Hoje é Dia dos Namorados. Tomei um banho demorado, me depilei todinha, fiz hidratação no cabelo — um banho premium. Me arrumei de forma sutil e bem perfumada para receber meu macho, depois de um dia cansativo no trabalho. A gente não comemora o Dia dos Namorados; eu só ganhei presentes no início do namoro, naquela fase da conquista. Depois que eu já estava caidinha por ele, totalmente entregue e submissa, ele não tinha mais o porquê de querer me conquistar. Meu maior presente era ter sua presença em casa, saber que ele escolheu a mim para dar prazer a ele e não uma puta qualquer na rua. Saber que naquele dia ele viria do trabalho direto para casa para me usar era meu maior presente; por isso eu me esforçava para ser cada dia melhor e fazer tudo que ele queria, como uma verdadeira esposa deve sempre fazer.
Hugo chegou em casa irritado, para variar. O trabalho era cansativo, exaustivo e o deixava de mau humor. Eu, para variar, estava pronta como sempre para recebê-lo e fazê-lo relaxar após um dia cansativo de trabalho; afinal, esse é meu papel e minha obrigação como esposa: servir ao meu marido e estar sempre pronta para ele.
Quando ele chegou, eu já estava na sala esperando por ele, com meu vestido curto de alcinha, florido, perfumada e sem lingerie por baixo — assim eram as regras da casa. Cabelo escovado, macio e perfumado; uma maquiagem suave e bem sutil, nada exagerado, natural. O vestido marcava minhas curvas e o decote destacava ainda mais o meu peito, totalmente natural. Não sou uma mulher magra, mas tenho o que importa: peito e bunda para satisfazer meu macho!
Ele chega irritado, abre a porta e me olha com seu olhar irritado. Senta-se na poltrona; eu chego perto dele e dou um beijo em sua boca, um selinho.
— Boa tarde, meu senhor. — Ele não me responde.
Me ajoelho em sua frente e começo a tirar os sapatos e suas meias. Faço uma massagem em seus pés e ele começa a gemer baixinho, dando sinal de que está gostando e começando a relaxar. Me abaixo e beijo seus pés, olho para cima e já vejo o volume em suas calças. Vou até lá e começo a me esfregar no seu pau, por cima da calça, com muita fome. Ele levanta meu rosto e me dá um tapa, mandando-me fazer meu serviço direito. Então, eu abro o zíper e retiro seu pau para fora. Ele tem um cheiro forte, um cheiro de macho, uma mistura de suor com xixi; esse cheiro me deixa louca, no cio, como uma cadela. Eu podia ficar horas ali sentindo aquele cheiro, mas preciso fazer meu serviço e dar prazer ao meu macho antes que ele fique ainda mais irritado. Caio com tudo em cima daquele pau, desço até suas bolas, deixo seu pau bem babado até ele gozar com força na minha boca e eu, como uma boa submissa, bebo tudo, até a última gota.
Hugo levanta da poltrona e vai para o banheiro. Eu vou para a cozinha, onde é meu lugar, terminar de preparar o jantar. De repente, Hugo me chama e eu vou até o banheiro. Ele está sentado no vaso sanitário e o cheiro está bem forte lá dentro; nitidamente, dá para entender que ele fez cocô, mas não digo nada. Então ele me olha e fala:
— Sabia que eu tenho um presente especial para você de Dia dos Namorados? Algo que eu sempre quis te dar, sempre te imaginei fazendo e acho que hoje é o dia perfeito para isso!
Eu já fico com receio, imaginando o que poderia ser; coisa boa, com certeza não era… Então ele complementa em seguida:
— Hoje vou te dar a honra de limpar meu cu com sua língua! Não está feliz? Você sabe a honra que é isso para uma mulher? Eu ter te escolhido, dentre tantas putas, para limpar minha bunda? Acho que já está mais que na hora de acabar com esse mimimi aqui em casa e você fazer seu serviço por completo; afinal, sou eu que sustento essa casa e você tem a obrigação de fazer tudo que eu quero! Vem aqui, sua vadia, aproveita teu presente. Está bem sujo e eu quero que você limpe direitinho, com bastante calma, sem pressa… Aprecie seu presente, curta o momento.
Eu sabia que esse dia chegaria algum dia. Já estava acostumada a lamber seu cu sujo e suado, mas cheio de merda, logo depois de evacuar, isso eu nunca tinha feito. Mas não tinha como dizer não, né? Ele é meu macho, sou apaixonada por ele e, se ele não ganhar o que quer em casa, vai procurar na rua, e eu não posso perder meu homem. Como uma boa esposa submissa, eu tenho a obrigação de fazer isso e tudo mais que ele quiser. Então eu não questiono, só dou um sorriso e agradeço esse presente.
Me ajoelho em sua frente; ele está com o pau duro. Começo a chupar ele, ainda sentado no vaso, e sinto o cheiro forte vindo da privada, mas tento me concentrar em seu pau e fico repetindo a mim mesma que é minha obrigação servir ao meu marido. Ele se levanta, coloca uma das pernas em cima da privada para facilitar meu acesso ao seu cu e me manda começar. Então eu chego mais próximo e coloco a língua, ainda meio tímida. O cheiro está mais forte, mas, como uma boa cadela, começo a lamber seu cu com vontade, engolindo tudo e deixando bem limpinho. Ver ele gemendo de prazer me dá ainda mais prazer. Mesmo depois de já ter lambido tudo, continuo lambendo até ele mandar parar ou então gozar. Ele me xinga de tudo que é nome e diz que sou um lixo mesmo por aceitar lamber a merda dele. Ele goza no chão do banheiro enquanto eu estava com a língua no seu cu; me abaixo e começo a lamber o chão, limpando todo o gozo do meu macho. Ele observa e diz que eu sou uma boa esposa, entra no box do banheiro e me manda voltar para a cozinha e terminar o jantar, pois está com fome.
Eu agradeço pelo presente maravilhoso de Dia dos Namorados, escovo meus dentes e volto para meu lugar, na cozinha, para terminar a janta do meu marido e senhor, como deve ser.