Oi, gente… Se vocês acompanharam a minha saga “O Negrão Arrombou o Meu Cuzinho”, publicada aqui em sete partes, já sabem como minha vida virou de cabeça pra baixo. Se ainda não leram, recomendo que leiam primeiro, porque senão vocês não vão entender direito a vadia casada, sem limites e completamente viciada em rola preta que eu me tornei.
Depois de tudo que vivi — o Paulo me fodendo pela primeira vez, o trio na minha sala, o pintor Júnior me fudendo na obra, o boteco sujo, os três dias insanos com o Ronaldo e tantas outras aventuras que meu marido Roberto agora filma e incentiva —, eu realmente achei que já tinha chegado no meu limite da putaria.
Mais uma vez, eu estava completamente errada.
Minha amiga Daniela, 26 anos, loira, corpo escultural, patricinha de família rica, ia se casar no sábado com o Lucas, um engenheiro certinho, chato e totalmente sem graça. Eu era uma das madrinhas e fiquei encarregada de organizar a despedida de solteira.
— Quero algo inesquecível, Larissa… mas nada muito louco, tá? — pediu ela, corada de vergonha.
Eu sorri por dentro. “Você não faz ideia do que vai acontecer, Dani.”
Comecei a organizar tudo. Aluguei uma chácara linda e isolada para a quinta-feira inteira. Piscina grande, várias suítes, churrasqueira, área de lazer e total privacidade. Depois liguei pro Paulo:
— Preciso de pelo menos dez negões bem dotados, fortes e sem frescura. A noiva é patricinha virgem de rola grande. Quero destruir ela direitinho.
Paulo riu:
— Deixa comigo, vadia. Vou trazer o Marcelo, o Rafael e mais sete monstros. Vai ser uma farra daquelas.
Na quinta-feira à tarde, chegamos na chácara. Eu, Daniela e mais três amigas: todas bonitas, casadas ou namorando, mas loucas pra extravasar. Assim que os carros dos caras chegaram, o clima mudou. Dez negões altos, musculosos, alguns bem escuros, outros mulatos, todos com volume impressionante na bermuda.
As meninas ficaram boquiabertas. Daniela apertou meu braço, vermelha como um tomate:
— Larissa… você é louca! Eu vou me casar… não posso fazer isso…
— Relaxa, noivinha… hoje você vai virar uma puta de verdade. No sábado casa com o Lucas, mas hoje é nosso dia. Ninguém nunca vai saber.
A festa começou leve: drinks coloridos, música alta, risadas e muita provocação. Eu fui a primeira a tirar o shortinho jeans e ficar só de biquíni fio-dental branco. Logo as outras seguiram. Os caras já estavam sem camisa, exibindo os corpos definidos.
O Paulo veio direto pra mim. Me agarrou pela cintura, me prensou contra a parede da varanda e enfiou a mão grossa dentro da minha calcinha, sentindo minha buceta já encharcada.
— Saudade dessa bucetinha gulosa que aperta minha rola — rosnou ele no meu ouvido, enfiando dois dedos fundo.
— Saudade desse pauzão que me arromba — respondi gemendo, rebolando contra a mão dele.
Em poucos minutos a chácara virou um puteiro a céu aberto.
Eu fiquei de joelhos na beira da piscina, chupando o Paulo e o Marcelo ao mesmo tempo. Lambia um, chupava o outro, babava inteira, olhando pras minhas amigas enquanto gemia:
— Olha isso, meninas… dois paus pretos enormes… vem experimentar.
A Daniela estava sendo devorada por dois negões. Um chupava seus peitos com força, mordendo os bicos rosados, o outro enfiava dois dedos grossos na bucetinha depiladinha dela. Ela gemia baixinho, envergonhada, tentando se cobrir:
— Ai meu Deus… eu vou me casar… isso é errado… para…
Eu ri alto e gritei pra ela:
— Goza, Dani! Goza no dedo dele! Mostra pra gente como você é safada por baixo dessa carinha de boa moça!
O negão tirou os dedos molhados e brilhantes e enfiou o pau grosso nela de uma vez. Daniela soltou um grito longo, misturado de dor e prazer, os olhos arregalados.
— Aaaaihh… tá muito grande… vai rasgar… por favor devagar… gritava a Dani.
Mas o cara não teve pena. Começou a meter forte, segurando na cintura fina dela. Aos poucos, os gemidos de dor viraram gemidos de prazer. Daniela começou a rebolar contra ele, mordendo o lábio.
