Era copa do Catar, meu marido não era jogador, mas tinha sido convocado. Anos e anos trabalhando como jornalista esportivo, enfiado entre livros de História, relacionados à partidas e campeonatos, sabia de tudo na ponta da língua. Agora passavam a fazer sentido, às portas de completar 40 anos ele tinha chegado ao seu grande sonho, comentar uma copa do mundo para a televisão, com a chance de conseguir participar do hexa da seleção.
Desculpem, nem me apresentei. Me chamo Tainá, tenho 36 anos, sou loira, com corpo mantido por exercícios da academia, mesmo depois de um casal de filhos consigo atrair olhares de homens que passam perto de mim. Nossa vida melhorou nos últimos anos, com meu marido subindo na hierarquia do canal de televisão e ganhando algum dinheiro também com o canal próprio do Youtube.
Também tenho meu canal na internet, onde falo sobre finanças e a vida de uma família com quatro pessoas. Meu trabalho hoje é esse, editar videos — os meus e os dele — e gravar o cotidiano de nós quatro.
Marcelo sempre foi nerd, eu é que era a fogosa e tirava seu rosto dos livros para colocar na minha buceta delicada e raspadinha. Adorava provocá-lo e deixa-lo sem jeito, até na frente das crianças, para que ele soubesse que eu estava querendo transar. Sexo para mim sempre foi maravilhoso, amava ser fodida, e era fodida só por ele há mais de duas décadas, com experiências com outros garotos apenas durante a adolescência.
Ao contrário do que muitos pensam, apesar de a copa em 2022 ainda ter apenas um mês de duração, ele precisaria viajar, para começar a cobrir o evento direto do Catar, quase um mês antes do inicio dela, ficaria longe da gente por mais de 45 dias.
Aquela era sua última noite em casa, no começo da tarde seguinte iria viajar, me deixando sem sexo por um tempo que eu não ficava desde quando perdi a virgindade, ainda menininha.
Coloquei Valentina, de 12 anos, na cama e mandei que Pedro, já com seus 16, para o quarto. Os dois reclamaram, dizendo que era apenas 22 horas e queriam ficar mais tempo com o pai antes da viagem. Precisei prometer que deixaria eles faltarem à aula na manhã seguinte para matarem um pouco da saudade que ficariam de Marcelo, mas que a noite era da mamãe com o papai.
Valen não entendeu, mas Pedro sim, ele também já devia comer algumas garotinhas, e sabia que o papai precisava satisfazer a mamãe antes de ir trabalhar.
Marcelo ficou com vergonha, mas não tentou conter meus desejos. Entramos no quarto e eu o empurrei até a cama, depois de cuidadosamente trancar a porta.
— Deita, fica só de cueca, que eu vou ficar cheirosinha pra você me comer de um jeito que nunca comeu antes! — disse abrindo o roupão peludo que eu usava.
Seus olhos arregalaram, não tinha certeza se seu pau já tinha ficado duro, mas sabia que quando eu voltasse para o quarto ele ficaria, seria impossível não ficar.
Tomei banho e vesti uma calcinha fio dental, daquelas que o fio de trás some no rego, vesti uma cinta liga e luvas, que ficavam a um dedo dos cotovelos. Não tapei meus seios, Marcelo os amava e eu queria que visse logo de cara.
— Tá pronto para me dar a melhor comida da vida? — entrei no quarto perguntando.
— Do jeito que você tá, é impossível não termos uma foda incrível. — Me pegou pela cintura, fazendo eu montar no seu colo.
Ele foi com a boca diretamente no meu seio. Seus lábios envolveram o bico enquanto ele o apertava com a mão meio mole. Por sorte, apenas a mão estava mole, o pau era bem duro, roçando na minha calcinha.
— Pega direito meu peito, filho da puta. Pega com vontade, mama na sua puta direito! Vai ficar quase dois meses sem mamar nessa teta, sem roçar esse pau gostoso na minha buceta. Aaaahhhhh caralho, como eu vou ficar tanto tempo sem foder com meu macho — coloquei a mão dentro da cueca, puxando o pau pra fora, fazendo a cabeça dele doer no tecido de renda da calcinha.
