Dionísio chamou suas irmãs até a sala. Quando ele as chamava, elas tinham que parar tudo o que estavam fazendo para atendê-lo. Era hora do banho; ele sempre tomava banho junto com suas irmãs.
— Isadora, encha a banheira!
Elas encheram a banheira. Dionísio deitou-se nela, relaxando. Em seguida, apoiou uma das pernas na borda e pediu que suas irmãs lavassem seus pés sujos. Enquanto Isadora os lavava, ele chamou sua irmã mais nova para entrar na banheira.
— Tire a roupa e entre na banheira.
Isabelle se despiu e entrou na banheira.
— Fique em pé e aproxime-se de mim... Agora erga uma das pernas na borda da banheira, isso, assim... Aproxime mais essa buceta para que eu possa vê-la de mais perto.
— Assim, irmão? — disse ela, aproximando a vagina do rosto de Dionísio.
Dionísio contemplou aquela grande vagina bem à sua frente. No entanto, algo o incomodava.
— Desde quando você deixou de se depilar?
— Desde que fiz dezoito anos, meu irmão. Depois que os pelos cresceram, nunca pensei em me depilar... Mas o que foi? Não gostou?
— Não é que eu não goste de buceta cabeluda. Eu adoro o bucetão cabeludo de Isadora. Só que, às vezes, é bom variar. Agora está decidido: você ficará com a buceta depilada.
Dionísio pegou os cremes, passou-os sobre aqueles enormes pelos negros e, em seguida, passou a lâmina de barbear, raspando os pelos da buceta. Por fim, jogou água no local, deixando tudo limpo.
— Agora sim, está bem melhor. Consigo ver nitidamente sua buceta — disse ele, contemplando-a, com os lábios grandes e inchados.
— Fico feliz que tenha gostado assim, irmão.
Dionísio passou a mão pela bunda de Isabella, descendo pela parte inferior e subindo até encontrar o pequeno ânus, que se contraía timidamente. Sua mão continuou o caminho até tocar a vagina, afastando os grandes lábios e observando-a úmida. Em seguida, aproximou o rosto, sentindo mais de perto o cheiro dela.
— Venha mais perto do meu rosto... Quero sentir tudo...
Isabelle se equilibrou, segurando a cabeça dele, até encostar a vagina em seu rosto. Dionísio começou a chupar sua cona, lambuzando-se todo daquela xoxota.
— Aaaaahhh... Dionísio... Não para, está gostoso... — disse ela, sentindo a chupada em seu clitóris.
Isadora ainda continuava lavando os pés do irmão enquanto observava a cena na banheira. Excitada, seus mamilos começaram a ficar duros sob a blusa apertada.
— Irmão, eu também quero participar — disse Isadora.
Dionísio parou de chupar a buceta de Isabella para falar.
— Cala a boca. Você vai ficar de fora, lavando o meu pé. Não atrapalhe. — Então voltou a chupá-la.
— Desculpe, irmão. Vou continuar limpando seu pé sujo. — disse Isadora, continuando a lavar o pé de Dionísio.
Isabelle deu um enorme grito ao sentir a dedada no cu.
— Aaaaahhhh, Dionísio! O que é isso?
— Ora, nunca levou uma dedada no cu?
— Nunca. Você sabe que eu não gosto de enfiar nada no meu cu.
— Deixa de bobagem. Não há nada melhor do que meter o dedo no cu.
Dionísio continuou a meter os dedos no cuzinho de Isabelle enquanto chupava sua buceta. Enfiou um, dois, três; logo estava com o dedo inteiro dentro do cu de Isabelle.
— Oh, não... Para, Dionísio... Está doendo...
Ele só não enfiou a mão inteira naquele cu porque ela acabou se desequilibrando e caindo na banheira, batendo a cabeça na borda.
— Aiiii... Minha cabeça...
— Irmã, se machucou? — perguntou Isadora, preocupada.
— Estou bem, não foi nada... — disse ela, tentando se recuperar.
Isadora viu a frustração do irmão e tentou animá-lo. Tirou a saia e entrou na banheira, virando a bunda para ele.
— Irmão, se quiser, pode brincar com o meu cu!
