Adriana estava recostada no sofá de couro, um copo de champanhe na mão, enquanto sua amiga se acomodava ao lado. O assunto da conversa era trivial, até que o nome de Marcos, seu filho, foi mencionado.
— Nossa, seu filho cresceu, se tornou um belo rapaz — a amiga comentou, olhando para uma foto na mesa. — Última vez que eu o vi, era só um menininho. Agora já está até com bigode.
Adriana sorriu, com um brilho malicioso nos olhos.
— Não foi só isso que cresceu, não…
— Mentira! — a amiga riu. — Lá embaixo também?
— Nem te conto — Adriana tomou um gole do champanhe. — É maior até que o do próprio pai.
— É o que dizem, os filhos sempre superam o pai pelo tamanho do instrumento — a amiga concordou. — O meu filho é a mesma coisa. Certa vez, eu o peguei tomando banho e acabei vendo… não é um pinto, é um enorme pirocão.
As duas riram, mas Adriana não parou por aí.
— Quer ver? Marcos! — ela chamou, levantando a voz.
O jovem, de 19 anos, entrou na sala, alto e com um corpo que já não era mais de menino.
— O que foi, mãe?
— Filho, vem cá — Adriana disse, com um sorriso. — Mostre para minha amiga o seu pênis. Quero provar uma coisa para ela.
Marcos, sem questionar, abaixou as calças e mostrou seu enorme instrumento. A amiga ficou incrédula com o que viu, os olhos arregalados.
— Minha Nossa Senhora — ela suspirou, sentindo um calor se espalhando pelo corpo. — Isso realmente é uma monstruosidade.
— Isso porque está mole — Adriana disse, rindo. — Filho, deixa o seu pau duro.
Marcos segurou firme o órgão e deu uma agitada, deixando-o totalmente ereto. A amiga da mãe quase desmaiou.
— Minha Nossa Senhora, que calor… — ela balbuciou, a voz trêmula. — Isso é um pedaço de mau caminho. Com todo o respeito, amiga.
— Tudo bem, o que é bonito é para elogiar — Adriana disse, orgulhosa. — Eu tenho muito orgulho do meu filho. Quer tocar? Vai, toca no pênis dele.
Marcos se aproximou, e a amiga, sem hesitar, segurou firme aquele negócio duro.
— Minha Nossa, realmente é muito grande — ela murmurou, os dedos mal conseguindo abraçar a grossura. — Primeira vez que seguro uma anaconda dessas. Sem duvida é muito maior do que o do meu marido e filho.
A senhora estendeu a mão com um tremor de excitação, os dedos se fechando em volta da base grossa do pênis de Marcos, como se tentasse abraçar algo que mal cabia em suas mãos. A pele quente e macia pulsava sob suas pontas, as veias saltadas formando um relevo sob a pele esticada, enquanto o peso do órgão, denso e imponente, fazia seus dedos afundarem levemente na carne firme. Com a outra mão, ela explorou as bolas, grandes e pesadas, rolando-as com uma mistura de fascínio e hesitação, sentindo o calor que irradiava dali. O pênis, já semi-ereto, incha ainda mais em seus dedos, e ela não resistiu: deslizou a mão até a ponta da cabecinha, com um suspiro trêmulo, apertou com mais força, sentindo a textura sedosa e a pulsação forte sob a pele.
Adriana, ao lado, observava a cena com um sorriso de satisfação.
— Vai, amiga, se quiser, pode dar uma chupada — Adriana incentivou, cruzando as pernas.
— Aiii… sério? Posso? — a amiga perguntou, com um brilho nos olhos.
— Fique à vontade — Adriana respondeu, rindo.
A amiga não perdeu tempo. Abriu a boca e engoliu o pênis duro de Marcos. O jovem segurou firme a cabeça da mulher, empurrando mais fundo.
— Hummm… que coisa boa para chupar — a amiga gemendo. — É tão grande que quase nem foi a metade.
— Filho, faz uma garganta profunda nela — Adriana ordenou, rindo.
Marcos não hesitou. Segurou a cabeça da amiga da mãe e enfiou toda a rola dentro daquela boca. A senhora ficou assustada ao sentir a garganta ser invadida por aquele monstro. Ele só colocou a metade, mas foi o suficiente para entrar na garganta dela. Podia-se ver o contorno enorme do pênis dentro da garganta. Quando ele tirou o pênis, todo babado de saliva, a amiga quase vomitou, caindo no sofá, ofegante.
— Meu Deus do céu… — ela suspirou, se recuperando. — É a primeira vez que faço garganta profunda… Meu marido, infelizmente, não tem pica suficiente para isso… Agora eu me sinto uma mulher realizada.
— Filho, pode se vestir e sair — Adriana disse, com um aceno de cabeça.
Marcos vestiu a calça e, assim como entrou na sala, saiu em silêncio.
As amigas voltaram a rir e a tomar o champanhe.
— Você é sortuda, amiga, por ter um filho superdotado — a amiga comentou, ainda ofegante.
— Quinhentos contos — Adriana disse, com um sorriso.
— O que? — a amiga perguntou, confusa.
— Ora, achou que seria de graça? — Adriana riu, estendendo a mão.
A amiga, sem reclamar, abriu a bolsa, tirou o dinheiro e entregou a Adriana. A experiência tinha valido a pena.