Carlos foi até o quarto de Patrícia. A porta estava entreaberta. Ele entrou sem bater.
Patrícia estava sentada na cama, os olhos vermelhos de chorar, uma toalha enrolada no corpo. O chuveiro ainda estava ligado — ela nem tinha entrado na água. Só fingiu.
— Você comeu a minha mãe — ela disse. Não era pergunta.
Carlos fechou a porta atrás de si. Enfiou as mãos nos bolsos da cueca. Os olhos verdes claros brilhavam.
— Comi — ele respondeu. Sem hesitar. Sem negar.
Patrícia esperava negação. Esperava desculpas. A ficha não caiu.
— O quê?
— Eu disse: comi. Comi a sua mãe. Comi no forró. Comi no motel. Comi ontem no chuveiro enquanto seu pai roncava do lado. Comi hoje na cozinha, no sofá, no corredor, na cama do seu pai. E vou comer de novo. Agora.
Patrícia abriu a boca. Nenhum som saiu.
— Você é uma puta — ele continuou, aproximando-se. — Mas a sua mãe é mais puta que você. E eu gosto. Gosto das duas.
— Você é doente — ela conseguiu dizer.
— Sou. Doente por buceta. Doente por cu. Doente por você e por ela. E você vai ficar aqui ouvindo porque você quer. Se não quisesse, já tinha saído correndo. Mas você tá aí, com a toalha aberta, a buceta molhada, o cu piscando. Porque você quer saber como é. Porque você quer provar.
Patrícia olhou para baixo. A toalha tinha escorregado. Ela estava nua. E molhada. E não era só da chuva.
— Seu filho da puta... seu tarado... cachorro — ela sussurrou.
— Sua puta — ele respondeu. — Beijando Patricia... com a boca que chupou sua mãe toda. Com gosto e cheiro de sexo... de tesão... Calando a esposa com um beijo louco de tesão... Deita... Patrícia.... Deita... sua puta... voce tá molhada... você ta gostando... cadela...
Ela deitou. Obedeceu... Carlos sabia cada ponto fraco de Patrícia... ela queria acabar com ele, espancar, matar... mas só sentia sua buceta molhar, e suas pernas se abrirem para o marido... era amor, tesão, rivalidade e desejo de vitória sobre a puta da mãe. Não... aquela vadia não ia tomar o seu marido... ela ia mostrar o que é mulher,,,
Carlos não tirou a cueca. Ajoelhou na cama, abriu as pernas de Patrícia, enfiou a cara na boceta dela. Lambeu com tesão, com fome, com a língua entrando fundo, subindo para o grelo, chupando.
Patrícia arqueou as costas.
— Porra... Carlos... seu f..
— Cala a boca, sua cadela — ele disse, a boca ainda na boceta dela. — Você vai gemer quando eu mandar.
Ela mordeu o travesseiro.
Ele lambeu o cu dela. Enfiou a língua. Patrícia já conhecia aquela boca no cu — Ricardo só lambeu, Carlos lambeu fudeu... viciou aquele cu em ser fodido forte com pica grande e grossa... Ela era dependente ... ela era dele... Carlos... e ia mostrar a mãe o que era mulher.
— Isso... isso... aaaahhnnn — ela gemeu alto.
Ele lambeu ainda mais intenso.... Patricia gemia como uma puta no cio para a mãe ouvir... Silvia estava atônita na sala... mas com a buceta molhada, pulsando... Literalmente alucinada de como Carlos estava administrando aquilo com pica e não com palavras.
Patricia disse, com a voz cheia de tesão: — Chama aquela puta... Chama ela seu cachorro... Não era mãe e filha que você queria? Então vai ter!
Foi até a porta do quarto. Abriu.
— MAINHA... VEM CÁ... TEM UMA SURPRESA PRA VOCÊ...
Silvia apareceu no corredor... Sua mente dava voltas. Parou na porta. Viu a filha pelada na cama, as pernas abertas, a boceta depilada brilhando, Carlos de cueca, o pau duro marcando.
— Você é louco, Carlos? — ela disse, transtornada sem saber o que dizer de melhor.
— Sou. Dono dessa porra toda. Entra e fecha a porra da porta.
Silvia entrou. Fechou.