— Isso… assim… mais fundo… — murmurou ela, quase sem acreditar no que estava dizendo.
Eu assistia tudo excitada, enquanto cavalgava o Paulo na espreguiçadeira, minha buceta molhada fazendo barulho alto.
A noite avançou. Trocamos de parceiros várias vezes. Colocamos a Daniela no centro da sala, de quatro, e fizemos uma roda em volta dela. Cada uma das amigas segurava um negão e enfiava o pau na boca dela. Eu segurava a cabeça da Daniela com firmeza e forçava o pau do Paulo fundo na garganta dela:
— Chupa, noivinha… engole tudo. Sente o gosto de rola preta de verdade. O Lucas nunca vai te dar isso.
Daniela babava, lágrimas escorrendo, mas chupava com cada vez mais vontade. O corpo dela tremia. Ela gozou várias vezes só de ser usada assim, os olhos revirando de prazer.
Em determinado momento, eu e as meninas seguramos a Daniela de pernas bem abertas na mesa da varanda. Cinco negões se revezaram nela. Um na buceta, outro no cu, outro na boca. Ela tremia inteira, gozando sem parar, gritando rouca:
— Eu sou uma puta… eu sou uma vadia… me enche de porra… me arromba!
Eu filmava tudo com o celular e mandava pra Roberto:
— Olha o que sua esposa organizou, amor. A noiva está sendo destruída direitinho.
A madrugada foi ainda mais pesada. Fizemos dupla penetração na Daniela várias vezes. Dois paus enormes entrando ao mesmo tempo na buceta e no cu dela. Ela gritava de prazer, o corpo todo suado e brilhando:
— Mais… me fode mais… eu quero mais rola preta…
Eu mesma fui comida por três caras ao mesmo tempo numa das suítes. Um no cu e outra na buceta, e um na boca batendo punheta no meu rosto. O cheiro de sexo, porra, suor e perfume misturado dominava tudo. O chão estava melado, as meninas gemiam insanas, os corpos marcados de tapas e porra.
Alessandra, a casada, foi uma das mais vagabundas. Um negão alto a colocou de quatro no gramado e começou a meter nela com força. Ela gemia alto:
— Ai caralho… é muito maior que o do meu marido…
Beatriz e Camila também foram sendo devoradas. Mas o foco maior era na noiva Daniela.
— Aaaaiiihhhh!!! — Daniela gritou quando os dois paus entraram ao mesmo tempo nos seus buracos inferiores. — Tá muito grande… tá me rasgando… ai meu Deus!
Os dois começaram a meter com força, sincronizados. O pau da frente entrava na buceta, o de trás arrombava o cu, enquanto o terceiro fodia sua boca. Daniela tremia inteira, lágrimas escorrendo, mas o corpo traía ela — rebolava, chupava com vontade, gozando sem parar.
— Isso, noivinha… toma rola nos três buracos! — eu provocava, filmando. — Amanhã você vai beijar o Lucas com essa mesma boca cheia de porra preta.
Daniela não conseguia mais falar. Só gemia abafado, o corpo sendo sacudido pelas estocadas brutais. Os três negões aceleraram, batendo forte. Quando gozaram, encheram a buceta, o cu e a garganta dela ao mesmo tempo. Porra escorrendo pelos cantos da boca, pingando da buceta e do cu arrombado.
Ela ficou caída no colchão, ofegante, destruída, com um sorriso bobo no rosto:
— Eu… eu nunca senti isso… meu Deus…
Eu beijei a testa dela e sussurrei:
— Bem-vinda ao clube, Dani.
O resto da noite foi ainda mais pesado, já na madrugada de sexta. A noite avançou selvagem. Depois de várias rodadas, decidimos intensificar tudo. Colocamos a Daniela no centro da sala grande, sobre um colchão que arrastamos para lá. Ela já estava suada, vermelha, com os cabelos loiros grudados no rosto, os olhos vidrados de tesão e um pouco de medo.
— Por favor… devagar… — murmurou ela, ainda tentando manter um resquício de decência.
Eu ri, segurei o rosto dela e falei bem perto:
— Hoje não tem devagar, noivinha. Hoje você vai sentir o que é ser arrombada de verdade.
