguei em frente ao banheiro eu vejo Paulinho tomando banho, fiquei sem ação, ele estava peladinho, o sabão escorrendo por entre seu rabão empinado, ele passava shampoo no cabelo e pareceu não ouvir minha entrada. Eu fiquei ali só observando e me senti excitado. Realmente eu estava me estranhando. Eu já ia sair em direção à sala, esperar ele terminar o banho, porém ele se virou e me viu.

— Oi Tio Osvaldo, não escutei você entrar. Eu vim aqui tomar banho, pois lá em casa faltou água. - Falou ele com aquela voz delicada.

— Fica tranquilo Paulinho! Eu tomo banho depois. Não quero usar o banheiro lá de cima. Fica à vontade. – Eu falei ainda com o olhar preso na bundinha empinada dele.

— Já tô terminando Tio Osvaldo. Pode ficar aí, eu demorei um pouquinho porque estou sentindo um desconforto na região da coxa, aí fiquei deixando a água quente cair em cima.

Ele saiu do chuveiro, ficou em pé se enxugando e eu resolvi arrancar minha roupa ali mesmo e entrar no chuveiro para aliviar aqueles pensamentos pecaminosos que invadiam minha cabeça. Percebi, ao tirar minha roupa, que o meu pauzão estava meia bomba e notei o moleque olhando com um olhar guloso para minha rola.

Tomei banho rápido e, ao sair, me deparei com ele em pé na frente do sofá, pelado e passando a mão na coxa, bem próximo das nádegas, fazendo cara de dor. Eu fiquei com os olhos fixos naquele rabo branquinho, grande e empinado. Sentindo meu pauzão endurecer rapidamente.

— Me deixa ver isso. – Falei para ele, me aproximando. Ele deitou de bruços no sofá e eu fui massageando sua perna.

— Dói um pouco Tio. Mais acima dói muito também. - Disse ele empinando a bundinha e se abrindo um pouco. Não sabia se era impressão minha, mas aquele putinho parecia estar se oferecendo para mim.

— Nesse local? - Eu falei apertando próximo ao rabão dele.

— Isso mesmo. É na bunda mesmo, Tio. Tá um pouco dolorida. - Ele falou dando uma leve empinada.

Fiquei n dúvida, mas resolvi pensar com a cabeça de baixo, tomei coragem e comecei a massagear seu rabo guloso.

— Assim Tio. É aí mesmo. Tá muito gostoso e melhorando. – Ele falou.

Tava bom demais massagear aquele rabão gostoso, naquele momento meu pau estava duro, eu já tinha me livrado da toalha e estava pelado com o pauzão duro.

— Quer que eu faça uma massagem diferente em você? Você vai gostar. Eu garanto. - Falei pertinho de seu ouvido. Ele olhou em meus olhos e sorriu maliciosamente.

— Quero sim Tio. Sei que vou gostar. - Ele falou quase gemendo. Nesse momento meus dedos já passeavam pelo seu rego quentinho.

Mandei ele ficar relaxado. Alisei as suas costas indo em direção ao seu rabinho. Eu sou moreno, meio bronzeado, corpo forte, 1,80m de altura. Me cuido bastante já que estou na casa dos 40 e quero envelhecer com saúde. Meu pau estava duro como pedra e bem babado. Fui deitando por cima do Paulinho e ele gemeu de tesão. Comecei a massagear suas costas e roçar meu pauzão na sua bunda.

— Delicia de massagem, Tio! Continua, tô gostando muito. – Ele falou todo afeminado.

— Você gosta de sentir isso aqui na sua bunda? Molhando seu cuzinho? - Falei esfregando minha pica na sua portinha.

— Tô gostando muito, Tio! Quero sentir ele lá dentro. - Gemia ele, falando de olhos fechados. Se abrindo todo.

Abri bem as bandas da bunda do putinho e olhei seu buraquinho. Era tão pequeno e apertadinho! Meu pau grosso, de vinte centímetros, ia fazer um estrago naquele cuzinho. Comecei a enfiar a cabecinha na portinha do seu buraquinho rosado. O safadinho se contorcia de dor e também de prazer.

