Foi então que, no meio daquele silêncio ensurdecedor que pairou por alguns segundos, Fábio tomou a palavra:
— Há dois anos atrás, eu fui o único filho que atendeu seu chamado — disse ele, apontando para Manoel. — Você tinha levado um tiro num assalto e corria o risco de nunca mais andar. Eu, idiota como sou, saí de Porto Alegre e vim te ajudar.
Manoel respondeu, com a voz rouca:
— Eu sei, meu filho… e sou grato a você por isso.
Fábio continuou, o tom cada vez mais amargo:
— Eu já sabia que você estava se envolvendo em coisas erradas. Eu sentia. Até que Sérgio apareceu. Ele me mostrou um vídeo gravado no cassino, com câmera escondida. Me propôs te entregar… mas eu não tive coragem. Até ele me mostrar que a minha esposa — a mãe do meu filho — havia aceitado ser a puta do seu cassino.
Eu me desesperei, a voz falhando:
— Não, amor… foi pela dívida do apartamento! Eu não tinha como recusar!
Fábio me olhou com frieza e prosseguiu:
— Você gostou, não foi? Eu tenho estado a par de tudo que você aprontou.
Ele virou o olhar para Manoel novamente:
— Você… eu cresci te admirando. Você era policial e salvava as pessoas. Até eu descobrir que você ajudava bandidos, esculhambava vagabundos… e que matou o cara que assassinou meu irmão. Eu fiquei bravo por isso. Mas isso passou. O que não passou foi ver todos aqueles casos fora do casamento. Naquela época, minha mãe estava destruída — tinha perdido o filho, descobriu que era corna e que o marido era um corrupto e assassino.
Manoel explodiu, com raiva e dor na voz:
— Você é um moleque fracassado! Nunca terá metade do que eu tenho!
Fábio sorriu friamente e respondeu:
— Eu tenho tudo. O dinheiro que você guarda no cofre é meu. O que tem no banco é irrisório.
Ele então olhou para mim, com um olhar que me atravessou:
— Você deu pro próprio filho, né, puta? Vai dar pro Dr. Jorge e pro Sérgio agora.
O silêncio que se seguiu foi absoluto. Todos os olhares estavam voltados para mim. Senti o chão sumir sob meus pés.
Manoel explodiu, o rosto vermelho de raiva e humilhação:
— Você é um imprestável, Fábio! Um fracassado! Eu fiz a sua esposa mais feliz na cama, com 56 anos, velho, de uma maneira que você nunca vai conseguir igualar, seu babaca!
Fábio ia responder, o rosto contorcido de fúria, mas Darlan tomou a palavra, tentando controlar a situação:
— Fábio… o que você quer?
Fábio se virou para o antigo amigo, o olhar frio e distante:
— Você… eu te adorava. Era meu melhor amigo. Mas preferiu ser capacho dele — disse, apontando para Manoel. — Eu sou grato por você ter ajudado minha mãe.
Darlan respondeu baixo:
— Eu também sou muito grato por você ter me ajudado a encontrar o cara que matou seu irmão.
Fábio então se virou para mim. Seus olhos eram gelados. Ele falou com uma calma assustadora:
— Você vai dar pra Dr. Jorge e pra Sérgio agora. Bem aqui. Na frente de todos.
Senti o sangue sumir do meu rosto. O cassino inteiro parecia girar. Manoel, Darlan, Monique, Kaique… todos olhavam para mim.
Dr. Jorge e Sérgio se aproximaram com sorrisos satisfeitos. Eu hesitei, mas Fábio deu um passo à frente e repetiu, a voz baixa e ameaçadora:
— Agora, Aline.
Com as pernas tremendo, tirei o vestido curto e fiquei nua no centro do salão. Dr. Jorge foi o primeiro. Ele me puxou para si, beijou minha boca com força enquanto apertava meus seios. Sérgio se posicionou atrás, esfregando o pau grosso contra minha bunda.
