Me chamo Henrique, tenho 45 anos e sou casado com a Let, de 44, há sete anos. O casamento esfriou, não tínhamos brigas, mas o sexo ficou raro e estávamos há dois meses sem nada. Mantínhamos uma boa amizade e muito respeito.
Há três meses, contratei o Rafa como assistente na minha empresa. Ele tem 25 anos, aprendeu tudo rápido e virou meu braço direito. Sempre o tratei como amigo. Um dia fui dar uma carona a ele e passei na minha casa para pegar uns documentos. Ele conheceu a Let, tomaram café juntos e conversaram bastante.
Certo dia, ele faltou ao trabalho dizendo que estava gripado. Como o movimento estava fraco, fui para casa mais cedo. Vi uma moto na frente e achei que fosse do irmão da Let. Entrei e ouvi barulhos no andar de cima. Subi as escadas, abri a porta do quarto e vi o Rafa transando com a Let por trás. Fiquei olhando um tempo, sem sentir raiva.
Desci para a sala, acendi um cigarro e bebi um uísque. Quarenta minutos depois, os dois desceram rindo e pararam ao me ver. Perguntei sobre a gripe, e ele disse que tinha melhorado e resolveu passar lá. Convidei ele para beber. Dias depois, falei para ele que tinha visto tudo e que não me importava, pois meu casamento não tinha mais sexo. Ele continuou frequentando a casa. No começo, eu saía para o boteco para não ouvir os dois.
Com o tempo, decidi ficar e olhar. A Let estava de quatro e ele atrás. Fiquei reparando na bunda dele enquanto ele se movia. Fiquei ereto pensando em transar com ele. Ele percebeu que eu olhava e sorriu.
Dias depois, a Let foi para a casa da mãe no fim de semana. Eu estava sozinho em casa, de cueca, bebendo cerveja. O Rafa tocou a campainha, entrou e sentamos no sofá para conversar e beber. Ele perguntou se eu não me importava com o que acontecia entre ele e a Let. Falei que não. Ele perguntou se eu tinha ficado olhando da outra vez, e eu confirmei. Ele disse que também tinha pensado em mim e passou a mão na minha cueca.
Ele falou que a Let disse que meu pau era pequeno. Eu ri e mostrei para ele. Ele pegou, elogiou o tamanho e tirou minha cueca. Começou a masturbar meu pau. Ele perguntou se podia me chupar, dizendo que tinha curiosidade. Eu deixei, mas avisei para ele não tocar na minha bunda.
Deitei e ele me chupou até o fim. Depois, eu me levantei, tirei a roupa dele, coloquei ele de quatro no sofá e enfiei meu pau na bunda dele de uma vez só. Segurei a cintura dele e comecei a meter forte. Ele pediu para ir mais devagar, mas continuei rápido até gozar dentro dele. Depois nos olhamos e ficamos em silêncio.
A Let voltou na segunda-feira e a rotina seguiu normal. Mantivemos segredo. Às vezes, eu e o Rafa nos encontrávamos na empresa ou na rua e trocávamos olhares. Ele continuou ficando com a Let, mas começou a tocar no meu pau escondido. Seis meses depois, passei a me encontrar a sós com ele em motéis ou no escritório para transar com ele.
A vida sexual do casório mudou e ficou ativa de novo. Um dia, o Rafa chegou e a Let estava no banho. Avisei que ia subir primeiro. O Rafa subiu logo depois. Quando ele abriu a porta, eu estava de cueca, mandei ele sentar na cadeira para olhar e peguei a Let de quatro na cama. Comecei a transar com ela forte enquanto ele assistia. Em alguns momentos, faremos dupla penetração e ele tocava no meu pau enquanto eu transava com ela.
Hoje os três vivem na mesma casa. Eu e a Let dormimos no quarto principal e o Rafa no outro quarto. Todos vivem bem e respeitam o espaço de cada um.
