O Demônio e a Megera – Episódio 17 (a dura vida de uma escrava submissa)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3774 palavras
Data: 11/06/2026 15:09:00
Última revisão: 11/06/2026 16:18:52

Quando Ana Clara começou a narrar seu castigo daquele jeito teatral, sobretudo a parte das chineladas, ativou algo poderoso dentro de mim. Não uma coisa nova, mas algo que já vivia em pontos acessíveis, porém reprimidos, do meu corpo e da minha mente.

Minha buceta começou a pulsar, meu corpo emanava líquidos por todos os poros. Ao narrar aquele castigo, fez com que eu desejasse estar ardentemente naquele lugar, de joelhos, apanhando, sendo mandada, subjugada, humilhada, obediente e submissa. Era um pouco do que vivia escondido e reprimido dentro de mim acontecendo na vida real. E se eles simplesmente resolvessem fazer tudo aquilo comigo?

Eu sentia que era a possibilidade de viver minha tara, tentar ir o mais fundo possível no abismo tão desejado, perder o controle, ser mandada, objetificada, me esquecer por completo da palavra dignidade. “Escravidão” era uma palavra que soava como música boa nos meus ouvidos. Eu queria demais aquilo, mas nunca tinha estado tão perto.

Eu vi de perto e participei do castigo do Demônio. Não chegava nem perto do que eu idealizava, mas aquele lugar que ele viveu de ser usado, mesmo gostando, era o lugar em que eu queria estar, mesmo que não gostando. Mas foi o ataque feroz da Megera que me deu a certeza de que meu dia tão sonhado havia chegado. Minha amiga era generosa, inteligente e intuitiva demais para não perceber onde meu desejo queria me levar.

Ela me dominou sem receio, fazendo com que pela primeira vez eu me sentisse no lugar onde eu tanto havia desejado estar. Um lugar onde me reconheci sendo totalmente dominada, subjugada e humilhada. Ela compreendia, eu sentia isso. Ana Clara, minha rainha e senhora, era minha expectativa e minha esperança de ser usada e pisada como sempre sonhei. Eu confiava nela e meus orgasmos me diziam que eu estava no caminho que me levaria à realização sexual: o da servidão.

Naquela noite, talvez minha última como mulher livre, eu queria aproveitar muito o afeto e o tesão dos meus futuros senhores. Depois de gozar muito com o pau do Demônio na minha buceta e quase matando minha futura senhora sufocada com meus peitos em sua cara, resolvemos beber umas cervejas no quarto, mas logo já estávamos nos pegando de novo e aquilo foi longe.

A noite foi longa, cheia de prazer e orgasmos, mas não é esse o assunto do qual desejo falar, mas da minha experiência como escrava submissa da Megera e do Demônio. No domingo pela manhã, acordei na cama dos meus senhores. Trocamos carícias e meu senhor me comeu de ladinho, de um jeito muito gostoso, mas logo as coisas mudariam.

- Escrava, de joelho no chão! – ordenou Ana Clara, tão logo saiu da cama.

Obedeci e me pus de joelhos com a buceta latejando e o coração disparado. Ganhei dos tabefes fortes na cara, que ficou toda ardida, até me deixando assustada.

- Isso é para você se lembrar de qual é o seu lugar aqui. Você não tem vontade, fala só quando eu mandar e lhe castigarei sempre que não estiver de acordo com, por exemplo, o fato de você respirar. Você entendeu, escrava?

- Sim, senhora - respondi com o coração quase saindo pela boca.

- É bom que você se lembre da surra que eu vou lhe dar quando achar que isso aqui é brincadeira ou que eu vou ter pena de você. Sua única saída da merda em que você se meteu é sua palavra de segurança. Diga-a e eu vou chutando seu traseiro daqui até o meio da rua, você entendeu, cadela?

- Sim, senhora! – falei com a voz tremida, porque a Megera estava conseguindo me assustar.

