Dias de terror para uma senhora, ao se deparar com o Lendário Monstro da Floresta Negra Maldita.
Conto nr 222 de Marcela Araujo Alencaro .
Tema: Perdida, capturada, violentada, fome, sede, sujeira, fedor, sexo brutal, submissão.
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Maria Helena teve mais uma discussão boba com o marido, acontecimento cada vez mais normal, apesar do casal ter apenas dois anos de casados. Eles se amam, porém, acontece, que Maria Helena e Rafael são bastante pró-ativos, geniosos e ciumentos.
Sabemos, que apesar de jovens, bonitos e populares entre seus colegas e amigos, tanto ela como ele, são fiéis e nunca comeram fora de casa. Entretanto, este convênio de caráteres é como tentar combinar água e óleo.
Ele bateu à porta e disse que iria dormir na casa de mamãe e Maria Helena, não deixou por menos e disse que faria o mesmo e que só retornaria para casa, se ele pedisse desculpa.
Duas crianças birrentas de vinte e dois e vinte anos, respectivamente. Rafael em dez minutos está na “casa da mamãe”, há cinco quadras da sua casa, e foi caminhando. Mas a “mamãe” de Maria Helena, reside em um sítio há trezentos e vinte quilômetros de sua casa e a “doidinha”, em seu velho carrinho de dez anos, saiu da urbe. No escuro de uma noite sem luar, subiu a “Serra do céu” e duzentos e dez quilômetros depois estava transitando na estrada de barro na região da “Floresta Negra Maldita”, uma mata fechada, no alto da serra.
Maria Helena, sabe que em pouco mais de cem quilômetros chegará no sítio de sua mãe. Seu velho e fiel carrinho, que até agora estava rodando feliz, de súbito resolveu “empacar”.
Maria saiu furiosa e desferiu socos no capô do motor, exclamando:
“seu filho da puta” até tu está me sacaneando!
— Merda, merda… o que faço agora? Aqui no alto não tem sinal!
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— Ajudu tu, muer.
A jovem que estava sentada no assento estofado, com as pernas para fora, deu um grito que espantou as aves notívagas da mata vizinha, tamanho foi o susto. Seu coração quase saiu pela boca e sua calcinha ficou molhada, ao ver o enorme homem saído da mata, há dois metros dela. De imediato lhe veio à lembrança do folclórico Monstro da Floresta Negra Maldita, pois o homem à sua frente, devia ter mais de dois metros, escuro como carvão, peito nu cabeludo e calça até os joelhos.
— Xiii… calma, num grite muer, vivo na mata, daí o apelidu di monstro, mas sou Quim. Vou levar tu pra minha gruta. Tu vai gostar di lá.
Quase que em choque, Maria Helena, ficou muda tal foi seu terror, quando se viu segura pela cintura pelo mons… digo enorme homem e como uma pena colocada em seu ombro, encurvada, com a cabeça para baixo, encostada em suas costas escuras e peludas.
Com passadas rápidas enveredou mato adentro, se desviando de árvores e galhadas. Maria Helena, depois de uma dúzia de minutos, com o rosto, se chocando nas suas costas nuas, perdeu a consciência, tal seu terror.
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Voltou a si, estendida em um monte de folhas secas. Tudo lhe doía, devido aos arranhões dos espinhos e galhos, que fustigaram seu corpo durante os quase 40 minutos de subida pela “Floresta Negra Maldita”.
Olha ao redor, quase se borrando. Estava deitada sobre um monte de folhos secas e nua. Então se lembra do homem enorme que a agarrou, e o terror a dominou ao ver o vulto enorme na entrada da toca, caverna, ou do inferno onde ele a levou.
Com voz rouca, o gigante negro cabeludo, ficou de joelho ao seu lado e falou:
— Tu muer bunita, vi tu nua i gustei. Intão tu ser muer di Quim.
Com olhos esbugalhados de terror, Maria Helena começa a gritar ao entender o que o “monstro” queria dela.
— Num berra, muer, tu vai gustar di ser muer di Quim.
