República Viracopos 05 - Experiências

Um conto erótico de Márcio
Categoria: Homossexual
Contém 2323 palavras
Data: 11/06/2026 19:40:16

No dia seguinte acordei e a primeira coisa que fiz foi correr para o banheiro vomitar o monte de bebidas diferentes que misturei na festa. O Yuri não estava na cama, provavelmente tinha ido para a faculdade, e por sorte ninguém me viu saindo de seu quarto. Tomei um banho gelado e demorado pra ajudar na ressaca, tomei uma aspirina e bastante água. Enquanto eu estava na cozinha Rafael apareceu vestindo apenas uma cueca boxer vermelha, e lógico que não consegui não reparar no volume da cueca.

_ E aí, Mineirinho! Achei que já tinha ido pra aula – ele disse dando uma coçada no saco por dentro da cueca me provocando.

_ Minha aula hoje é só as 14h – eu disse sem desviar o olhar daquela visão maravilhosa.

_ A minha também. Você sumiu da festa ontem, e o Yuri também... vocês vieram embora juntos?

Minha cara esquentou na hora me entregando, embora Rafael e eu já tivéssemos mais intimidade (e que intimidade).

_ Sim, a gente veio junto pra casa, eu fiquei muito bêbado e ele me acompanhou.

_ Entendi… - ele me encarou com um sorriso de canto de boca.

_ E as minas que você estava conversando, rolou alguma coisa? - mudei de assunto.

_ Nem. O Ramon faturou uma e a outra ficou só me enrolando a noite toda.

A gente conversou mais algum tempo e subimos para almoçar no RU da universidade. No meio do caminho passamos pela quadra de esportes que estava vazia naquele horário.

_ Bora ali no banheiro, Mineirinho, tô apertadão pra mijar.

_ Bora lá, tô com vontade também.

Chegamos lá e o banheiro estava vazio. Começamos a mijar no mictório e reparei que a rola do Rafael estava ficando meia bomba. Ele olhou para a porta verificando e pegou minha mão levando até sua rola.

_ Bate uma pra mim, Márcio, tô cheio de tesão.

_ Tá doido? E se chegar alguém?

Rafael pensou por um tempo e me puxou para um reservado, me fez sentar na privada e enfiou sua rola na minha boca.

_ Isso é bem melhor do que só uma punheta. Essa sua boquinha é tão macia…

Eu chupava o pau de Rafael com tesão e com muita adrenalina pelo medo de sermos pegos. Eu engolia o pau até o talo e massageava com minha garganta levando meu colega a loucura, ambos segurando seus gemidos. Em determinado momento ouvimos dois caras conversando e entrando no banheiro. Rafael segurou a minha cabeça e enfiou seu pau inteiro na minha boca me deixando sem fôlego até os caras irem embora. Eu olhei para a cara de Rafa com uma mistura de prazer e depravação enquanto ele sorria de um jeito pervertido dando dois tapinhas na minha cara.

_ Vamos terminar o serviço, já tô quase gozando. Sua boquinha é mágica!

Eu voltei a chupar meu colega mais rápido ainda o levando ao ápice do tesão. Quando estava prestes a gozar, Rafael segurou minha cabeça novamente e enfiou o pau no fundo da minha garganta despejando seu leite quente e grosso.

_ Puta que pariu, eu tava mesmo precisando disso! - Ele me puxou para cima e beijou minha boca - Mais tarde quero te comer de novo. Sua boca é maravilhosa, mas esse cuzinho é sem comparação. - Disse isso dando um tapa na minha bunda sob a roupa.

Os dois verificaram se não havia mais ninguém no banheiro antes de saírem e fomos para o RU.

Como de costume, o primeiro dia de aula não teve nada de importante, apenas algumas apresentações de professores, uma pequena reunião dos colegas de turma e voltar para casa.

Ao chegar na república eu estava sozinho novamente, ou era o que eu pensava. Fui à cozinha preparar um lanche, e fui comer na sacada. Chegando lá encontro Carlos fumando um cigarro.

_ E aí Papito! Voltou cedo. - ele disse com um sorriso no rosto.

_ Pois é, primeiro dia né.

Daí ficamos um tempo em silêncio, eu comendo e ele fumando o cigarro dele. Confesso que fiquei bem desconfortável pelo o que rolou da última vez, mas não percebia o mesmo vindo dele. Terminei meu lanche e já ia saindo quando ele me chamou.

_ Tá a fim de assistir outro filme?

Eu sabia o que aquilo significava e por dentro eu queria muito aquilo.

_ Você quer dizer fazer aquilo de novo, né?

_ Só se você quiser, não tô forçando nada.

_ Bora então.