Dionísio viu aquela enorme bunda morena diante de seu rosto. Segurou firme uma das nádegas, abrindo aquelas colinas de carne para revelar um enorme cu. O cu de Isadora era diferente do de Isabella. Sua irmã mais velha tinha muito mais experiência; já estava bastante desgastado pelos muitos anos de prática.
— Adoro quando você elogia o meu cuzinho, irmão!
— Cuzinho, não. Um cuzão!
Dionísio enfiou o rosto naquele cuzão, passando a língua e chupando. Isadora caiu de joelhos na banheira, sentindo aquela chupada. Ele puxou ainda mais a bunda dela para ver melhor o orifício, que não parava de piscar. Passou a língua...
Depois de tanto chupar, ele se levantou, erguendo aquele enorme mastro duro e ereto.
— Olhe para mim e contemple o meu pau. O que acha dele?
— Muito legal, irmão. — disse Isadora.
— Que diabo de elogio é esse?
Isadora acrescentou algo a mais em seus elogios:
— Caralho, Dionisio, esse pau é uma obra de arte. Grossão, veioso, a cabeça brilhando, inchado de tanto sangue. Parece que vai estourar a pele. Dá vontade de lamber cada centímetro, sentir o peso na mão, o cheiro dessa pica gostosa. É um pau de deus, irmão. Um pau que merece ser adorado, chupado até não aguentar mais. Um pau que faz qualquer uma babar só de olhar.
— É... Gostei! Por causa disso, você ganhou. Pode pegar no meu pau.
Isadora segurou firme o cacete duro do irmão. Animada, acabou se empolgando e tentou chupá-lo. Mas, como Dionísio adorava estar no controle de tudo, puxou a cabeça dela para longe de sua pica.
— Nada disso. Não mandei você chupar, só mandei segurar.
— Foi mal, meu irmão. O cheiro tava tão forte que eu acabei me avexando. — disse ela com a voz doce, o sotaque nordestino.
Dionisio virou-se para a outra irmã, ainda deitada na banheira.
— Isabelle, quero que se masturbe olhando para a gente.
— Sim, meu irmão.
Isabelle abriu as pernas e pôs a mão na buceta, esfregando o clitóris duro.
— Agora, Isadora, pegue a esponja e lave o meu pênis!
Isadora pôs-se a lavar o membro de Dionísio, deixando o cacete bem limpinho.
Isadora pegou a esponja, ensaboou com cuidado e começou a passar pelo pênis de Dionísio, os dedos tremendo de tesão. A água escorria pelo corpo dele enquanto ela esfregava devagar, com movimento circular na cabeça, descendo até os testículos, deixando tudo limpo. A cada passada, o cheiro de sabonete misturava com o odor forte da pica, e ela não resistia: de vez em quando, encostava o nariz e inalava fundo, gemendo baixinho.
— Tá ficando limpo, irmão... — murmurou, a voz rouca. — Mas eu juro que tô com vontade de sujar com a minha boca. — A esponja escorregava, e ela aproveitava para apertar um pouco o membro, sentindo a dureza sob os dedos. — Tão grosso... tão quente... — Isadora não tirava os olhos do pau, lambendo os lábios a cada movimento.
— Já falei, apenas para lavar o meu pau!
— Vai, irmão, só uma chupadinha, uma mamadinha! — disse ela, fazendo uma carinha de coitadinha, como se aquilo fosse convencê-lo.
— Nada disso, não quero boquete!
Dionísio fazia aquilo não porque não quisesse um boquete daquela boca canuda da irmã, mas porque adorava vê-la implorar pelo seu pênis. E, como punição, ele reprimia aqueles desejos dela apenas pelo seu bel-prazer.
Enquanto isso Isabelle explodia de orgasmo naquela masturbação intensa, suas pernas tremendo toda, e os dedos acelerando freneticamente em seu clitóris.
— Aaaaahhhh foi melhor gozada... — disse ela relaxando na banheira.
Aquele banho familiar tinha acabado. Dionísio saiu e suas irmãs enxugaram seu corpo, depois vestiu a cueca dele e as roupas. Saíram e apagaram a luz do banheiro.