Ela parecia uma pessoa fria, cruel, que saboreava meu medo, não minha amiga doce, mas eu não tinha a menor intenção de dizer palavra de segurança nenhuma. Só que o meu começo foi pesado.

- Você se lembra disso aqui? – falou, me apontando o chinelo.

Meus olhos devem ter brilhado, mas meu couro cabeludo doeu quando me puxou pelo cabelo e foi me arrastando até a sala, onde me jogou no chão. Minha senhora, além de bela, era muito forte, o que me assustava ainda mais. Eu estava nua e amedrontada quando a Megera me fez ficar de costas no chão e estalou uma sequência de tapas poderosos no meu rosto, me arrancando lágrimas e soluços, mas entre as minhas pernas acontecia outra coisa: um latejar sofrido e meus líquidos descendo pela minha virilha.

- Está aprendendo, sua vadia, o que é a vida de escrava? É isso que você quer? – questionou de maneira agressiva, dava para sentir o seu hálito me invadindo as narinas e o fato de estar chorando, vulnerável para minha rainha, me fazia ter uma sensação estranhamente excitante para mim.

Eu não sabia com que partes de mim aquilo mexia. No máximo, aquelas responsáveis pelo meu desejo. Ana Clara deu duas cusparadas no meu rosto. Sua saliva me enlouquecia de prazer e humilhação tanto quanto o peso de sua mão. Fui arrastada pelo cabelo novamente e colocada com as mãos na mesa da sala e com o corpo inclinado. Minha senhora não economizou nem na primeira chinelada, que veio ardida, assim como as demais. Eu tinha dificuldades até para respirar com aquela mistura de sensações. Era dor, humilhação, prazer e êxtase, tudo ao mesmo tempo.

- Agradeça à sua senhora por lhe educar – ordenou para sua escrava de joelhos, completamente nua, submissa e amando a servidão, inclusive com a ardência no rosto, no bumbum e nas coxas.

- Obrigado, minha senhora por me educar – respondi com os olhos baixos.

- Vá tomar um banho rápido. Tem dois minutos para limpar essa sujeira toda e se reapresentar a mim para saber quais são suas ordens.

Dois minutos?

- Vá, inútil, o tempo já está contando – ordenou com rispidez.

Corri até a mochila, peguei a toalha e corri para o chuveiro, me lavando só com água, principalmente o rosto, que estava com a saliva da minha dona, embora eu preferisse continuar sentindo aquele cheiro. Evitei molhar o cabelo, pois teria que pentear.

Voltei para a sala ainda sem roupa.

- Você pretende ir à rua comprar o pão para o café da manhã nua? – ironizou quando me viu novamente de joelhos diante de si.

- Não, senhora!

- Então, vá vestir uma roupa, estúpida. Coloque aquele vestido de ontem, mas sem sutiã e sem calcinha, porque putas do seu nível não têm nada a esconder.

Minha buceta latejou e não deu tempo de refletir, pois já estava me vestindo e me ajoelhando novamente diante da minha dona, a excitação me consumindo totalmente. Era um prazer estranho, mas exatamente o que eu sempre pensei que seria quando encontrasse meu cativeiro.

Se Ana Clara quase enlouqueceu por ficar menos de 48 horas em abstinência, eu vivi uma rotina desumana, porque não tinha autorização para gozar, embora eu quase colapsasse quando era obrigada a lamber a sola dos pés dos meus senhores, ou limpar a vagina da minha dona com a língua depois que ela fazia xixi. Ou, então, quando apanhava de chinelo enquanto chupava o pau do Demônio até fazê-lo gozar na minha boca.

E quando era puxada de quatro pela minha coleira, sendo obrigada a latir, lamber os pés dos meus donos e comer restos de comida numa tigelinha? Se tinha um castigo que eu amava era cheirar os tênis usados e lavar as calcinhas da Sinhá Megera.

