O PRESENTE DE SILVIA

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Trans
Contém 2421 palavras
Data: 10/06/2026 19:59:57

Meu nome é Silvia, tenho 34 anos, sou casada com o Renato há 12. Somos um casal normal – ele é engenheiro, eu sou arquiteta, temos dois filhos, uma vida estável. Mas dentro do quarto, a gente sempre teve uma imaginação que ia além do "normal".

Renato sempre foi um homem dominante na cama. Pau médio, 15 centímetros, grosso o suficiente para me dar prazer. Mas nos últimos anos, algo mudou. Ele começou a ter dificuldade de ereção. O pau demorava a endurecer. Quando endurecia, ele demorava uma eternidade para gozar. Eu ficava ali, deitada, esperando ele terminar, os olhos pregados no teto.

Até que um dia ele confessou.

— Silvia, eu leio contos eróticos. Desde sempre. E ultimamente... eu só consigo gozar imaginando uma coisa.

— O quê?

Ele baixou a cabeça.

— Eu imaginando outra pessoa te comendo. Mas não seria propriamente um homem. Uma trans bem feminina e bonita, mas que tenha um pau maior que o meu. Enquanto eu assisto.

Na hora, eu não soube o que dizer. Senti um misto de susto e tesão. A buceta esquentou instantaneamente.

— Você quer ser corno?

— Eu acho que sim.

A partir daquele dia, a gente começou a conversar sem vergonha. Ele me contou todos os fetiches: cheiro de axila suada, mulher menstruada, calcinha usada, pés, inversão, ser dominado. Eu contei os meus: ser dominada, ser comida por dois, gozar na cara.

Foi assim que surgiu a ideia de chamar uma travesti.

Mas antes de chamar a trans de verdade, Renato teve uma ideia.

Era uma sexta-feira à noite. As crianças tinham ido dormir na casa da avó. Renato chegou do trabalho com uma sacola preta.

— Comprei uma coisa.

— O quê?

Ele abriu a sacola. Dentro, havia um vestido preto curto, um sutiã com bojo, uma peruca loira longa, maquiagem, batom vermelho e uma calcinha fio dental.

— Você vai se fantasiar de mulher? — perguntei, rindo.

— Vou me fantasiar de trans. Para te comer. Como ensaio para a trans de verdade.

Meu coração acelerou.

— Você vai me comer de verdade?

— Vou. Com o cinto. Mas antes, eu quero que você me vista.

Renato foi para o banheiro. Saiu de calcinha fio dental – o tecido minúsculo sumia entre as nádegas dele, enfiado no cu. O pau dele estava mole, mas a calcinha mal cobria as bolas.

— Me ajuda com o sutiã.

Coloquei o sutiã nele. Os bojos ficaram vazios, mas o gesto era erótico. A alça marcava os ombros largos dele.

— Senta na cadeira. Vou te maquiar.

Passei base no rosto dele. Delineador. Sombra azul. Rímel. Batom vermelho. Quando terminei, ele parecia uma boneca – uma boneca estranha, com maxilar quadrado e mãos grandes, mas com olhos doces e lábios carnudos.

— Coloca a peruca.

Ele colocou a peruca loira. Os cabelos longos caíram sobre os ombros. Ele se olhou no espelho.

— Tô parecendo uma trans?

— Tá parecendo uma trans linda.

Ele sorriu. O batom manchou os dentes.

Ele se levantou. A calcinha fio dental estava tão enfiada no cu que parecia parte do corpo dele.

— Você gostou da calcinha? — perguntei.

— Amei. A sensação do fio entrando no cu... é uma delícia. Nunca imaginei que fosse tão gostoso.

— Você quer ser comido de verdade, não é?

— Quero. Por você. Agora.

Ele colocou o vestido preto. O tecido grudava no corpo dele, marcando o volume do pau por baixo. As costas largas contrastavam com a saia curta.

— Deita na cama — ele ordenou, a voz grossa, mas com um falsete tentado.

Deitei. Ele subiu em cima de mim. A peruca caiu para o lado. O batom borrou. Ele parecia ridículo – e ao mesmo tempo, o homem mais sexy que eu já tinha visto.

