Laura, a mãe do meu vizinho - Parte 3

Um conto erótico de Luan
Categoria: Heterossexual
Contém 2238 palavras
Data: 09/06/2026 10:50:18

Fala, pessoal. Beleza?

Esse conto é a continuação de "Laura, a mãe do meu vizinho - Parte 2".

Para melhor entendimento e contextualização, que não serão repetidos nesse conto, recomendo a leitura dos contos da série "Laura, a mãe do meu vizinho!". Caso tenham interesse, também tenho uma série de contos com uma ex-professora minha, Sílvia. Basta verificar a série "Professora Sílvia". Ambas as séries estão acessíveis ao clicar no meu perfil. Se puderem, deixem estrelinha e comentários nos meus contos. O feedback é sempre bem-vindo.

Vamos ao conto?

Bom, depois de nossa segunda transa eu finalmente retirei minha roupa por completo (Laura estava peladinha em pelos!) e a conduzi para um banho a dois, na suíte do quarto de Caio, seu filho. Para quem já tinha feito o que fizemos, aquilo não seria nada rsrsrsrs.

Entramos juntos no chuveiro, agora ambos pelados. Laura me abraçava o tempo todo. E eu imagino o motivo: eu também estava adorando sentir nossas peles juntas. Trocamos muitos beijos embaixo do chuveiro, como se fôssemos dois namorados. Laura sussurrava:

"Você é uma delícia, Luan! Que perdição!"

Eu retribuía os elogios, agora mantendo brevemente a postura de quando nos conhecemos, apenas para dar um charme:

"A senhorita que é uma delícia, Laura. Que pele gostosa, que mulher charmosa, que elegância, que sexualidade!"

Laura parecia não acreditar, mas se divertia:

"Adoro quando me chama de senhorita. Me lembra que sou uma mulher madura, nos braços de um jovem com idade para ser meu filho. Pior, sendo amigo dele. É mais absurdo ainda, na cama dele, no banheiro dele. Isso tudo, sabe-se lá o porquê, me dá ainda mais tesão. Mas acredito que para você é mais o enredo."

Eu entendia uma certa insegurança vinda de sua parte, até pelo que já expliquei nos contos anteriores. Mas eu tratava com naturalidade:

"O enredo é o tempero final da nossa química. Antes de ser mãe de um amigo meu, você é muito gostosa, Laura. Olha isso!"

Falei enquanto a virava de costas para mim, passando a mão em sua bunda e dando alguns tapinhas naquela gostosura. Ela, por ser magrinha, tinha uma bundinha onde cada banda cabia na palma da minha mão. E eu, por ser alto, 1.86m, possuo mãos grandes, o que acabava por apalpa-la com muita imposição. Ela sorria e dava gritinhos contidos. E eu a provocava:

"E o que a fez se entregar a um jovem amigo do seu filho, a fazer tudo o que ele quer fazer com a senhorita? Mesmo as coisas mais sacanas"

Laura respondia gemendo baixo, enquanto eu a abraçava por trás, com uma mão agora acariciando seu peito e revezando com pequenas seguradas em seu pescoço, enquanto a outra começava a acariciar seu grelinho, comigo fungando em seu ouvido:

"Falar que você é lindo é chover no molhado. Você é atraente, envolvente, gostoso. Sabe conduzir uma mulher. Me entendeu como ninguém, me respeitou fora da cama, me tratou com perversidade dentro dela. É discreto, apesar de canalha. E toda a sua sinceridade ao expor as aventuras de que você gosta, de forma natural, como se fosse a pessoa em quem você mais confia, me despertou uma curiosidade prática, pois teórica eu já tive. Não vou negar, sou casada há muitos anos. Bate uma curiosidade em saber como seria com outra pessoa. Ainda mais casada com um marido muito tradicional, sem muita atitude. Mas nunca fui à prática. Mas tudo conspirou para eu estar aqui, com você me pegando por trás, quase me fazendo gozar com seu dedo na minha bucetinha!"

Peguei um sabonete com a mão que passava por seus peitos enquanto a ouvia. Comecei a ensaboar seus mamilos sem parar de tocá-la. Enquanto ela falava, eu beijava seu pescoço, gemendo ouvindo tudo aquilo:

"Eu estou adorando tudo isso, Laura. Vou fazer você sair daqui uma outra mulher!"

Ela se entregava:

"Eu já sou uma outra mulher. Você abriu as portas da safadeza que existia em mim e eu não sabia. Culpa sua, Luan! Culpa sua! Olha o que você faz...estou quase gozando. Ahhhhh, que delícia, meu amor. Que delícia, meu homem!"

Falei firme:

"TEU MACHO!"

Ela entendeu perfeitamente:

"MEU MACHO! E que macho! Apesar de novo, experiente e safado. Não respeita ninguém, marido, filho, nada. Ai, minha bucetinha, amor!"

Eu sorria urrando em seu ouvido:

"Goza, cachorra! Goza pra mim, mamãezinha safada!"

