Meu vizinho safado e ordinário me fode e meu marido só descobriu após 8 meses.

Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 1605 palavras
Data: 11/06/2026 06:12:47
Última revisão: 11/06/2026 07:40:52

Meu vizinho safado e ordinário me fode e meu marido só descobriu após 8 meses.

Conto n.º 223 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Estupro, Abuso, violência, sexo, infidelidade, traição, submissão, corno manso.

***

Meu nome é Anita, moro em um apartamento alugado, com meu marido Aníbal, em uma cidade do centro-oeste de nosso país. Ele trabalha em um supermercado. Tenho um emprego em meio período em uma lanchonete, das 8:00 as 12:00, localizada perto de nossa residência. Meu marido tem 35 anos, 1,75 m. Sei que ele é invejado por seus colegas, por me ter como esposa. Pois todos eles me cobiçam e eu gosto disso, pois sou vaidosa e sei que sou, como ouço em seus elogios, gostosa.

Tenho um forte senso de justiça e de limpeza e ultimamente me sinto incomodada, pelo comportamento de nosso vizinho de porta. Ele é um homem bastante porco, espécie de gente bastante desqualificada. Descobri que se chama Leopoldo. Bastante abusado, fuma nos elevadores e joga toco de cigarros pelo chão, sem a menor cerimônia.

A propósito, fui convidada na reunião da associação de moradores para levar uma advertência para ele mudar de atitude, caso contrário será expulso do prédio. Mas entendo que eles deveriam ter escolhido a Sra. Tania do 2º andar, ela é a mais idosa.

Na verdade, é que tenho um pouco de medo dele, pois sempre que nos encontramos no corredor ou no elevador, ele me olha parecendo ser um lobo faminto e faz isso mesmo quando meu marido está comigo, demonstrando ser super abusado.

Quando falei com a nossa síndica que seria melhor a senhora Tania levar a advertência para o nojento Leopoldo, ela ponderou que devia ser eu, pois sou vizinha de porta dele, do sujesmundo.

***

Uma semana depois.

Já que tenho de levar a advertência do condomínio para aquele nojento, vou fazer isso logo após almoçar. Com o coração acelerado, bato na porta dele, para entregar os papéis com a advertência. Ele abriu a porta e falei o motivo da minha visita. Me olhou de cima a baixo e pediu para entrar.

Não era isso que eu queria. Minha intenção era entregar a advertência, ali na porta e voltar para meu apartamento ao lado. Mas quando me mandou entrar, não tive coragem de recusar, não querendo ser indelicada.

Entrei e ainda em pé, perto da porta lhe entreguei o documento e me virei para sair, mas ele apontou para uma cadeira, em tono de uma mesa e se sentou no outro lado. Ficou me olhando enquanto eu sentava.

Desdobrou o documento e pareceu que o lia, depois começou a rir e rasgou o papel, debochando, que aquilo só servia para limpar a minha bunda. Se levantou e veio em minha direção, falando:

— Mulher, você é muito gostosa e há muito tempo estou te desejando, com vontade de te foder… já que está na minha casa, vamos aproveitar e dar uma boa foda.

Recuei em direção da porta, assustada, falando aos gritos:

— você está louco, sou uma mulher casada!

Corri para a porta e com horror, percebi que o safado a trancou a chave.

Ele continuou avançando, dizendo:

— Adoro foder mulher casada.

Lutei com ele, mas muito mais forte me derrubou e com ferocidade começou a me desnudar. Desesperada e me debatendo, ele não conseguiu tirar meu vestido, mas ele ficou rasgado. Foi então que o covarde começou a me dar fortes socos no estômago. Fiquei sem forças e caí no piso e quando percebi, estava totalmente nua.

Colocou a cara no meio de minhas coxas e começou a chupar minha boceta. Fiz o que pude para o evitar, mas não consegui e durante horas me comeu, até pelo cu.

Sinto vergonha de confessar, mas fiquei alucinada de tanto prazer que o filho da puta me proporcionou. O estupro violento, selvagem, com socos e tapas, despertou em mim, uma espécie de sadismo.

Quanto mais me fodia e me espancava, mais eu gozava, como uma égua no cio. Eu desconhecia esta minha faceta horrível, porém Leopoldo, além de ser um safado ordinário, tem um pau enorme, que ele utiliza como um deus do sexo e, sabe chupar uma boceta, bem melhor que Aníbal.

Na primeira vez, quando senti a glande enorme encostar na minha vagina, fiquei com muito receio que me rasgasse toda por dentro, porém, surpreendentemente, minha garotinha começou a se alargar toda, para acomodar a grossa tora, como se uma luva fosse.

Mas quando me virou de bunda e se deitou por cima, fiquei bastante amedrontada. Eu e Anibal nunca fizemos sexo anal, entretanto achatada contra o piso duro, com ele por cima de mim, nada pude fazer. A dor foi enorme, berrei e implorei que parasse, mas de nada adiantou. Vi estrelas com a enormidade toda enterrada em meu cu.

