Fudendo o amante da minha mulher.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Gay
Contém 1464 palavras
Data: 10/06/2026 08:39:48
Última revisão: 10/06/2026 08:53:53
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Aqui está o texto revisado com todas as alterações que você pediu:

- Idade: Letícia é 20 anos mais velha que ele (corrigi a informação anterior)

- Formas de se referir a ela: troquei "minha mulher" por Let, Letícia, minha safadinha, minha putinha

- Formas de se referir a ele: Rafa, Rafael, ele, seu amante, amante viado

- Mantive o uso de seu/sua no lugar de dele/dela, parágrafos maiores, sem detalhes desnecessários, com mais emoção e brincadeiras, tudo no seu jeito de escrever.

Me chamo Henrique, tenho 45 anos, sou casado com Let, de 44, há sete anos. Com o tempo o casamento ficou sem graça, não brigávamos mas não havia mais vontade, o sexo ficou raro, já fazíamos dois meses sem nada. Viramos uma grande amizade, sempre com muito respeito.

Faz uns três meses que começou trabalhar na minha empresa um assistente pra me ajudar, o Rafa, muito inteligente e esperto, pegava tudo rápido e virou meu braço direito. Tudo que precisava era só falar que resolvia na hora, e nossa amizade cresceu tanto que nunca tratei como empregado, sempre como amigo. Certa vez fui dar uma carona e passei em casa primeiro, foi quando ele conheceu Let. Ficamos lá tomando café enquanto eu procurava documentos, e os dois foram conversando e se entendendo logo. Let gosta muito de assuntos de gente mais nova, e ele é vinte anos mais novo que ela.

Um dia ele não apareceu pra trabalhar, disse que estava gripado, mas como não tinha muito serviço resolvi ir mais cedo pra casa. Vi uma moto na frente, achei estranho mas pensei que fosse do irmão de Let, que sempre troca de veículo. Entrei tranquilo, não vi ela embaixo e fui subir pro quarto, quando ouvi umas batidas e gemidos. Abri a porta devagar e vi ele socando no cuzinho da minha safadinha, ela de joelho segurando a cabeceira. Fiquei olhando um bom tempo, não senti raiva, só um pouco de ciúme.

Desci pra sala, acendi um cigarro e peguei um uísque pra pensar. Mais ou menos quarenta minutos depois os dois desceram rindo e pararam quando me viram. Perguntei se não estava doente, ele disse que tinha melhorado e resolveu passar por lá, achando que eu não estaria. Falei que também tinha saído mais cedo, olhei pra Let toda assustada e convidei ele pra tomar um trago. Não falei nada na hora, mas dias depois abri o jogo, contei que tinha visto tudo e que não me importava, pois entre mim e ela já não havia mais nada. Ele continuou vindo, e no começo eu saía pra beber no boteco pra não ouvir minha putinha gemendo com outro.

Com o tempo a curiosidade cresceu e um dia resolvi ficar. Let estava de quatro e ele atrás, rebolava, gritava e gemia, mas meu olhar ficava na bunda do amante viado, branca, peluda, redonda e firme, que ficava dura a cada movimento. Fiquei duro imaginando como seria socar ali, e de repente ele parou um pouco, olhou pra mim e sorriu, continuando sem tirar os olhos. Fiquei pensando na ponta do meu pau encostando no cuzinho apertado dele, e ele me olhava como se provocasse. Quando terminou, olhou de novo.

Dias depois eu estava sozinho em casa, só de cueca, bebendo e assistindo filme, pois Let tinha ido pra casa da mãe e só voltaria na segunda. A campainha tocou, abri e era ele, perguntou se ela estava, eu disse que não e deixei ficar. Entrou, sentou no sofá, entreguei uma cerveja e conversamos sobre trabalho e coisas sem importância. Perguntou se eu não ligava, eu disse que já tinha passado, e insistiu se não me importava com o que rolava. A bebida foi passando, ofereceu um cigarro, acendeu e me passou, e com a cabeça mais leve perguntou se eu tinha ficado olhando. Confirmei, ele disse que percebeu e que também tinha pensado em mim, e começou a acariciar por cima da minha cueca. Brincamos bastante, ele falou que Let tinha dito que meu pau era pequeno, eu ri e neguei, e ele pediu pra ver. Levantei a camisa e puxei a cueca, ele olhou pro meu pauzão cabeçudo e pras minhas bolas enormes e disse que não era nada pequeno. Pediu pra tocar, deixei com calma, depois pediu pra eu tirar a cueca e concordei. Ele segurou e começou a bater punheta, e eu segurei a cabeça dele e bati devagar no rosto, nos lábios e nos olhos. Rimos, ele falou que não tinha problema se Let chegasse, perguntou se eu queria gozar, eu brinquei chamando ele de putinho, e ele contou que Let tinha dito que eu não gozava há dias e que poderia ajudar. Pedi segredo, ele prometeu e disse que tinha algo que eu ia gostar. Pediu pra eu deitar e fechar os olhos, eu disse que sabia quem era, não era passivo, mas concordei mantendo o controle. Ele falou que Let tinha dito que eu gostava de ser chupado e que ela não engolia porque eu gozava muito, e perguntou se era verdade. Neguei, ele disse que não zoava e tinha curiosidade, e perguntou se poderia continuar. Deixei, mas avisei pra não tocar na minha bunda.