Esses momentos mais recreativos eram, todavia, bem raros durante meus trinta dias de escravidão. Quando fui para casa naquele domingo, já usava um cinto de castidade, mas fui obrigada a comprar outro para nunca deixar minha buceta vulnerável às tentações. Eu obedecia e prestava conta para meus donos de tudo que fazia. Sempre tinha que tirar fotos com o celular para mostrar que estava usando o cinto.

Nos finais de semana, a maior parte do tempo era fazendo faxina no apartamento do Demônio, lhes servindo e sendo humilhada, com pouco direito a prazeres como lamber a buceta mijada da minha dona. Ou seja, minha vida era um tédio na maior parte do tempo. Só na terceira semana, o Demônio decidiu estrear meu cu, que ainda era virgem.

Eu não ousaria pedir que não fizesse aquilo comigo, pois, como uma escrava, não tinha direito a ter vontade, sendo sua prerrogativa me usar como quisesse. Pelo menos foi feita toda uma preparação, com muita higiene, lambidas dos meus donos e lubrificante. Mesmo assim, a sensação de ter aquilo me rasgando não se pode dizer que foi a melhor que já tive. Eu implorava para tirar, mas a Megera mandava eu dizer a palavra de segurança, que seria o fim do meu cativeiro. Era como se dissesse que era para eu suportar aquela dor, porque isso era decorrente da minha condição.

Tive que suportar ser sodomizada com o rosto no chão e minha dona esfregando seus pés nele, que estava banhado de lágrimas. Aliás, seus pés eram a coisa boa de tudo aquilo, que desviavam um pouco a atenção da dor, que quase não percebi a mudança dela para o prazer. Meus soluços foram se transformando em gemidos. Tive que perguntar à minha senhora se podia gozar. Ela me autorizou e aquele entra e sai fundo da piroca do meu dono foi me enlouquecendo, que minha senhora tinha que me dar tabefes poderosos no rosto para eu moderar meus gritos, que me deixaram ainda mais ensandecida de um prazer brutal, selvagem, sujo, que fazia meu corpo todo convulsionar. Explodi no orgasmo mais demorado da minha vida, o corpo banhado em suor, lágrimas e fluidos vaginais.

A Megera não resistiu e disse que eu estava linda daquele jeito, me dando um beijo carinhoso na boca, antes de mandar que eu fosse me lavar e terminasse de preparar o almoço. Depois disso, André voltou a comer meu cu umas três ou quatro vezes durante minha escravidão. Nunca mais comeu minha bucetinha, o que era uma pena, mas minha senhora, depois da minha alforria, me contou que ele falou que não queria mais me comer porque eu sou muito gostosa e ele tinha receio de ficar viciado. Uma pena, mas tomei como elogio. Já estava até amando dar o cu para ele.

A última vez, foi no dia da minha alforria, que foi, também, o dia mais saboroso da minha escravidão. Tenho até que tomar fôlego para contar o que foi aquele dia. Cheguei ao apartamento do Demônio de manhã naquele sábado. Como sempre, cuidei dos meus afazeres de escrava. A verdade é que eu estava triste, porque não sabia o que faria com minhas taras e desejos, mas, também, não podia pedir mais ao casal do que já haviam feito. E eu sei que foi por minha causa, para atender às minhas fantasias, embora nunca tenham falado isso abertamente.

Eu estava lavando a louça do almoço só com um vestidinho curto. Embora eu raramente fosse usada pelos meus senhores, devia estar sempre pronta para satisfazê-los, fosse de que jeito me solicitassem. Aquele foi um momento mágico. André chegou por trás de mim e, sem dizer nada, levantou minha saia até a cintura, me fazendo estremecer de prazer antecipadamente. Ele esfregou minha buceta com as mãos, percebeu que eu estava molhada, fez com que me inclinasse sobre a pia, me deu duas palmadas deliciosas na bunda e enterrou o pau até o fundo, arrancando um berro da minha garganta. Em seguida, começou a me estocar com certa brutalidade, como quem usufrui do direito de usar sua propriedade do jeito que lhe aprouver. Só de lembrar dessa minha condição de escrava e objeto, o corpo não resistiu e gozei forte, mas não ganhei trégua. O Demônio continuou socando sem parar no fundo da minha buceta, me deixando sem forças, as pernas tremendo.