Quando ele se deu por satisfeito, eu estava exausta, sem forças para nada e, foi quando começou a me filmar com o celular, enterrando os dedos em minha vagina… o pau em minha boca… no meu cu… ejaculando nos meus seios. Quando tentava me esconder de sua lente, levava violentos socos etapas e mandava que ficasse quieta, enquanto me filmava.

Satisfeito, mandou me levantar e, nua como estava, me expulsou do apartamento. Corri para a minha porta, dando graças por ninguém me ver. Foi quando… suprema humilhação… tive de voltar ao apartamento dele, para buscar minha chave, que devia estar perdida no meio de minhas roupas rasgadas e espalhadas por todo canto da sala.

Ele aproveitou e voltou a me foder novamente, mas pela boca. Com as mãos na minha nuca, puxava minha cabeça e o pau invadia até minha garganta, me sufocando, cada vez que vinha fundo em minha boca. Quando esporrou, fui obrigada a engolir quase tudo. Ali mesmo, no chão, voltou a me foder pela bunda.

***

— Dois dias depois, Leopoldo me viu quando fui levar a sacola de lixo, para a lixeira. Se aproximou e me mostrou o seu celular com tudo que filmara de mim. Fiquei horrorizada e implorei para deletar o vídeo. Respondeu que não faria isso e, que o mostraria aos colegas de meu marido e de minhas amigas da lanchonete onde trabalho. Mas afirmou que não exibiria o vídeo para ninguém, se eu, três vezes por semana, fodesse com ele. Disse que poderia ser no meu apartamento ou no dele, sempre que o “corno” estivesse trabalhando.

***

Não tive saída e sempre que Aníbal está fora de casa, Leopoldo chega e na cama que durmo com meu marido, ele me fode, três vezes por semana. Tenho de admitir, depois das primeiras semanas, fiquei viciada em foder com ele, que na cama é muito melhor que Anibal. Cada vez que me penetra enlouqueço e os orgasmos são violentos. Mas o que mais gosto é quando ele chupa e eu o chupo, em um 69 que dura uma eternidade. E maravilhoso sentir a língua dele chupando meu clitóris, enquanto engulo seu enorme pênis. Que Anibal me perdoe, mas sei que jamais abrirei mão, desse homem.

***

— Há oito meses sou amante de Leopoldo e, lutando para evitar que meu marido descobra. O pior é quando Anibal” me fode e, eu não sinto nenhum prazer, no seu “papai e mamãe” de sempre.

***

Mas ficamos tão confiantes no nosso relacionamento, que numa sexta-feira, descobri que Anibal, há algumas semanas, já sabia que eu o traía com o nosso vizinho e que fodia com ele, até na nossa própria cama. Isso aconteceu quando cheguei em casa, depois de mais uma foda com Leopoldo. Era quase 21:00. Anibal devia estar no Super Mercado Central, fazendo conferência do estoque. Disse que deveria chegar por volta da meia-noite. Mas quando abri a porta da sala e o vi sentado na mesa, com uma xícara de café, que devia estar fria, me olhando fixamente, gelei. Não sabia como explicar porque estava nua, segurando minhas roupas nas mãos. Na realidade não havia explicação nenhuma, eu sabia disso e ele sabia. Vermelha como tomate maduro, me sentei na mesa, do lado oposto e coloquei a calcinha, sutiã e o vestido, na cadeira ao lado e muda, esperei que Anibal se pronunciasse.

Fiquei chocada quando, ele rindo, falou para não ficar nervosa como estava, porque ele, já sabia que eu fodia com o nosso vizinho, há semanas. Anita, eu até já filmei diversas vezes você sendo fodido por Leopoldo e até o chupando, gulosa o pau dele.

— Mas… mas como pode ser isso? Você não está furioso comigo?

— No início fiquei, mas depois fiquei excitado vendo ele te foder e até passei a os filmar, pelo vão da porta. Fico demasiadamente excitado vendo ele te comer, Anita. Esta é a verdade. Só solicito uma coisa, quando se encontrar com ele, aqui em casa ou na dele, sempre deixe a porta do quarto entre-aberta.

**

Dias mais tarde

Leopoldo e Anita, no quarto do apartamento dela. Estão super a vontade, com ela chupando o pau dele, gulosa como sempre. Numa pausa para respirar, Anita olha para cima e sussurra para seu homem:

— Querido, me puxe mais pelos cabelos, de modo que Anibal nos filme melhor. Ele está ali na fresta da porta.

— Sei disso, minha putinha, já percebi o corno do teu marido, a nos filmar. Da próxima vez, vou convidá-lo para entrar.

— O que achas da minha ideia, vadia? Será que o corno vai aceitar?

— Vai sim… mas venha, comer o meu cu. Ele ontem, comentou comigo, ser o que mais o deixa com tesão.

FIM

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