Luisa acordou, como sempre, com sua camisola fina e uma calcinha, a única roupa íntima que usava naquele dia. O sol mal nascia, e ela, como de costume, foi a primeira a acordar. Colocou a chaleira no fogo, preparou o café com calma, o cheiro forte encherando a cabana. Quando Ramiro acordou, sentou na mesa esperando o café.
— Toma, meu pai, cafezinho — ela disse, sorrindo, a camisola colada no corpo, os seios se movendo levemente sob o tecido.
— Obrigado, minha filha — Ramiro respondeu, os olhos sem querer escapando da silhueta da filha.
Luisa sentou na cadeira em frente. Ficou olhando para a xícara, perdida em pensamentos. Aquele sonho a tinha perturbado a madrugada toda.
— O que foi, filha? Parece que quer dizer algo — Ramiro percebeu, a voz curiosa.
— É que eu tive um sonho estranho... Um sonho que me fez acordar toda molhada.
Ramiro levantou a sobrancelha, o café parado a meio caminho da boca.
— Um sonho erótico? — ele perguntou, a curiosidade vencendo a hesitação.
— Sim... — Luisa confirmou, os olhos ainda distantes, como se ainda estivessem no sonho.
— Me conte Tudo. Todos os detalhes.
Luisa tomou um gole do café, como se precisasse de coragem, e começou:
— Ele me acordou. Eu tava dormindo de bruços, a camisola subida até a cintura, a calcinha de lado, a bunda de fora. A porta do quarto abria devagar, e eu sentia o ar frio da madrugada entrando, mas não acordei. Não até ele encostar a mão no meu quadril. A mão era grande, áspera, e quando os dedos dele deslizaram pela minha coxa, eu me mexi no sono, mas não abri os olhos.
Ele subiu na cama atrás de mim, o peso dele afundando o colchão. A mão dele foi subindo, devagar, até chegar na minha bunda. Aí ele apertou, forte, e eu gemi no sono. Os dedos dele afundaram entre as minhas pernas, e eu já tava molhada, molhada pra caralho. Ele notou, claro que notou. Os dedos dele começaram a me dedilhar por cima da calcinha, e eu comecei a me rebolar, sem controle. Sentindo aquela mão me masturbar deliciosamente. Eu acordei com um gemido, mas não me mexi. Não queria que ele parasse. A mão livre dele subiu pela minha barriga, até chegar nos meus seios. Ele apertou, beliscou os mamilos, e eu arqueei as costas, forçando o quadril contra a mão dele. Os dedos dentro de mim iam e vinham, rápido. Aí ele parou. Tirou os dedos, e eu senti a cama balançar quando ele se ajoelhou atrás de mim. A mão dele segurou o meu quadril, levantou um pouco, e eu senti a cabeça do pau dele encostar na minha boceta. Era grosso, comprido, e quando ele empurrou, entrou tudo de uma vez. Eu gritei, mas não era de dor. Era de prazer, de alívio. Ele começou a me foder, duro, os quadris batendo no meu rabo, o som de pele batendo em pele enchendo o quarto. As mãos dele agarraram os meus seios, apertando, beliscando os mamilos, e eu não aguentava mais. Gozava, gritava, o corpo todo tremendo. Mas ele não parou. Continuou fodendo, cada estocada mais funda, mais forte. Aí ele me virou de costas, subiu em cima de mim, e o pau dele afundou de novo. Dessa vez, ele tava olhando nos meus olhos, e eu sentia cada centímetro dele dentro de mim. As mãos dele seguraram as minhas, me imobilizando, e ele começou a me comer devagar, bem devagar, como se quisesse que durasse pra sempre. Eu gozei de novo, dessa vez mais forte, o corpo todo se contraindo, a boceta apertando o pau dele. E foi aí que ele gozou. Gozou dentro de mim, quente, muito, e eu sentia cada jato enchendo eu por dentro. Quando ele terminou, se deitou do meu lado, o pau ainda duro, e me puxou pra perto. Eu deitei a cabeça no peito dele, ouvindo o coração batendo rápido.E quando eu acordei de verdade, o lençol tava todo molhado... e o homem do sonho era você, pai.
Ramiro levantou para deixar a xícara na pia. Luisa não perdeu a oportunidade: os olhos caíram direto na calça do pai, onde o volume era inconfundível. O pau dele estava duro, saltando contra o tecido.
— Pai, eu deixei o senhor de pau duro? — ela perguntou, sorrindo, maliciosa.
— Não, não, filha... — Ramiro tentou disfarçar, mas a voz saía trêmula.