Fomos para o quarto de Carlos. Assim que chegamos ele colocou um filme qualquer, e dessa vez veio pra cima de mim me beijando. Confesso que não gostei muito do gosto de cigarro em sua boca, mas ele até que beijava bem. Tiramos nossas roupas e ele já foi me empurrando para chupar seu pau. Ele se sentou encostado na cabeceira da cama e ficou de pernas abertas me deixando livre para mamar aquela rola. Comecei pelo seu saco, lambia sua virilha e suas bolas. Carlos gemia de tesão. Fui subindo pelo seu pau até engoli-lo, ele estava um pouco impaciente, foi segurando minha cabeça e fudendo minha boca, me fazendo engasgar várias vezes, mas estava muito bom aquilo. Minha baba escorria por seu saco e eu voltei a lamber suas bolas. Aproveitei a deixa e fui descendo e lambendo o períneo dele e resolvi arriscar até seu cu. Comecei a linguar seu cuzinho e não houve resistência, pelo contrário, ele soltou um gemido alto. Aproveitei e levantei um pouco suas pernas para ficar mais fácil. Era diferente para mim essa experiência, mas ver o prazer da outra pessoa dava um tesão incrível. Do nada ele resolveu mudar as coisas.

_ Vem cá, vamos fazer diferente.

Ele deitou virado ao contrário na cama e me puxou para um 69. Ele começou a me chupar e foi gostoso pra caralho sentir a boca dele em mim. Fui fazendo o mesmo nele, os dois se chupando e só nossos gemidos e o som do filme de fundo no quarto. Ele melou um dedo com bastante saliva e introduziu no meu cu, como eu já o havia linguado resolvi arriscar e fiz o mesmo nele, ele soltou um gemido e começou a me chupar com mais vontade. O cu dele era quente e apertava meu dedo, era interessante fazer isso em outro homem. Quis arriscar e introduzi um segundo dedo, ele gemeu e fez o mesmo em mim. Resolvi arriscar ainda mais e pedi pra ele ficar de quatro na cama para chupar seu cuzinho melhor. Quando ele ficou na posição que pedi eu cai de boca nele, nessa posição era muito mais fácil chupar aquela bundinha.

_ Porra mano, que língua gostosa. Mete fundo, vai!

Fiz o que ele mandou e nós dois gemiamos. Tentei algo diferente e comecei a esfregar meu pau na bunda de Carlos. Cuspi bastante em seu rego e fui esfregando nele que ficou todo arrepiado, esfregava a cabeça na portinha de seu cu e comecei a forçar até que entrou.

_ Caralho, filho da puta, você meteu!

_ Quer que eu pare?

_ Para não. Só vai devagar…

Fiz como ele pediu e fui colocando devagar. Era a primeira vez que eu comia um homem e a sensação era deliciosa. Quando coloquei tudo dentro dele deixei parado um tempo, até que ele começou a mexer a bunda e eu fui colocando e tirando devagar. A sensação era tão boa que não me aguentei por muito tempo e comecei a estocar mais forte nele. Ele gemia, mas não pedia pra parar. Rapidamente o cheiro de sexo e suor tomava conta do quarto. Puxei ele pra cima encostando meu peito em suas costas aproveitando para morder e chupar sua orelha e o pescoço. Eu estava quase gozando então resolvi parar e voltei a chupar seu pau.

_ Isso tá muito bom Papito, mas quero provar sua bunda agora também.

Eu estava bem animado e fiquei de quatro pra ele na mesma hora.

_ Só vai devagar.

Ele chupa meu cuzinho por um tempo para lubrificar e me fazer relaxar. Brincou um pouco com seus dedos e eu estava pronto para tomar rola. Ele foi metendo devagar e eu estava tão relaxado pelo tesão que nem senti dor. Ele meteu toda a rola e começou a estocar devagar, mas vendo que eu não estava demonstrando resistência começou a ir mais rápido. Estávamos em sincronia os dois gemendo de tesão, quando de repente a porta do quarto se abriu e Mário estava parado lá nos olhando. Nenhum de nós lembrou de trancar a porta. Mário estava paralisado, mas logo um sorriso pervertido se formou em seu rosto. Ele entrou e trancou a porta atrás de si.

_ Opa que a brincadeira tá boa aqui!

Minha cara queimava de constrangimento em ser pego de quatro levando rola, até perdi o tesão na hora e meu pau amoleceu. Mas Carlos não havia perdido o pique e me fodia lentamente, tirando e colocando seu pau em mim.

_ Não seja por isso mano, vem brincar com a gente.

_ É isso que eu pretendia!

Rapidamente Mário tirou toda a roupa e veio me dando sua rola para eu chupar, uma rola bonita cheia de veias e de cabeça rosinha. Eu ainda estava sem entender nada, mas minha fome de rola falava mais alto.