— Você está pronta para ser comida por uma trans?

— Estou.

Ele puxou a calcinha para o lado. O pau dele estava duro – 15 centímetros, babando. Ele enfiou na minha boceta de uma só vez.

— ISSO, RENATO!

— CALADA! AGORA EU SOU A RENATA. ME CHAMA DE RENATA.

— ISSO, RENATA! ME COME!

Ele metia rápido, fundo. O vestido subia e descia. O sutiã escapou do peito. A peruca caiu no meu rosto.

— VOCÊ ESTÁ SENDO COMIDA POR UMA TRANS, SUA PUTA!

— SOU! SOU SUA PUTA!

Ele gozou dentro de mim em dois minutos. Caiu para o lado, ofegante, rindo.

— Foi bom?

— Foi ótimo. Mas você gozou muito rápido.

— É que o tesão estava muito alto.

— Imagina quando for a trans de verdade.

Ele me olhou.

— Você ainda quer chamar ela?

— Quero. E quero que você assista. De calcinha.

Pesquisamos na internet. Renato queria uma trans que fosse ativa e passiva – que pudesse comer ele e também ser comida por mim. Eu queria uma que fosse linda, feminina, com pau grande e cheirosa.

Encontramos o perfil da Camila. 26 anos, 1,70m, cabelos pretos longos, corpo escultural, seios naturais, bunda empinada e um pau de 19 centímetros. As fotos eram de tirar o fôlego. Os comentários dos clientes diziam: "Ela é cheirosa", "Faz fio terra melhor que mulher", "Me fez gozar de tanto levar pau".

Marquei por telefone. Camila atendeu com uma voz doce, mas safada.

— Vocês são um casal? Que delícia. Adoro casal. O que vocês querem?

— Meu marido quer me ver sendo comida por uma trans — eu disse, direta. — Ele quer assistir. Depois, a gente vê o que mais rola.

— Combinado. Amanhã, 20h, no meu flat, disse Camila.

Chegamos no flat de Camila pontualmente. Ela abriu a porta vestindo um roupão preto de seda, cabelos soltos, salto alto. O cheiro do perfume dela invadiu o corredor – doce, floral, com um fundo almiscarado que subia direto para a cabeça.

— Nossa, que casal lindo — ela disse, nos beijando no rosto um por um. — Entrem, fiquem à vontade.

O flat era pequeno, mas arrumado. Uma cama de casal no centro, lençóis pretos, velas aromáticas. No criado-mudo, um vidro de lubrificante, uma caixa de camisinhas e um consolo preto de 18 centímetros.

— Gostaram dos meus brinquedos? — ela perguntou, sorrindo.

— Gostamos — respondi, sentando na poltrona. Renato ficou de pé, nervoso, as mãos suando.

Camila se aproximou dele. Passou a mão no rosto dele, inclinou e beijou sua boca. A língua entrou devagar. Renato correspondeu, trêmulo.

— Relaxa, gato — ela sussurrou. — Hoje você vai assistir sua esposa ser comida por uma trans de verdade.

Eu me posicionei na poltrona, de pernas cruzadas. Camila olhou para mim e sorriu.

— Você gosta de assistir, né, coroa?

— Gosto.

— Então hoje você vai assistir tudo. E só vai participar quando eu mandar.

— Combinado.

Ela virou para Renato.

— Você, corno, vai ficar ali naquela cadeira. De calcinha.

— De calcinha?

— A Silvia me contou que você gostou de usar calcinha. Que enfiou o fio dental no cu e adorou. Pois hoje você vai usar uma calcinha minha. Enquanto assiste.

Renato obedeceu. Tirou a calça. Camila deu a ele uma calcinha de renda preta, minúscula. Ele vestiu. O tecido entrou no cu dele. O pau dele já estava meia-bomba.

— Linda — Camila disse. — Agora senta ali e não se mexe.

Camila tirou o roupão. Ficou nua. O corpo dela era uma obra de arte – seios redondos e firmes, cintura fina, bunda grande e redonda. E o pau – 19 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa – já estava duro, babando.

— Deita na cama, coroa.

Deitei. Ela montou em cima de mim. Esfregou o pau na minha boceta.