Quando se cansou de me comer em pé, me pegou no colo e me levou para o sofá, onde me mandou sentar em seu colo de costas para ele.

- Hoje, eu quero comer esse cu olhando essa bunda maravilhosa rebolando no meu pau.

Pelo menos, ele me deixou controlar a entrada do pau. Eu já estava mais acostumada, mas ainda incomodava muito a penetração, ainda mais sem ele ter usado lubrificante, mas, como escrava, não protestei, só choraminguei dizendo que estava sentindo dor, mas bem que logo ficou gostoso e eu deixei entrar tudo no meu rabo safado.

- Está se divertindo com nossa escrava, amor? – a voz de Ana Clara vinha do quarto. Eu até tinha me esquecido da minha senhora.

- Tô comendo o cu dessa potranca. Quer também, gatinha?

- Quero a bucetinha dela primeiro.

- Então vem.

Quase saí do corpo de tanto tesão quando vi o que a Megera chamava de “querer minha bucetinha primeiro”. Ela tirou o vestido e estava devidamente armada com aqueles pênis com cinta, uma ferramenta que devia ter uns dezoito centímetros e não era muito menos grossa que a pica do Demônio.

Sem fazer cerimônia, Ana Clara explorou minha buceta com os dedos. Eu não sei explicar o que eu sentia estando prestes a ser invadida por dois paus, sendo que um era o da minha senhora. André levantou um pouco minhas pernas, Ana Clara se enfiou entre elas e começou a introduzir seu pênis em mim. Acho que só posso explicar o que senti como um transe. O desconforto era descomunal, mas o prazer de ser usada ao extremo, como um objeto, fazia com que tudo se transformasse em êxtase. A mão de André fixou moradia na minha boca para abafar meus gritos, enquanto o outro braço me segurava firme para que meu corpo não escapasse de seu controle.

Acabei tendo mais um orgasmo quando André gozou no meu cu, mas Ana Clara não parou. Quando o namorado saiu de dentro de mim, ela me jogou no sofá de costas e, sem tirar de dentro, começou a me fustigar de um jeito que me fez quase sair do corpo. Até beijou minha boca e lambeu meu pescoço, para me deixar ainda mais louca e gozar outra vez levando sua pica enorme. Depois, me levou para a cama e me mandou ficar de quatro. Lambuzou meu rabo de lubrificante, me segurou pela cintura e me penetrou novamente. Fiquei levando no cu de quatro da minha senhora até que se cansasse, mas não tive forças nem mais para gozar, apesar do prazer inigualável de me sentir dominada, usada e submissa.

Então, doida para gozar, Ana sentou-se em meu rosto e me mandou usar a língua em sua buceta. Eu me deleitei por um longo tempo sentindo o cheiro e o gosto do sexo da minha rainha. Foi uma maravilha ser usada daquele jeito, demoradamente. Depois de fazer minha dona gozar, fui mandada de volta aos meus afazeres, já sentindo o coração apertar. Meus dias de escravidão estavam chegando ao fim.

Nem sabia o que seria de minha amizade com o casal, mas era coisa demais para pensar.

Já no final da tarde, quando o Sinhô Demônio foi jogar futebol, a Sinhá Megera me chamou para a sala e ordenou que compartilhasse uma cerveja com ela. Obedeci e nos servi.

- Você sabe que sua servidão está acabando, não sabe?

- Sim senhora, respondi, baixando os olhos para esconder minha frustração.

- Como você me avalia como sua senhora? Estive à altura de suas expectativas? E pode me chamar de Ana Clara – falou com sua mão tocando carinhosamente o meu rosto.