Carlos mandou as duas se ajoelharem uma de frente para a outra. Patrícia e Silvia se olharam. A mãe e a filha. Nuas. As bucetas à mostra. Os cus piscando.
— Vocês vão me chupar juntas — ele disse. — E vão se chupar também.
Ele tirou a cueca. O pau saltou para fora — duro, grosso, veiudo, o cacetão.
As duas olharam para o pau. Patrícia já conhecia aquele pau dentro do cu dela, dentro da boceta, dentro da garganta. Silvia também.
— Vem — ele mandou.
Elas se aproximaram. As línguas das duas encontraram a cabeça do pau dele ao mesmo tempo. Silvia lambeu de um lado, Patrícia do outro. As bocas se encontraram no meio, beijando o pau e se beijando.
— Isso, suas putas — ele gemeu. — Chupam essa pica junto.
Silvia abocanhou a cabeça. Patrícia lambeu as bolas. Depois trocaram. Patrícia chupou o pau, Silvia lambeu o saco. As duas babavam no pau dele, se beijando por cima da pica, a língua da mãe na língua da filha, o gosto do pau dele misturado.
Ele puxou as duas pelos cabelos.
— Agora uma chupa a outra.
Silvia olhou para Patrícia. Patrícia olhou para Silvia.
— Você quer que eu faça, filha?
Patrícia não respondeu com palavras. Abriu as pernas. Carlos disse: —Chupa ela, sua puta. Silvia se ajoelhou entre as pernas da filha e enfiou a cara na boceta de Patrícia.
Lambeu. A língua da mãe entrando na boceta lisinha, depilada, perfeitinha da filha. Patrícia gemeu alto.
— Porra, mãe... sua língua...
— Cala a boca, sua putinha — Silvia disse, a boca na boceta da filha. — Você é igual a mim. Uma cadela.
Saboreou a boceta da filha de todos os jeitos... imaginava a pica de Carlos ali dentro... a porra dele escorrendo... e a cada pensamento chupava a filha casada com mais tesão.
Patricia ja estava com os olhos revirando ... gemendo, quando Carlos veio por trás e socou a pica toda em sua boceta. Ela ja estava insana de tesão... em poucas bombadas chegou ao clímax gozando na pica de Carlos e na boca de Silvia.
Ao se recuperar do orgasmo sentiu um vergonha instantânea... foi um dos maiores orgasmos de sua vida, mas queria sair correndo de vergonha por ter gostado de ser fodida pelo marido enquanto era chupada na boceta pela própria mãe.
A cara de Silvia estava brilhando... lambuzada pela xota da filha... seu peito ofegante e totalmente perdida naquela situação. Tinha chupado a buceta de Patrícia. e o pior: tinha gostado também
Carlos percebeu... Aquilo ia sair do seu controle caso não agisse rápido... beijou a esposa e a sogra na boca , depois juntou as duas eu um beijos triplo...
Carlos sussurrou no ouvido de Patrícia, com a voz cheia de tesão... chupa a tua mãe também putinha... mostra pra ela quem é mais mulher...
Patrícia se sentiu desaviada... com desejo de vingança da mãe também por tê-la feito gozar que nem uma cadela incestuosa... Desceu mordendo e chupando Silvia toda... deixando marcas... chupou os peitos da mãe olhando para Carlos... Mordiscava... chupava... fazia Silvia gemer.... Chamava de mainha... mainha puta... safada... cadela do meu marido...
Silvia a essa altura já tinha perdido todo o pouco senso moral que lhe restava, gemia alto,... suas pernas abriam e fechavam... os quadris retorciam antes mesmo das primeiras linguadas de Patrícia em sua boceta.
Enfiou a cara na boceta peluda da mãe. Os pelos pretos, molhados, naturais. A língua da filha entrando naquele mel grosso e quente que escorria da mãe. As duas se chuparam ao mesmo tempo — mãe e filha, a língua uma na buceta da outra, os gemidos abafados, os cus piscando.
Carlos ficou em pé, olhando, batendo punheta, mostrando a rola grande e grossa para as duas ... falando putaria... chamando mãe e filha de putas.. ordinárias... chamava o rabo de patrícia de carne de foder e metia a rola até o talo no cu da mulher e então tirava para ver o buracão aberto na hora que o pau saia... Segurava Silvia pelos calcanhares fazendo aquele boceta peluda foder a boca de Patrícia com seu grelo enorme que a essa altura Patrícia já mamava como se fosse um pau.