— Vai se aliviar como putinha?
— Vou ter que comprar uns brinquedos pra enfiar na buceta — ria em meio aos gemidos.
— Vai meter um pau de borracha? — Sua boca passeava entre meus seios sem jeito, trocando o peito que mamava ou segurava o tempo todo.
Afastei a calcinha para o lado e sentei forte na pica dele, quiquei firme logo na primeira sentada, engolindo toda pica com a xoxota.
— Me fode amor, come a sua putinha, come com força pra ela conseguir esperar você voltar da copa. Me fode vai...
Eu o dominava, segurava seu pescoço, fazendo-o me encarar.
Dei um tapa no seu rosto, começando a mostrar quem mandava naquela relação.
Eu sempre o dominei, sempre fui quem deu as ordens na cama e na casa, era quem mais precisava de sexo, a única coisa que conseguia tirar seus olhos dos livros de futebol.
— Você não vai comer nenhuma jornalista puta, entendeu? — Outro tapa na cara dele, outra sentada firme.
Me apoiei na sola dos pés, aumentando as quicadas, me distanciando do seu rosto, soltando seu pescoço.
Cravei as unhas na sua barriga, arranhando seu peito peludo.
— Quero que volte cheio de porra nessas bolas, pra me dar leitinho todos dias! — sentia o pau dele ir fundo, meu útero quase doía, eu gemia alto, com a mão massageando suas bolas, já babadas do líquido que escorria da minha buceta.
Ele tinha gostado da surpresa, mexia o quadril, me desequilibrando, metendo de baixo pra cima com uma vontade que nunca tinha metido em mim. A roupinha de puta tinha feito ele ficar excitado, mostrando que a chama do nosso amor seguia acesa mesmo após duas décadas.
— Tá gostando de meter na esposinha puta? Mete forte vai, cachorro, mete porque vai ficar mais de mês sem meter — gemi, voltando a quicar forte, pulando na pica como se fosse um brinquedo.
— Para de gritar, puta — falou baixo — Teus filhos vão ouvir que a mãe é uma puta e tá gemendo na rola!
— Deixa eles ouvirem, saberem que os papais ainda fodem — falei isto mas deitei o corpo sobre o dele, me apoiei nos joelhos e colei a boca no ouvido dele. — Vou gemer baixinho no seu ouvido então, o que acha? Fica com o pau mais duro com sua esposinha gemendo e pedindo pica com a boca no seu ouvido?
— Issssoooo, geme pro seu macho vai, geme pra me fazer gozar — suspirava com a voz ofegante.
— Você vai estar na transmissão, aparecendo na tv e eu vou estar aqui, na nossa cama, metendo a pica de borracha na minha buceta, imaginando que você tá aqui, enquanto ouço a sua voz.
Ele não aguentou, gozou. O líquido foi fundo, me fez apertar a pica com a buceta, como se eu quisesse torcer ela para que toda porra ficasse dentro de mim.
— Vai precisar me fazer gozar agora, porque mais de um mês sem gozar, eu não vou conseguir! — sai de cima dele, deitei na cama, com as pernas abertas e a porra escorrendo pela buceta, em um fino fio branco, que se grudava à calcinha
— Vai me trair? — Não precisei dizer nada a ele, Marcelo já tinha se posicionado entre minhas pernas, sem tirar a calcinha, lambia meu clitóris.
— Não, mas vou comprar o pau de borracha pra enfiar na buceta e matar a saudade. — Já sentia sua língua me pressionando, mexendo ela com rapidez.
Marcelo já sabia o ponto exato para me deixar fascinada, era simples, nada novo, mas funcionava perfeitamente, com uma rapidez incrível.
— Vou querer que filme e me mande, pra eu poder gozar também, junto com você. — Agora era o queixo dele que roçava no grelo, retardando meu gozo.
— Vai querer vídeos meus peladinha? — ofeguei. Saber que meu maridinho inocente iria querer receber nudes meus pela primeira vez na vida, me deixava exalando tesão.
— Enfiando o dedo na xoxota e mostrando esses teus peitos deliciosos — lambia minha buceta rápido, passando a língua no grelinho bem de leve, mas o suficiente para me fazer segurar firme os lençóis.