- Ai, miga, eu nem sei como lhe agradecer. Por mais estranho que pareça uma pessoa agradecer a alguém por lhe escravizar, espancar e humilhar, eu reconheço que você deu o máximo de si para ser alguém que você não é, só para me satisfazer. Tinha horas que eu quase me mijava de medo, mas só o fato de você ter aceitado fazer isso por mim já dispensa qualquer comentário. Vou lhe ser grata para sempre. A você e ao Demônio.

- E agora, miga? O que você vai fazer? Vai procurar um dominador profissional? Ou uma dominadora?

- Não sei, gatinha, não sei mesmo. Isso sempre ficou guardado em mim. Eu já deixei sair, dar uma voltinha, se divertir e aproveitar a brisa.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

- Talvez você e o André tenham saciado minha fantasia.

- Sério mesmo?

- Não sei se é isso, mas é sério que pode ser. Talvez, daqui pra frente, eu consiga me relacionar melhor sexualmente, me soltar mais.

- Fico muito feliz, minha escravinha safada. Tomara! Eu amo você.

- Nem precisa dizer isso, sua vaca. Está em cada gesto seu. E eu também te amo e vou amar para sempre.

- Então, você vai atender ao último desejo da sua sinhá vaca.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Você está pretendendo morrer, miga?

- Depende do que você vai fazer comigo.

- Eu? Fazer?

- Sim – respondeu, me deixando de orelha em pé, me puxando para o quarto - Está vendo essas coisas? Eu quero que você tire até minha última gota de prazer me dominando. E eu sei que você é capaz. Use como quiser, a mim e essas coisas todas.

Fiquei impressionada com aquele desfecho. As coisas à minha disposição eram as algemas, correntes, o chicote de flagelação, a venda e aquela cinta-pênis.

- Você vai me obedecer daqui para frente? – questionei, olhando em seus olhos.

- Até quando você quiser que eu lhe obedeça.

- E posso te usar da maneira que eu quiser?

- Todas as maneiras que você quiser e eu vou aceitar como um prêmio.

- Eu posso fazer você gozar feito uma cadela?

- E me chamar do que quiser.

- Posso te chamar do que quiser e te humilhar?

- Eu imploro que você me humilhe o quanto desejar. Agora eu sou sua. É o que eu quero.

- E o André?

- Ele chegará tarde hoje. Vai beber com os amigos depois do futebol. Ele me deixou livre para ser completamente sua.

Nem é preciso dizer que minha buceta estava minando fluidos como um chafariz e a carinha de desejo daquela mulher estava me enlouquecendo. Como não lhe oferecer o que tanto desejava?

Puxei-a pelo cabelo até mim. Ana Clara fechou os olhos e suspirou. Beijei seus lábios com carinho e os lambi, superior e inferior, pacientemente. Depois, seu queixo. A Megera já estava entregue, olhos semicerrados, mamilos duros por baixo da blusa, que tirei de uma vez, liberando seus seios e sua barriguinha chapada. Lambi seu pescoço, o lóbulo e as costas de sua orelha, enquanto acariciava sua nuca.

Empurrei-a de costas na cama e puxei seu short e sua calcinha para baixo, deixando-a tão nua quanto eu. Segurei-a pelos pulsos,

algemando-os acima da cabeça. Prendi a algema às costas da cama, deixando-a à minha mercê. Beijei sua testa, desci pelo rosto todo.

- Abre a boquinha para sua nova dona, abre, lindinha.

Ana Clara obedeceu, cuspi em sua boca, enquanto acariciava seu rosto. Minha amiga revirou os olhos, soltou um grunhido forte.

- De novo, abre a boquinha safada, minha putinha.

Ana obedeceu, cuspi de novo. Ana deu um gemido agudo, seu rosto virando de um lado para o outro, seu corpo se debatendo embaixo de mim. Dei-lhe um tapa na cara, nada muito forte. Seus gemidos de puro prazer estavam me enlouquecendo.