Quando aquela coisa horrenda desceu o trapo que vestia e se mostrou nu a ela, Maria deu um grito de puro pavor e não suportando o que via, tombou, inconsciente. Em pouco minutos voltou a si e percebeu, com horror, que estava no colo do gigante cabeludo, de frente para ele, com as pernas demasiadamente afastadas, em volta do seu corpo.
Sentiu na boceta, a glande gigantesca, forçando a penetração vaginal. Entretanto, mesmo totalmente exposta, a violação não se consumou, devido à dimensão da coisa, que ficou apenas friccionando na região genital.
Maria Helena, em total desespero, faz enorme força para se afastar dele, mas as mãos enormes em torno de sua cintura a mantém colada a ele. Ela grita, chora e bate com as mãos fechadas no peito dele, que nem sente seus esforços.
— Si quieta muer. Num dianti grita. Quim ta gustando cume tu.
Depois uma dezena de minutos, Maria Helena, está totalmente sem forças e jaz inerte, mas Quim não a violou, apesar de forçar.
Todavia, nesse interlúdio, começa uma fantástica transformação, de tanta esfregação, mesmo à revelia de Maria, sua menina, dá sinais de que aceita o enorme intruso e fica lubrificada, prontinha para o receber.
Maria, apesar de toda sua repulsa, fica excitada sexualmente e, o incrível acontece, sua vagina, se alarga para permitir a penetração do monstro.
Maria para de respirar conforme o falo gigante vai penetrando em sua carne. Ela não compreende como pôde sentir isso. Este pênis não podia estar dentro dela. Sente raiva dela mesma, raiva e vergonha.
Quando ele inicia a se mover lentamente num vai-e-vem, o que ela sente, não pode descrever, deve estar sonhando. Os gemidos que saem de sua boca, de dor e prazer… não podem ser reais… é impossível ficar excitada, ter… ter orgasmos tãooo vioolenntos… ai, ai, ai, ai… Meu deus… o que é isso! Vou morreeer!
Quando sente uma tonelada de esperma a encher por completo, ela explode simultaneamente a ele, em um último e fortíssimo orgasmo. Quando ele se retira, um rio de leite grosso sai dela, para formar uma poça no chão.
Maria Helena, mole, como uma boneca de pano, nos braços do enorme e cabeludo negro, fica olhando para o ontem e nem percebe que Quim está lambuzando seu rosto e ombros com lambidas de sua enorme língua.
***
Deitada sobre as folhas secas, chora copiosamente, encolhida como um feto; se maldizendo. Aquilo não podia ter acontecido. Ela não acredita ter gozado com ele a estuprando, não podia ter orgasmos com aquela coisa a fodendo. Ela é uma mulher e não uma vaca, onde aquela coisa pode se encaixar. Que Rafael me perdoe por ser tão fraca. Mas tenho uma desculpa, fui forçada.
Como uma lebre assustada pelo lobo, vê que Quim não está na gruta…, sim, é isso mesmo, ele mora numa enorme gruta, entre as muitas existentes no maciço rochoso da montanha. Ela tem sede e fome, olha ao redor, mas não encontra nada que possa beber e comer. Num canto vê farrapos de suas roupas. Mesmo fraca como está, se levanta em busca delas. Tem de caminhar com as pernas abertas, sua vagina está bastante dolorida, se parecendo como um túnel, aberta, não na rocha, mas nela, no seu corpo. Mas o certo é que depois do leite derramado…
Após uma eternidade, Quim retorna, trazendo em uma cesta tecida com folhas, frutas silvestres e alguns cocos e a coloca ao lado de Maria Helena e fala:
— Quim busca cumida pra muer.
Ela não questiona, a apenas pega os frutos, alguns ela conhecia outros não, não deu importância a isso. Apenas começou a comer e só parou quando o cesto improvisado estava vazio. Só os cocos verdes não conseguiu abri-los.
Quim que sentado na fria rocha, a observava pegou um e com uma lasca de pedra, com algumas batidas fez um grande furo num dos frutos e o entregou a ela, que não se fez de rogada e com satisfação, bebeu o delicioso liquido.