— Já fez isso alguma vez, Paulinho? – Eu perguntei curioso, bem perto de seu ouvido.

— Já sim, mas era um pauzinho pequeno, de um moleque novo, nada se compara a esse seu pauzão, Tio. Me sinto virgem. Mete gostoso!

— Então aguenta que eu vou meter. – Eu disse, forçando o pau pra dentro.

— Tá doendo Tio! Vai devagar. – Ele pediu ao sentir a metade do pau entrar em seu cu. Aquilo fazia eu ter ainda mais tesão. Fazia anos que eu não comia um cu, minha mulher era bem liberal, mas não liberava de jeito nenhum, tinha medo.

— Relaxa! Você agora vai ser minha putinha. Vamos foder e eu vou arrebentar esse teu cuzinho. Você quer? - Sussurrei no seu ouvido. Beijando e lambendo seu pescoço. Mordendo de leve a sua orelha.

— Quero muito! Me arromba Tio! – Pediu ele, sentindo meu pau entrando centímetro por centímetro. Logo sumiu tudo dentro. Paulinho choramingava de dor, mas sorria também de prazer. Puxei seu rosto e beijei sua boca. Ele tinha lábios macios, rosados e doces. Boca de moleque.

O virei de frente, depois de um tempinho, e começamos a meter de frango assado. O contato visual fez ele ficar mais relaxado, meu pau estava atolado até o tronco e eu comecei um vaivém gostoso, enquanto beijava sua boquinha.

— Isso! Me come Tio. Mete tudo em mim! - Dizia ele com as perninhas para cima e eu montado em cima dele, como um cavalo fodendo uma potranca. Eu já metia com força, queria fazer aquele putinho me sentir lá no fundo, arrombando o cuzinho dele.

— Tá gostando do meu pau no cu, moleque? Tá sentindo tudo? - Eu falava, dando uns tapinhas no seu rosto. Ele pareceu gostar muito de ser tratado como putinho. Sorria realizado. Era uma delícia ver aquele moleque vibrando no meu caralho.

Eu o fodi assim por um bom tempo, mas coloquei ele de quatro, para ter a visão daquele rabão. Fui enfiando com força, ele mordia a toalha, abafando sua vontade de gritar ao ser rasgado pelo meu pauzão.

— Ah! Meu cu! Mete tio, arrebenta seu putinho. - Gemia ele, ainda lagrimando. Era gostoso demais ver um putinho daquele gostando de levar pau no cu. Fiquei cada vez mais louco de tesão, dava tapas na sua bunda e enfiava tudo, minha pica toda atolada no fundo do seu reto.

— Vou gozar! - Eu urrei alto, sentindo que ia jorrar leite lá dentro.

— Goza macho gostoso! Enche meu cuzinho de leite. – Ele gemeu.

Gozei um leite quente e farto dentro do cu do putinho, agora todo arrombado. Foi bom demais a sensação.

— Puta que pariu. Bunda gostosa do caralho! Eu gemi em seu ouvido.

Tirei meu pau e o leite escorria por suas coxas. Abri a bunda dele e vi um buraco bem grande e fundo, feito por meu pau. Saía um pouco de sangue misturado com meu leite, afinal o moleque praticamente tinha perdido o cabaço comigo. Olhei para o sofá e vi a toalha dele toda suja de porra, o moleque tinha gozado muito sem tocar no pau.

Durante o banho juntos ficamos nos beijando. Eu não sabia o que tinha acontecido comigo, mas sentia que a partir daquele dia, aquele putinho seria meu amante e ia me dar muito trabalho, virar minha cabeça.

Será?

*****

Meu primeiro conto aqui no site.

Espero que gostem votem e comentem para eu saber se devo continuar.

Abraços a Todos!!!

Conto exclusivo para CDC, não deve ser reproduzido sem autorização do autor.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Contista TC a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Contista TCContista TCContos: 1Seguidores: 1Seguindo: 5Mensagem Alguém que gosta muito de contar histórias

Comentários

Foto de perfil genérica

Tudo muito gostoso, foi um conto de encontro com tesão rápido

0 0