Eles me colocaram de quatro sobre uma mesa de poker. Jorge enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta devagar enquanto Sérgio enfiava na minha buceta com estocadas firmes. Eu gemia abafada, o corpo balançando entre os dois.
Manoel, Darlan, Fábio, Kaique e Monique assistiam em silêncio. Sérgio metia com força, dando tapas na minha bunda, enquanto Jorge segurava minha cabeça e fodia minha boca. Trocaram de posição várias vezes. Jorge me fodeu na buceta enquanto Sérgio enfiava no meu cu. Eu gemia alto, o corpo suado, sentindo os dois me arrombando ao mesmo tempo.
— Isso… geme pra eles, vadia — ordenou Fábio, assistindo tudo.
Gozei duas vezes, tremendo violentamente, enquanto os dois me usavam sem piedade. No final, me colocaram de joelhos no chão. Jorge gozou primeiro, enchendo minha boca de porra quente. Sérgio veio logo depois, gozando no meu rosto e nos meus seios, cobrindo-me de sêmen.
Fiquei ali, ajoelhada, nua, suada e coberta de porra, ofegante, enquanto todos me olhavam.
Fábio me encarou com um olhar que eu nunca tinha visto antes e disse:
— Essa é a mulher que eu casei.
Após o sexo intenso com Dr. Jorge e Sérgio, eu fiquei caída no chão do cassino, de joelhos, completamente exausta. Porra escorria pelo meu rosto, pingava dos meus seios médios e firmes, escorria pela minha barriga e pelas coxas. Meu cabelo loiro estava grudado no suor e no sêmen. Minha buceta e meu cu latejavam, vermelhos e abertos pelo uso dos dois homens.
Fábio me olhou de cima, com aquele novo olhar frio e dominante, e continuou:
— Agora dá pro Kaique. Ele me disse que você deu pra ele em troca de me chamar para ver se eu era o homem misterioso.
Eu ainda tentava recuperar o fôlego quando Fábio completou:
— Não fui eu que matei seu personal trainer. Muito menos o Dias.
Foi nesse momento que Sérgio, ainda com o pau semi-duro, sorriu e admitiu:
— Fui eu.
Fábio nem piscou. Apenas olhou para Kaique e disse com naturalidade:
— Aproveita, filho. Ela deve ter se molhado toda já que agora é uma vadia mesmo.
Kaique não hesitou. Se aproximou de mim, o pau de 21 cm já duro novamente. Segurou meu cabelo loiro e puxou minha cabeça para cima, enfiando o pau na minha boca sem cerimônia. Comecei a chupar, ainda ajoelhada, sentindo o gosto da minha própria buceta misturado com a porra dos outros.
— Isso, mãe… chupa gostoso — gemeu ele, fodendo minha garganta.
Depois de alguns minutos, Kaique me levantou, me virou de costas e me inclinou sobre uma mesa de poker. Abriu minhas pernas e enfiou o pau grosso na minha buceta encharcada e cheia de porra, metendo com força juvenil. O som molhado ecoava alto no cassino vazio.
— Ahhh… Kaique… — gemi, empinando a bunda para ele.
Ele me fodeu com vontade, dando tapas na minha bunda enquanto estocava fundo. Depois tirou o pau da buceta e pressionou contra meu cu, enfiando devagar até enterrar tudo. Começou a meter no meu cu com estocadas ritmadas, segurando minha cintura.
— Porra, mãe… seu cu é tão apertado… — grunhia ele, acelerando.
Eu gemia alto, o corpo balançando contra a mesa, sentindo uma mistura de vergonha, prazer e submissão. Gozei tremendo enquanto ele me fodia no cu. Kaique não parou. Me virou de frente, levantou minhas pernas e meteu novamente na buceta, olhando nos meus olhos enquanto estocava forte.
— Você é minha vadia agora… — disse ele, ofegante.