Com a sede e a fome saciadas, Maria se encolheu em seu cantinho de folhas, escondendo suas genitálias do olhar guloso do gigante com o que sobrou de suas roupas.
Quando ele se ergue e veio em sua direção, compreendeu o que ele queria. Assustada e com medo, quando o viu nu, com a enormidade ereta como um aríete.
Desta vez a penetração em sua vagina, foi menos dolorosa, pois ela se parecia mais com a abertura de um túnel. O que mais a incomoda é o enorme peso dele, a achatando conta a rocha dura.
Maria Helena, com os olhos fechados e os lábios cerrados, o sente se mover dentro dela. Tinha ciência que não, não podia o evitar, mas procurou se abster do ato, pensando em Rafael, seu genioso e chorão marido..
É ele que está em cima dela, a fodendo e não aquele homenzarrão, sim, é isso mesmo, é seu marido que a está fodendo, por isso, o sexo está tão gostoso, delicioso demais, pode se liquefazer em múltiplos orgasmos, sem se sentir culpada.
— Aii, aí, aii, aim uuuuuiiii… meu deus o que é isso, estou moorrenddooo! Goosstosso demaaiiss!!!
Depois que...Rafael…digo, Quim se retira de sua fornalha em chamas, Maria tem de enfrentar a sua real situação, quem está a lhe foder é um enorme negro, tão escuro como carvão e com um pênis tão grande como ele próprio. Uma coisa que nunca pensou existir, no entanto, a está enlouquecendo de tanto prazer que ele a obriga a sentir.
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Dois dias depois
Com dificuldade, caminhando de pernas separadas, ela volta para a gruta, após fazer suas necessidades fisiológicas na mata fora da toca… caverna, Maria Helena não encontra Quim, mas muitos frutos jogados ao lado do que ela considera ser o seu cantinho. Come até se fartar.
O que mais está a incomodando é a sujeira e o fedor que sente em seu corpo nu. Se pelo menos chovesse, poderia se limpar, mas viu, esta manhã o céu sem nenhuma nuvem e o Sol brilhante.
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Já estava escurecendo, quando o “Monstro da Floresta Negra Maldita” chegou a sua gruta e para sua muer, ele vinha, para enorme surpresa de Maria, carregando uma mala e um pacote, que ela de imediata reconheceu como sendo seus.
— Muer, fui até seu carro i trusse tuas coisas… tá contente cum Quim?
— Sim… Sim… estou!
Diz ela entusiasmada e vê seus parcos pertences como se fosse a coisa mais valiosa do mundo. Abre a mala e pacote e retira uma manta e a estende sobre o monte de folhas secas onde dorme e da mala retira sutiã, calcinha e um vestido e os veste, enquanto Quim fica a olhando vendo sua muer se vestir.
Muer fez do pacote seu travesseiro, alegre como uma criança que recebe um brinquedo.
Sua felicidade foi muito maior quando, olhando para fora viu que começou a chover. Num piscar de olhos, se despiu e capengando caminhou para a bem-vinda chuva. Nua como veio ao mundo, sentindo a água cair em seu corpo, começou a se esfregar, como se estivesse usando sabonete. Mas sua “briga” principal foi com seus cabelos, que se pareciam mais com cipós de tão sujos estavam. Cada fio, cada mecha merece ser cuidadosamente friccionado entre as palmas de suas mãos. Ficou neste métier por quase um ano.
Só cessou de se esfregar quando, Quim, que acocorado, a observava, também sob a chuva, se levantou e a pegou pela cintura e ali mesmo, caídos sobre a rala grama, montou por cima de sua muer e direcionou seu enorme membro para a boceta de Maria Helena, que o recebeu como uma loba no cio, uivando… digo, gemendo de prazer, que seu homem lhe proporciona. Em poucos minutos os orgasmos tomaram conta de seu corpo, em ondas sucessivas.
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Dos anos depois
Nas pequenas vilas e povoados da Serra do Céu, circulava nova versão da lenda, entre os camponeses, de que o Lendário Monstro da Floresta Negra Maldita, agora tinha uma muer, tão horrenda como ele.
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Na minha opinião são coisas tão absurdas como dizer que a Terra é plana.
FIM
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