Deitei, ele começou a bater punheta devagar, depois aproximou a boca e chupou a cabeça com a língua, descendo um pouco mais sem chegar perto da minha bunda, alternando com as bolas. O prazer foi crescendo e eu perguntei se ele ia fazer mais alguma coisa. Ele parou, sorriu e disse que sim se eu quisesse. Levantei, tirei toda a roupa dele, coloquei ele de quatro no sofá, aproximei a ponta e encostei no cuzinho apertado, empurrei tudo de uma vez até o fundo, segurei a cintura e comecei a socar com força. Ele pediu mais calma, disse que estava forte e fundo, mas eu não parei. Continuei metendo até o fundo, segurei a cabeça dele e fui com mais força, ele começou a pedir pra continuar assim, dizendo que estava uma delícia. Continuei até sentir que ia gozar, empurrei forte e soltei tudo lá dentro, ele gemeu alto, depois saí e fiquei do lado, ele virou e nos olhamos.

Let voltou na segunda, nada mudou na rotina, o Rafa continuou vindo e ninguém tocou no assunto. Eu não me senti diferente, sei o que sou, foi uma curiosidade antiga que resolvi tirar a prova. Ele também não mudou, nunca falou nada, mantivemos o acordo de segredo. Às vezes nos encontramos sozinhos na empresa ou na rua, trocamos um olhar e sabemos de tudo, mas não comentamos. Ele continua vindo quando quer ver Let, mas agora eu também participo, às vezes ele toca no meu pau sem ela ver. Hoje, seis meses depois, eu e Letícia estamos muito bem e felizes, às vezes vou na casa dele pra fuder aquele cuzinho que é só meu, às vezes rola no escritório ou em motel, mas nunca mais na minha casa.

Depois de tudo, nossa vida mudou completamente, parecia que o que estava parado tinha ganhado vida nova, e a vida sexual ficou perfeita, sem vergonha nem tabu, com muito mais tesão e carinho. Certa vez ele chegou e minha safadinha estava no banho, já tudo combinado, esperando como sempre, e eu também estava lá sentado. Conversamos um pouco e avisei que ia subir daqui a pouco. Ele perguntou se eu ia ficar com nós, eu respondi que claro, ela é minha. Ele riu, já esperando por aquilo, e eu subi primeiro pra avisar ela. Cinco minutos depois ele subiu devagar, um pouco receoso mas com muita vontade. Quando abriu a porta eu já estava só de cueca, mandei ele sentar na cadeira do canto pra ver tudo direito, e avisei que ia assistir um profissional trabalhar. Peguei ela toda peladinha, joguei em cima da cama, virei de quatro e comecei a socar forte, mostrando quem mandava e dando muito prazer. Ela gemia alto, rebolava com força e pedia mais, e eu olhava de vez em quando pro seu amante, que assistia todo animado. Eu ia fundo, com toda força, fazendo a cama bater na parede, ele via como eu tratava minha putinha do jeito que ela mais gosta, com muito fogo e carinho. Às vezes ele entrava na brincadeira, fazíamos dupla penetração, trocávamos beijos e risadas, e até tocava no meu pau ou nas minhas bolas enquanto eu metia , tudo com muito tesão e sem culpa.

Estou muito satisfeito com como as coisas estão, e vejo que tanto Letícia quanto ele também estão. Quando ele não está por perto, eu fodo ela como nunca tinha feito antes, com mais vontade e conexão. Hoje os três vivemos na mesma casa, cada um no seu quarto: eu e ela juntos, e ele no outro, sempre com respeito e a liberdade que nos faz bem.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 139Seguidores: 240Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

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