— Isso, suas vagabundas. Quero ver as duas gozarem na cara uma da outra.
Cutucou a vara no rabo da esposa sem parar, fazendo a boceta lisinha de Patrícia dar uma surra de xota na cara da mãe.
Elas gozaram juntas. Esguicharam na cara uma da outra. Patrícia lambeu o esguicho da mãe, aquele mel grosso com cheiro de buceta peluda. Depois segurou o grelo na boca até o último espasmo de gozo de Silvia.
Ao mesmo tempo gemia e gozava na mãe... dando bocetada com ódio e tesão, na mãe traidora ... na boca pérfida e traidora que mamava o seu marido.
Silvia lambeu o esguicho da filha, aquele mel mais ralo, mais doce, de buceta lisinha.
Carlos puxou as duas pelo cabelo.
— Agora quero ver vocês se esfregando. Boceta com boceta. Grelo com grelo. Quero ver o mel de vocês duas se misturando.
Silvia e Patrícia se olharam. A mãe deitou de costas. A filha montou em cima, de frente, as pernas abertas, a boceta totalmente depilada encostando na boceta peluda da mãe.
Os grelos se tocaram.
O grelo de Silvia era grande, escuro, protuberante, igual uma cabecinha de pau. Sempre foi assim — o marido nunca soube mexer direito naquele grelo, mas Carlos sabia. O grelo de Patrícia era menor, rosado, escondido entre os lábios lisinho da depilação. Mais sensível. Mais ingênuo.
Elas começaram a rebolar devagar. O movimento lento, os quadris girando, as duas bocetas se pressionando, os grelos se roçando, se beijando.
— Isso, suas putas — Carlos gemeu, enfiando o pau entre as duas bocas, naquele beijo. — Esfrega essa boceta na xana da sua mãe, Patrícia. Fode essa puta que é amante do seu marido... Mostra pra ela como você aprendeu a ser cadela.
Patrícia rebolou mais rápido. O som das duas bucetas meladas se esfregando era molhado, úmido, primal. O mel da mãe escorria pela boceta lisinha da filha, misturando com o mel mais claro da filha, descendo pelas coxas das duas, molhando uma a outra.
— Tá sentindo, mãe? — Patrícia gemeu, os olhos fechados, a boca aberta. — Tá sentindo meu grelo no seu... ta sentindo a bocetinha na sua, mamãezinha ? — provocava.
— Tô, sua corninha — Silvia respondeu, os dedos cravados nas coxas da filha, puxando ela para mais perto. — Tô sentindo essa bucetinha lisinha esfregando na minha peluda. Tô sentindo o seu mel escorrendo no meu. Sente a buceta que o seu marido fode.
Os gemidos ficaram mais altos. As duas se beijaram com a boca aberta, as línguas se encontrando, a pica de Carlos dando na cara e na língua das duas.
Patrícia se arrepiou toda... Sílvia ja tinha visto isso antes.
— Vai gozar, filhinha... Vai gozar na buceta da maẽzinha que seu marido fodeu??? Vai sua putinha... corninha... corninha da buceta gostosa???
— Vou, mãe... a senhora é uma puta viu... uma vaca... te odeio,,, vou gozar com você sua cadela... vagabunta ... traidora... vou gozar, sua cachorra... puta velha do caralho... agora...
Os grelos se pressionaram. O grande e duro da mãe contra o pequeno rosado da filha. O pelo roçando na pele lisa. O mel grosso e o mel ralo se misturando numa poça quente entre as duas.
Elas gozaram juntas. Gritando.
— AI, PORRA, MÃE! — Patrícia gritou, o corpo todo tremendo, a boceta apertando a boceta da mãe, urrando.
— AI, SUA PUTINHA! GOZA NA TUA MÃE! — Silvia gritou, arqueando as costas, o grelo pulsando contra o grelo da filha, o gozo melado e quente se misturando escorrendo pelas bocetas das duas.
Elas se abraçaram, suadas, trêmulas, as xotas ainda coladas, o mel das duas escorrendo devagar.
Carlos aplaudiu devagar.
— Suas putas lindas... deliciosas — ele disse. — Agora é minha vez... e eu vou comer as duas até vocês pedirem pra parar.
