Capítulo 13: Pôia e a Vaca

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 1936 palavras
Data: 02/06/2026 03:12:46

Aviso: Este é o décimo terceiro capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 12: A Cientista Alemã!

Enquanto Alexa preparava seu próximo ataque lá em Gozópolis, na fazenda de Mary e Joan em Xotaville, os dias passavam tranquilos... Pelo menos na superfície.

Toda noite era uma maratona de fodelança insana: Putty enfiando tudo que encontrava nos buracos de suas amigas, Mary e Joan se revezando na buceta e no cu da alienígena, gemidos ecoando pela casa até o amanhecer. As manhãs, então, eram pura zoofilia: os cavalos, o cachorro, as galinhas, as vacas... tudo virava brinquedo sexual.

E Pôia, como sempre, tinha que limpar a cagalhada toda!

Hoje não seria diferente. O Sol nascia tímido, o galo cantava rouco enquanto Putty o fodia sem dó, e Pôia acordava no seu quartinho limpinho. Era o único lugar da casa que permanecia imaculado: as paredes claras, bichinhos de pelúcia enfileirados na prateleira, lençóis perfumados de lavanda cheios de frufrus rosa e branco, cortininhas rendadas na janela. Um cantinho inocente no meio do caos fedorento.

Pôia dormia peladinha, como sempre. Esticou os bracinhos finos, espreguiçou com um bocejinho fofo, seus peitinhos pequenos subindo e descendo. Levantou-se, abriu o armarinho e vestiu o uniforme limpinho de empregada. Olhou no espelhinho, arrumou a fitinha no cabelo azul, e saiu do quarto sorrindo.

Como de costume, foi direto pro quarto das taradas. A porta estava aberta. A cama era um desastre só: os lençóis encharcados de mijo fresco, manchas de gozo gosmento misturado com diarreia pastosa, travesseiros melados com baba e vômito. O ar cheirava forte a sexo, merda e suor. Mas Mary, Joan e Putty não estavam lá.

Pôia desceu as escadas devagar, com o coração batendo um pouquinho mais rápido. Na cozinha, Mary e Joan tomavam café da manhã à mesa: omelete com salsichas grossas. Mary chupava uma salsicha devagar, obscena, girando sua língua na ponta, olhando Joan com malícia.

— Bom dia, Pôia — disse Joan, sorrindo.

— B-bom dia... — respondeu Pôia, com a voz fininha, olhando em volta. — Cadê a Putty?

Joan riu baixinho:

— Lá fora. Tá fodendo a vaca que acabou de parir um bezerrinho.

Pôia tentou disfarçar o rubor que subiu nas bochechas, mas a curiosidade era demais. Ela queria ver. Queria muito ver.

Fingiu que ia pegar um copo d'água, mas já dava corridinhas discretas em direção à porta dos fundos, enquanto Mary enfiava a salsicha inteira na boca, gemendo de propósito pra provocar Joan.

Lá fora, o Sol já batia gostoso no pasto. Pôia se esgueirou pelos cantos da cerca, com o coração acelerado, tentando não fazer barulho.

Ao longe, viu Putty: nua, de joelhos na grama úmida, com o rosto enterrado entre as pernas traseiras da vaca marrom. Sua língua esticada lambia a vulva inchada do animal, sugando o muco viscoso que escorria devagar.

— Mmmh... que buceta enorme e quente... vou lamber cada dobra dessa xota de vaca... tão melada e salgada...

A vaca mugia baixo, com a cauda balançando, enquanto o bezerrinho recém-nascido mamava tranquilamente em uma das tetas.

A língua de Putty girava ao redor do clitóris protuberante, chupando com força, puxando o líquido pegajoso pra dentro da boca. Ela enfiava mais fundo, explorando o canal úmido, sentindo as paredes pulsarem contra a língua.

— Isso... muge pra mim, sua vaca safada... deixa eu chupar esse melzinho grosso... aaaah...

A vaca tremeu mais forte, e de repente soltou um jato poderoso de mijo amarelo e quente direto na cara de Putty. Litros e litros jorravam com pressão, enchendo a boca aberta dela.

Putty engolia golfadas rápidas, com a garganta trabalhando sem parar, o mijo escorrendo pela boca e molhando os seios nus.

— Mijo quente de vaca... tão forte e salgado... vou beber tudo... mmmh...

O jato continuava, banhando o rosto de Putty, escorrendo pelo seu corpo. Ela gemia entre os goles, com a língua esticada pra engolir mais.

— Isso... mija na minha boca... enche minha barriga com esse mijo fedorento... aaaah... que delícia...