Gozei mais uma vez, apertando o pau dele. Kaique finalmente não aguentou. Enterrou fundo e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente, gemendo o nome da mãe enquanto esvaziava.
Fiquei ali, caída sobre a mesa, pernas abertas, porra escorrendo da buceta e do cu, o corpo marcado e exausto. Fábio me observava com um olhar que misturava satisfação e algo sombrio.
O cassino estava em completo silêncio, todos assistindo ao espetáculo.
Fábio se virou para Darlan com um sorriso frio e disse, sem tirar os olhos de mim:
— Você agora come essa puta também.
Darlan não hesitou. Se aproximou de mim, ainda caída sobre a mesa, segurou meus quadris e enfiou seu pau grosso de 23 cm na minha buceta encharcada e cheia de porra. Começou a meter com força, estocadas profundas e ritmadas, fazendo meu corpo balançar sobre a mesa. Eu gemia alto, o corpo sensível demais depois de tudo que havia acontecido.
— Porra… tá toda melada… — grunhiu Darlan, apertando minha bunda enquanto me fodia.
Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo, roçando meu ponto G a cada estocada. Gozei novamente, tremendo, apertando o pau dele enquanto gemia rouca. Darlan acelerou, deu alguns tapas fortes na minha bunda e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta ainda mais de porra quente.
Enquanto isso, Fábio se aproximou de Manoel e falou com a voz baixa e carregada de ódio:
— O próximo vai ser nós três. Eu, você e Kaique. Ela é da família… não é , minha esposa. Ela é a puta da família.
Manoel, Kaique e Fábio se aproximaram de mim ao mesmo tempo. Eu estava exausta, suada, com porra escorrendo pela buceta, pelo cu e pelo corpo inteiro, mas eles não me deram descanso.
Kaique foi o primeiro. Me puxou para o colo dele, sentou-se numa cadeira e me fez sentar no seu pau de 21 cm, enfiando tudo na buceta. Comecei a cavalgar devagar, gemendo. Fábio se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu, começando a meter junto com o filho. Os dois me fodiam ao mesmo tempo, sincronizados, me enchendo completamente.
— Ahhhhh… vocês dois… me arrombando… — gemi alto, o corpo tremendo entre pai e filho.
Manoel se ajoelhou na minha frente, segurou minha cabeça e enfiou o pau enorme de 25 cm na minha boca, fodendo minha garganta. Eu estava completamente preenchida — buceta, cu e boca — sendo usada pelos três ao mesmo tempo.
Eles me foderam sem piedade por longos minutos. Trocaram de buraco várias vezes: Fábio na buceta, Kaique no cu, Manoel na boca. Depois Manoel no cu, Fábio na boca, Kaique na buceta. Eu gozei várias vezes, o corpo convulsionando, gemendo abafada pelo pau de Manoel na garganta.
No final, eles me colocaram de joelhos no chão. Os três se masturbaram ao meu redor. Fábio gozou primeiro, jorrando no meu rosto. Kaique veio logo depois, enchendo minha boca. Manoel foi o último, gozando bastante nos meus seios e no meu cabelo loiro.
Fiquei ali, ajoelhada no centro do cassino, completamente destruída, coberta de porra de três gerações da mesma família, ofegante e tremendo.
Fábio olhou para mim de cima, com aquele novo olhar dominante, e disse:
— Bem-vinda à família, nossa Puta oficial .
Após ser fodida por todos ali, eu mal conseguia me manter de pé. Estava ajoelhada no chão, o corpo suado, coberto de porra, a buceta e o cu latejando, o cabelo loiro grudado no rosto. O silêncio era absoluto.
Sérgio se aproximou de Manoel e Darlan com um sorriso vitorioso e disse:
— Vocês agora vão pro buraco.
Foi então que Freitas e os outros homens armados viraram suas armas em direção a Dr. Jorge e Sérgio. Fábio deu um passo à frente, assumindo o controle da situação com uma calma assustadora.
