RASCUNHO 2

Um conto erótico de Anônimo
Categoria: Gay
Contém 796 palavras
Data: 09/06/2026 23:50:01
Assuntos: Gay

Connor subiu as escadas em passos rápidos, passou pelo hall de entrada e abriu a porta. O lugar era um escritório de delegacia que parecia não receber uma pintura nova a anos, no meio da sala retangular havia um corredor, que era formado pelos cubículos que iam até as paredes e se estendiam até o fim da sala, eram cinco de cada lado. Connor passou pelo corredor e entrou no último cubículo à esquerda, o lugar era pequeno e apertado, tinha uma messa em forma de L e duas cadeiras com rodas. Deu a volta em Oliveira que estava sentado no lado da messa que tinha o computador, ele mexia no celular e virou quando Connor arrodeou ele e puxou a outra cadeira debaixo da messa.

— Oi Oli, eai — Ele disse enquanto sentava e escorria as costas no encosto do assento, abriu bem as pernas e tirou o celular do bolso, abriu o drive e deu play em um video ao mesmo tempo que abaixou o volume até uma barrinha pequena, segurou o celular com uma mão, com a outra começou a abrir a fivela do cinto.

Connor era um cara bonito, alto, pele branca quase palida, cabelo comprido louro penteado pra trás, ombros largos e um corpo forte, tinha vinte e um anos, só um ano mais novo que Oliveira, que se parecia bastante com seu colega, também era alto com ombros largos e um corpo forte, só um pouco mais alto que Connor, seu cabelo também era comprido, mas não tanto quanto o do colega, eram de um marrom bem escuro que faziam um contraste com a pele escura de uma cor café fraco, e tinha sobrancelhas cheias.

— O que você... — Ele não conseguiu terminar a pergunta. Quando Connor terminou de soltar a fivela e abriu o zíper da calça afastando o tecido, o volume que tinha em sua calça na coxa saltou para fora. O pau dele bateu na barriga, a gota na cabeça rosada se espalhou na pele do abdomen, deixando uma pequena mancha molhada. Connor ponhou a mão de volta nas calças e trouxe as duas bolas pra fora, puxou mais a calça para o joelho e deixou elas baterem no assento, latejavam. Oliveira ainda não raciocinou o que acontecia, parecia absurdo demais pra ser verdade.

— Você vai fazer isso aqui? Agora? — Oli disse meio desacreditado e com um tom de desgosto. Connor agora abria e fechava o pau, começou devagar, mas quando o video carregou ele começou a ir mais rápido. Uma linha branca escorreu até onde a mão dele estava. Quando sentiu a mão molhada ele começou a esfregar o pau mais alto e com mais força, da base até a cabeça.

— Sim, por que? Vai ser rapidinho. Eu tô com tesão. — Connor disse ofegante, agora ele fitava o teto de olhos fechados, inclinado sobre a cadeira. Sentia algo vindo de dentro dele.

— Sério? Se aparecer alguém? Se alguém ligar aqui agora? Guarda isso! — Oli sussurou enquanto se inclinava na direção do dele. Não conseguiu deixar de reparar na coisa do colega, deu uma boa olhada antes de ficar ereto na cadeira de volta. E se alguém aparecer aqui agora! Fudeu — Ele pensou.

Um jato branco volumoso voou no ar, caiu sobre a messa e parede, e por sorte não antingiu nenhum papel ou qualquer coisa que fosse difícil de limpar. Quando a cabeça do pau dele explodiu, Connor sentiu todo o tesão sair dele, sentindo um prazer e alívio grande, ele gemia. As bolas dele estavam suando e tinham parado de vibrar, ele ponhou o celular encima da messa, desligado. Quando o resto do gozo que sobrou dentro dele começou a escorrer pelo pescoço do seu pau, ele pegou um punhado de papéis em branco que havia na gaveta e limpou tudo antes de chegar nas bolas, antes de alcançar as calças — Ele não gostava quando suas roupas ficavam sujas de porra, era ruim de limprar na hora — Ele limpou tudo e guardou o pau denovo. Quando terminou tudo, ele deu um suspiro e se virou pra Oli: — Terminei — disse com um sorriso risonho pra ele.

Oliveira viu tudo aquilo boquiaberto, meio sem entender. Ele pensou: Ele ficou maluco de vez, não é possível. Afastou os pensamentos.

— Joga esses papéis fora e vai buscar algo pra limprar isso aí, vai logo antes de alguém ver. — Ele ainda não entendia o porquê daquilo. Ele não podia fazer isso em casa? Oli sabia que Connor não era um cara vergonhoso, mas mesmo assim nunca imaginou que ele ficaria tão a vontade. Ele pensou denovo: Eu fui muito legal com ele, ficou folgado. Afastou os pensamentos denovo. Connor saiu pra fazer o que ele disse, ele começou a mexer no computador, torcendo pra niguém aparecer ali antes do Connor limpar aquilo.

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