Quando o mijo enfraqueceu, a vaca relaxou o cu. Um jato espesso de diarreia pastosa marrom explodiu, quente e pegajosa, acertando Putty em cheio no rosto. Ela abriu a boca, engolindo a pasta grossa que jorrava, com a língua esticada pra coletar cada pedaço mole.

— Mmmh... que diarreia quentinha e mole... cagalhão fresquinho... aaaah...

Putty esfregava a cara no cu cagado da vaca, espalhando a pasta marrom pelo rosto, seu nariz enterrado no buraco melado, inalando o cheiro forte e podre.

— Seu cu tá todo borrado de merda... vou esfregar meu rosto todo aqui... mmmh... que fedor delicioso...

Ela lambia e chupava o cu cagado, com a língua girando no buraco arreganhado, sugando a pasta que escorria pelas nádegas do animal, engolindo golfadas quentes.

— Isso... caga mais na minha língua... deixa eu chupar essa bosta pastosa...

Putty enfiou um braço inteiro no cu aberto da vaca. O buraco cedeu fácil, engolindo até o cotovelo. O outro braço ela enfiou na buceta melada do animal, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.

— Mmmh... um braço no cu... outro na buceta... vou mexer nos dois... aaaah...

A vaca mugiu alto, tremendo. Putty mexia os braços lá dentro, sentindo as paredes quentes e meladas enquanto abria e fechava as mãos. A vaca cagou mais, jorrando diarreia em volta do braço enterrado no cu, a pasta quente escorrendo pelo braço dela.

— Isso... caga mais... tá cheio de merda quente em volta do meu braço... mmmh...

Putty empurrou o bezerrinho, que ainda estava mamando, pro lado. O bezerro mugiu, confuso, mas saiu fora antes que sobrasse pra ele.

Putty abocanhou uma teta enorme da vaca, chupando forte, fazendo o leite branco e quente encher sua boca.

— Mmmh... leite de vaca... tão doce e cremoso... vou mamar até secar...

Ela sugava com força, o leite escorrendo pelos cantos da boca. Lambuzava o rosto, o pescoço, os seios.

— Isso... leite quentinho... tá me lambuzando toda... aaaah...

Putty se posicionou embaixo das tetas, abrindo a boca larga. Apertou as tetas com as mãos, fazendo o leite esguichar em jatos fortes, banhando seu rosto, cabelo, o corpo inteiro.

— Mmmh... banho de leite... tá caindo fresquinho na minha cara... gostoso...

Ela pegou uma teta, e enfiou o bico inteiro na própria buceta, apertando. O leite jorrou pra dentro, enchendo-a.

— Isso... aahhh... leite dentro da minha buceta... tá enchendo... mmmh...

Putty finalmente percebeu um movimento nos arbustos. Olhou e viu Pôia escondidinha, com uma mãozinha dentro do vestidinho de empregada, mexendo na bucetinha, gemendo ofegante, os olhos vidrados na cena.

Putty sorriu maliciosa:

— Pôia... sua safadinha linda... vem cá.

Pôia deu um pulinho, ficou vermelha, olhando pros lados desesperada, sem saber o que fazer.

— Eu... eu só... vim ver se tava tudo bem...

Putty se aproximou, nua e melada de leite, bosta e gozo:

— Sua safadinha linda, você tá com vontade de experimentar a vaquinha também, não é?

Pôia hesitou, mordendo o lábio, mas acabou assentindo timidamente, com os olhinhos baixos.

Putty pegou a mãozinha dela, toda feliz:

— Você não precisa esconder quando estiver com vontade de fazer algo... Pode pedir que eu faço tudo pra te agradar, sua coisinha mais fofa!

Putty levou Pôia até a vaca, e agachou do lado das tetas enormes:

— Vem cá, abaixa aqui comigo. Vamos começar aos pouquinhos pra você ir se acostumando.

Pôia agachou, tímida, olhando as tetas pingando leite. Putty pegou uma delas, apertou de leve, fazendo o leite escorrer.

— Olha... é quentinho... doce... experimenta.

Pôia aproximou o rostinho, com a língua tímida tocando o bico. Lambeu uma gota.

— É... docinho...

Putty murmurou carinhosamente:

— Isso... abre a boquinha... mama devagar...

Pôia abriu a boca, e abocanhou o bico. Chupou devagar, com o leite enchendo sua boca. Engoliu, fechando seus olhinhos de prazer.

— Mmmh... tão gostoso...

Putty chupava a outra teta ao lado, gemendo:

— Isso... mama mais forte... deixa sair mais leite...

As duas mamavam ao mesmo tempo, uma em cada teta da vaca. O leite vazava pra dentro de suas bocas, escorrendo pelos cantos.