- Mais, bate mais, minha rainha – suplicou.

Bati mais, uma sequência de tapas. Ana urrava de prazer. Beijei sua boca e acariciei seu corpo com a mão pacientemente. Minha língua a explorava carinhosamente, num beijo apaixonado, que a fazia gemer e arfar sem parar.

Fi-la ficar de quatro na cama e peguei o chicote. O primeiro golpe foi naquela bunda linda, toda empinada para mim. A cada chicotada, que lhe arrancava um gritinho, eu atacava seus buraquinhos com os dedos. Aproveitei para vestir a cinta, deixando minha amiga totalmente submissa, me esperando de quatro, como minha cachorrinha de estimação.

Fazia tudo sem pressa, saboreando a submissão e o prazer daquela mulher linda e poderosa. Chicotadas na bunda e nas coxas, dedos provocando seus buraquinhos, resolvi cair de boca naquela buceta que minava líquidos, que pingavam no lençol. Não sei por que, aquilo não me surpreendia, mas eu estava ali para levá-la ao clímax, não para a explicar. Fi-la gozar aos gritos com minha língua e meus dedos.

Sem lhe dar muito tempo para se recuperar, ataquei sua buceta com meu pauzão. Seu corpo estremeceu quando sentiu minha penetração lenta. Para provocá-la, eu colocava um pouco, tirava e deslizava por seus lábios, até tocar no cu, e começava a meter novamente. Ana soluçava de expectativa e prazer, completamente dominada.

Minha amiga urrou quando lhe dei o primeiro tapa e finalmente enfiei meu pau até o fundo em sua buceta escorregadia. Enquanto fodia sua buceta, batia em sua bunda com a mão e chicoteava suas costas. Segurei seu cabelo e a puxei para cima, fazendo-a arquear o corpo e urrar desesperada. Eu podia sentir o prazer dela e acabei gozando aos gritos com o roçar da cinta no meu grelo e as contrações intermináveis nas paredes da minha buceta e do meu cu.

Eu já estava cansada de tanto esforço. Então fiz com que Ana se deitasse de lado, enchi seu cu de lubrificante e a penetrei naquela posição. Daquele jeito, podia acariciar sua barriguinha, suas pernas e até beijar seu pescoço. Minha amiga já estava tão entregue, que só gemia baixinho, degustando minha piroca dentro do seu cu. Chegamos até a adormecer assim.

Ana falou que aquela foi uma das melhores transas que teve em sua vida, mesmo estando toda dolorida de tanto apanhar e levar vara. Tive que admitir que também foi assim comigo, porque nunca havia imaginado alguém se entregando daquele jeito ao prazer, o que me contagiou.

Ainda comi um pouco mais o cu e a buceta da minha amiga. Também a fiz chupar meu pau e terminei torturando seu rosto com minha buceta, esfregando sem dó naquela carinha linda, que só pedia mais cada vez que eu parava. Tive vários orgasmos e acabamos finalmente adormecendo agarradas e satisfeitas, sem pensar no amanhã.

No dia seguinte, o casal tinha um almoço com os pais de ambos. Percebi que era a hora de eu me recolher à minha insignificância de brinquedo sexual de luxo. Só que aquele não foi o fim. Nossa amizade permaneceu viva e até mais forte, assim como as experiências que vivemos se mantiveram vivas em algum lugar de nossos corpos e mentes.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 17Seguidores: 19Seguindo: 44Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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O melhor capítulo até agora!!!

"lhe castigarei sempre que não estiver de acordo com, por exemplo, o fato de você respirar. "

Rachei de rir com tudo hahahaha

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Pior é que toda vez que a gente publica, tem que fazer mais uma revisão, porque sempre sai alguma coisa errada. Lendo o texto publicado, ficou mesmo essa impressão de que foi o melhor episódio, ou, pelo menos, um dos melhores. E a Cínthia querendo desbancar a Ana Clara como melhor narradora. rs

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