Laura estava quase em transe:

"Eu vou gozar, Luan. Seu macho safado!"

Eu subia o tom:

"Quero ver, por que está só começando. Goza pra mim, que eu estou mandando!"

Laura parecia que estava descobrindo o prazer do diálogo sujo:

"Mandão safado! Você manda e eu obedeço, né? Gostoso! Esfrega mais forte que eu vou gozar, amor!"

Então, eu intensifiquei ainda mais, esfregando e metendo um, dois dedos em sua bucetinha. Laura se tremia toda, rebolava, gemia baixo, de olhos fechados. Com a boca em seu ouvido eu falava:

"Goza, Laurinha! Goza na mão do amigo do teu filhinho. Esse que não respeita ninguém. Anda, faz o que eu estou te mandando. Vai! Se não, eu não te como mais!"

Ela enlouqueceu:

"EU VOU GOZAAAAR! Ai, Luan! Ai! Por favor, come sim. Sempre que você quiser, na hora que você quiser. Não me negue. Eu sou sua, amor. Sua! Quero você todo, safado. Quero saber todas as suas experiências! Vou gozar!"

Me surpreendi com aquilo, mesmo tendo tantas histórias proibidas:

"Não vou contar todas, pois perdi as contas de quantas casadinhas safadas como você eu já comi, quantos cornos eu já fiz. Mas as mais safadas eu te conto, comendo você ao mesmo tempo. Mas agora goza!"

Antes que ela pudesse responder eu falei mais alto, firme: "VAI, CARALHO!"

Laura entrou em transe, gozou gostoso. Ela gemia alto, mantinha os olhos fechados. Arqueava o corpo para frente, para trás. Passava as mãos no meu pescoço. Parecia estar em outro mundo. Ficou uns 3 minutos ofegante. Até que se virou para mim, me beijou ardentemente e soltou sem pensar:

"Eu te amo, seu safado!"

Eu sorri e soltei:

"Eu sei"

Ela sorriu de volta e completou:

"Você se acha, né? Delicia! Também pudera: que homem gostoso! Eu preciso te retribuir!"

Se abaixou imediatamente na minha frente e começou a me pagar um boquete sensacional. Para quem era inexperiente, ela estava indo muito bem. Então, a questionei:

"Você mama muito gostoso, Laura! Como melhorou tanto assim em uma semana?"

Laura, por ser psicóloga e ter uma cabeça evoluída, entendia muito rápido as situações, ambientes. Sua leitura das coisas era muito eficiente. Então, respondeu, colocando meu pau inteiro na boca em seguida:

"Uma semana é muito tempo para aprender algo que se quer muito. Especialmente para te agradar."

Ela sentia prazer em tentar agradar, em ser submissa. Ela entendeu isso também da minha parte, por tudo o que conversamos anteriormente. Sentia também que gostava do jogo da provocação. Por isso, quando perguntei:

"Ah, é? E como aprendeu rápido assim?"

Ela respondeu provocando:

"Não fiquei em silêncio uma semana à toa!"

Fiquei maluco com aquilo. Então, a levantei, dei um beijo de língua nela, um tapinha de leve em seu rosto (que eu achei que ela fosse reclamar, mas sempre fazia isso quando estava com muito tesão), desliguei o chuveiro e disse:

"Chega! Hora de te mostrar quem manda aqui!"

Então, Laura foi rápida:

"Quero ver, meu macho!"

A tirei do chuveiro, levei para frente do espelho, que limpei com uma toalha para poder nos assistir, apoiando suas mãos na pia, e fora de si eu dei uma cuspida no meu pau. Mas de forma que ela pudesse ver, o que de fato aconteceu, mas sem nenhuma expressão de reprovação, apenas um sorriso. Dessa vez eu estava mais selvagem, ignorando toda sua pompa de madame bem educada, então empurrei meu pau de uma vez. Laura recebeu tudo com uma exclamação sorrindo:

"Ai, amor! Assim você me rasga!"

Eu comecei a meter firme naquela mulher. Enquanto, por cima de seus ombros, eu assistia nossa foda. Laura me olhava no fundo dos olhos através do espelho, gemia e me dizia:

"Olha o que você faz comigo, Luan! Uma mãe de família, nessa luxúria na casa do próprio filho!"

Eu metia respondendo:

"E você gosta, não é?"

Laura, gemendo:

"Não gosto! AMO! Não me pergunte por que, mas eu estou amando tudo isso, Luan. Amo você, seu pau, sua pegada, suas histórias, seu jeito. Se fosse para trair, eu teria que fazer com um homem mais certinho. Mas não, fiz com um cachorro como você!"

Eu sorria orgulhoso e respondia, lhe dando tapas na bunda:

"Por isso você ama! Homem 'certinho' você já tem aquele corno do teu marido! Só esse cachorro para te entregar o prazer que uma vadia como você merece!"