— Eu vou gozar, cachorro, lambe rápido, vai. Me fode com a língua aaaaahhhh, chupa meu macho, chupa sua esposinha puta! Vou enfiar o pau de borracha nela, já disse! Vai receber video com outro pau dentro da tua puta.
Gozei, me tremendo como todas noites de foda em que ele focava em me dar prazer além do normal. Não era toda vez, mas acontecia com a frequência que eu precisava.
Dormi com a calcinha minúscula, enfiada no rego, sem me incomodar com aquilo. Esperava que durante a noite Marcelo pudesse se animar novamente e deixar mais um pouco do seu tesão dentro de mim.
Mas não aconteceu.
Acordei sozinha na cama na manhã seguinte, vesti um hobby azul, de seda. O quarto ainda fedia a sexo, aquele cheiro de suor e gozo misturados. Cheguei na sala e o cheiro lá era de café fresquinho e muita felicidade. Marcelo rolava no chão com Valentina e Pedro trazia a xícara de café para mim.
Os olhos do adolescente se perderam no decote do hobby, só então lembrei que estava sem nada tapando meus seios e ainda com a micro calcinha. Não imaginei que meu filho me olhava com aquele olhar, com algo que eu esperava do pai dele e foi ao lembrar do pai que decidi não mudar nada no meu look.
Esperei Valentina se distrair e abri as pernas na frente de Marcelo, eu no sofá, ele bem na minha frente, em cima do tapete.
Olhou direto para minha buceta, recebendo o recado de que eu ainda estava com seu gozo dentro de mim e com vontade de uma última foda rápida.
Larguei a xícara vazia em cima da mesa e entrei no quarto de novo, me desfiz do hobby e deitei na cama de pernas abertas.
A porta abriu, trazendo o sorriso sacana para meus lábios.
Esperava meu marido entrando, vindo comprir com suas obrigações, mas quem entrou foi Pedro.
— O papai.... — Sua voz parou, seus olhos também.
Grudado na maçaneta, não fez nenhuma menção em fechar a porta ou tapar os olhos.
Fechei rápido as pernas, uma mãe não deveria usar uma calcinha vermelha daquelas, mas esqueci dos meus seios. Senti o peso dos seus olhos neles e fiquei arrepiada.
O silêncio durou mais que deveria, Pedro não saiu do quarto mesmo, apenas disse:
— Papai disse para a senhora tomar banho, que ele já precisa ir para o aeroporto — falou e não se moveu.
— Pode avisar para ele que vou tomar banho sim. — Minhas palavras saíram com raiva.
Levantei da cama e o garoto continuou lá, estático.
— Pode ir, já deu seu recado. — A voz braba não era para ele, nem notei que ele podia estar ali querendo ver a parte de trás da calcinha ou se deliciando por mais alguns instantes dos seios que já haviam lhe dado mama. Estava irritada com Marcelo, que não tinha vindo me comer.
Quando o encontrei na sala, 15 minutos depois, as malas já estavam na porta e os três só esperavam por mim.
— Não teve a capacidade nem de ir me avisar pessoalmente sobre o horário — disse o fulminando com o olhar.
— Se eu fosse lá, íamos nos atrasar, e eu não posso me atrasar para essa viagem. — Me abraçou com amor, beijando o topo da minha cabeça, amenizando a decepção que tinha causado.
Não tive coragem de brigar com ele e também não senti mais o tesão que estava me consumindo pela distância que ficaríamos durante tanto tempo.
Não sei sobre esquecimento ou por querer não pensar no olhar que tinha recebido de Pedro, mas não falei sobre o filho ter me pego esperando para ter mais sexo, naqueles trajes na cama. Guardei o que senti, o calor do meu corpo e o susto pela surpresa, apenas para mim, achando que aquilo não iria ficar em meus pensamentos.
Ele foi embora, para ficar mais de um mês distante da gente, e as coisas só iriam piorar durante aqueles 45 dias.
Este é o começo da nossa história, espero que tenham gostado e continuem nos acompanhando aqui.
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