— Foi sim, pai — ela insistiu, os olhos brilhando. — O meu sonho erótico te deixou de pau duro. Pode dizer a verdade!
Ramiro suspirou, a resistência desmoronando.
— Sim, é verdade — ele admitiu, a voz rouca. — Esse sonho que tu me contou me deixou excitado.
— Qual a parte que deixou excitado? — Luisa perguntou, curiosa, se levantando devagar. — Foi a parte que o homem me fodia... ou saber que o homem que me fodia era o senhor?
Antes que ele respondesse, Luisa já estava de pé, a camisola fina não escondendo nada, os seios nu se movendo livremente sob o tecido. Ela se aproximou, devagar, até estar bem na frente do pai. Sem hesitar, estendeu a mão e apalpou a ereção, segurando com firmeza, acariciando aquele pau duro por cima da calça.
— O senhor dá doido para fazer igual o meu sonho, não é? — ela sussurrou, os dedos brincando com o zíper.
— Luisa... — Ramiro tentava protestar, mas a voz falhava.
Ela não ligou. Abraçou ele, encostando a cabeça no peitoral, cheirando o suor, o perfume de homem. Ela abrir a calça e coloca a mão dentro da cueca, sentindo aquele membro duro na palma na mão.
— Oh, pai — ela suspirou, a voz cheia de desejo. — Faz dias que eu sonho com isso. Sonho toda noite com o senhor me comendo. Por favor, faça esse sonho se tornar realidade. Só tem nós dois aqui, nessa casa abandonada no meio do nada. Faça aquilo que o senhor fazia com a mamãe... mete essa pica na minha buceta!
Ramiro não aguentou mais. Segurou Luisa pelos braços e a jogou em cima da mesa. A xícara, os pratos, tudo caiu no chão com estalo. Ele não perdeu tempo: puxou a calcinha dela de lado e, com um movimento brusco, enfiou o pau dentro da buceta apertada.
Luisa gritou, um misto de dor e prazer ao sentir aquele pau grosso, enorme, rasgando ela por dentro.
— Aaaaahhhhh... não para, continua...... — ela gemia, as unhas cravando na madeira da mesa.
Ramiro não parou. Metia com mais força, acelerando a foda, segurando firme as pernas dela, sentindo a bunda bater nos quadris a cada estocada. A mesa rangia, os objetos caíam, mas ele não ligava. Só queria foder. Foder a filha, foder até não aguentar mais.
Luisa, deitada, só sentia aquela rola grossa entrar com toda a força na buceta apertadinha, entrando e saindo com velocidade, o prazer tomando conta. Os gemidos dela enchiam a cabana, misturados com o som de pele batendo em pele, o cheiro de sexo no ar.
Os seios saíam para fora da camisola, balançando com o movimento do sexo.
O pau de Ramiro, grosso e veioso, entrava e saía da buceta dela com um som molhado. A cada estocada, a cabeça roxa desaparecia entre os lábios inchados da filha, a carne se abrindo para recebê-lo. Quando ele puxava, o pau saía todo, brilhante, as veias saltadas, e em seguida passava a cabeça da pica no clitóris, fazendo Luisa gritar. Depois entrou de novo dentro dela, sentindo aquela xota apertar o seu pau com força.
Ele não aguentou. Tirou rápido antes de gozar e acabou ejaculando toda sua porra na barriga de Luisa. A porra quente e branca descia pela barriga, até encontrar os enormes pelos pubianos. Luisa passava a mão no sêmen, espalhando em sua buceta.
— Oh pai, que foda gostosa... agora não é mais um sonho, agora é realidade...
Ramiro contemplou aquele corpo maduro de uma mulher, toda pelada e submissa a ele. Ela olhava cheia de desejos nos olhos.
Ela continuou a falar:
— Agora eu irei substituir a mamãe, eu agora serei sua esposa, meu papai... melhor dizendo, o meu marido...
Ramiro acordou todo suado, assustado e confuso. Olhava para os lados e viu que ainda estava no quarto.
— O que foi, pai? O senhor acordou gritando... — Luisa perguntou, espreguiçando-se, com cara de sono.
Ramiro olhou para os lados, assustado, e viu a filha te olhando com a cara de sono.
— Nada não, filha... só tive de novo mais um pesadelo...
— Tá bom... volte a dormir, amanhã tenho que acordar cedo por causa do trabalho — Luisa se virou e dormiu.
Ramiro viu o livro ainda aberto.
— Não vou mais ler esses livros eróticos antes de dormir. É isso que causa esses pesadelos — ele murmurou para si mesmo.
Colocou o livro na mesinha ao lado e desligou o abajur. Voltando a dormir.
Fim.