Elas já estava quase pedindo arrego.
Carlos mandou Silvia ficar de quatro na cama, de frente para a filha. Patrícia deitou de costas debaixo da mãe, a cara virada para cima, a boca aberta na direção da boceta peluda de Silvia.
Ele se ajoelhou atrás de Silvia. Enfiou o pau no cu dela. Bombou forte. Silvia gemeu e caiu para frente, a boceta encostando na boca da filha. Patrícia lambeu a boceta da mãe enquanto o pau do marido entrava e saía do cu dela.
— Tá vendo, Patrícia? — Carlos disse, metendo fundo no cu da sogra. — Tá vendo como sua mãe é puta? Tá vendo como ela gosta de ter o cu fodido?
— Tô vendo, seu desgraçado... To mendo você enrabar a minha mãe com esse pauzão indecente — Patrícia respondeu, a língua enfiada na boceta da mãe. — Tô vendo... e tô gostando... Esfola o cu dela... faz essa cachorra chorar com o pau no cu.
Ele tirou o pau do cu de Silvia. Ajeitou o corpo, virou-se ligeiramente, e enfiou o pau na boca de Patrícia, sem sair da posição. Patrícia gemeu com a boca atochada pela pica de Carlos.
Carlos começou a alternar com precisão:
Três estocadas no cu de Silvia.
Três estocadas na boca de Patrícia.
Três estocadas na boceta de Silvia.
Três estocadas na boca de Patrícia — que recebeu o pau com gosto da xota e do cu, fodidos muitas vezes por ele e lambido por ela
— O cu da sua filha é mais gostoso, mainha — ele disse, enfiando fundo em Sílvia. — Mas a boceta da mãe é mais gostosa. As duas são minhas.
Ele alternou colocou as duas de quatro uma ao lado da outra e alternou nos buracos da esposa e da sobra por mais dez minutos. As duas gemiam, as duas se beijavam... trocavam tapas na cara, as duas gozavam. Silvia gozou na pica do marido da filha. Patrícia gozou com o pau no cu... elogiado por Carlos, e que era só dele.
Carlos sentiu que ia gozar.
— Vou gozar, suas putas. Quem quer porra?
— As duas — Silvia respondeu, lambendo os lábios.
— As duas — Patrícia repetiu, com a boca babando.
Ele tirou o pau do cu de Patrícia. As duas se ajoelharam uma ao lado da outra, de frente para ele. As bocas abertas. As línguas para fora.
Carlos bateu punheta rápido, o pau babando, o pré-gozo escorrendo.
— Abre bem a boca, suas cadelas.
Elas abriram.
Ele gozou. O primeiro jato foi na boca de Patricia. O segundo na boca de Silvia. O terceiro nas duas, acertando os rostos, os lábios, as línguas. O quarto jorrou nas duas bocas abertas, misturando.
Elas fecharam as bocas. Engoliram.
Depois chuparam a rola de Carlos, limpando tudo e se beijaram. A língua da mãe com a língua da filha, a porra de Carlos escorrendo das duas bocas, se misturando, se dividindo.
— Tá tudo misturado agora, seu filho da puta — Silvia disse, limpando a boca. — A sua porra tá na mãe e na filha. O mel da minha buceta tá na boca da minha filha. O mel da minha filha tá na minha boca.
— Do jeito que eu quero — Carlos respondeu, deitando na cama entre as duas. — Agora as duas são minhas. Para sempre.
Patrícia olhou para a mãe. Silvia olhou para a filha.
— Eu nunca vou te perdoar, mãe — Patrícia disse.
— Eu sei, filha.
— Mas eu também nunca vou embora.
— Eu sei também.
Carlos sorriu. Uma mão na bunda de Silvia, os dedos escorregando no mel da buceta peluda dela. Outra mão na bunda de Patrícia, os dedos entrando devagar no cu lisinho dela, já fodido, já arrombado, já acostumado com aquele pau.
As duas putas dele. Mãe e filha. Dividindo a mesma cama. Dividindo o mesmo pau. Dividindo a mesma porra.
Lá fora, Arnaldo pescava. O corno mais corno da história.
Ricardo, em algum lugar da cidade, masturbava pensando em Patrícia, sem saber que ela agora era ainda mais a fêmea de Carlos. Mãe e filha. As duas.