— Eu pensei bem… Vocês dois já fizeram muito mal pra muita gente, né? — disse ele, olhando para Sérgio. — Você, Sérgio, está quebrado. O real motivo que te fez querer expandir o cassino foi sua dívida com um agiota barra pesada. E você, Dr. Jorge… o filho da sua agora esposa, Elena e meu .
Ele apontou para a russa, que permanecia em silêncio ao lado de Jorge.
Sérgio explodiu:
— Você é um babaca mesmo! O que você está fazendo?
Fábio virou-se para Freitas e ordenou com frieza:
— Pode matar.
Freitas obedeceu sem hesitar. Apontou a arma para Sérgio e Dr. Jorge.
Sérgio ainda tentou apelar:
— Freitas, eu te pago bem! Você é meu funcionário!
Fábio assumiu o comando com voz firme:
— Não. O Freitas é meu parceiro. Todos os homens armados são meus fiéis parceiros. Isso tudo graças à minha mulher… a que eu sempre amei.
Nesse momento, Monique, que não havia se manifestado nos últimos minutos, se aproximou de Fábio, segurou seu rosto e o beijou profundamente na frente de todos. Quando se afastou, disse com um sorriso satisfeito:
— Ele me convidou pra entrar no esquema dele na cachoeira… e eu aceitei. Eu te disse que um dia ele seria meu homem de novo.
Fábio olhou para Freitas e ordenou:
— Leve os dois. Não quero vê-los mortos aqui.
Freitas e os homens armados agarraram Sérgio e Dr. Jorge, arrastando-os para fora. Eles seriam levados para um local abandonado e executados.
Fábio então se virou para Manoel e Darlan, que estavam desarmados e cercados:
— Vocês dois… eu não quero vê-los mortos. Ainda não.
O cassino estava em completo silêncio. Eu, nua e coberta de porra, olhava para o homem com quem havia vivido 19 anos e que agora parecia um completo estranho.
Fábio me olhou por um longo tempo e disse, com a voz baixa:
— Levanta, Aline. Vamos se recomponha .
Manoel, ainda de joelhos e desarmado, olhou para o filho com ódio e incredulidade:
— Você poupou minha vida… por quê?
Fábio respondeu com frieza:
— Você vai pra cadeia. O Dr. Jorge te denunciou. A polícia vai chegar aqui em alguns minutos. Eu iria simular sua morte e a de Darlan como um assalto… mas, em vez de morrer, você vai apodrecer na cadeia.
Ele virou o olhar para Darlan:
— Darlan, meu caro amigo… eu te libero com uma condição.
Darlan, tenso, perguntou:
— Qual é?
Fábio olhou para Monique por um segundo e respondeu:
— Monique se salvou dessa graças a você. Ela quis sair disso tudo — disse ele, apontando para o cassino — e você se casou com ela. Pela minha esposa, eu te perdoo. Mas quero que você cuide de Elena pra mim. Ela está grávida de um filho meu. Quero que ela seja feliz.
Manoel cuspiu no chão e rosnou:
— Você é um fraco. Nunca vai conseguir se dar bem com esse coração mole.
Fábio deu um passo à frente e acertou um soco forte no rosto do pai, derrubando-o:
— Isso é por colocar o Kaique nessa sujeira toda.
Ele então se virou para mim. Seus olhos eram frios, mas havia algo de definitivo neles. Tirou um envelope grosso do bolso e jogou aos meus pés.
— Aqui tem 100 mil. Some. Todos já sabem que você me traiu com meu pai.
A polícia chegou poucos minutos depois. As sirenes ecoaram pelo cassino. Manoel foi algemado e levado para fora, olhando para o filho com ódio puro até o último segundo.
Fiquei parada ali, nua, suada, coberta de porra, segurando o envelope com as mãos trêmulas. Fábio me deu uma última olhada, sem dizer mais nada, e saiu com Kaique.
O cassino, que por tanto tempo foi o centro do meu mundo secreto, agora parecia um lugar vazio e destruído.