— Mmmh... leite quentinho... bebendo juntas...

Pôia aumentou a sucção, e o leite começou a jorrar mais forte. Putty tirou o vestidinho de Pôia devagar, deixando-a nua. O leite escorreu nas tetinhas pequenas da empregada.

— Olha como tá meladinha... vou te lamber...

Putty lambia as tetinhas de Pôia, chupando o leite que escorria.

A empregada gemia baixinho:

— Putty... tá gostoso...

Pôia mamava forte, com os olhos semicerrados. Putty lambia as tetinhas meladas de Pôia, a língua girando nos biquinhos duros.

— Seus peitinhos estão muito gostosos com leite... hmmm...

Putty levantou, ofegante, e foi pra trás da vaca:

— Vem aqui comigo agora. Essa é a parte mais divertida.

Pôia a seguiu, tímida. A alienígena abriu a buceta da vaca com as mãos, mostrando o interior rosa e melado.

— Vai, lambe aqui... devagarinho...

Pôia aproximou o rostinho, e sua língua tímida tocou a xota da vaca. Lambeu devagar, provando o gosto forte e quente.

— É... salgadinho... mas gostoso...

Putty sussurrou com um sorriso:

— Isso... enfia a língua... chupa mais fundo...

Pôia enfiou a língua, lambendo o interior úmido. Chupou devagar, com a língua girando.

— Mmmh... tá pulsando...

A vaca mugiu, gozando forte. Jatos de gozo quente jorraram na boca de Pôia. Ela se assustou, mas abriu a boca, bebendo tudo.

— Aaah... tá jorrando... vou beber...

Putty gemia:

— Isso... bebe o gozo da vaquinha... tá gostoso, né?

Enquanto Pôia bebia, Putty enfiava o braço no cu borrado da vaca. Ela puxava de volta para fora, e enfiava fundo novamente, puxava e enfiava, puxava e enfiava. O cu do animal esticava para fora e para dentro, para fora e para dentro, como um elástico que envolvia seu punho fodedor.

— Aqui... lambe esse outro buraco agora, minha bonequinha.

Putty tirou o braço melado de bosta de dentro do rabo da vaca. Pôia ficou admirando aquele cu aberto, piscando, todo borrado de pasta marrom.

Putty incentivou:

— Vai, sua bobinha! Se divirta! Mete a boca com tudo!

Pôia fechou os olhinhos, respirou fundo e meteu a boca de uma vez no cu da vaca. Um barulho melado e gosmento ecoou.

— Mmmh... tá quente... meladinho...

Pôia lambia o cu melado de bosta, girando a língua pela borda.

— Putty... tem um gosto forte... mas... gostoso...

Putty gemia:

— Isso... lambe mais fundo... prova a bosta da vaquinha...

Pôia enfiou a língua, lambendo a diarreia de dentro do cu:

— Tá saindo mais... quente... grossinha...

Putty, empolgada, continuava incentivando:

— Chupa mais... puxa pra fora...

Pôia chupava o cu, tentando puxar mais merda lá de dentro:

— Mmmh... tá vindo... vou engolir...

A vaca cagou violentamente, fazendo a diarreia jorrar na boca de Pôia. Ela engolia tudo, gemendo e fazendo sons molhados.

— Tá enchendo minha boca... mmmh... vou beber tudo...

Putty se agachou atrás de Pôia, baixou a saia do vestidinho, e lambeu a bucetinha dela.

— Sua bucetinha tá molhadinha... vou chupar enquanto você engole...

Pôia engolia a diarreia, gemendo, enquanto gozava e mijava na boca de Putty.

— Aaah... tô gozando... tô mijando na sua boca... mmmh...

De repente, Pôia tirou a cara do rabo da vaca, se abaixou rápido, colou a boca na de Putty em um beijo apaixonado, e começou a vomitar a diarreia que tinha engolido, tudo dentro da boca de Putty. Ela engolia sem parar, gemendo alto, abraçando forte o corpinho nu da empregadinha.

— Mmmh... sua diarreia... quente... glugh glug... quero beber tudo... shlurp...

Finalmente, Pôia acabou de vomitar, e caiu exausta no gramado, respirando pesado, mas sorrindo feliz, toda melada.

Putty ficou parada, admirando aquela belezinha nua, deitada e feliz no gramado, quando percebeu alguém as observando.

Ela olhou e, pra sua surpresa, tinha uma segunda Pôia ali, igualzinha, mas com cabelo rosa.

Aparentemente irritada, a garota falou:

— Sou Püia, a irmã da Pôia.

Continua...

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