Dois negões enormes se posicionaram. Um era o Paulo, com sua rola grossa de 25cm. O outro era um dos monstros que ele trouxe, ainda maior, com uma cabeça roxa inchada. Eles cuspiram bastante nas mãos e começaram a trabalhar o cu e a buceta dela ao mesmo tempo.
Daniela arregalou os olhos quando sentiu as duas cabeças grossas pressionando contra seus buracos.
— Não… não vai caber os dois… tá muito grande… ai meu Deus…
— Relaxa, Dani… abre esse cuzinho pra eles — eu disse, segurando as coxas dela bem abertas.
O primeiro pau (do Paulo) forçou a entrada do cu dela. Daniela soltou um grito agudo, o corpo tremendo inteiro. Aos poucos ele foi entrando, centímetro por centímetro, abrindo o cuzinho apertado dela. Quando estava quase todo dentro, o segundo negão posicionou a cabeça enorme na buceta encharcada e empurrou com força.
— Aaaaaaiiiiihhhhh!!! — Daniela gritou alto, o corpo inteiro se contorcendo. — Tá rasgando… tá me abrindo toda… por favor… é muito grosso…
Os dois paus entraram juntos, esticando os dois buracos dela ao limite. A visão era insana: a bucetinha e o cuzinho da noiva patricinha completamente arrombados por duas rolas pretas enormes. Eles começaram a meter sincronizados, forte, fundo, batendo os sacos pesados contra ela.
— Isso… toma as duas rolas, noivinha safada! — rosnava o Paulo, segurando a cintura dela.
— Tá sentindo, Dani? Tá sentindo como sua buceta e seu cu estão sendo destruídos? — eu provocava, gravando tudo. — Amanhã você vai casar com o Lucas toda arrombada…
Daniela não conseguia mais falar direito. Só gemia, babava e chorava de prazer. O corpo dela tremia violentamente. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem forte.
— Mais… por favor… mais forte… me arromba… eu sou uma puta… — ela começou a implorar, completamente entregue.
Eu me aproximei e segurei a cabeça dela, enfiando meus peitos na boca dela enquanto os dois negões aceleravam o ritmo. Os barulhos molhados eram altos, obscenos. Porra escorrendo, os dois paus entrando e saindo dos buracos esticados dela.
Eles meteram assim por quase vinte minutos, alternando velocidade e força. Daniela gozou várias vezes seguidas, o corpo convulsionando, squirting um pouco na mesa.
Quando eles estavam perto de gozar, eu ordenei:
— Enchem ela! Enchem a noiva de porra grossa!
Os dois negões enterraram tudo ao mesmo tempo e gozaram com força. Jatos quentes, abundantes, enchendo o útero e o intestino dela. Quando tiraram os paus, a buceta e o cu da Daniela ficaram abertos, piscando, escorrendo porra branca grossa sem parar.
Ela ficou ali, deitada, ofegante, destruída, com um sorriso bobo no rosto.
— Eu… eu nunca senti isso… — murmurou ela, ainda tremendo.
Eu beijei a testa dela e sussurrei:
— Bem-vinda ao clube das vadias casadas, Dani.
Quando o sol nasceu, todas nós estávamos destruídas, felizes, viciadas e completamente marcadas.
No sábado à tarde, eu estava na igreja, de madrinha, toda arrumada, maquiada, sorrindo ao lado da Daniela. Ela estava linda no vestido branco, radiante. Quando o Lucas chegou e a beijou no altar, eu não consegui parar de sorrir por dentro.
“Se ele soubesse que ontem à noite essa boca que ele está beijando chupou dez paus pretos… Se ele soubesse que essa bucetinha que ele vai comer hoje à noite ainda está inchada, vermelha e cheia de porra de negão… será que ele casaria mesmo?”
Daniela olhou pra mim durante a cerimônia. Troquei um olhar cúmplice e safado com ela. Ela sorriu levemente, corada, apertando as coxas por baixo do vestido.
Depois da festa, recebi uma mensagem dela:
Daniela: “Larissa… eu nunca vou esquecer. Obrigada. Foi a melhor despedida do mundo. Mas agora eu sou uma esposa… (por enquanto ...)”
Eu respondi sorrindo:
Eu: “Sempre que quiser repetir, é só chamar. Sua vadia interna já acordou e não vai voltar a dormir.”
E a vida continua.
Eu sigo sendo a hotwife sem limites. Roberto segue filmando e curtindo. E a Daniela… bom, ela agora sabe exatamente o gosto da rola preta.