— Você está molhada.

— Estou. Faz dias que não transo direito.

— Pois hoje você vai transar gostoso.

Ela enfiou o pau na minha boceta de uma só vez. Eu gritei.

— ISSO, CAMILA!

— GOSTOU?

— AMEI!

Ela metia rápido, fundo. O pau dela era maior que o de Renato. Muito maior. Eu me sentia preenchida como nunca.

— OLHA, CORNO — Camila disse, olhando para Renato. — OLHA COMO ELA ESTÁ GOZANDO COM O MEU PAU.

Renato assistia de calcinha, a mão no próprio pau por cima do tecido.

— ELA NUNCA GOZOU ASSIM COM VOCÊ, NÉ?

— NUNCA — ele confessou.

— PORQUE VOCÊ É UM CORNO FRACO. QUE NÃO TEM PAU PARA SATISFAZER ELA.

Renato gozou – só de ouvir. O esperma escorreu pela calcinha dele.

Camila continuou metendo. Eu gozei duas vezes seguidas. Ela só gozou depois de vinte minutos, enchendo minha boceta de esperma.

— PRONTO — ela disse, tirando o pau. — AGORA VEM LIMPAR, CORNO.

Renato se ajoelhou na frente da cama. Enterrou o rosto na minha boceta escorrendo. Lambeu o esperma de Camila. Gozou de novo.

Camila se levantou. Olhou para Renato.

— Sua vez, corno. Deita de bruços.

Ele obedeceu. Empinou a bunda. A calcinha de renda ainda estava nele.

— Afasta a calcinha — ela ordenou.

Ele afastou. O cu dele apareceu – pequeno, rosado, piscando.

Camila passou lubrificante no pau dela. Enfiou a ponta no cu de Renato.

Ele gritou – não de dor, de prazer.

— ISSO, CARALHO! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?

— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— VOCÊ É MINHA PUTA?

— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!

Ela meteu por dez minutos. Renato gozou no lençol – só com o pau de Camila no cu. Ela gozou dentro dele.

— Pronto — ela disse, tirando o pau. — Agora você é corno assumido.

— E eu sou seu puto — ele respondeu, ofegante.

Camila se levantou. Olhou para nós dois.

— Agora a gente faz direito. Todo mundo come todo mundo.

Ela pegou o consolo preto de 18 centímetros. Passou lubrificante.

— Você, Renato, vai comer o cu da sua esposa com esse consolo. Enquanto eu como o seu cu de novo.

— E você, Silvia, vai chupar o meu pau enquanto ele te come.

Os três se posicionaram na cama. Eu de quatro, chupando o pau de Camila. Renato atrás de mim, enfiando o consolo no meu cu. Camila atrás de Renato, enfiando o pau no cu dele.

Era um nó de braços, pernas, paus, bocetas, cus. Eu gemia com o pau de Camila na boca e o consolo no cu. Renato gemia com o pau de Camila no cu e o consolo enfiado em mim. Camila gemia com o pau na boca de uma e o pau enfiado no cu do outro.

— VOU GOZAR! — eu gritei.

— GOZA! — todos responderam.

Gozei primeiro. Depois Renato. Depois Camila.

Os três caíram na cama, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra.

Camila se levantou, foi ao banheiro, voltou com uma toalha.

— Ainda não acabou — ela disse, com um sorriso safado. — Agora eu quero ver a Silvia sendo comida de verdade. Dos dois lados ao mesmo tempo.

— Como assim? — perguntei.

— Dupla penetração. Você vai levar o meu pau no cu e o consolo na buceta. Ao mesmo tempo. E enquanto isso, você vai chupar o pau gozado do seu marido.

Meu coração disparou. Eu nunca tinha feito DP na vida. Mas o tesão estava tão alto que eu só consegui dizer:

— Quero.

Camila me virou de bruços. Colocou um travesseiro embaixo da minha barriga para deixar minha bunda bem empinada. Renato se ajoelhou na minha frente, o pau ainda mole da gozada anterior, mas com a cabeça babando.

— Vai, corno — Camila ordenou. — Enfia o consolo na buceta da sua esposa. Bem fundo.