Laura sabe que além de toda nossa safadeza, meu pacote fora da cama é tão bom quanto: eu sou tranquilo, educado, discreto, respeitoso. Apesar de termos nossas diferenças, afinal, Laura vem de uma família muito rica, elas se restringem a isso. Temos boa conversa, química. Tanto que nos damos muito bem. Parece que isso a fazia se sentir muito confortável para se soltar na cama comigo. Então, ela reagia:

"É, seu puto? Como vou voltar para o corno depois de tudo que você fez comigo?"

O papo esquentava:

"Do mesmo jeito que você veio, só que agora bem comida e gamada nesse macho aqui! Quando trepar com ele, basta pensar em mim!"

Ela fechou o olho, jogou sua cabeça para trás e acariciou meus cabelos. Eu senti que estava próxima de gozar, quando ela me falou:

"Apaixonada, amor! Muito apaixonada nessa pica, em você! Acaba comigo, vai! Me faz voltar uma vadia safada!"

Então, eu confessei:

"Vou fazer você voltar mais que uma vadia safada, pois até esse cu virgem eu vou comer!"

Laura abriu os olhos, me olhou e perguntou:

"Como sabe que é virgem?"

Então, fazendo a cara mais ordinária do mundo, eu respondi:

"E por acaso teu marido é competente para isso? Eu sinto cheiro de mulher mal comida!"

Ela gemeu alto, voltando a fechar os olhos e jogar as mãos pra trás, acariciando novamente meus cabelos:

"Não, amor! Não é competente para isso. Sorte sua, que vai ser o primeiro a comer esse cuzinho."

Fiz logo questão de frisar:

"Primeiro e único!"

Ela reforçou:

"Primeiro e único, meu bem! Primeiro e único! Só você tem meu cuzinho. E só você me tem assim, depravada. Mete, vai bebê! Mete na mulher daquele incompetente, mete!"

Como me confidenciou posteriomente, nossas transas era a forma com que Laura encontrou o prazer verdadeiro, puro, já que não atendíamos às regras convencionais da sociedade como casal. Ou seja, não havia interesses secundários que não fossem aqueles que envolvem um casal genuíno. Mas também era um local em que ela poderia extravasar, deixa as formalidades, tão presentes em sua vida desde o nascimento, de lado e ser um pouco mais livre.

Como meu rosto já estava colado ao seu, a pegando por trás, com ela gemendo no meu ouvido, eu a peguei pelos cabelos, e meti forte, massageando seus peitos:

"Toma, pica do teu bebê. Toma, Laura! Toma!"

"Me da, amor! Da pica pra tua mulher, tua piranha. Mete, bebê! Mete na mamãe, mete!"

Eu estava adorando a nova Laura:

"Safada, cachorra. Toma essa rola que vai te comer muito ainda. Toma, sua mamãezinha safada! Toma o que aquele incompetente não te dá! Sua gostosa, piranha. Toma pau!"

Laura estava adorando o show verbal:

"Ai, amor. Assim você acaba comigo. Eu vou gozar novamente. Vai, bebê. Da pica para a mulher daquele corno safado. Da, mostra pra mim como ele é incompetente. Agora eu sou sua, faço parte desse novo mundo. Me mostra tudo. Mete tudo, até o talo. Faz essa madame gozar como uma vagabunda!"

Com meu corpo escostado no dela, as duas bocas próximas, eu metia forte apenas mexendo o quadril. Ainda a puxando pelos cabelos, com a mão que acariciava seus peitos eu comecei a bater em sua cara. Primeiro de leve, até que ela "reclamou":

"Bate mais forte, bebê! Bate que nem homem!"

"A madame quer apanhar, é? Então, toma!"

Cada metida era um tapa:

"Quero! Cheguei até aqui, não vou economizar. Bate na madame, bate, amor. Bate! Mete e me bate para eu gozar nesse cacetão de respeito. Isso que é homem! Mete, que eu vou gozar!"

Eu estava quase gozando também:

"Toma, Laura. Toma nessa buceta a pica do teu bebê. Goza nessa pica que eu vou gozar com você!"

Ela, sem acreditar, anunciou:

"SÉRIO? Então vem, bebê! Me da teu leite, goza na minha bucetinha que eu estou gozando agora. Vai, meu amor! Goza! Enche a tua madame de leite! Goza na mamãe, goza, meu gato. Eu estou gozando, amor. Estou gozando! Ahhhh, aiiiiiiii! Que tesão!"

Ao mesmo tempo eu gozava:

"Toma, Lauraaaaa! Toma esse leite na tua buceta, amor! Toma, sua vadia gostosa! Toma, caralhooooo! Uhhhhhhhhh, ohhhhhhh!"

Gozamos juntos mais uma vez. O espelho já estava embaçado novamente com nossos gemidos, sussurros. Surpreendentemente Laura se abaixou, e disse:

"Vamos ter que voltar para o banho. Mas antes deixe-me limpar com a boca o resto da nossa putaria!"

Laura abocanhou o meu pau mais uma vez e o deixou limpinho. Por fim, como ela mesma disse, voltamos para o banho. O resto fica para depois.

Mais uma vez, espero que tenham gostado!

Por favor, comentem e dêem estrelinhas.

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