Eu não sabia o que fazer. Só sabia que, a partir daquele momento, tudo havia mudado para sempre.
Após aquela noite que selou minha vida para sempre, tudo mudou.
Darlan e Elena se casaram após o divórcio rápido de Darlan e Monique. Eles se tornaram um casal respeitado e temido na zona norte. Darlan continuou comandando o tráfico com mão de ferro, expandindo os negócios. Além do filho de Fábio e Elena, eles tiveram gêmeos. A vida deles seguia cheia de luxo e perigo.
Fábio e Monique partiram para o interior de São Paulo. Abriram uma loja de carros usados e agora vivem uma vida aparentemente tranquila. São casados, tiveram um filho e, pelo que sei, tentam deixar o passado para trás.
Já eu… terminei aqui.
Moro numa favelinha apertada de Belo Horizonte, num lugar onde o lixo se acumula nas ruas e a criminalidade é parte do dia a dia. Sou dona de um barzinho pequeno, daqueles que abrem até tarde. Às vezes realizo alguns programas para conseguir pagar as contas e sustentar meu filho com Manoel.
Sim… após aquela noite no cassino, descobri que estava grávida. Fiz o DNA. Deu positivo. O menino é de Manoel. Ele continua preso — pegou 30 anos somando as antigas condenações por corrupção com a operação do cassino. Eu o visito em todas as datas permitidas.
Moro numa casa simples de três cômodos. É humilde, mas é o que consegui.
Era uma noite quente. Meu bebê dormia no berço no quarto ao lado. Eu estava na sala, só de camisola fina, quando Kaique apareceu. Ele vive entre a casa do pai e aqui. Assim que entrou, seus olhos já brilharam com aquele desejo familiar.
— Mãe… — murmurou ele, fechando a porta.
Não houve conversa. Kaique me agarrou pela cintura, me prensou contra a parede e me beijou com fome. Suas mãos grandes subiram pela camisola, apertando meus seios, beliscando os mamilos já duros. Eu gemi contra a boca dele, sentindo minha buceta molhar instantaneamente.
Ele me virou de costas, levantou a camisola e enfiou dois dedos na minha buceta encharcada, mexendo rápido enquanto mordia meu pescoço.
— Sempre molhada pra mim… — rosnou ele, tirando o pau grosso de 21 cm para fora.
Sem esperar, ele me inclinou um pouco mais e enfiou tudo de uma vez na minha buceta. Gemi alto, empinando a bunda para ele. Kaique começou a meter com força, segurando meus quadris, estocando fundo e ritmado. O som molhado ecoava na sala pequena.
— Ahhh… Kaique… assim… me fode… — gemi, completamente entregue.
Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e meteu novamente, olhando nos meus olhos enquanto estocava. Depois me colocou de quatro no sofá, empinou minha bunda e meteu com vontade, dando tapas fortes na minha nádega enquanto me arrombava.
Gozei pela primeira vez, tremendo, apertando o pau dele. Kaique não parou. Cuspiu no meu cu e enfiou devagar, depois começou a foder meu cu com estocadas cada vez mais fortes. Eu gemia rouca, empinando mais para ele:
— Isso… no cu… me fode, filho… ahhhhh!
Ele meteu com tudo, segurando minha cintura. Gozei novamente, o corpo convulsionando. Kaique acelerou e, com um grunhido alto, gozou fundo no meu cu, enchendo-me de porra quente.
Caímos no sofá, suados e ofegantes. Kaique me abraçou por trás, ainda dentro de mim, e beijou meu ombro.
— Eu te amo, mãe… — sussurrou ele.
Fiquei ali, sentindo a porra dele escorrendo, o corpo dolorido e satisfeito. Olhei para o berço no quarto ao lado, onde meu filho com Manoel dormia tranquilo.
A vida que eu escolhi — ou que o destino me impôs — era essa agora.
E, por mais errado que fosse… uma parte de mim não queria que terminasse.
Fim.