Renato pegou o consolo de 18 centímetros, passou mais lubrificante e enfiou na minha boceta. Eu gemi – o plástico era duro, frio, mas a sensação de estar preenchida era deliciosa.

— TÁ DENTRO? — Camila perguntou.

— TÁ — ele respondeu.

— AGORA A MINHA VEZ.

Camila posicionou o pau dela na entrada do meu cu. Enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer.

— ISSO, CARALHO!

Ela foi entrando devagar. O pau de 19 centímetros abriu caminho no meu cu enquanto o consolo pulsava na minha buceta. As duas coisas juntas me deixavam tonta.

— METE! — eu pedi. — METE LOGO!

Camila acelerou. O pau dela entrava e saía do meu cu com força, enquanto Renato empurrava o consolo na minha buceta no ritmo oposto – um entrava, o outro saía. Era uma sincronia perfeita.

— OLHA, CORNO — Camila disse, ofegante. — OLHA COMO ELA ESTÁ SENDO COMIDA. DOS DOIS LADOS.

Renato assistia, o pau finalmente endurecendo de novo. Ele se aproximou do meu rosto.

— Agora chupa, Silvia. Chupa o meu pau. E chupa o meu cu gozado.

Ele se ajoelhou na minha frente e virou de lado, colocando o pau na altura da minha boca e o cu bem próximo. Eu estiquei o pescoço. Enfiei a boca no pau dele primeiro – o gosto era de esperma seco, de Camila, de nós dois. Chupei com vontade.

Depois, sem tirar a boca do pau dele, deslizei a língua até o cu dele. O cu gozado de Renato – ainda molhado, ainda aberto da foda com Camila – estava quente e salgado. Eu lambi. Enfiei a língua. Ele gemeu.

— ISSO, SILVIA! ASSIM! LAMBE O MEU CU GOZADO!

Eu estava sendo comida nos dois buracos ao mesmo tempo, com o consolo na buceta e o pau de Camila no cu, enquanto chupava o pau e o cu do meu marido. Era o auge da putaria. Eu nunca tinha me sentido tão cheia, tão preenchida, tão puta.

— VOU GOZAR! — eu gritei, com a boca cheia do cu de Renato.

— GOZA! — todos responderam.

Gozei como nunca tinha gozado na vida. O corpo inteiro tremeu. A boceta apertou o consolo. O cu apertou o pau de Camila. A boca continuou chupando o cu de Renato.

Camila gozou dentro de mim – jatos grossos e quentes encheram meu cu. Renato gozou na minha cara – o esperma acertou meus olhos, minha boca, meu cabelo. O consolo escorreu da minha boceta, cheio de lubrificante e meus fluidos.

Os três caíram na cama, exaustos, sujos de esperma, lubrificante, suor.

Ficamos deitados, ofegantes. Camila se levantou, foi ao banheiro, voltou com uma toalha.

— Vocês são meus agora — ela disse. — Quero repetir semana que vem.

— Combinado — respondi.

Ela se aproximou de Renato. Levantou o braço. Mostrou a axila suada.

— Cheira.

Ele cheirou. Fundo. O cheiro era forte – salgado, ácido, selvagem.

— Lambe.

Ele lambeu. A língua percorreu a axila de Camila. Ele gozou de novo – sem ninguém tocar no pau dele.

Camila se virou para mim.

— E você, coroa. Me chupa.

— Agora?

— Agora. Quero gozar na sua cara de novo.

Me ajoelhei. Chupei o pau de Camila até ela gozar. Os jatos de esperma acertaram meu rosto – quentes, grossos, abundantes.

— Engole.

Engoli. Limpei o resto com os dedos e chupei.

Renato assistiu tudo, de joelhos, a calcinha de renda preta de volta no corpo, o pau latejando.

— Eu sou o homem mais sortudo do mundo — ele disse.

— Sortudo e corno — Camila completou.

— Sortudo, corno e feliz.

Nós rimos. Os três se abraçaram na cama molhada.

Dali em diante, chamamos Camila todo mês. Renato usava calcinha sempre que a gente transava. E eu descobri que ser comida por uma trans – mesmo que o marido fantasiado primeiro – era o melhor presente que ele poderia ter me dado.

FIM

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