_ Toma aí Papito, prova o mel dessa pica.

No nervosismo abri a boca que já babava e comecei a chupar ainda meio desorientado. Quando menos esperava Mário puxou Carlos para um beijo e aquela visão foi o suficiente para reacender meu tesão. Carlos voltou a me foder com vontade e Mário segurou minha cabeça fodendo minha garganta.

_Porra que boquinha macia. Bem que você disse que ele mama bem pra caralho!

Ali percebi que essa experiência não era a primeira vez dos dois, e que Carlos havia falado de mim para ele.

Mário quis trocar de posição com Carlos que veio me dar seu pau para chupar enquanto Mário encheu minha entrada com saliva e foi metendo sem dó em mim. O caminho já estava aberto por Carlos, mas mesmo assim o outro tinha um calibre mais grosso que cobrava seu pedágio para passar. Ele segurou nos meus ombros e começou a socar forte, tanto que não consegui segurar os gemidos e nem eles dois faziam questão de segurar.

Carlos resolveu melhorar as coisas, entrou por baixo de mim e começamos a fazer um 69 novamente eu chupando seu pau e ele chupando o meu, e de vez em quando chupando o saco de Mário. Às vezes o pau de Mário saia e Carlos o encaixava de novo dando uma chupada antes.

Trocamos de novo e Carlos voltou a me foder, mas dessa vez ao invés de me dar seu pau para chupar Mário foi para trás de Carlos que parou de me foder por um instante enquanto Mário encaixava seu pau nele formando um trenzinho. Carlos dominava a foda, enquanto me fodia recebia o mesmo de Mário. Aquilo estava me levando a loucura. Depois de alguns minutos nessa brincadeira, os dois pararam e vieram me dar seus paus para eu chupar enquanto eles se beijavam. Aqueles dois cacetes a minha disposição era uma delícia, eu chupava um e punhetava o outro. Em determinado momento Carlos se abaixou e começou a me chupar. Sua boca era macia e quente, e sua mamada era boa pra caralho. Coloquei Carlos de frango assado e voltei a chupar seu cu, enquanto Mário deu seu pau para ele chupar. Com seu cu devidamente molhado de saliva voltei a meter pica nele que gemia com um pau no cu e outro na boca. Mário me puxou pela nuca e me beijou. Seu beijo era bruto, mas ao mesmo tempo doce, com vontade, um beijo diferente mas nem tanto, talvez parecido com o do Rafael. Quando terminamos de nos beijar ele piscou o olho pra mim com uma cara de safado, se abaixou para dar um beijo em Carlos, e depois veio para trás de mim. Ele voltou a me foder e puta que pariu! Ser fodido e foder ao mesmo tempo é incrivelmente delicioso. Quando eu fodia Carlos sentia Mário me fodendo. Carlos estava com uma cara de tesão e de puto vendo a cena, e Mário mordia minha orelha e meu pescoço me levando ao delírio.

Não consegui aguentar por muito tempo mais, e avisei que iria gozar. Carlos disse para eu gozar dentro dele e não segurei mais, gozei despejando todo meu leite dentro do cuzinho dele. Com as contratações do meu cu ao gozar Mário também não se segurou e gozou dentro de mim. Segurei o pau de Carlos e batia uma pra ele que não demorou e gozou sobre sua barriga e peito. Esgotado, eu caí sobre Carlos e Mário caiu sobre mim na cama. Assim que nossas forças voltaram rolamos para o lado na cama.

_ Então Carlos, você já tinha comentado com ele sobre aquele dia?

Os dois riram.

_ Relaxa, nós somos parças a anos. Eu comentei porque já temos o costume de fazer essas coisas juntos.

_ E vai dizer que você não gostou de dois homens pra você?

_ Pior que não tem nem como mentir, foi muito bom foder e ser fodido ao mesmo tempo kkkk.

Depois de uns minutos conversando fomos tomar banho no banheiro do quarto do Carlos. O box quase não cabia nos três. Embaixo do chuveiro ficamos nos beijando e batendo uma uns para os outros, mas nada além disso, só pegação.

Quando saímos do quarto os meninos estavam na sala. Consegui entrar no meu quarto sem ninguém me ver e Mário entrou pro dele. Como a gente iria explicar os três saindo do quarto com o cabelo molhado? Ainda bem que deu tempo de despistarmos.

Fiquei pensando um pouco sobre como eu fui de um garoto virgem do interior, para um homem fudendo com esses machos gostosos. A vida tem mesmo dessas surpresas…

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Foto de perfil de Ma M.Ma M.Contos: 5Seguidores: 33Seguindo: 3Mensagem Um puto atrás de diversão.

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